A Disney revelou novas informações e imagens de ‘Iwájú’. A série de animação infantil estreia na plataforma Disney+ dia 28 de fevereiro. A obra se passa na futurista cidade de Lagos, na Nigéria, e conta a história de Tola, uma jovem de uma ilha rica, e seu melhor amigo, Kole, um especialista em tecnologia autodidata, enquanto descobrem os segredos e perigos escondidos em seus diferentes mundos.
O trailer mostra um mundo repleto de tecnologia incrível “inspirada no espírito de Lagos” e um adorável lagarto chamado Otin. O personagem, que parece ter origem robótica, é visto no trailer com algumas habilidades bastante poderosas.
Embora os detalhes do enredo e dos seus personagens principais ainda estejam em segredo, Ziki Nelson, criador da obra, disse que o enredo se concentra na desigualdade que é uma “característica da vida cotidiana na Nigéria”, bem como no “desafio do status quo”. “É realmente uma questão de inspiração, ou aspiração e desejo, de tentar projetar a sociedade para viver de uma forma mais positiva”, relatou ele.
Um vídeo publicado pela equipe da TNT Sports está sendo criticado pelo teor racista da publicação que ‘afinou’ os traços do jogador do Palmeiras, Endrick. A publicação foi feita nesta sexta-feira, 16, nas redes sociais do canal e foi removida após a repercussão negativa gerada com o público.
Na montagem, o narrador diz ‘bora fazer o rosto perfeito do Endrick’ e mostra o processo de retoque acontecendo em um software de edição. No resultado, o jogador tem os traços afinados, o que foi considerado ‘racista’ pelo público. Ao final do vídeo, o narrador ainda questiona: ‘Fala aí outra coisa para a gente ajeitar’. A legenda ainda dizia: O Endrick está de cara nova”.
A ‘brincadeira’, considerada racista, gerou críticas de usuários do ‘X’. “Caros colegas jornalistas: o que essa emissora aí fez com o Endrick tem nome. Não é idiotice. Não é palhaçada. Não é babaquice. Não é estupidez. Vocês sabem o nome. Então, usem”, escreveu o jornalista Marcos Luca Valentim.
Caros colegas jornalistas: o que essa emissora aí fez com o Endrick tem nome. Não é idiotice. Não é palhaçada. Não é babaquice. Não é estupidez.
Vocês sabem o nome. Então, usem. 2024, e vocês ainda buscando eufemismo pra falar de um crime…
Demétrio Vecchioli, do UOL, questionou se o canal de TV a cabo havia pedido desculpas para o jogador: “A TNT pediu desculpas pelo episódio de racismo contra o Endrick ou só apagou o post e fingiu que nada aconteceu? Racismo não é só chamar de macaco e nem é praticado só por argentino. É preciso reconhecer isso, e (no mínimo) se desculpar”.
A TNT pediu desculpas pelo episódio de racismo contra o Endrick ou só apagou o post e fingiu que nada aconteceu?
Racismo não é só chamar de macaco e nem é praticado só por argentino. É preciso reconhecer isso, e (no mínimo) se desculpar.
Amigas se apoiando! Na noite da última quinta-feira, 15, aconteceu e Nova York, nos Estados Unidos, a première do filme ‘Mea Culpa’, estrelado por Kelly Rowland e dirigido por Tyler Perry. A cantora e atriz contou com a presença da amiga, Beyoncé, e de sua família, incluindo a mãe da diva pop Tina Knowles, Angela Beyince, vice-presidente da Parkwood Entertainment, empresa da Queen B, e Jay-Z.
Estrela do filme ‘Mea Culpa’, dirigido por Tyler Perry e que deve estrear na Netflix no dia 23 de fevereiro, Kelly Rowland também contou com presença de Michelle Williams, que também era integrante do Destiny’s Child, ao lado de Bey e Kelly.
Na produção, ela interpreta uma advogada que tem a ambição de se tornar sócia do escritório em que trabalha e é designada para defender um artista, interpretado por Zyair Malloy, acusado de assassinato.
