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Taís Araujo viverá Elza Soares em cinebiografia produzida por Fernando Meirelles

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Foto: Tata Barreto

Taís Araujo foi confirmada como protagonista da cinebiografia de Elza Soares, uma das maiores vozes da música brasileira. O longa será produzido pela O2 Filmes, do cineasta Fernando Meirelles, e as gravações devem começar no segundo semestre de 2026, segundo informações da revista norte-americana Variety.

O roteiro é assinado por Patrícia Andrade, conhecida por “Dois Filhos de Francisco”, e Viviane Pistache. O projeto marca o retorno de Taís ao papel da cantora —ela já havia interpretado Elza no filme “Garrincha – Estrela Solitária” (2003), que abordava o relacionamento turbulento entre o jogador e a artista.

A escolha da atriz teve um aval especial: o da própria Elza. Em 2020, dois anos antes de sua morte, a cantora publicou um texto nas redes sociais direcionado a Taís, celebrando a parceria e destacando a semelhança entre as duas. “Você fará Elza nos cinemas. Que honra minha por te assistir vivendo a minha história e fazendo parte da sua”, escreveu. “Às vezes eu me pego te olhando, sem saber se sou eu ou você.”

A relação entre Elza e Taís sempre foi marcada por afeto e admiração mútua. “Se não temos o mesmo sangue, somos feitas da mesma energia”, declarou a cantora no mesmo post, reforçando a identificação com a atriz.

A cinebiografia ainda não tem título definido, mas é um dos projetos mais aguardados da O2 Filmes. A expectativa é que o filme explore não só a trajetória artística de Elza, mas também seus enfrentamentos sociais e pessoais, como racismo, pobreza e violência de gênero —temas que atravessaram sua vida e obra.

Elza Soares morreu em janeiro de 2022, aos 91 anos, deixando um legado inquestionável para a cultura brasileira.

Janet Jackson é coroada ícone no AMA após show que marcou retorno à TV depois de 7 anos

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Foto: Ethan Miller/Getty Images

A lenda da música Janet Jackson voltou a se apresentar na televisão pela primeira vez em sete anos no American Music Awards (AMA) 2025, realizado na segunda-feira (26). A cantora, integrante do Hall da Fama do Rock and Roll, que completou 59 anos no início de maio, apresentou seus clássicos “Someone to Call My Lover” e “All For You” no Fontainebleau Las Vegas, diante de uma plateia repleta de celebridades, antes de receber o prêmio Ícone do Show.

“Estou muito honrada. Estou muito grata”, disse Janet Jackson ao aceitar a honraria, já concedida a nomes como Rihanna, em 2013, e Lionel Richie, em 2022. “Não quero desrespeitar ninguém, mas não me considero um ícone. Minha família, eu mesma, nosso sonho nunca foi sermos famosos. Sempre tivemos um amor especial por música, dança e canto. A fama veio como resultado de muito trabalho e dedicação”, afirmou. “Minha história, a história da minha família, é verdadeiramente uma história americana. […] A única coisa que espero é ter sido uma inspiração para outros artistas seguirem seus sonhos”, afirmou em discurso.

Com 11 AMAs e cinco Grammys, a cantora domina as paradas musicais dos Estados Unidos há décadas. Caçula dos dez filhos da família Jackson, ela iniciou a carreira ao lado dos irmãos, incluindo o falecido Michael Jackson. Seu álbum “Rhythm Nation 1814” (1989) segue como o único a emplacar sete músicas no Top 5 da Billboard Hot 100. Sua carreira, porém, foi marcada pelo polêmico episódio no intervalo do Super Bowl de 2004, quando seu seio foi exposto por Justin Timberlake. Ela foi alvo de críticas, enquanto Timberlake — que só se desculpou publicamente em 2021 — foi poupado inicialmente.

