Com foco nas vivências da juventude negra e periférica, a série ficcional dramática “Noiz por Noiz” entra em fase de desenvolvimento trazendo um time de peso do audiovisual negro brasileiro. Dirigida por Luh Maza (“Da Ponte Pra Lá”) e escrita por Akin e Alessandro Pereira, a produção acompanha a trajetória de Marcos, Imani e Samanta, três amigos inseparáveis que vivem na Favela do Adeus. Unidos pelos sonhos e pelos desafios cotidianos, os protagonistas buscam se estabelecer em profissões autônomas, numa tentativa de romper com a CLT e construir novas perspectivas de futuro por meio do próprio trabalho.
A produção, que se conecta diretamente com a cultura urbana e o SLAM (batalha de poesia falada), reúne nomes fundamentais do setor. A preparação de elenco fica sob a responsabilidade de Matriarcak e Eduardo Silva, que também integra o elenco da obra ao lado de Inara Santos.
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Inara já demonstrou seu talento integrando produções de grande alcance como as séries “Manhãs de Setembro” e “Pico da Neblina”, além do aclamado longa “7 Prisioneiros”. Já Eduardo Silva carrega no currículo mais de quatro décadas de uma trajetória no audiovisual, com passagens por obras como “Quilombo”, “Castelo Rá-Tim-Bum”, “Carcereiros” e “3%”, tendo como trabalho mais recente a nova temporada de “Sessão de Terapia”.
A criação de “Noiz por Noiz” é fruto do talento de Akin, artista PCD, ator, roteirista e diretor natural de Diadema, no ABC Paulista. Crescido na periferia, Akin iniciou sua caminhada no audiovisual como figurante e, a partir desse espaço, pavimentou sua carreira como ator e desenvolvedor de projetos autorais. Seu primeiro papel de destaque na atuação foi na série “Quando Ela Desaparecer”, produção original do Globoplay que aguarda estreia.
Atualmente em fase de desenvolvimento, a equipe de “Noiz por Noiz” está em busca de patrocinadores, investidores e de uma produtora audiovisual que queira somar forças ao projeto, com o objetivo de viabilizar a produção e ampliar o alcance de narrativas urgentes sobre a juventude negra, a cultura urbana e a potência da arte independente.
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