Home Blog Page 96

Jogadora da seleção brasileira de handebol é premiada por gesto de fair play em Paris 2024

0
Foto: Orbán-Katona Domonkos – Nemzeti Sportfejlesztési és Módszertani Intézet/Instituto de Esportes da Hungria

A jogadora Tamires Araújo, da seleção brasileira de handebol, foi condecorada pelo Comitê Internacional de Fair Play (CIFP) com o diploma mundial na categoria “Pierre de Coubertin – Ato de Fair Play”, por um gesto de esportividade durante os Jogos Olímpicos de Paris 2024. A premiação ocorreu nesta semana em Budapeste, capital da Hungria.

O reconhecimento veio após Tamires ajudar a pivô angolana Albertina Kassoma, que se lesionou no início do segundo tempo da partida entre Brasil e Angola. Sem conseguir andar, Kassoma recebeu atendimento médico e, em seguida, foi carregada nos braços pela brasileira até sair da quadra. O público presente no estádio aplaudiu a atitude, que se tornou símbolo de respeito e empatia durante o torneio.

Kassoma não retornou à partida devido à gravidade da lesão. O gesto de Tamires foi amplamente repercutido e elogiado como exemplo de nobreza esportiva. Em nota, o presidente do CIFP, Dr. Jenő Kamuti, afirmou que a escolha de Tamires representa “um reconhecimento por sua atitude exemplar no esporte e por promover os valores do fair play”. Em suas redes sociais, a atleta afirmou: “Para mim, foi simplesmente um ato humano normal — nunca esperei receber um diploma tão especial por isso. Estou verdadeiramente grata a todos que compartilharam, publicaram e reconheceram algo que, para mim, era a coisa certa a fazer. Obrigado do fundo do meu coração. ❤️”.

A premiação “Pierre de Coubertin” homenageia ações que reforçam a integridade e o espírito esportivo, valores defendidos pelo fundador dos Jogos Olímpicos da era moderna.

Casa do Benin sedia oficina de mbira, instrumento africano, em celebração ao Dia da África

0
Foto: Pamela Siqueira

A Casa do Benin, no Pelourinho, recebe de 23 a 25 de maio, Dia Mundial da África, o projeto Vivências em Músicas de Mbira, idealizado pelo músico e etnomusicólogo baiano Thon Nascimêmtos. A iniciativa promove uma imersão na tradição musical da África Austral, com oficinas dedicadas à mbira (pronuncia-se “imbira”), instrumento ancestral típico de Zimbabwe e Moçambique.

A programação inclui aulas na sexta (23), das 13h às 17h; sábado (24), das 9h às 12h; e domingo (25), das 15h às 17h, com encerramento marcado por uma apresentação pública no último dia. A data coincide com o Dia Mundial da África, celebrado em 25 de maio, reforçando a conexão histórico-cultural entre Bahia e o continente africano.

Podem participar pessoas a partir de 16 anos, mesmo sem experiência musical. No encerramento, serão sorteadas duas mbiras do tipo nyunganyunga, confeccionadas artesanalmente em Maputo, Moçambique, especialmente para o projeto. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas via formulário disponível no perfil @mbira.brasil.

Esta é a segunda edição do projeto, que estreou em Salvador há um ano. Agora, contemplado pelo PNAB-BA (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura) 2025, o Vivências em Músicas de Mbira amplia seu alcance e circula por outras cidades. Além do Pelourinho, a oficina já passou por Santo Amaro, integrando o Bembé do Mercado, e segue para Porto Seguro (27 a 29/05, na UFSB), Escola de Música da UFBA (03, 05 e 06/06) e Casa da Música, em Itapuã (22 a 24/08).

Thon Nascimêmtos, idealizador do projeto, conheceu a mbira em vivências na África e durante seu doutorado em Música, Cultura e Sociedade na Unicamp. Sua trajetória acadêmica inclui ainda dois mestrados: Etnomusicologia (UFBA) e Ensino em Relações Étnico-Raciais (UESB). Atualmente, ele é docente na Universidade Federal do Tocantins (UFT), onde leciona no curso de Educação do Campo.

