Nos dias 27 e 28 de setembro, o restaurante Casa de Ieda, comandado pela chef baiana Ieda de Matos, será espaço de uma celebração que une fé, ancestralidade e sabor. Para homenagear os gêmeos – os orixás Ibeji e os santos Cosme e Damião – , a tradição do caruru ganha vida em São Paulo, reunindo a comunidade em um encontro de partilha e afeto.
O cardápio traz o caruru, prato de origem afro-brasileira, feito com quiabo, azeite de dendê e acompanhamentos, servido de forma comunitária, como manda a tradição. Não é necessário fazer reserva: basta chegar, comprar as fichas, retirar o prato diretamente na cozinha e participar da confraternização.
Para garantir que todos possam viver a experiência, o espaço será dinâmico, com poucas mesas e cadeiras. “A ideia é se alimentar e dar espaço pra quem precisa sentar, pedimos a colaboração de todas as pessoas. Bejeró!!!!”, anunciaram nas redes sociais.
26 de setembro é o dia dos santos gêmeos médicos na Igreja Católica, conhecidos por serem protetores das crianças, que teriam vivido na Ásia e cuidavam da saúde das crianças gratuitamente. Já na Umbanda e no Candomblé, é no dia 27 de setembro que os orixás Ibeji são celebrados. Nesta época, são oferecidos carurus para as crianças em forma de agradecimento e de novos pedidos.
Serviço
Caruru de Cosme, Damião e Ibeji Quando: 27/09 das 13h às 18h e 28/09 das 13h às 17h Endereço: Casa de Ieda – Rua Ferreira de Araújo, 841, Pinheiros – SP Instagram: @casadeieda
Depois de viver sua primeira protagonista em ‘Garota do Momento’ (2024), Duda Santosacaba de conquistar mais um grande papel. A atriz foi escolhida para protagonizar ‘A Nobreza do Amor’, próxima novela das seis da TV Globo. A informação é da Coluna Play da TV Globo e Notícias da TV.
Na trama, Duda dará vida à princesa Alika, herdeira do trono do fictício reino africano de Batanga. Após um golpe de Estado liderado por Jendal (interpretado por Lázaro Ramos), a jovem é obrigada a fugir para salvar a própria vida. Ao lado da mãe, Niara, ela se refugia no interior do Nordeste brasileiro, onde passa a viver sob o nome de Lúcia.
A história mistura política, romance e ancestralidade. Na nova terra, Alika se apaixona por Tonho, trabalhador de uma fazenda e descendente direto do lendário rei Shaka, um dos maiores líderes da história africana. Juntos, eles se unem para lutar contra o poder de Jendal e libertar o povo de Batanga.
A novela é assinada por Elísio Lopes Jr., Duca Rachid e Júlio Fischer, e promete apresentar ao público uma princesa forte, politizada e decidida, que enfrenta o racismo, as desigualdades sociais e busca retomar o trono que lhe foi roubado.
Os únicos nomes confirmados no elenco até o momento são Duda Santos e Lázaro Ramos, pois a escalação ainda está em formação. Taís Araujo foi convidada para interpretar a rainha Niara, mas recusou por precisar de uma pausa após as gravações de ‘Vale Tudo’.
Com estreia prevista para março de 2026, depois do Carnaval, ‘A Nobreza do Amor’ é uma das grandes apostas da Globo para trazer mais diversidade e representatividade às novelas, apostando em romance, aventura e fortes embates políticos.
A turnê nacional Pagode do Pericão, idealizada por Péricles, chega ao fim no próximo domingo, 28 de setembro, com apresentação no Riocentro, no Rio de Janeiro. O show contará com participações especiais de Thiaguinho, Ferrugem e Marvvila, reunindo grandes nomes do pagode e do samba em uma celebração de sucessos que marcaram a carreira do artista.
