“Tecnologia 6G deve ser realidade em 2030”, diz pesquisador Paulo Rufino, que estará no Fórum Econômico Mundial de Davos

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“Tecnologia 6G deve ser realidade em 2030”, diz pesquisador Paulo Rufino, que estará no Fórum Econômico Mundial de Davos
Foto: Divulgação

O executivo e pesquisador brasileiro Paulo Sergio Rufino Henrique, participará do Fórum Econômico Mundial (WEF) em Davos, na Suíça. O evento será realizado entre os dias 22 e 26 de maio.

Paulo mora na Europa há mais de 12 anos, atualmente em Paris, na França e atualmente pesquisa a futura rede 6G, que deverá ser implantada em 2030, como doutorando da Universidade de Aarhus/CGC na Dinamarca e publicou recentemente o livro 6G The Road to the Future Wireless Network 2030 (O caminho para a rede sem fio do futuro).

Ele afirma que o “6G virá para oferecer inovação nunca antes imaginada, apenas nos filmes de ficção científica, mas tão importante quanto a inovação tecnológica. Precisamos promover diversidade e inclusão nas áreas de tecnologia, inspirar as crianças de hoje, incluindo nossas comunidades negras e outras minorias que estão à margem da justiça social, e só que podemos criar um mundo mais sustentável, mais justo, do ponto de vista social e econômico”.

O pesquisador lembra que “tudo terá o controle de inteligencia artificial e computação quânticas. A hora de criar um mundo melhor é agora com as pesquisas e colaborações e incentivos as minorias”.

Esso será o assunto central que o Paulo irá discutir em Davos: a nova tecnologia 6G e inclusão digital, com os pesquisadores, ONGs e empresas públicas e privadas”.

Em entrevista ao MUNDO NEGRO, “se não houver pandemias novamente para atrasá-la, poderemos ter a sua implementação já inciando em 2030 como planejado, mas não antes disto”.

“Já no Brasil, vai depender das políticas públicas e privadas dos próximos governos em incentivar a pesquisa, reiniciar novamente o programa de Ciência Sem Fronteiras, e etc”, complementa.

“O investimento em ciência e tecnologia é tão importante ao Brasil e a comunidade negra, pois representa a sobrevivência profissional de nossos jovens que fazem parte de uma maioria demográfica, mas que não participa em sua maioria da distribuição de riqueza gerada do país. Este cenário tem que mudar com políticas voltadas ao auxílio desta juventude negra que gera tanta riqueza ao Brasil, mas não recebe este retorno econômico, social e humano”, destaca o pesquisador.

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