Na terça-feira, 16, Tyler Perry assinou um novo contrato com o BET Media Group. Depois de meses de negociação, sem sucesso, para comprar o grupo de mídia, Perry garantiu a renovação de todas as suas 10 séries atuais transmitidas pela BET – incluindo “Sistas”, “The Oval”, “Assisted Living”, “House Of Payne”, “ZATIMA”, “Ruthless”, “All The Queen’s Men”, “BRUH”, “Perimeter” e “The Michael Blackson Show”, que tiveram novas temporadas oficialmente confirmadas.
Em um comunicado emitido para a imprensa norte-americana, Perry afirmou estar animado com a parceria: “Scott Mills e sua equipe na BET têm nos apoiado incrivelmente durante nosso tempo trabalhando juntos e estou animado para continuar trazendo essas histórias para a tela. Sou grato ao nosso público fiel por assistir semana após semana e envolver essas histórias.”
Além das renovações, Tyler Perry também firmou contrato para um novo projeto, um drama policial intitulado “Route 187”, que está programado para estrear em 2025. Como de costume, todos os programas serão produzidos com a marca registrada de Perry, com ele assumindo a produção executiva, direção e roteiro.
O novo contrato firmado entre Tyler Perry e o BET Media Group substitui o acordo anterior que acabaria este ano. Inicialmente, em 2017, Perry fez parceria com a antecessora da Paramount, Viacom, para produzir 90 episódios anualmente para programas de drama e comédia para a BET e outras redes da Viacom. Desde então, suas colaborações renderam mais de 700 episódios para BET e BET+.
Um estudo inédito lançado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), na última terça-feira, 16, apresenta um panorama sobre a conectividade no Brasil, revelando disparidades significativas na qualidade da conectividade entre negros e brancos. Além disso, os dados apontam que apenas 22% dos brasileiros com mais de 10 anos de idade desfrutam de condições satisfatórias de conectividade.
O estudo, intitulado “Conectividade Significativa: propostas para medição e o retrato da população no Brasil”, analisou variáveis como custo da conexão, diversidade de dispositivos, tipo e velocidade de conexão e frequência de uso da internet. Os resultados revelam que as condições de acesso são particularmente desfavoráveis para grupos historicamente minorizados, como pretos e pardos, que de acordo com o IBGE formam o grupo de negros, o recorte de gênero também mostrou condições desfavoráveis para mulheres, além de indivíduos das classes sociais mais baixas e residentes das regiões Norte e Nordeste.
Enquanto 32% dos brancos estão na faixa mais alta de conectividade significativa, apenas 18% dos pretos e pardos compartilham dessa condição. Da mesma forma, as desigualdades se refletem nas classes sociais, com 83% da classe A desfrutando da melhor faixa de pontuação, em contraste com apenas 1% das classes D e E.
Quando se trata de disparidades regionais, o Norte e Nordeste apresentam as piores condições de conectividade. Apenas 11% dos habitantes do Norte e 10% do Nordeste estão na faixa mais alta de pontuação, em comparação com 27% e 31% nas regiões Sul e Sudeste, respectivamente.
O estudo também destaca a importância de considerar a interseccionalidade das desigualdades, como gênero e faixa etária. Embora a prevalência de usuários de internet no Brasil não mostre grandes diferenças entre homens e mulheres, a análise combinada de indicadores revela condições de conectividade mais precárias para as mulheres. Além disso, os idosos são particularmente vulneráveis à exclusão digital, com 61% dos brasileiros com 60 anos ou mais apresentando os scores mais baixos de conectividade significativa.
Apesar de alguns avanços na redução das disparidades ao longo dos anos, o estudo ressalta que o progresso ainda é insuficiente para atender às necessidades da população. Para Graziela Castello, coordenadora de estudos setoriais no Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, políticas públicas devem ser orientadas para garantir um acesso equitativo à internet, levando em conta as diversas realidades sociais, econômicas e territoriais do país.