Após passagens por diversas cidades brasileiras, incluindo Brasília e São Paulo, a turnê de 2024 consolidou-se como um fenômeno, com apresentações que se transformaram em conteúdos audiovisuais no YouTube, acumulando milhões de visualizações. Cada show teve aproximadamente 3 horas de duração e contou com convidados diferentes em cada cidade, mantendo o repertório de clássicos do samba e do pagode, como canções de Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Jovelina Pérola Negra, Dona Ivone Lara, Leci Brandão, Fundo de Quintal, Martinho da Vila, Jorge Aragão, Almir Guineto e Arlindo Cruz.
Realizada pela Farias Produções em parceria com a Funn Entretenimento, a turnê contou com cenografia da Oceano Arquitetura e projeto de luz assinado por Arthur Farinon. Com uma carreira consolidada de 40 anos, mais de 1,5 bilhão de visualizações no YouTube, 6,5 milhões de seguidores no Instagram e mais de 15 milhões de discos vendidos, Péricles se mantém como um dos principais nomes do samba e do pagode no país.
Serviço:
Pagode do Pericão
Data: 28/09/2025
Local: Riocentro
Endereço: Avenida Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
O bartender e sommelier de cachaça Henrique da Silva Ribeiro, mais conhecido como Rick Ribeiro, é um dos nomes que vem se destacando na coquetelaria nacional. Vencedor do prêmio Rabo de Galo Nacional 2021 com a sua criação Galo do Cerrado, hoje ele serve este drink minimalista no Gercina Bar, em Goiânia, onde comanda o balcão há mais de um ano. A sua bebida campeã é feita com cachaça infusionada com especiarias, Cynar, Vermute e limão china.
Sua trajetória começou há cerca de 12 anos, em uma lanchonete em São Paulo. “[Um dia] precisei cobrir o turno da noite de um colega de trabalho, nesse turno era comum alguns homens chegarem lá e pedir o Rabo de Galo, esse foi meu primeiro contato com drinks. Depois disso, eu conheci uma grande amiga, ainda lá em São Paulo, que já era bartender, e fui me apaixonando cada vez mais pela área”, lembra.
Foto: Rabo de Galo Tradicional
Essa curiosidade virou profissão e especialidade. “Eu sou apaixonado por drinks minimalistas com cachaça, trazer toda uma releitura de clássicos mundiais pra bebida brasileira”, afirma.
Para ele, celebrar a cachaça é também celebrar resistência. “Minha história é a minha paixão pela cachaça, quem me conhece sabe que eu não troco nosso destilado por nenhum outro. Eu não consigo imaginar minha identidade dentro do meu trabalho sem trazer aquilo que meus antepassados fizeram com tanta luta”, destaca.
Galo do Cerrado (Foto: Reprodução/Instagram)
Além de bartender e sommelier de cachaça, Rick também é mixologista e pesquisador de bebidas. Atualmente, ele é embaixador do Concurso Nacional de Rabo de Galo e representante da Associação Goiana dos Produtores de Cachaça de Alambique (AGOPCAL).
Seu sonho é abrir a sua própria cachaçaria, “que conte histórias passadas de modo geral da cachaça e de alguns rótulos que lutaram um pouco mais para serem vistos no mercado”.
Young woman using digital tablet while relaxing in a hammock on the beach
O Fundo Agbara, primeiro fundo filantrópico voltado para mulheres negras no Brasil, lançou o edital “Descansa, Nêga”, iniciativa inédita que selecionará cinco mulheres negras para vivenciarem uma experiência de descanso e reconexão. Cada participante poderá escolher um destino dentro do país e terá direito a um acompanhante.
O projeto marca o quinto aniversário da organização e reforça a importância de reconhecer o descanso como prática política essencial para o Bem Viver. “O descanso é um direito negado historicamente às mulheres negras, que sempre estiveram na linha de frente do trabalho e da luta. Com o Descansa Nêga, queremos afirmar que parar, respirar e se reconectar também é um ato político de cuidado e de Bem Viver”, afirma Aline Odara, fundadora e diretora executiva do Fundo Agbara.
Dados do IBGE e do DIEESE mostram que mulheres negras têm os menores salários do país e dedicam, em média, 35% a mais de horas semanais ao trabalho de cuidado não remunerado em comparação às mulheres brancas, evidenciando uma sobrecarga histórica que limita o acesso ao lazer e ao descanso.
