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“Cheio de beleza esplêndida, pessoas, música e orgulho”, relembra Angela Basset sobre seu último dia de filmagem com Chadwick Boseman

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Foto: Reprodução

Chadwick Boseman marcou a memória de muitas pessoas, não só dos fãs de Pantera Negra, mas de seus colegas de elenco, que frequentemente relembram momentos compartilhados ao lado do astro. Em uma entrevista à revista People para a edição “Women Changing the World”, Angela Bassett relembrou um momento especial que viveu com Boseman durante as filmagens de “Pantera Negra”, o primeiro filme da saga, lançado em 2018.

“Esse foi meu último dia de filmagem e estávamos nas cataratas de Warrior Falls. Eu tinha terminado minha tarefa e Chadwick veio e me abraçou. E eu apenas o abracei e o abracei”, compartilhou Bassett. “E é claro que foi um cenário glorioso cheio de beleza esplêndida, pessoas, música e orgulho”, lembrou.

Angela Bassett assumiu o papel da Rainha Ramonda, mãe de T’Challa, interpretado por Boseman, tanto em “Pantera Negra” quanto em sua sequência, “Pantera Negra: Wakanda Forever”. Sua interpretação como uma mãe enlutada lhe rendeu uma segunda indicação ao Oscar em 2023.

Ao refletir sobre Chadwick Boseman, que faleceu precocemente em agosto de 2020 devido a complicações de câncer de cólon, aos 43 anos de idade, Bassett destacou não apenas suas realizações artísticas, mas também sua essência como ser humano.

“Ver o trabalho que ele fazia e conhecer, todos os dias, o ser humano que ele era – às vezes não é preciso falar muito, mas basta olhar nos olhos um do outro e transmitir tudo o que você quer dizer, tudo o que você espera”, expressou ela.

Os atores se conheceram anos antes de sua ascensão à fama, durante a formatura na Howard University em 2000, onde ela fez o discurso que ganhou destaque nas redes sociais. Reencontrar-se enquanto trabalhavam em “Pantera Negra” representou um momento significativo para ambos os artistas.

“Ter conhecido esse jovem que era estudante quando obtive um diploma honorário em Howard, ele foi meu acompanhante”, recordou Bassett. “Foi um momento de círculo completo e agora a grande oportunidade que tive de retratar sua mãe.”

No Golden Globe Awards em janeiro de 2023, Bassett discursou sobre a homenagem a Boseman através de “Wakanda Forever”, alterando o enredo originalmente planejado para honrar o amigo. “Embarcamos nesta jornada juntos com amor. Choramos. Amamos. Nós nos curamos. E estávamos cercados todos os dias pela luz e pelo espírito de Chadwick Boseman”, afirmou ela na época.

Ações dos ‘Vigilantes do Peso’ caem 25% após Oprah anunciar saída do conselho

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Foto: Reprodução

Embaixadora do ‘Vigilantes do Peso’ desde 2015, a apresentadora Oprah Winfrey está deixando o conselho da empresa depois de divulgar na imprensa que está usando o medicamento para perder peso. Depois que a saída da principal representante da marca foi divulgada, a empresa sofreu uma queda de 25% em suas ações no início do pregão desta quinta, 29.

Além dos quase 10 anos como uma das principais defensoras do programa alimentar, que, de acordo com Oprah, a ajudou a perder 18 quilos, ela também detinha 10% das ações da Weight Watchers International, que foi a responsável por divulgar que a apresentadora não se candidatará à reeleição para o conselho administrativo e que doará suas ações para o Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana com o objetivo de “eliminar qualquer conflito de interesse percebido” sobre sua decisão de usar medicamento para perder peso.

No final do ano passado, Oprah Winfrey voltou a abordar na mídia a sua luta contra o peso. Em uma conversa sobre “O Estado do Peso”, transmitida em dezembro no Oprah Daily, Winfrey mencionou suas experiências pessoais e como a imprensa falava sobre seu corpo, ela também falou sobre os novos medicamentos para perda de peso que estão despertando interesse do público. “Mesmo quando comecei a ouvir sobre os medicamentos para perda de peso, ao mesmo tempo eu estava passando por uma cirurgia no joelho e senti: ‘Tenho que fazer isso sozinho’. Porque se eu tomar a droga, essa é a saída mais fácil.”, relembrou ela que também ressaltou que era hora de falar sobre o uso de medicamentos que ajudam a combater a obesidade: “Espero que esta conversa comece de forma desavergonhada”.