Jeniffer Nascimento será protagonista de “Êta Mundo Melhor!”, continuação de novela de Walcyr Carrasco

0
Foto: Globo/Fábio Rocha

A atriz e cantora Jeniffer Nascimento vive seu primeiro papel como protagonista em uma novela ao retornar como Dita em “Êta Mundo Melhor!”, sequência de “Êta Mundo Bom!” (2016), escrita por Walcyr Carrasco e Mauro Wilson. A trama estreia no final de junho na TV Globo e também terá Sérgio Guizé de volta no papel de Candinho, protagonista da trama.

“Eu diria que Dita é uma mulher à frente do seu tempo. Pois ela está sempre disposta a quebrar paradigmas da sociedade em prol da sua felicidade. Ela não abaixa a cabeça pra ninguém, mas ao mesmo tempo sabe o momento certo de dizer as verdades. Além disso, ela é muito determinada. Vai lutar para conquistar os seus objetivos sem esquecer de quem ela é”, comenta Jeniffer.

Ambientada no final dos anos 1940 e início dos anos 1950, a novela acompanha Candinho e seu fiel escudeiro, Policarpo, na cidade de São Paulo, onde herda uma mansão após a morte da mãe, Anastácia (vivida por Eliane Giardini na primeira trama). A história gira em torno da busca do protagonista por seu filho perdido, Junior/Samir (Davi Malizia), que está em um orfanato administrado pela vilã Zulma (Heloísa Perissé). Enquanto enfrenta conspirações de familiares interessados em sua fortuna — como o primo Celso (Rainer Cadete) e a irmã Sandra (Flávia Alessandra) —, Candinho encontra apoio no professor Asdrúbal (Luis Miranda) e desenvolverá uma paixão por Dita, que se muda para a capital em busca de oportunidades.

Novos núcleos e memória afetiva

A produção mantém personagens conhecidos, como Maria (Bianca Bin) e Quinzinho (Ary Fontoura), e introduz novos, como a enfermeira Estela (Larissa Manoela), que esconde um passado misterioso e se torna amiga de Dita. O elenco ainda inclui Nívea Maria, Evelyn Castro e um núcleo infantil com jovens atores como Arthur Yera e Maya Dias.

Sommelière baiana lança Afrotinto, videocast que une vinho e identidade afro-diaspórica

0
Foto: Reprodução/Instagram

A sommelière Carol Souzah, que tem se destacado pela representatividade no cenário vinícola de Salvador, lançou oficialmente o Afrotinto, um videocast inédito que explora a relação entre o vinho e a identidade afro-diaspórica baiana.

Com uma temporada inicial de seis episódios disponíveis em todas as plataformas de áudio e no YouTube, o programa promove reflexões sobre cultura, gastronomia, enoturismo, negócios e ancestralidade, por meio de conversas com convidados especiais. O Afrotinto busca desconstruir estereótipos em torno do vinho, abordando temas como representatividade racial, memória, sustentabilidade e o papel da Bahia no universo vitivinícola.

O Afrotinto conta com direção de Ravena Maia, mestre em audiovisual e especialista em podcasts, e propõe um olhar sensível e necessário sobre o impacto do vinho nas relações sociais, culturais e étnicas.

“Através do seu olhar afro diaspórico, ela utiliza desse meio para alcançar e convidar a todos, especialmente às pessoas pretas, a viverem a experiência do vinho no seu dia-a-dia, e em momentos de celebração das nossas conquistas”, diz a divulgação do projeto.

Carol Souzah vem se consolidando como uma voz transformadora na cena do vinho em Salvador, e o Afrotinto surge como mais uma iniciativa para democratizar e ressignificar o consumo da bebida, conectando-o à cultura negra e às vivências da diáspora africana.

