Porque a Internet odeia as mulheres?

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“Macaca, volta para senzala, seu cabelo parece Bombril, qual é o seu preço?”.  Maju Coutinho, Taís Araújo e Cris Viana são mulheres negras empoderadas que foram atacadas em suas páginas pessoais do Facebook por conta do seu gênero e raça.

A ONU estima que 95% dos conteúdos violentos e difamadores que circulam na internet sejam dirigidos às mulheres.

Tentar entender esse fenômeno e discutir as medidas judiciais cabíveis para punir os agressores virtuais foram alguns dos temas abordados no Hangout sobre violência contra as mulheres pela Internet, promovido pelo Instituto Avon, como parte da programação da 3° Edição do Fórum #FaleSemMedo, que aconteceu ontem, 03 de dezembro, em São Paulo.

A jornalista Silvia Nascimento do site Mundo Negro e a Blogueira Carla Lemos, relatam suas experiências enquanto vítimas de ataques online, em um bate papo moderado pela Maira Liguori do Think Olga e com orientações jurídicas da Advogada Gisele Truzzi, especialista em crimes digitais. Elas também falaram sobre a campanha Manda Prints que estimula o registro e denúncias de agressões online.

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