“Someone to Call My Lover” (2001), do álbum “All For You”, recentemente reentrou na Billboard 100 após viralizar no TikTok. A artista, que tem hits como “That’s the Way Love Goes” e “Together Again”, entrou no Hall da Fama em 2019 — para muitos, uma honra tardia.

Em dezembro de 2024, Jackson iniciou uma residência artística no Resorts World Theatre, em Las Vegas, com três shows adicionais previstos para esta semana.

Homem é preso por agressão e ofensas racistas em partida de futebol no Ibirapuera

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Foto: Reprodução

Um homem de 24 anos foi preso e indiciado no último sábado (24) por agredir e proferir xingamentos racistas contra três pessoas durante uma partida de futebol no Parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo. A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) do estado.

O caso foi registrado no 26º Distrito Policial (Vila Mariana) como preconceito de raça ou cor, injúria, ameaça e lesão corporal. Segundo uma das vítimas, o homem iniciou as ofensas após uma desavença no jogo e chegou a agredir fisicamente um dos presentes. Ele foi contido pela segurança privada do parque até a chegada da Polícia Militar.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o momento em que o acusado é levado pela polícia, enquanto pessoas ao redor gritam “racista”. Em uma publicação no X (antigo Twitter), uma usuária relatou: “A galera meteu uma surra em um racista no parque do Ibirapuera. A polícia demorou horas para chegar, mas o infeliz foi preso”. No entanto, não há confirmação oficial de que o homem tenha sido linchado.

Crime de racismo: inafiançável e imprescritível

O crime de racismo está previsto na Lei nº 7.716/1989, que abrange discriminação baseada em raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. A pena no Brasil varia de um a cinco anos de prisão, além de multa, e é considerada inafiançável e imprescritível pela Constituição — ou seja, o acusado não pode responder em liberdade mediante pagamento de fiança, e o processo não tem prazo para prescrever.

A SSP informou que o homem já foi indiciado. O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) foi contactado para detalhar os próximos passos do caso, mas ainda não se pronunciou.

Lizzo explica por que não revela quantos quilos perdeu: “Ainda querem fazer bullying disfarçado de preocupação”

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Foto: Lizzo

Durante entrevista ao jornalista Jason Lee, a cantora Lizzo falou abertamente sobre as especulações em torno de sua perda de peso e explicou por que decidiu manter esse número em segredo.

“Já vi muitos vídeos no TikTok dizendo que perdi 227 quilos. Mas eu nunca pesei isso”, afirmou. Lizzo deixa claro que essa narrativa foi criada sem qualquer base real. “As pessoas estão colocando números em mim”, completou, mostrando seu incômodo com os julgamentos sobre seu corpo.

Segundo ela, existe uma pressão social para que pessoas gordas compartilhem seus dados como prova de disciplina ou superação. “Fico em dúvida se devo revelar o número para encerrar o assunto ou manter o mistério”, disse Lizzo. Ainda assim, ela escolhe o silêncio como forma de preservar sua autonomia. “Acho que as pessoas gostam de fazer bullying com gordos. É a única forma de bullying ainda socialmente aceitável.”

Em outro momento da entrevista, Lizzo relembra episódios de violência estética que sofreu mesmo dentro da indústria da música. “Já fui chamada de Rasputia tantas vezes. Inclusive no set de um videoclipe meu”, contou, referindo-se à personagem interpretada por Eddie Murphy no filme Norbit, famosa por estereotipar e ridicularizar corpos gordos. “Tive que segurar as lágrimas e seguir em frente.”

Para Lizzo, discursos disfarçados de preocupação com a saúde muitas vezes mascaram preconceito. “Quando dizem ‘você vai ter problemas de saúde’ ou ‘você escolheu o caminho mais fácil’, isso ainda é bullying. Só que com um verniz de empatia. No fim, é só violência com outra roupa.”

Em novo programa, Governo dá apoio técnico, mas não injeta dinheiro em mídia negra e periférica

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O recente lançamento da Incubadora de Soluções para o Jornalismo, promovida pela Secretaria de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), em parceria com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), sinaliza um reconhecimento importante: é preciso fortalecer iniciativas midiáticas negras, periféricas e independentes.