Marsai Martin fala sobre novo namorado e ouve brincadeiras de Anthony Anderson: “Ele ainda age como se fosse meu pai”

0

A atriz e produtora Marsai Martin está vivendo uma nova fase na vida pessoal — e profissional. Em entrevista a um podcast americano, ela revelou estar namorando o piloto de Nascar Rajah Caruth e protagonizou momentos divertidos ao lado do ator Anthony Anderson, com quem contracenou por oito temporadas na série Black-ish.

Na comédia da ABC, Anthony e Marsai interpretaram Dre e Diane Johnson, pai e filha de uma família negra de classe média alta nos Estados Unidos. Mais de um ano após o fim da série, a dupla mantém uma relação de afeto e parceria que ultrapassa a ficção.

Durante o episódio, Anthony não perdeu a chance de provocar a atriz:
“Ele tem que conhecer os caras, né? Tipo, precisa passar no teste do grupo. E claro, no meu também”, disse o ator, em tom bem-humorado.
Marsai riu e respondeu: “Você ainda age como se fosse meu pai da TV”, reforçando a intimidade entre os dois.
“Eu sou seu pai de TV. E agora, quase um tio da vida real. Tenho que garantir que você esteja bem”, completou Anderson.

Além de Black-ish, os dois voltaram a contracenar no longa G20, lançado em abril de 2025 no Prime Video. No filme, Marsai interpreta a filha da presidente dos Estados Unidos, vivida por Viola Davis, enquanto Anthony Anderson faz o papel do pai. A produção reúne os dois novamente em um papel de família, desta vez em um thriller político de ação.

O nome do novo namorado, Rajah Caruth, também chamou a atenção. Jovem promessa da Nascar, ele é um dos poucos pilotos negros em destaque na categoria. Marsai e Rajah ainda não falam muito publicamente sobre o relacionamento, mas a entrevista deixou claro que, ao menos para Anthony Anderson, o rapaz terá que passar por uma “banca” bem exigente.

“Toda honra e glória a Deus”: Virgínia Fonseca é confirmada como nova Rainha de Bateria da Grande Rio

0

A influenciadora Virgínia Fonseca foi confirmada oficialmente como a nova Rainha de Bateria da Acadêmicos do Grande Rio. A estreia da criadora de conteúdo à frente da bateria da escola de Duque de Caxias foi anunciada neste domingo (19), marcando uma nova fase para a agremiação após a saída de Paolla Oliveira, que ocupou o cargo por sete anos.

“Alô, Comunidade de Caxias! Muita honra de chegar aqui e estar junto com vocês na Grande Rio. Que seja o início de uma história linda”, escreveu Virgínia ao ser anunciada. Em outro post, completou: “O nosso Carnaval já começou! Toda honra e glória a Deus, 2025 é nosso e 2026 também”.

A substituição já vinha sendo especulada desde fevereiro, quando Paolla comunicou sua saída do posto. Na ocasião, a atriz afirmou que a decisão foi motivada por questões pessoais e profissionais, incluindo sua participação na novela Vale Tudo e um momento delicado em família.

Nas redes sociais, a escolha de Virgínia gerou debates entre internautas, especialmente sobre sua relação com a escola. Apesar disso, a influenciadora celebrou com entusiasmo a chegada ao posto, prometendo dedicação e presença no Carnaval 2025

“Marido de Alicia Keys, Swizz Beatz lança coleção de joias com o brasileiro Ara Vartanian”

0

Swizz Beatz, produtor musical reconhecido por parcerias com artistas como Beyoncé, DMX e sua esposa Alicia Keys, acaba de expandir seu repertório criativo ao universo do design de joias. Ele assina a coleção ARA x MR DEAN, desenvolvida em parceria com o joalheiro brasileiro Ara Vartanian, conhecido por sua estética ousada e simbólica.

A colaboração, que une referências de estilo urbano, sofisticação e identidade visual marcante, resultou em uma coleção de joias que aposta em estruturas arrojadas. São peças como anéis de dois dedos, broches esculturais e pulseiras com design arquitetônico, pensadas para serem usadas no cotidiano, mas que carregam uma forte linguagem estética.