Lucy Alves, Barbara Reis, Samuel de Assis e Amaury Lorenzo estão entre os artistas selecionados para o ‘Dança dos Famosos’

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Foto: Globo/Léo Rosário

A nova temporada da ‘Dança dos Famosos’, competição de dança que acontece dentro do programa ‘Domingão com Huck’, que vai ao ar aos domingos na TV Globo, já tem novo elenco definido. Entre as personalidades negras que foram anunciadas nesta quinta-feira, 29, estão os atores Lucy Alves, Barbara Reis, Samuel de Assis e Amaury Lorenzo.

Os participantes do ‘Dança dos Famosos’ 2024 foram revelados hoje por Luciano Huck durante uma coletiva de imprensa. Além de Lucy Alves, Barbara Reis, Samuel de Assis e Amaury Lorenzo, o apresentador também anunciou a participação de Tati Machado, Lexa, Micael Borges, MC Daniel, Mateus Fernandes, Gabriela Prioli, Juliano Floss, Klara Castanho, Enrique Diaz, Barbara Coelho, Henri Castelli e Talitha Morete.

Os atores negros selecionados para compor o elenco da competição de dança estiveram em destaque recentemente nas novelas da emissora. Lucy Alves viveu a protagonista ‘Brisa’, na novela das 21h, ‘Travessia’, que estreou em outubro de 2022. Samuel de Assis interpretou o advogado ‘Ben’, par romântico de ‘Sol’, vivida por Sheron Menezzes na elogiada novela das 19h, ‘Vai na Fé’. Enquanto Bárbara Reis protagonizou ‘Terra e Paixão’, novela das 21h, na pele da mocinha ‘Aline’, onde Amaury Lorenzo foi bastante elogiado ao dar vida a ‘Ramiro’, personagem que ganhou o carinho do público ao apresentar história de redenção durante a novela.

No próximo domingo, 3, os 16 participantes estarão no palco do ‘Domingão com Huck’ para participar da estreia do quadro. Na ocasião, a divisão de grupos será revelada. Eles serão divididos em quatro times, os participantes e professores acumulam pontos durante as quatro primeiras semanas de competição e, no fim, aquele com a menor soma vai para a repescagem. No time de jurados técnicos, avaliando as apresentações e observando a evolução semana após semana, estão confirmados Ana Botafogo, Carlinhos de Jesus e Zebrinha.

Tyler Perry pausa expansão de estúdio em Atlanta devido ao avanço da inteligência artificial

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Tyler Perry decidiu interromper a expansão de US$ 800 milhões (£630 milhões) de seu complexo de estúdios em Atlanta após o lançamento do gerador de vídeos Sora da OpenAI, alertando para as possíveis consequências na indústria cinematográfica. O magnata do cinema e da TV dos EUA estava em processo de adicionar 12 novos estúdios de som ao seu empreendimento, mas suspendeu indefinidamente esses planos após testemunhar as “chocantes” capacidades demonstradas pelo Sora.

“Todo o projeto está atualmente em espera por causa do Sora e do que tenho observado”, disse Perry em entrevista ao Hollywood Reporter. “Recebi informações nos últimos anos de que isso estava por vir, mas não fazia ideia até recentemente, quando vi as demonstrações do que essa tecnologia é capaz. É surpreendente para mim.”

O Sora, uma ferramenta de inteligência artificial lançada em 15 de fevereiro com acesso limitado a alguns pesquisadores e criadores de vídeos, impressionou muitos com sua capacidade de produzir cenas realistas a partir de simples prompts de texto. Os avanços tecnológicos apresentados pelo Sora preocupam Perry, que prevê impactos significativos em diversos setores da indústria cinematográfica, incluindo empregos de atores, editores, especialistas em som e equipes de transporte.

Perry destacou sua preocupação com a perda iminente de empregos na indústria, exemplificando com o caso dos trabalhadores da construção civil que não mais seriam necessários para a expansão de seu estúdio. Ele mencionou também o uso recente de inteligência artificial em dois de seus filmes, nos quais a tecnologia foi empregada para modificar sua aparência e economizar horas na maquiagem.

As preocupações com o impacto da inteligência artificial na indústria cinematográfica já foram evidenciadas em recentes greves de atores e escritores de Hollywood. No entanto, Perry ressaltou que será necessário um esforço conjunto de toda a indústria para enfrentar os desafios impostos pela rápida evolução tecnológica.

