No último domingo (24), o Fantástico exibiu a entrevista com o Eddy Jr. Segundo o humorista, desde abril que a Elisabeth Morrone vinha o acusando de fazer barulho, além de invadir e roubar o apartamento dela.

“Eu me mudo para um lugar melhor para começar a trabalhar, pago para ter minha paz, ter mais segurança, e acontece nesse tipo de coisa, entendeu?”, diz Eddy Jr., que saiu da periferia de Guarulho, Grande São Paulo, há oito meses para morar no condomínio United Home & Work, na capital paulista.

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O influenciador diz que diversas vezes foi acordado na madrugada ao receber ligações da portaria, pedindo para ele fazer menos barulho. “Os meninos da portaria falavam: ‘Tem uma vizinha que reclama de você todo santo dia’. E aí chegou uma notificação, de duas multas que eu tinha tomado por importunação, por fazer barulho”.

O vizinho Gustavo Jorge Luís Pedrosa afirma que Eddy não faz barulho no prédio.”Minha mãe de 82 anos mora comigo, tem um sono leve, e nunca fomos incomodados com o barulho do nosso vizinho. Seguramente é um ato racista, é um ato que temos que nos posicionar contra”.

Apesar das constantes reclamações, inclusive acusação de invasão e roubo registrado no livro de ocorrências do prédio, Eddy só conheceu Elisabeth no dia 31 de agosto, quando foi ofendido e gravou a situação pela primeira vez.

Depois desse ataque racista, o filho da Elisabeth apareceu na porta da casa do humorista, tocou a campainha e com uma faca na mão, dava golpes na parede do elevador. A equipe do Fantástico afirma que teve acesso ao laudo psiquiátrico que afirma ele ter deficiência mental leve.

A aposentada ainda não prestou depoimento para a polícia. No sábado (22), a Justiça determinou que ela não se aproxime do Eddy, e que ela saia das áreas comuns do prédio quando ele estiver presente. Na semana passada, o humorista deixou o condomínio temporariamente.

Na sexta-feira (21), um grupo de homens negros, formado por intelectuais, artistas e ativistas lançou um manifesto contra os ataques racistas sofridos pela população negra no Brasil. O texto foi publicado um dia depois da manifestação que aconteceu na frente do prédio do humorista Eddy Jr. Leia mais aqui!

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