Em uma entrevista concedida para a revista People durante a pré-estreia, Kelly falou sobre seu novo filme: “Lembro-me de ficar muito nervoso ao ler o roteiro e de pensar em tudo que um thriller erótico possui e isso me deixou muito intimidada”, revelou. “E então um amigo meu me ligou e disse: ‘Sabe, Kel, se isso não te assusta, qual é o propósito de fazer isso?’”.
Beyoncé é conhecida por ser uma artista que se mantém longe dos holofotes, indo pouquíssimas vezes a eventos sociais.
Há alguns anos, o ator, cantor e roteirista, Donald Glover, vem sendo acusado de odiar as mulheres negras. Essa afirmação voltou a ganhar força após a modelo Giannina Antonette Oteto, que aparece na capa de seu álbum ‘Awaken, My Love!’, relatar no final do ano passado, que ainda não havia sido paga pelo seu trabalho junto com outras profissionais negras, apenas uma mulher branca envolvida no projeto.
Recentemente, com o lançamento da sua série Original Prime Video ‘Sr. e Sra. Smith’, o artista deu uma entrevista ao The Hollywood Reporter, que ao mencionar as acusações, relembrou o artigo para a Interview, em 2022, onde ele mesmo se entrevistou, questionou se temia as mulheres negras e não respondeu a questão.
“Eu senti que era algo que as pessoas sempre dizem, mas ninguém nunca perguntou porque eu senti que as pessoas realmente não queriam saber. É uma narrativa melhor. Mas quem realmente me conhece sabe o quanto isso me machuca”, disse ao THR.
Apesar de ficar magoado, Glover diz perceber que a verdade não importa para o público. “As pessoas não vão ler isso e pensar: ‘Uau, eu estava errado’”.
Mas segundo o artista, ele está mais apegado à opinião da sua família e outras pessoas próximas. “Ir brincar com meus filhos e ser feliz e estar presente. Porque meus filhos sabem disso e são os únicos que importam. Ou minha mãe sabe disso e ela é a única que importa. Ou Quinta [Brunson] sabe disso e é a única que importa. Pessoas que realmente me conhecem. E também, não é verdade. Quando ando pelas ruas de Atlanta [capital do estado da Geórgia, nos EUA], não é isso que acontece”.
Sem saber quando começaram os rumores sobre ele na internet, o Glover apenas reconheceu: “Celebridade é isso”.
O Burger King retirou das redes sociais a propaganda com Kid Bengala,divulgada na terça-feira (13), após muitas críticas sobre a apelação sexual. Na gravação, o ex-ator pornográfico comparava o tamanho do lanche ao de seu órgão sexual.
No comercial, ele divulgou uma promoção da empresa, na qual dois lanches são vendidos por R$ 25. “O Whopper é nada artificial. Gigante que nem eu”. E completava em outro trecho: “Quem disse que tamanho não é documento nunca viu esse exagero”. A campanha foi criada pela agência Jotacom.
No entanto, internautas criticaram a apelação sexual, especialmente pelo fato do público da empresa também ser infantil. “Será que não se ligaram que não tem mais espaço para um absurdo desse em pleno 2024? Que tem crianças e adolescentes que consomem a marca? ‘Ahh mas elas não sabe’ mas os pais sabem! Existe uma geração gigante que sabe! Mas é isso, da mesma onda das músicas de ’senta senta’ vem a versão agora pornografia nas campanhas. E imagina quanto não custou isso! Que vergonha”, escreveu uma internauta no Instagram do Meio e Mensagem.
“Não consigo achar interessante vincular uma marca do ramo alimentício com ator pornô. Não tem a ver com moralismo, tem a ver com sensações que você deseja passar com a marca e o produto. Na hora de comer um BK a última coisa que eu quero pensar é na p*** do Kid Bengala”, criticou outro internauta.
Até o momento, nem o Burger King e nem o Kid Bengala se pronunciaram sobre o caso.