O BBB 24 acabou, mas as atitudes de Wanessa Camargo continuam a gerar debates nas redes. A última, foi o anúncio do seu processo de “afrobetização” e o lançamento de sua nova música “Caça likes“. As duas coisas foram anunciadas conjuntamente em uma postagem no perfil da cantora.
Analisando com a boa fé, de alguém que acredita no processo de transformação da ex-BBB, não consegui ver a relação entre ambos os assuntos. Mas olhando com os olhos cansados para uma situação tão repetitiva como um um episódio do Chaves, fui tomado pela preguiça. Acho bom deixar escuro que acho muito bom que uma pessoa branca queira aprender mais sobre questões raciais e sobre o lugar dela nesta dinâmica. Porém, não é o que vemos na nova publicação de Wanessa Camargo.
A princípio, achei que a letra da música falaria sobre seu processo de letramento racial, mas não. A música é mais do mesmo, de péssimo gosto, e coloca a cantora como vítima de toda situação. Na música, ela se vitimiza dizendo que foi tão inocente a ponto de acreditar que teria sido a vilã do programa, e que todas as críticas feitas a ela vieram de haters.
O enredo da música segue com Camargo apresentada como injustiçada. Este é um típico comportamento enquadrado no conceito de atitude racial. Pessoas brancas que ao serem repreendidas por atitudes e falas racistas colocam a culpa no racismo estrutural. Neste sentido, o racismo estrutural aparece como um “monstro sem rosto e coração” que vitimou mais uma pessoa branca “inocente”.
A forma como a cantora anuncia seu processo de “afrobetização” é problemática, pois parece dizer “gente estou fazendo aulas de letramento racial, vocês já podem me descancelar e ouvir minha nova música onde relato o quanto fui injustiçada no programa”.
Wanessa contraria aquilo que acredito sobre letramento racial, que é um exercício diário e contínuo. Um exercício que não precisa ser anunciado com o intuito de limpar a imagem. As pessoas não precisam ver que você está estudando, aprendendo. Elas precisam notar a mudança nas suas ações do dia a dia, pois antirracismo é ação. Se não for assim, cai na velha frase de Florestan Fernandes de que o “brasileiro tem preconceito de ter preconceito”.
Não me considero um hater de Wanessa Camargo, pois para isso eu precisaria conhecer o trabalho da filha de Zezé e Zilu. Mas quero propor uma reflexão a partir de um trecho de sua nova música que diz “Nem todo hater, mas sempre um hater” e lembrar que “Nem todo o branco, mas sempre um branco”.
A cantora Ashanti anunciou nesta quarta-feira (17) que está grávida de seu primeiro filho, fruto do relacionamento com Nelly.
O rapper já é pai dos filhos adultos, Chanelle, 29, e Cornell Haynes III, 24, frutos de um relacionamento anterior. Nelly também adotou os filhos de sua irmã, Jackie Donahue – Shawn e Sydney Thomas – depois que ela morreu de leucemia em 2005.
Os rumores da gravidez de Ashanti começaram em dezembro do ano passado. O casal namorou de 2003 a 2013 e passaram quase dez anos separados. Os artistas reataram em setembro de 2023, quando apareceram juntos no Video Music Awards. “Estamos bem de novo”, disse Nelly. “Acho que surpreendeu a nós dois”, acrescentou. “Não foi nada planejado”.
Finalmente chegou o dia e acabou a agonia, Davi Brito consagrou-se campeão do BBB24 numa vitória épica, histórica, belíssima e encheu o coração dos brasileiros de felicidade diante da luta intensa travada por ele, uma luta que os cidadãos comuns conhecem bem no cotidiano. Lavamos a alma! Nos emocionamos, choramos, nos revoltamos diante das violências por ele sofridas, levamos a discussão para a internet, defendemos, lutamos aqui fora cada um de sua maneira, e ele lá dentro, resoluto.
Eu passei a acompanhar a trajetória do Davi e absolutamente tudo sobre ele me encantava, sua história, seu jeito de ser, sua espontaneidade, sua generosidade mas havia outros aspetos que muito me interessavam, suas estratégias, a gestão das emoções, sua inteligência, sua perspicácia, sua sabedoria, sua autodeterminação, sua segurança e sua autoestima e foram esses últimos o motivo de ter angariado tantos dissabores na casa mais vigiada do Brasil.
