Não há maneira melhor de desfrutar a liberdade do que viajar. O mercado de afro-turismo é pouco explorado, mas tem um grande potencial já que a demanda de negros viajantes que querem conhecer lugares que rementam a sua cultura está em franco crescimento.

O projeto Diáspora.Black que aproxima anfitriões e viajantes, negros ou não, mas que queiram fazer um turismo afro-centrado ou apenas se hospedar em casas ou apartamentos de pessoas negras. Eles já atendem 12 países e tem mulheres negras como maioria de seus clientes.

Em plataformas grandes como AirBnB por exemplo, há muitos relatos de racismo, como negar receber hóspedes por causa da cor da pele ou até mesmo não querer de hospedar em casas de pessoas negras. Veja o depoimento do Carlos Humberto CEO da start-up.

Apesar desse forte apelo sócio-cultural, o Diáspora Black é um negócio, uma start-up,  e para crescer precisa de apoio. O projeto foi o único afro-empreendimento selecionado para o programa de aceleração na Estação Haack , a primeira aceleradora de negócios do Facebook no mundo e que durará 6 meses. A programação foi feita em parceria com a Artemísia, principal apoiadora de negócios de impacto social no País.

Esse é um grande avanço para o negócio, porém os três sócios moram no Rio de Janeiro e a Estação é em São Paulo. Para se manter na capital paulista durante o programa, eles fizeram uma campanha na plataforma de financiamento Catarse. A meta é conseguir R$ 35 mil reais. O dinheiro será acomodação, transporte e alimentação.

As doações são a partir de R$15 e as recompensas vão de café da manhã à diárias em casas localizadas em pontos turísticos brasileiros.

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