O edital é patrocinado pela Lenovo, com apoio do Instituto Sabin, Dasa Genera e Allis Mundi. As inscrições são gratuitas e ficam abertas até 7 de outubro de 2025, às 20h, pelo formulário no link da bio do Fundo Agbara ou via WhatsApp, enviando a palavra “DESCANSA” para o número (11) 99683-1131.
Podem participar mulheres negras ou afro-indígenas, maiores de 18 anos, com disponibilidade para viajar nas datas definidas previamente. Não é necessário vínculo com organizações ou coletivos. Pessoas em cargos eletivos ou executivos na gestão pública, assim como quem possui vínculo direto com membros do Agbara ou qualquer relação de conflito de interesse, não podem se inscrever. O resultado final será divulgado em 7 de novembro de 2025, nas redes sociais do Fundo Agbara.
Os últimos episódios de ‘Casamento às Cegas Brasil 50+’ chegou na Netflix nesta quarta-feira (24) com apenas três casais a decidir se diriam “SIM” ou “NÃO” no altar. Todas essas emoções do reality show também mexeram com Ágata Moura e Renan Justino, que se casaram na terceira temporada e estão juntos há quase três anos.
“A gente revisita a nossa própria experiência nesse experimento todos os dias! Casamento às Cegas pra nós é presente, em todos os sentidos dessa palavra”, escreveram no Instagram.
Eles também falaram sobre o sentimento de nostalgia que surge a cada nova temporada do reality. “Cada sim e cada não, cada fala, cada pessoa, cada expressão faz a gente lembrar de onde tudo começou, e o quanto somos humanos, falhos, e ao mesmo tempo muito corajosos”, compartilhou.
“Quando perguntam se ‘Amor às Cegas dá casamento?’ nós respondemos com segurança que sim, porque o cenário é o de menos, quando duas pessoas dispostas se encontram!”, afirmaram.
Eles também foram sinceros sobre os desafios da vida a dois. “Não é mar de rosas, inclusive tem dias que (pqp!) são muito desafiadores, mas com quem não é? Por que não daria certo!? Qual casal real não tem os mesmo desafios?”, disseram, destacando que não existe fórmula perfeita para fazer um relacionamento dar certo.
O casal, que se tornou um dos símbolos de sucesso do reality no Brasil, segue compartilhando a rotina de casados e inspirando outros participantes e fãs a acreditarem no amor. “Que bom que foi assim e que sorte a nossa!”, finalizaram.
O Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025, elaborado pelo Todos Pela Educação, Fundação Santillana e Editora Moderna, lança luz sobre a persistente desigualdade étnico-racial no sistema de ensino do país. A 12ª edição da publicação revela disparidades significativas no acesso, conclusão de etapas de ensino e desempenho de estudantes pretos e pardos em comparação com estudantes brancos, reforçando a urgência de políticas públicas focadas na equidade.
Um dos dados mais preocupantes do relatório diz respeito à conclusão do Ensino Fundamental. Enquanto 91,5% dos jovens brancos finalizam essa etapa aos 16 anos, o mesmo índice cai para 83,5% entre os pardos e atinge apenas 80,9% entre os pretos. A defasagem se amplia ainda mais no Ensino Médio, com 79,4% dos jovens brancos concluindo essa fase aos 19 anos, contra 66,6% dos pardos e 62,1% dos pretos.
As desigualdades também se manifestam nos resultados de aprendizagem. O Anuário aponta que estudantes brancos e amarelos consistentemente registram desempenho superior em avaliações de Língua Portuguesa e Matemática, enquanto os alunos pretos, pardos e indígenas permanecem com os menores índices.
O relatório também aborda outros aspectos da educação pública, como a infraestrutura básica, que ainda é um problema para milhões de estudantes. Menos da metade das escolas públicas têm tratamento de esgoto, e mais de 20% não contam com coleta de lixo, uma realidade que afeta desproporcionalmente as comunidades mais vulneráveis .