Em psicanálise o Davi seria a personificação do retorno do recalcado.
Calma Calabreso!
Numa clínica voltada para a comunidade negra e racializada, durante todos esses anos de atuação acabei por acolher pessoas que adoecem por conta do racismo. As maiores dificuldades é saber como atuar e se comportar nos espaços hostis para nossos corpos e isso tem sido o maior desafio. É bem verdade que o BBB é um caso extremo e que impõe desafios extremamente complexos, entretanto pode sim servir de objeto de análise e assim se pensar em diferentes maneiras de se preservar em meios violentos. Na universidade, no trabalho, com amigos, em eventos sociais, com famílias … todo lugar é um potencial espaço de violência.
Eu como psicóloga, entendi que apesar da vitória o custo foi alto e a saúde mental do Davi corria perigo. Nosso campeão sofreu e muito. O jovem negro é o grupo social que mais esteve nas estatísticas de suicídio nos últimos anos, sem contar com o genocídio insistente neste país. Contudo, alguns aspectos do comportamento do Davi assim como características de sua personalidade ajudaram bastante para que esse enfrentamento fosse muito bem feito e eu vou citar alguns:
1- Quebra de estereótipos
Ao contrário do conjunto de estigmas aferidos aos jovens negros tais como sujo, desorganizado, fedido, irresponsável, mal educado, imprestável, preguiçoso, violento, perigoso, lascivo, burro dentre outros adjetivos que costumam colar no corpo de pessoas negras, Davi demonstrou totalmente o contrário não somente através de palavras mas principalmente por sua conduta, seu comportamento consistente do começo ao fim. Sim, ele fez questão de deixar escuro: Olha, me respeita, não sou o que você pensa de mim, tá?! Isso gerou um enorme desconforto porque a representação do corpo não condiz com a realidade, o que deixa a branquitude confusa, angustiada, sem nenhum depositário de suas faltas e desvios e consequentemente atacam a fim de confirmar tudo aquilo que é insuportável não ver em si próprios, e neste caso, as tais virtudes. Subverter a lógica racista é indispensável e revelador em qualquer espaço que estejamos.
2- Autodeterminação e Autoestima
Davi com apenas 21 anos possui uma consciência racial bem construída, identidade racial saudável, usa bem sua origem como sua maior potência. Por ter muito bem determinado o seu lugar de origem e consequentemente seu lugar social, Davi tinha ciência de suas potencialidades e mostrou tudo sem o menor constrangimento, ele sabia que poderia ser uma única chance e que alguém poderia reconhecer. Embora tenha discorrido muitas vezes sobre sua trajetória de faltas, ele sabia que as limitações que encontrou em sua vida eram oriundas das contingências de ser um rapaz negro e pobre no Brasil e nunca por incapacidade. Ele demonstrou estar confortável com seu corpo, com sua personalidade e com suas potências. O Autoconhecimento é uma arma poderosa, portanto Davi nos ensina a não permitir ser determinado por ninguém a não ser por nós mesmos.
3- Comunicabilidade e Voz
Com um repertório bem sofisticado, mas diferente do letramento racial dos ativistas, intelectuais e militantes que abusam muitas vezes do excesso de conceitos,
Davi comunica tudo através de uma linguagem palatável, democrática e condizente com a realidade da maioria da comunidade negra brasileira. É um comunicador nato. Ele falou sobre todos os conceitos através de exemplos pessoais, histórias, casos…um storytelling de prender a atenção inclusive daqueles que não se identificavam com ele. Rapaz falante, ele em nenhum momento deixou de comunicar o que pensava, sentia e achava mesmo diante inúmeras práticas de silenciamento ao longo do experimento. Tentaram calar ele mas não funcionou pois inteligentíssimo como é, lançou de várias formas de comunicação e parecia que até em situações de embate ele achava a medida certa. Calavam ele de uma forma, ele achava outra forma de falar. Vale ressaltar que muitas vezes nos sentimos exaustos por não sermos ouvidos, já o Davi falava por ele, porque sentia necessidade e não necessariamente para alguém ouvir ou concordar com ele. E o Brasil ouviu, e muito bem. Ao estilhaçar a mordaça que colocam em nossas bocas estamos treinando o exercício de se colocar diante de situações importantes.