No entanto, uma ausência central compromete o potencial transformador da proposta: não há previsão de aporte financeiro direto para os projetos.

A iniciativa foca em mentorias, diagnósticos, estratégias e capacitação. Ou seja, ferramentas importantes, mas insuficientes quando o ponto crítico é a sustentabilidade. Para mídias negras, frequentemente criadas em contextos de escassez, “investimento” não pode ser sinônimo de apenas formação ou apoio técnico.

Sem recurso para manter equipes, investir em tecnologia, pagar estrutura e ampliar alcance, é inviável pensar em expansão ou consolidação. Na prática, isso significa que a maioria dos veículos negros segue operando no limite, muitas vezes de forma voluntária ou intermitente.

Enquanto isso, as seis maiores estatais federais controladas pelo governo federal — Petrobras, Caixa, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Correios e BNDES, assinaram contratos de patrocínio que somaram quase R$ 1 bilhão em 2023, segundo levantamento da Folha de S.Paulo. O contraste escancara que há recursos disponíveis, mas eles continuam concentrados em grandes estruturas, ignorando veículos periféricos e racializados.

É preciso reconhecer: a equidade na comunicação não será conquistada sem distribuição justa de recursos. Falar em democratização da mídia sem dinheiro é manter as desigualdades estruturais travestidas de inclusão.

Capacitar, mapear e diagnosticar é importante. Mas investir diretamente em quem já está fazendo é urgente. Mídias negras precisam de reconhecimento institucional, sim. Mas, acima de tudo, precisam de apoio financeiro para existir, resistir e se expandir com dignidade.

Burkina Faso apresenta seu primeiro carro elétrico 100% nacional com tecnologia solar

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Foto: Reprodução

Burkina Faso deu um passo significativo no cenário de mobilidade sustentável com o lançamento do ITAOUA EV, um veículo elétrico nacional que promete autonomia de 330 quilômetros com apenas 30 minutos de carga. Fabricado em uma unidade de produção em Ouaga 2000, distrito importante do país, o modelo é apresentado como uma solução 100% elétrica, alimentada por energia solar e com baixo impacto ambiental.

De acordo com o fabricante, o ITAOUA EV chega para fortalecer a presença africana no mercado de veículos elétricos (VEs), que deve saltar de US$ 15,8 bilhões (R$ 83,7 bi ) em 2024 para US$ 25,4 bilhões (R$ 134,5 bi) até 2029, segundo projeções da Mordor Intelligence. Apesar de China, Europa e EUA concentrarem 95% das vendas globais de elétricos em 2023, países africanos têm avançado na adoção da tecnologia.

Além de Burkina Faso, Botsuana recentemente lançou seus primeiros veículos elétricos montados localmente, fruto de uma parceria entre o Instituto de Pesquisa e Inovação Tecnológica do país (BITRI) e fabricantes chineses. Outros mercados em crescimento incluem África do Sul, Marrocos, Quênia, Tanzânia, Angola, Gana, Ruanda, Egito, Etiópia e Benim.

A Sputnik Afrique destacou que o ITAOUA EV representa uma alternativa ecológica e eficiente para o transporte no continente, alinhada à expansão de energias renováveis. Com carga rápida e produção local, o modelo busca se consolidar como opção viável em um setor ainda dominado por grandes potências automotivas.

Lauren e Cameron, da 1ª temporada de Casamento às Cegas, nos EUA, anunciam gravidez após 4 anos de tentativas e FIV

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Foto: Drea Nicole

O casal Lauren e Cameron Hamilton, que se conheceu e se casou na primeira temporada da versão norte-americana do reality ‘Casamento às Cegas’, da Netflix, está esperando seu primeiro filho após quatro anos de tentativas e um processo de fertilização in vitro (FIV). O casal compartilhou a novidade nas redes sociais: “Depois de 4 anos de orações, paciência, e muito amor”, escrevam no Instagram ao compartilhar a novidade através de uma publicidade.