Projeto que promove acesso à cultura de jogos eletrônicos, Diversigames, terá painel exclusivo no SXSW 2024

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Foto: Divulgação

No próximo dia 12 de março, o DiversiGames, projeto de inclusão social e digital que promove o acesso à cultura dos jogos eletrônicos, a tecnologia e inovação de grupos minorizados e pessoas em situação de vulnerabilidade, participará, pela primeira vez, do South by Southwest, maior festival de tecnologia, inovação, criatividade e cultura do mundo, que acontece anualmente em Austin, no Texas (EUA). A iniciativa inclusiva brasileira foi escolhida para ser apresentada na edição de 2024 do evento, em um Ignite Talk exclusivo sobre o impacto dos jogos eletrônicos na vida de quem não têm muitos recurso para usufruir das diferentes possibilidades de formação e experiências que o universo dos games proporciona. 

Márcio dos Santos Correa, de 26 anos, conhecido como Jamela, que foi um dos jovens impactados pelo projeto e hoje atua como embaixador e professor do DiversiGames, estará à frente da apresentação feita ao público. Nascido e criado no Engenho da Rainha, zona norte do Rio, ele viu a sua vida mudar quando teve a oportunidade de transformar o que era um divertimento em profissão, tornando-se uma referência no mundo dos games. Virou caster (narrador) em campeonatos de e-sports e atua como apresentador e roteirista no canal de TV Woohoo, especializado em games.

“Estar no SXSW 2024 para falar sobre o DiversiGames, do qual me orgulho em participar, é relembrar a minha trajetória. Se hoje falo inglês e estou aqui me comunicando com o mundo, devo às aulas que tive no projeto. Foi por meio dele que me especializei em jogos eletrônicos, me tornando jogador profissional, e hoje dou aulas para pessoas pretas e periféricas como eu, transformando a vida delas também”, conta Jamela. Esta é a sua segunda viagem internacional: em 2023, ele esteve na Alemanha, participando da Gamescom, maior feira de games do mundo, a convite da Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Games (Abragames) e com apoio da plataforma TikTok, para quem ele também produz conteúdo. 

Considerado o maior hub de ESG e Games no Brasil, o DiversiGames possui centros de formação no Rio de Janeiro – em breve chegará a São Paulo – e oferece 170 vagas a crianças a partir de 7 anos até jovens 18 anos em oficinas de letramento digital, com cursos sobre jogos eletrônicos (Minecraft, Fortnite, League of Legends, Free Fire, entre outros), criação de conteúdo (Creator) e desenvolvimento e programação de jogos 2D (Scratch 3.0), além de aulas de inglês e reforço escolar. Os espaços são adaptados para Pessoas com Deficiência (PcD) e os cursos, com 10 meses de duração, possuem metodologia de ensino inclusiva para que todos possam participar. 

“É uma grande honra poder apresentar ao mundo o modelo de projeto social com games que estamos fazendo no Brasil e não existe em nenhum outro lugar do mundo, com o propósito de promover a inclusão digital e ampliar o acesso de grupos minorizados ao universo dos jogos eletrônicos, tendo como objetivo transformar vidas e gerar impacto positivo”, afirma o Diretor Executivo do DiversiGames, Ricardo Chantilly, idealizador do projeto.

Gana aprova projeto de lei que prevê prisão de até três anos para pessoas LGBTQIA+

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Foto: Emily Leshner/The Associated Press

Foi aprovado na última quarta-feira, 28, em Gana, um projeto de lei que prevê pena de até três anos de prisão para pessoas que se identificarem como LGBTQIA+ no país. O projeto, que recebeu apoio de uma coalizão formada por líderes tradicionais ganenses, cristãos e muçulmanos, também prevê pena de até cinco anos para pessoas que defenderem, promoverem ou financiarem os direitos de pessoas da comunidade.

O projeto de lei, chamado de Lei de Promoção dos Direitos Sexuais Humanos e dos Valores Familiares, é considerado um dos mais severos no continente e representa mais uma derrota sofrida pela comunidade LGBTQIA+ no país africano. Ao projeto foi apresentado ao parlamento pela primeira vez em 2021 e recebeu amplo apoio público, agora, deve ser apresentada ao presidente Presidente Nana Akufo-Addo para uma possível sanção. O líder ganense ainda não revelou se deve assinar o projeto.

De acordo com informações publicadas pela BBC África, a Anistia Internacional já havia alertado em março sobre o risco que o projeto de lei apresenta para a comunidade LGBQIA+ no país. Para o órgão, o projeto “representa ameaças significativas aos direitos e liberdades fundamentais”.