O que esses números do Anuário revelam, de forma inequívoca, é que a falta de equidade na educação brasileira não é um mero acidente, mas um reflexo das barreiras sistêmicas que a população negra enfrenta. A ausência de infraestrutura básica, a baixa qualidade de conexão tecnológica, e a disparidade no acesso à aprendizagem são sintomas de um problema maior: a educação, que deveria ser um motor de ascensão social, tem se mantido como um espelho das desigualdades raciais do país.
Por isso, a elaboração de políticas educacionais deve levar em conta o Fator Amazônico e as necessidades específicas de cada região, garantindo que o direito à aprendizagem seja uma realidade para todos os brasileiros, sem distinção de cor ou raça.
O Terreiro Ilê Axé Sùrú, liderado pela Iyalorixá Sùrú (Cecília Silvana Cardia Sousa), entrou com ação judicial contra a Prefeitura de Campinas, no interior de São Paulo, após diversas abordagens abusivas da Guarda Civil Municipal (GCM). A denúncia, conduzida por uma equipe de advogados coordenada pelo juristaHédio Silva Jr., aponta racismo religioso e exige que a corporação respeite a legislação sobre ruído urbano, além de receber treinamento contínuo para prevenir práticas discriminatórias.
De acordo com a petição, desde 2023 a GCM interrompe semanalmente os cultos do terreiro com base em denúncias anônimas de vizinhos. As intervenções acontecem sem notificação por escrito, sem abertura de processo administrativo e sem laudo técnico de medição sonora conforme normas da ABNT.
“Relatório da própria GCM, anexado à ação, confirma que a única medição feita no local deu resultado negativo, ou seja, não houve excesso de ruído”, explica o advogado Hédio Silva Jr. Além desse documento oficial, o processo inclui vídeos gravados por adeptos, boletins de ocorrência, reclamações da sacerdotisa e procedimentos do Ministério Público que investigam a intolerância religiosa sofrida pela comunidade.
A legislação municipal determina que, em casos de reclamação por ruído, a Prefeitura deve realizar medição sonora, instaurar processo administrativo e notificar previamente o templo antes de aplicar qualquer sanção — medidas que não foram seguidas no caso do Ile Axé Suru.
A ação solicita que a Justiça proíba novas abordagens fora das hipóteses legais, determine treinamento permanente da GCM para evitar práticas discriminatórias e fixe indenização de R$ 300 mil pelo dano espiritual e coletivo causado à comunidade.
Para Hédio Silva Jr., a atuação da Guarda revela um problema estrutural: “É um escárnio o fato de que o Judiciário não admite que mero aborrecimento justifique indenização por dano moral, mas um melindre ou racismo religioso de um vizinho seja suficiente para mobilizar a Guarda, a polícia, o Ministério Público e até a criminalização das religiões afro pelo pretexto de perturbação de sossego. Em breve levaremos essa discussão ao STF, porque a perturbação de sossego virou a principal arma de intolerantes que instrumentalizam as instituições para perseguir religiões afro-brasileiras, uma forma infame de lawfare racial e religioso.”
Atualização às 13h55
O terreiro obteve decisão favorável na Justiça contra abordagens indevidas da Guarda Civil Metropolitana de Campinas. A liminar, concedida pelo juiz Cláudio Campos Silva, da 3ª Vara da Fazenda Pública, determina que a Prefeitura só poderá intervir em cultos religiosos mediante comprovação técnica de poluição sonora.
Segundo a decisão, qualquer ação deverá respeitar etapas como: medição prévia com decibelímetro calibrado conforme normas da ABNT; comunicação formal do resultado do laudo; abertura de processo administrativo que assegure contraditório e ampla defesa; prazo razoável para correções; além da proibição de interrupções sumárias de cultos ou apreensão de instrumentos. O descumprimento poderá gerar multa de R$ 5 mil por abordagem indevida.