Em uma entrevista para a revista People, eles contaram como foi o processo para engravidar: “Estávamos contando os dias para fazer o teste porque fizemos FIV”, disse Cameron. “Vimos a palavra ‘grávida’ no teste, e foi um momento incrível.” Lauren completou: “Foi um alívio. Nós nos olhamos, eu caí de joelhos e chorei”, disse. O casal também compartilhou um vídeo com imagens de diferentes momentos juntos, até a gravidez.

O casal, que já havia falado abertamente sobre infertilidade em um episódio do podcast The Love Seat, revelou que a gravidez chegou em um momento de luto: Lauren perdeu o pai no Natal de 2024. “Foi uma luz na escuridão”, disse ela. “Meu pai não está aqui fisicamente, mas sabemos que ele está cuidando de nós”. Lauren destacou o apoio de Cameron durante o tratamento: “Ele tem sido incrível, paciente e presente em cada etapa.” Agora no segundo trimestre, ela conta que tem tido desejos por queijo — “bolinhos, macarrão, queijo ralado puro” — e recebido conselhos da também ex-participante Amber Barnett, que recentemente se tornou mãe.

Ansiosos para a chegada do bebê, os dois planejam reviver a infância. “Quero levar ao zoológico, Disney on Ice”, disse Lauren. Cameron quer repetir um gesto do pai: “Dormir com o bebê no peito, como ele fez comigo.”

Barbara Carine explica porque optou por equipe negra em parto de filho em Salvador

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Foto: Reprodução/Instagram

A professora e escritora Barbara Carine compartilhou em suas redes sociais detalhes sobre o nascimento de seu filho com o ator Thiago Thomé, Raro, ocorrido em um hospital privado de Salvador com uma equipe inteiramente formada por profissionais negros. A escolha, segundo ela, foi consciente e visou garantir um atendimento mais humanizado.

“Amores, então o hospital que nasceu foi um hospital privado que você poderia levar a sua equipe privada que você contratou para o parto, que normalmente é a sua equipe de pré-natal, ou você poderia dar entrada no hospital e ser acompanhada ali pela equipe plantonista. Com a gente aconteceu a primeira opção e desde que a gente decidiu que o parto seria em Salvador, a gente escolheu uma equipe de pré-natal que tinha que ter sim essa preocupação em torno da questão da raça”, explicou Barbara em resposta a uma seguidora que questionou “que hospital é esse que só tem profissionais negros?”. “Não significa que é um impeditivo de que você cometa violência contra os seus irmãos e irmãs, mas a gente acredita que está um pouco à frente, que gera uma consciência crítica racial a partir da sua própria experiência como pessoa no mundo.”, completou.

Entre os profissionais que acompanharam o parto estavam o obstetra Matheus de Sá, a enfermeira Paty Sousa e a terapeuta Anailza Meirelles. O nascimento de Raro, ocorrido no último dia 22 de maio, teve complicações que levaram a uma cesárea após 13 horas de trabalho de parto. Barbara relatou que, embora as contrações começassem a cada dois minutos, não houve dilatação suficiente para um parto vaginal: “A bolsa estourou, mas o bebê eliminou mecônio, o que nos fez ir rapidamente para o hospital. Tentamos tudo, mas depois de muitas horas sem progresso, a cesárea foi a melhor opção”, contou.

Em suas redes, a escritora agradeceu a toda a equipe e à “ancestralidade” pelo apoio durante o processo. “Foi uma escolha nossa ter profissionais negros nesse momento tão importante. Eles nos deram segurança e acolhimento”, finalizou.

