Durval Arantes é professor de inglês e o fundador de um dos maiores grupos da comunidade negra dentro do Facebook, o Intelectualidade Afro-Brasileira com mais de 20 mil membros. Em 2017 ele publicou seu primeiro livro, O Último Negro que chegou a ser citado até ator Lázaro Ramos que se referiu à obra, como um “Ótimo livro da nova geração de escritores negros”. 

No mês da consciência negra desde ano, Arantes brindará a comunidade negra com uma nova obra: O Enigma Ashanti.

“Em relação ao meu livro de estreia, “O Enigma Ashanti” oferece uma narrativa mais fluída e mais focada nos dramas e conflitos de cada personagem. Se em “O Último Negro”, a evolução da trama era mais descritiva, neste segundo trabalho as pessoas determinam os rumos do livro. Uma outra observação que eu acho que vale a pena conferir é o grande número de personagens femininas negras, todas de extrema importância para o desfecho do suspense e cada uma com um perfil e uma carga dramática completamente diferente, umas das outras. Acho que o resultado final ficou muito interessante e fica a expectativa pra análise final de quem ler este volume”, explica Durval. 
Com lançamento previsto para o dia 23 de novembro, o livro tem prefácio meu, Silvia Nascimento, do professor, escritor e Mestre Carlos Machado e do escritor Nei Lopes que diz que o livro tem” o  DNA das grandes narrativas literárias”.
O autor vai interagir com eleitores e compartilhar informações sobre a obra eu seu perfil no Facebook: clique aqui e confira a sinopse abaixo:

 

O ENIGMA ASHANTI: 
“Nova Iorque. 11 de Setembro de 2001.

Um objeto africano misterioso é encontrado e retirado de uma das Torres Gêmeas, por um sobrevivente ao ataque.

O artefato se torna o centro de uma investigação frenética envolvendo um segredo da África que pode revolucionar a ordem científica global.

Uma jovem advogada negra do Brasil, talentosa e detentora de uma característica excepcional e rara, se torna o centro de uma conspiração internacional, fundamentalista e obscura.

Tensão, intrigas, romance e reviravoltas em uma trama robusta e eletrizante.

O Enigma Ashanti ilustra uma narrativa que propõe a afirmação do legado e da herança das matrizes das culturas vindas da África para uma compreensão mais altruísta e digna da saga da Humanidade no enredo da História do mundo, com a qual o continente negro resilientemente contribui, no grande concerto das civilizações humanas.”

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