A ugandense, Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, também emitiu uma declaração afirmando que a aprovação da lei que pune pessoas LGBTQIA+ “irá exacerbar o medo e o ódio, poderá incitar a violência contra outros cidadãos do Gana, e irá terá um impacto negativo na liberdade de expressão, na liberdade de circulação e na liberdade de associação.”.

Projeto de lei na Uganda prevê pena de morte

Em março de 2023, o parlamento de Uganda aprovou uma lei que prevê pena de morte para pessoas que se identificarem como LGBTQIAP+. O projeto de lei foi apresentado por Robina Rwakoojo, presidente para assuntos jurídicos e parlamentares. Segundo informações compartilhadas por O Globo, o documento aprovado afirma ainda que pessoas que se identificarem como LGBTQIA+ podem ser condenadas a até 20 anos de prisão. A presidente da Câmara de Uganda, Annet Anita Among afirmou que a lei foi aprovada em tempo recorde. A homossexualidade já era considerada ilegal no país da África Oriental.

A Uganda é um país cristão e conservador que vive uma onda homofóbica que também atravessa a África Oriental, onde está localizado. Agora, o projeto deve seguir para aprovação do presidente Yoweri Museveni, no poder há 37 anos.

Ao todo, 31 países africanos criminalizam pessoas LGBTQIA+ e vivem uma onda crescente de violência contra pessoas da comunidade.

Polícia prende suspeito de destruir carro usado no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes

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Foto: Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio

Na última quarta-feira, 28, em uma ação conjunta da Polícia Federal e do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), foi preso Edilson Barbosa dos Santos, dono no ferro-velho acusado de fazer o desmanche do carro usado no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018.

Conhecido pelo apelido de Orelha, o homem foi preso perto da casa em que mora no bairro de Santa Cruz da Serra, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O suspeito foi levado para a Superintendência Regional da PF no Rio e, depois de cumpridos os trâmites iniciais, será levado para uma unidade do sistema prisional.

Edilson Barbosa do Santos – Foto: Reprodução

Em agosto do ano passado, o Ministério Público já havia recebido uma denúncia sobre Edilson Barbosa do Santos, que está sendo acusado de impedir e atrapalhar investigações depois de destruir o carro no Morro da Pedreira, na Zona Norte do Rio, de acordo com a denúncia oferecida pela força-tarefa do Gaeco. Ainda de acordo com a denúncia, no dia 16 de março de 2018, Ronnie Lessa e Elcio Vieira de Queiroz, acusados de serem atirador e motorista do duplo homicídio, entregaram o carro a Orelha, que deu sequência ao processo de desmanche.

O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completa seis anos no dia 14 de março, e, com a entrada da Polícia Federal nas investigações, em 2023, alguns avanços, como a delação premiada do ex-PM Élcio Queiroz, que dirigia o carro usado no crime. Em julho do ano passado, agentes da PF que participavam das investigações informaram que, na delação, Queiroz apontou o também ex-policial militar Ronnie Lessa como o autor dos assassinatos de Marielle e Anderson.

Além disso, durante a delação, Élcio contou que o dono de ferro-velho foi acionado pelo ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, o Suel, que também está preso por participação no crime, para que os acusados pudessem se livrar do veículo usado no atentado contra a vereadora e seu motorista.

De acordo com informações publicadas pelo portal g1, Élcio de Queiroz afirmou que Orelha era dono de um agência de automóveis e depois teve um ferro-velho. Em seu depoimento, Élcio afirmou que dois dias depois do assassinato de Marielle e Anderson, ele e Ronnie Lessa levaram Orelha até uma praça na Avenida dos Italianos, em Rocha Miranda, onde o veículo usado no dia do crime estava.

Indicado ao Oscar 2024, Jon Batiste apresentará sua canção do filme ‘American Symphony’ na cerimônia

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Foto: David Needleman/Divulgação

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou, nesta quarta-feira (28), o nome dos artistas que se apresentarão no palco do Oscar 2024. Jon Batiste está entre os convidados para cantar a música ‘It Never Went Away’, indicado na categoria de Canção Original pelo documentário ‘American Symphony’, da Netflix. 

O filme também foi indicado na categoria de Melhor Documentário. A obra retrata a vida de Batiste, em 2022, quando o artista descobre que foi indicado a 11 Grammys, o ponto mais alto em toda sua carreira musical. Neste mesmo período, Suleika Jaouad, sua esposa, descobre que está com câncer de pulmão.

Apesar da turbulência na vida do casal neste período, Batiste compõe sua primeira sinfonia e Jaouad se submete ao tratamento. ‘It Never Went Away’, co-escrita pelo cantor, junto ao vocalista da banda Semisonic, Dan Wilson, reconhece esse momento delicado, mas celebra um amor duradouro e transcendente.