Em relato de parto, Rayza Nicácio conta sobre cesárea não planejada e cuidados com o filho na UTI neonatal

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Foto: Thai Lazarini

A influenciadora digital Rayza Nicácio anunciou nesta segunda-feira (26) o nascimento de seu filho, Benício José, ocorrido no último dia 21 de maio, exatamente um mês após seu próprio aniversário. Em publicação emocionada no Instagram, Rayza compartilhou detalhes do parto, que não ocorreu como planejado.

Em textos emocionados, ela descreveu os desafios que viveu durante o parto de seu filho com o marido Vinicius Pereira e as frustrações por esse momento não acontecido como esperava. “Meu bebezinho nasceu. As perninhas que me chutavam tão forte na barriga estão aqui fora — agora preciso desviá-las dos pontos da cesárea enquanto estou sentada numa cadeira de amamentação que não escolhi,
uma cadeira de UTI. Sim, foi cesárea. Nem parto a jato, nem sequer normal, também não senti contrações no meu banheiro dos sonhos, nem fiquei em casa até o último minuto. As luzes não estavam baixas, era tudo branco e eu estava tremendo de frio e nervosismo”, detalhou.

“Ainda assim, frustrar as expectativas do meu parto dos sonhos foi a parte mais fácil: difícil foi não ir direto para o quarto com ele e difícil mesmo é ainda não ter ido”, afirmou a influenciadora, que contou que o recém-nascido precisou de auxílio para respirar nos primeiros momentos, mas já está estável sob cuidados em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI): “Estamos bem e estáveis”, destacou. “Ele precisou de uma ajudinha com a respiração no começo mas agora só precisa de muito colinho e tetê pra ir pra casa”, afirmou Rayza. 

Rayza também falou sobre seu amor pelo filho e pelo marido: “Estou completamente apaixonada pelo cheirinho, pela boquinha de peixe quando mama e entorpecida de amor por ele e pelo meu marido que nos enche de sacrifício e devoção segundo a segundo”, disse. No entanto, pediu compreensão aos fãs: “Mas vamos precisar de um tempo, íntimas, não sei quanto. Não sei fazer reality show da minha dor, nem quero aprender. Estamos em uma travessia mas estaremos aqui, celebrando a vida e o maior amor que já sentimos”, afirmou.

Baco Exu do Blues critica influenciadores da CPI das Apostas durante show: ‘Isso é mal caratismo’

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Foto: Reprodução

O rapper Baco Exu do Blues usou o palco durante show em Campinas (SP), na madrugada de sábado (24), para criticar a influenciadora Virgínia Fonseca, Carlinhos Maia e outros criadores de conteúdo envolvidos na CPI das Apostas. Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, o artista disparou contra quem apoia os digital creators acusados de promover casas de apostas sem responsabilidade.

“Ultimamente uma coisa me deixou extremamente puto, que foi a CPI com os influencers. Vocês viram essa m***? Primeiramente, se você segue a Virgínia e você está no meu show, você é uma pessoa retardada. Se você segue Carlinhos Maia e você está no meu show, você é uma pessoa retardada, você não devia estar aqui”, declarou o artista, que foi aplaudido pelo público. “Eu não fecho com filha da p*** que usa do poder da influência pra causar o mal na vida das pessoas. Você tem dinheiro já, tem poder, não precisa f*d*r a vida de ninguém. Isso é mal caratismo”, disse.

O cantor ainda reforçou sua posição contra quem lucra com publicidade de apostas: “Você tem dinheiro e poder, não precisa ferrar com a vida de ninguém. Isso é mau caratismo e falta de conduta”, disse Baco, que ainda destacou como pessoas mal intencionadas utilizam redes sociais fingindo ser boas: “Várias pessoas más fingem ser boas, legais no TikTok. Pau no c* de todo mundo”, finalizou ele.

Virgínia Fonseca foi uma das convocadas a depor na CPI das Apostas, onde respondeu como testemunha a perguntas da senadora Soraya Thronicke (União-MS) sobre a regulamentação de propagandas de cassinos online. Após o depoimento, a influencer perdeu mais de 100 mil seguidores e virou alvo de críticas nas redes.

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