4- Afetividade assertiva e Objetividade
Existe um aspecto muito importante que eu observo em pessoas negras que sofrem não só em ambientes de trabalho mas em muitos outros espaços : a preocupação em ser aceito. Num país em que o corpo negro foi destituído de qualquer investimento afetivo positivado, é comum – por questões profundas e inconscientes – uma pessoa negra esperar aceitação principalmente de pessoas brancas no intuito de integrar-se ao espaço e interagir humanamente com as pessoas que ali estão. O problema é que nem sempre esse espaço nos acolhe, ou quase nunca. Um exemplo foi o cuidado que o Davi tinha de cozinhar para todos, e sabemos que este é um ato de afeto, afeto este rapidamente rejeitado pela maioria. O que Davi fez? Seguiu. Entendeu rápido que o afeto é valioso e que iria oferecer de forma verdadeira para quem o merecia, e foi o que ele fez. Sua atenção estava concentrada em como ele iria ganhar o prêmio. Notem que as alianças e amizades nunca foram sua prioridade e sim eliminar um por um e vencer a competição. Ele aliançou com as pessoas possíveis e nunca se lamentou por alianças que não aconteceram, Davi não foi lá fazer amigos. Pessoas negras e racializadas nunca devem esquecer o principal objetivo de qualquer plano em suas vidas. Se for para a universidade, seu objetivo será qual? o diploma? se for para o trabalho o objetivo é qual? O salário? Uma promoção? Então, foco no objetivo. Tudo a mais será apenas bónus.
Esta receita em que os componentes quebra de estereótipo, autodeterminação e autoestima, comunicabilidade e voz, afetividade assertiva e objetividade foi a mistura perfeita para que Davi mantivesse vantagem diante dos outros participantes apesar de inúmeros movimentos de marginalização, demonização e difamação por parte dos insatisfeitos. O Brasil identificou-se com ele, o país assistiu tudo e escolheu seu campeão, embora não seja a norma a escolha de jovens negros como a representação da maioria. É que Davi quando entrou já havia se escolhido. Que lição! Dessa vez algo nos uniu, a dor, a injustiça mas também a esperança por um país livre, com pessoas livres, sonhadoras e felizes.
O cantor e agora ex-participante do Big Brother Brasil 24, Rodriguinho, anunciou para a imprensa nesta quarta-feira, 17, que vai lançar um livro e divulgou a capa do novo trabalho chamado “Intitulado “Fora da Caixa – Um Novo Ciclo”. Além do livro, Rodriguinho também anunciou o lançamento de um EP inédito.
“Eu sou um cara que escreve muito, todo tempo eu to [sic] tendo uma ideia, elaborando uma letra de música, anotando um pensamento, e isso me fez falta lá no confinamento”, revelou Rodriguinho em seu Instagram ao publicar a capa do livro que já está em fase de pré-venda oficial e tem lançamento programado para o dia 8 de maio sob o selo editorial DISRUPtalks.
“Vivi experiências muito intensas nos últimos meses, inclusive o Big Brother Brasil, que mudou muita coisa pra mim, me fez conectar com pessoas diversas e incríveis, aprender sobre os meus erros e acertos. Uma experiência que trouxe pela primeira vez na minha carreira e vida a oportunidade de me enxergar totalmente fora da caixa.”, compartilhou o cantor.
O cantor, que foi o décimo eliminado do BBB 24 com 78,23% dos votos. Durante sua estadia na casa, Rodriguinho se envolveu em algumas polêmicas, incluindo comentários sobre o corpo da modelo Yasmim Brunet e conflitos com outros participantes, como o motorista de aplicativo Davi Brito.