Além de Batiste, a Academia também anunciou a performance de Ryan Gosling para cantar ‘I’m Just Ken’ do filme ‘Barbie’, além das apresentações de Becky G, Billie Eilish e Finneas O’Connell, Scott George e os Osage Singers, e Mark Ronson, todos indicados na premiação.

A 96ª edição do Oscar será realizada no domingo, 10 de março, a partir das 20h no horário de Brasília.

‘Iwájú’: nova série infantil da Disney apresenta cidade futurista na Nigéria com aventuras tecnológicas e crítica social

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Foto: Disney

A nova série de animação infantil do Disney+, Iwájú (“O futuro”, na língua yorubá) estreou na plataforma nesta quarta-feira (28) nos Estados Unidos. Com uma proposta afrofuturista, a produção feita em parceria com a empresa panafricana Kugalié, é ambientada na cidade de Lagos, na Nigéria, em um futuro cuja a tecnologia se tornaria uma aliada ao povo nigeriano, sem perder as tradições da cultura yorubá. No entanto, a trama também irá destacar a desigualdade social no decorrer dos seis episódios, que estarão disponíveis no Brasil a partir do dia 3 de abril.

Tola (Simisola Gbadamosi), é uma menina de 10 anos muito adorável e esperta, que mora numa ilha rica junto com o pai, mas sofre com a sua falta de atenção. Um empresário de sucesso, responsável por desenvolver uma inteligência artificial (IA) para transformar Lagos em uma cidade utópica, está focado em um novo projeto para melhorar a segurança de todos. Assim surge o Otin, um lagarto robótico, que com muitos poderes e habilidades, foi programado para cuidar de Tola.

No início, Lagos lembra uma versão infantil de Wakanda, uma cidade futurista, cheia de paisagens, carros voadores, hologramas, referências estéticas de cabelo, roupa e arquitetura, que traz sensação de pertencimento para a comunidade negra. Mas ao longo dos episódios, muitos desafios do cotidiano ganham força na trama quando Kole (Siji Soetan), se torna o melhor amigo de Tola. 

Um garoto prodígio autodidata em tecnologia, Kole trabalha na mansão de Tola e vão criando um laço de amizade muito forte. Porém, essa aproximação passa a incomodar o pai e a chamar atenção de criminosos, que conseguem através de um óculos, saber o patrimônio de cada pessoa antes de planejarem um sequestro. 

Em seis episódios, Iwájú irá mergulhar em diferentes aventuras entre Tola e Kole, mostrando a importância da amizade, da família, a crítica sobre a desigualdade social e o impacto disso por meio da tecnologia (ou a falta dela). 

Veja o trailer:

“Memórias Ancestrais: Histórias do Começo do Mundo” é o novo podcast da Casa do Saber com o Prof. Renato Noguera

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A Casa do Saber anunciou o lançamento de “Memórias Ancestrais: Histórias do Começo do Mundo”, seu mais recente podcast original, disponível a partir de 04/03 e disponíveis para assinantes.

Neste programa, Renato Noguera, professor do departamento de Educação e Sociedade da UFRRJ, conduzirá os ouvintes por uma jornada pelas ideias e significados de três distintas tradições africanas: Kemet, Yorubá e Banto.

Por que estas histórias e ensinamentos, tão enraizados na cultura africana, ainda são menos conhecidos em comparação com suas contrapartes europeias e norte-americanas? Como essas narrativas milenares continuam a ressoar com as sensibilidades modernas, mesmo após séculos de distância?

Cada episódio trará uma análise de uma história específica, com contribuições de especialistas convidados, incluindo Iyá Paula de Odé, Mãe Flávia Pinto, Ana Sou, Rodrigo dos Santos e Glauce Pimenta Rosa.

EPISÓDIO 1 | Monogamia e a responsabilidade ao amar: Orunmilá e Odu, com Iyá Paula de Odé

EPISÓDIO 2 | Perder o controle e a razão: a fúria de Sekhmet, com Ana Sou

EPISÓDIO 3 | A língua como bênção e maldição: O banquete de Obatalá, com Mãe Flávia Pinto

EPISÓDIO 4 | Amar é se reconciliar com a vida: Ausar, Auset e Set, com Glauce Pimenta Rosa

EPISÓDIO 5 | Os monstros que não enfrentamos sós: Miseke e o trovão, com Rodrigo dos Santos

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