Zezé Motta estrela novo documentário ‘Vozes’, que mostra um resgate histórico da mulher na TV

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Zezé Motta estrela novo documentário ‘Vozes’, que mostra um resgate histórico da mulher na TV

Atuando com assiduidade na televisão, no cinema e nos shows, uma das mais importante atrizes do país, Zezé Motta durante seus mais de 50 anos de carreira, rompe barreiras e coloca no centro da cena artística nacional as múltiplas dimensões do protagonismo feminino e negro em tela. 

O seu imenso talento e carreira inspiram atuais e futuras gerações de mulheres que lutam por expressão, espaço e oportunidade. Justamente por isso, a artista é a estrela do documentário ‘Vozes’, uma produção do canal E! da NBCUniversal, que estreia neste novembro, o Mês da Consciência Negra. O documentário é um resgate histórico sobre o espaço que a mulher ocupou ao longo dos anos nas telas (tv e cinema sobretudo).

O filme-experimento parte da ideia de questionar esses estereótipos ao fotografar mulheres em posições e situações que raramente vemos na mídia: uma negra como CEO de uma empresa; uma loira boxeadora; uma mulher de mais de 60 anos com lingerie sexy; uma princesa oriental de cabelos ondulados; uma transexual astronauta; uma miss gorda e uma jovem negra como presidente do Brasil.

Participam ainda do filme-experimento Luana Tanaka (atriz), Mafoane Odara (psicóloga e executiva de RH), Natallia Rodrigues (atriz, publicitária e psicóloga), e Neon Cunha (publicitária e ativista). Toda a conversa é permeada por depoimentos de personalidades como a drag queen, professora e  apresentadora Rita Von Hunty, a atriz Maria Bopp, a apresentadora e cineasta Marina Person, a modelo Miranda Luz e a cantora e compositora Elza Soares. VOZES DO E! estreia terça-feira, 16 de novembro, às 22h, no E! Entertainment.

“Eu estou nessa luta há mais de 50 anos e toda vez que meu telefone toca e me convidam para participar de algum evento para falar de racismo, eu penso: Meu Deus! Até quando ainda teremos que nos reunir para discutirmos sobre isso? Desde que entrei para o movimento negro, lá pelo final dos anos 70, diziam que não existia racismo no Brasil e que estávamos importando um problema que era dos EUA, lutei e dei muita cotovelada pra mostrar que o racismo existia por aqui. Hoje, a minha luta é antirracista, continuo lutando e denunciando, mas na Consciência Negra, uma data necessária para essa reflexão, foco nas conquistas e não apenas em falar de cicatrizes.” Afirma Zezé Motta.

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