A atriz Zendaya sempre surpreende em suas aparições públicas. Nesta quinta-feira (15), durante o evento de estreia do filme ‘Duna: Parte 2’, em Londres, a estrela surpreendeu a internet ao aparecer com a clássica armadura prateada da Mugler. O responsável por pensar nesse e outros looks é Law Roach, stylist de 45 anos que é considerado como um verdadeiro ícone da moda contemporânea.
Com um olhar afiado para a estética e uma abordagem inovadora para a moda, Roach se destaca como um dos mais influentes e procurados profissionais do ramo. A relação do profissional com Zendaya é quase que familiar. “Ele está envolvido em todos os contratos de moda, em tudo que faço. Se eu tiver uma oportunidade onde ele possa vir comigo, ele sempre estará lá“, disse a atriz para a revista Elle. “De certa forma, ele sempre foi meu diretor criativo e continua desempenhando esse papel, porque é mais do que apenas roupas no tapete vermelho.”
Nascido e criado em Chicago, Roach sempre demonstrou uma paixão pela moda. Sua jornada para se tornar um dos stylists mais renomados do mundo começou com humildade e determinação. Trabalhando incansavelmente para refinar suas habilidades, ele logo chamou a atenção da indústria com sua capacidade de transformar looks e contar histórias por meio da moda.
“Sendo da zona sul de Chicago e indo à igreja todos os domingos, sempre vejo isso como meu primeiro desfile de moda. E sempre considero minha avó minha maior inspiração de moda. Roupas e moda sempre foram coisas muito importantes para ela – o processo de vestir-se para aquele grande desfile que acontecia todos os domingos de manhã“, contou ele para a Business Insider. “Não achei que trabalhar com moda fosse uma carreira viável, então demorei um pouco para descobrir algumas coisas. Mas estou aqui agora.”
Law Roach e Zendaya. Foto: Karwai Tang/Getty Images.
Law Roach diz que seu principal diferencial é sua capacidade de entender a individualidade de cada cliente e traduzir isso em peças que não apenas complementam sua personalidade, mas também desafiam os padrões preestabelecidos. “O estilo é como uma droga para mim quando sei que acerto. Quem quer que eu esteja vestindo, quando eles têm aquela coisinha extra – uma pequena faísca ou um pequeno movimento no andar – eu simplesmente adoro essa sensação. Acho que o que você coloca no seu corpo é tão importante quanto o que você coloca nele. A sociedade está realmente interessada no amor próprio e no autocuidado agora, e acho que a moda é o fornecedor mais poderoso disso“.
Foto: JAMIE MCCARTHY/GETTY ; Erick Carter / People.
Em 2016, Alicia Keyschamou atenção da mídia ao revelar que não iria mais utilizar maquiagem em suas aparições públicas. A artista se tornou o centro de diversos debates sobre a beleza em Hollywood. À época, a vencedora do Grammy declarou que sua posição de não utilizar mais maquiagem fazia ela se sentir mais forte, mais poderosa e mais livre, porém, ela não era contra quem utilizava os itens de pele.
Alicia Keys sem maquiagem no VMA 2016. Foto: Getty Images.
Em nova entrevista para a People, Keys classificou o momento como ‘rebelde’. A artista diz que estava buscando validação das pessoas, numa indústria sufocante. Ela se sentiu compelida a contrariar os padrões de beleza. “Estava obcecada pela validação dos outros. É difícil ser [você mesma]. Quem é você? Quem realmente é você, na maioria das vezes? É complicado, especialmente no início”, disse ela. “Você está tentando se encaixar. Você quer que as pessoas gostem do que você está fazendo, quer feedback positivo. E quando você não entende isso, é chocante e definitivamente desconfortável.”
Alicia Keys para a revista People. Foto: Erick Carter.
Keys, que voltou a incorporar a maquiagem em suas aparições, relata que aprendeu a lidar com todas as reações de suas atitudes. “Era a minha relação com a beleza de várias maneiras, falando sobre beleza e como eu achava que tinha que me representar de uma forma que deixasse outras pessoas felizes”, contou ela.