Segundo Ara, a parceria não surgiu de forma apressada, mas sim de uma construção cuidadosa baseada em afinidades profundas. “Essa colaboração nasceu devagar, por meio de conversas, perguntas, valores em comum e um ritmo criativo profundo. A partir disso, uma amizade surgiu. E dessa amizade, nasceu a coleção ARA x MR DEAN”, escreveu o joalheiro em suas redes sociais.

Mais do que acessórios, as joias refletem anos de troca, escuta e cumplicidade artística entre os dois criadores. Swizz Beatz, que há anos é referência em projetos ligados à arte contemporânea e ao design — incluindo sua plataforma The Dean Collection — traz para o projeto a visão de um consumidor exigente e um artista que compreende a força cultural dos símbolos.

A coleção também se destaca por seu compromisso com inclusão: há planos para ampliar a linha com peças genderless, desenhadas sem um padrão de gênero definido, alinhando-se a um movimento cada vez mais forte no design de luxo.

Inspirada por uma fusão entre estrutura, movimento e sofisticação, ARA x MR DEAN representa um encontro entre culturas e linguagens. Mais do que um experimento estético, a coleção expressa o valor de relacionamentos construídos com propósito e da arte que nasce do respeito mútuo e da escuta criativa.

Conceição Evaristo debate literatura afro-brasileira em evento na Pequena África que celebra os 50 anos da Pallas Editora

0
Foto: Monica Ramalho

A Casa Porto, no Largo São Francisco da Prainha, na região conhecida como Pequena África, será palco de uma celebração literária no dia 31 de maio, com participação de Conceição Evaristo, Ynaê Lopes dos Santos e o lançamento do romance “Água de maré”, vencedor do Prêmio Pallas de Literatura 2024. O evento integra as comemorações pelos 50 anos da Pallas Editora, especializada em cultura afro-brasileira.

A festa começa às 16h, com a autora tatiana nascimento (que grafa o nome em minúsculas), vencedora do Prêmio Pallas de Literatura 2024. A obra, que dialoga com a cultura dos orixás, será autografada pela autora. autografando seu 18º livro, “Água de maré”. Às 18h, Conceição Evaristo — autora de obras como “Becos da Memória” e “Olhos d’água” — conversa com a historiadora Ynaê Lopes dos Santos, conhecida pelo livro “História da África e do Brasil Afrodescendente” (2017). A mediação será de Cristina Fernandes Warth, uma das sócias da Pallas.

O local escolhido para o evento é simbólico: fica próximo ao Cais do Valongo, principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil, e da Casa de Escrevivência, espaço que abriga o acervo de Conceição. A Pallas republicou clássicos da escritora, como “Ponciá Vicêncio” (2003/2017) e “Becos da Memória” (2006/2016).

Cardápio literário e meio século de resistência
A partir de 3 de junho, a Casa Porto terá um cardápio especial em homenagem aos autores da Pallas. Entre os pratos, destaque para a “Lasanha à moda Nei Lopes” (com costela) e o “Camarão da Sonia Rosa” (arroz caldoso com quiabo e abobrinha), referência à autora de livros infantojuvenis.

Fundada em 1975 por Antonio Fernandes, a Pallas tornou-se referência na difusão da cultura afro-brasileira, com nomes como Helena Theodoro, Reginaldo Prandi, Cidinha da Silva e Eliana Alves Cruz em seu catálogo.

Cristina e Mariana Warth – Foto: Monica Ramalho

Cristina Warth, que assumiu a editora após a morte do pai em 2003, lembra que a trajetória da Pallas sempre esteve ligada à resistência: “Lidamos com a maior parcela de trabalhadores deste país, vilipendiados desde que aqui chegaram”. Sua filha, Mariana Warth, criou em 2013 o selo Pallas Míni, dedicado à literatura infantojuvenil.

As inscrições para a 2ª edição do Prêmio Pallas seguem abertas até 30 de junho no site www.premiopallas.com.br.

