Miséria e falsificação de medicamentos são temas de um curta nigeriano com final surpreendente

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Mama T (Shaffy Bello) em cena de Fishbone

Se você não conhece o cinema  da Nigéria não sabe o que está perdendo. A indústria nigeriana de audiovisual é uma das maiores do planeta, sendo conhecida como Nollywood e entregando mais de mil filmes anualmente. 

Para quem ama curtas com propósito e uma boa fotografia, o Mundo Negro indica o  filme Fishbone, produção de 2020, dirigido por Editi Effiong

A primeira parte da curta é uma imersão completa no bairro de Moloko, na cidade de Lagos. 

Com um linha fotográfica extremamente poderosa, podemos visitar vários lugares da favela e da sua dinâmica. 

A produção aborda as questões de falsificação de medicamentos com um grupo traficantes liderado por Mama T (Shaffy Bello).

Assim, seguimos o inspector – Daniel Etim Effiong – investigando sobre o que ele acha ser a rede da produção de medicamentos falsos nas favelas de Lagos. O objetivo dele é achar o chefe dessa operação.

A última parte, nos mostra quem são as verdadeiras vítimas dessa economia illegal.

Na cena final, assistimos a confrontação entre o inspector e Mama T.  que termina com uma conclusão impactante : se colhe o que se planta.

O filme é pragmático, vai direito ao ponto e manda uma mensagem bem claro ao público.

Com legendas em português brasileiro, o filme é disponível no Youtube.

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