Ao relembrar o início da carreira, a cantora diz que sempre se sentiu pressionada a tentar se encaixar nos padrões. “Eu sempre me senti como se fosse uma jovem apenas entrando no mundo da música, explorando, aparecendo na televisão e se apresentando sob luzes quentes e suando e simplesmente [estar] em um universo totalmente novo – era como um universo alienígena,” relatou. “Eu não me sentia eu mesma. Eu senti que tinha que me conformar com as expectativas de todos sobre o que eles pensavam que eu era ou deveria ser. E realmente foi preciso muita disciplina e muito tempo antes de chegar ao ponto onde percebi que não precisava ser essa pessoa, que não precisava realizar os sonhos que outras pessoas tinham sobre mim. Na verdade, eu poderia ser apenas quem eu sou.
Nathalia Santos, 31, ex-jornalista da Globo, que ficou famosa como comentarista do programa ‘Esquenta!‘, foi baleada no quadril, após o táxi em que estava com o marido ser alvejado com dois tiros, na madrugada da segunda-feira (12), ao deixar a Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. Internada, ela participou virtualmente do programa ‘Encontro com Patrícia Poeta‘ e falou sobre o ocorrido e deu atualizações sobre o seu estado de saúde, nesta quinta-feira (15).
“Eu estou muito grata por estar viva, porque foi um susto. Não esperava. A gente não recebeu a anunciação do assalto. Foi do nada, e escuto duas balas, falei: ‘é tiro’. Fui atinginda e falei para o meu esposo me levar para o hospital. Eu só pensava nos meus filhos, tenho dois filhos, e a única coisa que vinha na minha cabeça era: ‘não quero deixar meus filhos agora. Não quero morrer, não quero morrer'”, recordou ela, que informou sobre seu estado de saúde.
“Estou no CTI (Centro de Tratamento Intensivo) sendo monitorada. Passei por uma cirurgia no fêmur. Coloquei uma haste. A bala ainda tá alojada, eles optaram por não tirar a bala neste momento. Precisei fazer transfusão de sangue, porque estou um pouco anêmica. Mas os médicos estão esperançosos, daqui a pouco estou saindo daqui, se Deus quiser. Ainda estou sem o movimento dos pés, mas pelo o que os médicos falaram, está tudo dentro do esperado. Mas não é uma coisa que está me preocupando ainda”, relatou Nathalia.
Foto: Reprodução/TV Globo
Durante a entrevista, ela também contou que após ser baleada, foi socorrida pelo marido, Lucas, e atualizou sobre como ele está. “Fisicamente ele está muito bem, mas tá psicologicamente abalado, né? Na hora ele foi extremamente frio, no sentido de ele precisar me socorrer…Ele foi conversando comigo até chegar ao hospital pra que eu não perdesse os sentidos, falando que estava tudo bem, que a gente estava chegando, me tranquilizou. Que bom que eu tava com ele, acho que a sensação que eu tenho é essa, porque eu poderia estar sozinha”, disse , que citou a saudade dos filhos. “Ai, eu estou morrendo de saudades deles”.
Sobre o processo de recuperação, Nathalia afirma que será demorado. “Não estou muito preocupada com esse tempo. Está todo mundo perguntando: ‘ah, quando você vai sair do hospital?’, ‘Como vai ser esse tempo?’. O tempo é o tempo, né? A gente sabe que o tempo é o melhor remédio, então eu estou aqui respeitando esse tempo, estou no CTI ainda, sendo monitorada. Estou sendo bem cuidada, então não estou muito preocupada com esse tempo agora, porque eu acho que se eu colocar na minha cabeça de ficar preocupada com esse tempo, isso pode até atrasar e piorar um pouco a minha reabilitação”, declarou.
O ator Orlando Caldeira, que trabalhou na novela ‘Vai na Fé’ da TV Globo, sofreu um grave acodente em Salvador, na Bahia, na madrugada do último domingo. Caldeira foi internado no Hospital Geral do Estado (HGE) e na última quarta-feira, 14, foi retirado do coma induzido, de acordo com informações compartilhadas por Bruno Guimarães, amigo próximo do artista.