Serviço
O que: Lançamento de “Água de maré” e debate com Conceição Evaristo e Ynaê Lopes
Quando: Sábado, 31 de maio, das 16h às 22h
Onde: Casa Porto (Largo São Francisco da Prainha, Rio)
Programação: 16h: Sessão de autógrafos com tatiana nascimento e 18h: Debate com Conceição Evaristo e Ynaê Lopes
Entrada gratuita

“É sempre como se fosse a primeira vez”: Ministra do TSE denuncia racismo em evento do governo e diz que vai acionar a Justiça

0
📸 Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado

A ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Vera Lúcia Santana, denunciou publicamente um episódio de racismo que sofreu ao tentar acessar um seminário da Comissão de Ética da Presidência da República na última sexta-feira (16), em Brasília. Convidada como palestrante, a ministra teve sua entrada negada por atendentes e um segurança do edifício onde acontecia o evento. Vera afirma que foi ignorada mesmo após se identificar e apresentar sua carteira funcional.

“É sempre como se fosse a primeira vez, essa é a realidade”, afirmou a ministra em entrevista à GloboNews na noite de quarta-feira (21). “Não é um enfrentamento fácil. É diferente de atuar como advogada ou no tribunal, na assistência do Ministério Público, fazendo uma representação por alguém que foi vítima de racismo. Desta vez, sou eu mesma.”

A ministra relatou que chegou ao prédio do CNC Business Center, em Brasília, onde o seminário era realizado, e se identificou pelo nome. Diante da resposta de que não constava na lista, apresentou então a funcional de ministra substituta do TSE. Segundo ela, mesmo assim as atendentes não olharam o documento e pediram que ela ligasse para a organização. Um segurança foi chamado e também ignorou sua identificação oficial.

Somente após a intervenção de uma pessoa da equipe de suporte do evento, Vera conseguiu entrar. “Nada aconteceu como deveria ser de rotina num espaço civilizado, livre de preconceito. Foi muito sistemático. Nenhuma das três pessoas pegou a carteira que estava o tempo inteiro à disposição”, declarou à Folha.

A Comissão de Ética Pública lamentou o ocorrido e afirmou que não tem responsabilidade administrativa sobre o edifício. Já a Advocacia-Geral da União (AGU), que ocupa andares no prédio, abriu um procedimento administrativo e notificou a administradora do imóvel, requisitando a preservação de imagens de segurança.

Na sessão do TSE desta quarta-feira (20), a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, tornou pública a denúncia e reforçou: “Racismo é crime. Etarismo é discriminação. É inconstitucional, imoral, injusto qualquer tipo de destratamento em razão de qualquer critério que não seja o da dignidade da pessoa humana.”

Vera Lúcia afirmou que vai ingressar com ações nas esferas penal e civil. “Vou ajuizar tudo, reclamar tudo que devo fazer. É preciso dar visibilidade a determinadas ocorrências e que elas tenham um papel pedagógico. Esse papel passa pela responsabilização”, concluiu.

Taraji P. Henson vive mãe em situação extrema em filme de Tyler Perry que estreia em junho

0

Estreia no dia 6 de junho na Netflix o drama A Última Gota (Straw), novo filme de Tyler Perry protagonizado por Taraji P. Henson. A atriz interpreta Janiyah Wiltkinson, uma mãe solo que enfrenta um dia caótico, marcado por dificuldades financeiras, tensão emocional e decisões impossíveis enquanto tenta cuidar da filha doente.

O enredo acompanha Janiyah em uma tentativa de descontar um cheque — que rapidamente se transforma em uma crise dentro de uma agência bancária. Sem alternativas e sob pressão, ela se vê cercada pela polícia. “Só quero fazer o certo pela minha filha”, diz a personagem no trailer.

O elenco conta ainda com Teyana Taylor, Sherri Shepherd, Glynn Turman, Rockmond Dunbar, Ashley Versher e Sinbad. Dirigido e roteirizado por Tyler Perry, o filme traz à tona os dilemas enfrentados por quem precisa sobreviver sem rede de apoio em um sistema impessoal. A produção é da Perry Well Films 2 e será distribuída globalmente pela Netflix.

error: Content is protected !!