No entanto, após deixar o confinamento, Rodriguinho demonstrou interesse em aprender mais sobre temas sensíveis, revelando recentemente seu envolvimento em aulas de letramento racial e de gênero com professora Tainara Ferreira, conforme revelou a colunista Fábia Oliveira do portal Metrópoles.
Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva foi eleita pela revista TIME como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2024. Ela é a única brasileira na lista, que também inclui nomes estrangeiros como Colman Domingo, Taraji P. Henson e Burna Boy.
Foto: Agência Brasil
Marina entrou na categoria de ‘líderes’. “Natural da Amazônia, de família de seringueiros, Marina Silva aprendeu a ler e escrever ainda adolescente. Ela se tornou uma das senadoras mais influentes do Brasil e se candidatou à presidência”, destacou a TIME. “Hoje, como Ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do país , ela está reconstruindo a capacidade do Brasil de deter o desenfreado desmatamento ilegal na Amazônia, uma missão que tem estado no centro de sua vida política e ativista.
O tradicional veículo norte-americano também destacou o trabalho de Marina em prol da energia sustentável. “Contra todas as probabilidades, ela está a pressionar corajosamente por uma transição doméstica da energia centralizada baseada em combustíveis fósseis para a energia renovável gerada localmente”, destacou o editorial. “A nível internacional, ela defende que reconsideremos as nossas perspectivas limitadas sobre o que pode custar a proteção da natureza e, em vez disso, adotemos uma compreensão mais abrangente do extraordinário impacto econômico e valor que a natureza oferece“.
Após a descoberta de um barco à deriva no litoral do Pará, as autoridades estão desvendando um cenário sombrio de migração ilegal e exploração por parte de organizações criminosas. Com nove corpos encontrados a bordo, a investigação liderada pela Polícia Federal aponta para a existência de rotas mundiais de migração em barcos que saem de África.
Na última terça-feira, 16, a PF encontrou documentos e objetos no barco que indicavam que dos corpos encontrados, pelo menos um é da Mauritânia e outro de Mali. Os investigadores buscam estabelecer a identidade dos corpos utilizando protocolos de identificação de vítimas de desastres da Interpol (DVI).
Ainda de acordo com as investigações, o barco partiu da Mauritânia, em África, com destino às Ilhas Canárias, popular rota migratória para entrada no continente europeu. No entanto, a embarcação ficou à deriva e acabou arrastada até as costas brasileiras, onde foi encontrada.
a PF abraça essas situações há muitos anos, e tem feito trabalho de desarticulação de organizações criminosas que se aproveitam dessas pessoas que estão vulneráveis e procurando uma vida melhor”, afirmou José Roberto Peres, superintendente da PF no Pará, em entrevista para a CNN.
Lucas Koka Penteado, de 27 anos, está celebrando uma importante conquista. O ator deu uma entrevista para a revista Quem, Lucas falou sobre seu processo de recuperação contra a dependência química, celebrando “meio ano de só por hoje” e revelou seus planos de ajudar adictos através da realização de trabalhos sociais.
Após enfrentar desafios públicos com a dependência química e passar por três internações desde sua saída do BBB 21, Lucas agora se sente revigorado e comprometido com sua saúde mental e física: “Estou limpo há seis meses, trabalhando, voltei com minhas atividades normais e estou fazendo projetos para ajudar adictos que vivem nas ruas e ainda sofrem com essa doença, que é tão fatal e segregadora.”, contou Lucas sobre sua luta contra a dependência química.
“Agora, sou ficha azul nos Narcóticos Anônimos (NA). Meio ano de só por hoje”, disse na entrevista. O ator atribui seu processo de recuperação a uma combinação de apoio do programa Narcóticos Anônimos (NA), tratamento psiquiátrico e o amor e apoio de sua esposa, Nayara Zabelê. Ele ressalta a importância de seguir o tratamento à risca e reconhece a individualidade de cada processo: “O que tem me ajudado muito é frequentar as reuniões do NA, mas, principalmente, os livros do programa, os ‘Só Por Hoje’, os livros azuis, o azul claro e o azul escuro, o amor da minha esposa e o trabalho”, pontuou.