A defesa do terreiro foi conduzida por uma equipe de advogados coordenada pelo jurista Hédio Silva Jr., ao lado de Silvia Souza, Anivaldo dos Anjos, Ana Carolina Muramatsu, Maira Vida, Antônio Basílio Filho e Jader Freire de Macedo Júnior.
Para Hédio Silva Jr., advogado e fundador do Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro), a decisão é um marco. “Trata-se de uma vitória histórica das religiões afro-brasileiras visto que atualmente a tal da perturbação de sossego se tornou uma arma de guerra de intolerantes e racistas que instrumentalizam GCM, polícia, Ministério Público e mesmo setores do Poder Judiciário para criminalizar as matrizes africanas. A liminar é mais uma demonstração de que vale a pena lutar e acreditar no Poder Judiciário. Em breve iremos ao STF discutir essa matéria porque no país todo a perturbação de sossego virou uma espécie infame de lawfare racial e religioso.”
Na reta final da novela, o personagem Luiz (Guto Galvão) surge como o pai biológico de Sarita (Luara Telles), filha de Cecília (Maeve Jinkings) e Laís (Lorena Lima). Sua introdução nos capítulos finais gerou discussões sobre a coerência narrativa, uma vez que, na realidade, famílias biológicas não podem se apresentar de forma repentina em casos de adoção, pois essas informações são confidenciais e protegidas por lei.
Luiz também revela ser portador de diabetes, detalhe que será abordado nos próximos episódios. A presença do personagem movimenta a reta final da trama e cria novos desdobramentos, incluindo a curiosidade de Sarita sobre sua história, ainda que a forma como o arco foi inserido tenha provocado críticas entre o público.
Nos próximos capítulos, Cecília recorrerá a um advogado, que confirmará que Sarita tem o direito de conhecer sua origem. Apesar disso, a principal discussão entre os espectadores não é o direito da criança, mas a introdução tardia de Luiz e como isso altera a dinâmica familiar construída ao longo da narrativa.
A entrada do personagem gerou repercussão, com parte do público considerando a inclusão tardia problemática. Espectadores destacam que a forma como a novela retrata a adoção pode passar uma percepção equivocada sobre práticas reais, levantando debates sobre ética, verossimilhança e a responsabilidade da trama ao abordar temas sensíveis.
Bruna Gonçalves anunciou em suas redes sociais que não é mais destaque da Beija-Flor. Em publicação emocionante, ela relatou sua trajetória na escola de samba, desde a infância em Nilópolis, onde frequentou ensaios e participou de desfiles, até momentos de grande destaque, como o último carnaval, quando sambou grávida com sua filha no ventre. Sobre essa experiência, Bruna disse: “No último carnaval, realizei um sonho maior ainda: ser campeã sambando com a minha filha no ventre, já na fase final da minha gestação, só eu sei o quão difícil foi estar ali, mas o meu compromisso e respeito com a escola sempre foi uma prioridade. Foi pleno, foi inesquecível, foi um encontro de gerações. Fui muito feliz!”
A artista ressaltou a importância da comunidade nilopolitana ao longo de sua trajetória: “Nesse caminho, encontrei sempre o calor e o acolhimento da comunidade nilopolitana, carinho esse que guardo como um dos maiores presentes da minha trajetória”, lembrando o apoio recebido ao longo dos anos dentro da escola.
Bruna também refletiu sobre o encerramento de seu ciclo como destaque: “Nem sempre o lugar onde a gente está é, de fato, o lugar onde querem que a gente esteja. E, como em todo enredo, existem capítulos que se encerram, mesmo que seja de maneiras diferentes do que imaginamos”, destacando a naturalidade do processo de transição e mudança.
Apesar da despedida, Bruna Gonçalves afirmou que seguirá dedicada à dança e ao samba. Em sua publicação, ela concluiu: “Fica a gratidão por cada aplauso, cada abraço e cada olhar que me acompanhou na avenida. Sigo com o coração leve e pronta. Abram alas para os próximos bailados que a vida (e o carnaval) ainda me reserva, porque independente de agremiação, o meu coração pulsa pela dança e pelo ritmo do samba e isso não vai parar”.