De acordo com o comunicado compartilhado por Guimarães, Orlando Caldeira foi extubado na tarde de quarta-feira e havia acordado do coma. “Ainda está bastante sonolento, mas já apresenta um grau de consciência muito bom para este momento”, afirmou o amigo. “Vencemos uma etapa importante, mas ele ainda tem um caminho a ser percorrido até a sua plena recuperação. Por favor, continuemos nessa corrente de amor”, pediu ele.
De acordo com informações compartilhadas pelo jornal ‘O Globo’, Natalie Rodrigues, amiga do ator, afirmou que Orlando está acordado e consegue ‘reconhecer pessoas’. Natalie contou que o quadro de saúde de Orlando Caldeira é grave, mas estável.
Orlando Caldeira sofreu um acidente de mototáxi em Salvador, na Bahia, na madrugada de domingo. A notícia havia sido confirmada pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), que informou também que Orlando foi encaminhado para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde estava recebendo “todos os cuidados necessários”.
O ator interpretou o jornalista Anthony Verão na novela ‘Vai na Fé’, protagonizada pela atriz Sheron Menezzes.
Foto: Reprodução/ Laboratório Nacional de Oak Ridge - EUA
Clarice Phelps tornou-se uma figura notável na ciência ao contribuir para a descoberta de um novo elemento na tabela periódica, o Tennessine (Ts), número 117. Ela agora é a primeira mulher negra que se tem registro a ter ajudado a incluir um elemento químico na tabela periódica.
Ainda criança, Phelps desenvolveu sua paixão pela ciência e ao ganhar microscópio da mãe na infância, ela logo se viu imersa em experimentos na cozinha de sua casa. Seu interesse crescente por química só se aprofundou durante os anos escolares, especialmente nas aulas de química do ensino médio.
Sua jornada acadêmica começou na Tennessee State University, onde obteve seu diploma de bacharel em química em 2003. Ela prosseguiu para a Universidade do Texas em Austin, onde conquistou um mestrado em Engenharia Nuclear e de Radiação. Sua carreira na ciência avançou quando ela ingressou na Marinha dos Estados Unidos, aplicando seus conhecimentos em química no manuseio de materiais radioativos.
No Laboratório Nacional de Oak Ridge, Clarice Phelps desempenhou um papel crucial na purificação de produtos químicos, contribuindo para a criação do Tennessine. As substâncias purificadas que ela trabalhou foram enviadas para o exterior e usadas como materiais-alvo na produção do elemento 117.
Mas para realizar suas conquistas profissionais, a química também enfrentou o isolamento como uma das poucas mulheres e a única mulher negra em muitos ambientes profissionais. Em uma entrevista à CNN, ela relembra ter sido inicialmente confundida com a equipe de limpeza em seu laboratório: “Durante os primeiros 18 anos da minha carreira, fui a única mulher negra na minha área. Quando eu estava na Marinha, era a única negra da minha divisão. Depois, no meu laboratório, eu era a única mulher negra em toda a instalação – e inicialmente pensaram que eu era a zeladora”, disse ela ao lembrar que alguém lhe pediu para recolher o lixo.
A descoberta de Phelps foi oficialmente reconhecida em 2019 pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC), foi quando ela descobriu que era a primeira mulher negra a contribuir para a descoberta de um elemento. Esse reconhecimento trouxe uma nova perspectiva para a cientista, que agora se vê como uma inspiração para outras jovens que desejam seguir uma carreira na ciência.
A cientista falou sobre o assunto durante sua palestra no Ted Talks, em 2019, onde desafiou os mitos sobre o gênio solitário na ciência e destacou as histórias de mulheres negras pioneiras.
“Isso mudará a pequena mas crescente comunidade de cientistas afro-americanos e outros cientistas de comunidades marginalizadas”, contou. “Ser capaz de ver algo de si mesmo, de sentir as lutas comuns que compartilho nesta jornada, de conhecer a invisibilidade comum do nosso impacto na comunidade científica, será significativo.”
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