Ele também revelou que tem recebido apoio da TV Globo: “O artístico da emissora se disponibilizou a me ajudar quando foi necessário. A equipe foi muito potente no meu processo de recuperação. E me colocarem para trabalhar tem sido a maior terapia para a minha autoestima, de que valho a pena para alguma coisa. Trabalhar, tecnicamente, tem sido minha melhor terapia”.
Ator talentoso, Lucas Penteado tem se destacado em trabalhos recentes no cinema. Ele ganhou o Prêmio APCA 2023 de ‘Melhor Ator’ pelo papel de ‘Claudinho’ no filme “Nosso Sonho: A história de Claudinho e Buchecha“, que estreou nos cinemas no ano passado e conta a história da dupla.
Lucas também falou sobre o estigma a respeito dos dependentes químicos, ressaltando que nunca teve problemas com trabalho por conta da dependência: “Um tempo atrás existia uma falácia no mercado de que o Lucas não ia conseguir trabalhar e produzir. E isso é uma mentira, porque durante a minha vida adicta, sempre fui muito funcional no trabalho. Aliás, a droga nunca trouxe nenhum problema real para nenhuma das empresas que eu trabalhava. Ficaram sabendo que eu era adicto quando comecei a tentar parar e tive questões familiares”, afirmou.
Ao falar sobre trabalhos sociais com adictos, Lucas Penteado revela: “Tenho um que ajudo através do teatro, mas participo de vários, como levar comida para eles, conversar, passar a palavra de Deus. Mas meu projeto é uma peça de teatro, com 7 adictos em cima do palco contando suas experiências com as questões psicológicas. Autoestima é o melhor remédio para conseguir deixar um adicto limpo”.
A noite de terça-feira, 16, foi de comemoração com a vitória de Davi Brito no Big Brother Brasil 2024. Nas redes sociais, a comunidade negra repercutiu a conquista do baiano, natural de Cajazeiras: “Quando um preto vence, todos os seus iguais vencem um pouco”.
Davi Brito se tornou o campeão do BBB 24 com 60,52% dos votos e, além do valor de R$ 2,92 milhões, ele também ganhou o reconhecimento de personalidades negras pela conquista como primeiro homem preto a ganhar o programa. Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial parabenizou Davi em suas redes sociais: “Independente de qualquer coisa, o Brasil anoitece hoje com o sorriso de um jovem negro em rede nacional!”, escreveu.
Independente de qualquer coisa, o Brasil anoitece hoje com o sorriso de um jovem negro em rede nacional!
Orgulhoso da sua história, determinado a vencer, aprender com os erros e cuidar da sua família e sua comunidade.
A deputada federal pelo Rio de Janeiro, Benedita da Silva, também publicou uma mensagem parabenizando o brother: “A vitória do Davi é muito significativa!”, destacou ela.
Quantos jovens negros, neste momento, estão sorrindo e se enxergando pelo Brasil? A vitória do Davi é muito significativa! A primeira vez que um jovem negro vence o maior reality da TV brasileira.
O ativista social, Preto Zezé lembrou a importância representativa da vitória de Davi Brito no reality show: “Quando um preto vence, todos os seus iguais vencem um pouco”.
O médico, ativista e ex-BBB, Fred Nicácio, também compartilhou uma mensagem celebrando a vitória de Davi: “Eu me emociono sim, porque Davi representa a esperança de milhões de jovens negros periféricos. Eu vim de lá e sei como é improvável o nosso sucesso. E é pra mudar a realidade de muitos outros e outras como nós que é importante existirem pessoas como Davi ocupando o lugar de GRANDE VENCEDOR E CAMPEÃO”.
DEU CERTOOOO! 😭 E eu vou aparecer nas redes chorando sim! 🥹 Vocês sabem o quanto sofri, torci e vibrei junto com o @daviooficiall durante todo esse período. Eu me emociono sim, porque Davi representa a esperança de milhões de jovens negros periféricos. Eu vim de lá e sei como é… pic.twitter.com/8JNnoA0dFZ