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Lewis Hamilton ganha retrato de Roscoe feito de LEGO

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Foto: reprodução

O piloto britânico Lewis Hamilton compartilhou nesta quinta-feira (10) um presente que emocionou seus seguidores: um retrato de seu cachorro Roscoe feito inteiramente de peças de LEGO. A obra foi criada por Karen e Ilona e reúne elementos que representam diferentes momentos da carreira e da vida pessoal do heptacampeão da Fórmula 1.

Roscoe, que acompanhava Hamilton em viagens, eventos e corridas, faleceu no final de setembro em decorrência de complicações causadas por pneumonia. Desde então, o piloto tem recebido uma onda de mensagens de apoio de fãs e colegas. “Ainda é muito doloroso — e sempre será —, mas todo esse apoio tem me ajudado enormemente a passar por isso”, escreveu Hamilton em sua publicação.

O retrato feito de LEGO inclui símbolos ligados à trajetória do piloto, como as bandeiras do Brasil, Reino Unido e Itália, além da pista de Fiorano, da Ferrari. A obra também faz referência a momentos culturais marcantes, como o look usado por Hamilton no Met Gala deste ano e personagens do filme Um Príncipe em Nova York. Há ainda menções à marca de bebidas zero álcool criada por ele, a Almave, representada por duas garrafas.

Com o presente, os artistas buscaram unir memória e reconhecimento, destacando a importância de Roscoe na rotina do piloto e sua relação com causas ligadas ao bem-estar animal. O gesto também reflete a dimensão afetiva e simbólica que Roscoe representava na vida de Hamilton, um companheiro constante em sua trajetória dentro e fora das pistas.

Educação social na primeira infância: o início da construção da diversidade

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Foto: Freepik

Por: Rachel Maia

As datas são importantes porque nos convidam a olhar para o que está diante de nós, mas que, muitas vezes, passa despercebido no cotidiano. No mês de outubro, duas delas se destacam por nos fazer refletir sobre quem fomos, quem somos e o que estamos construindo.

Na semana do Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro, as redes sociais se enchem de fotos da infância e de reflexões sobre os conselhos que daríamos hoje a nós mesmos quando éramos crianças — as respostas quase sempre remetem ao aprendizado. Muitas dessas lembranças revelam as inseguranças e os medos que adquirimos justamente em uma fase da vida em que deveríamos sentir apenas acolhimento e segurança para validar nossa existência. É nesse ponto que os professores e o ambiente escolar se tornam fundamentais.

Coincidentemente, poucos dias depois, em 15 de outubro, celebramos o Dia dos Professores, uma data que reforça a importância de quem nos ensina. Um vínculo que começa cada vez mais cedo, à medida que as famílias, especialmente as mulheres, ampliam sua presença no mercado de trabalho, e a educação infantil se torna um espaço que deveria ser a extensão de cuidado, aprendizado e socialização.

Se pensarmos que a primeira infância é o alicerce da convivência — e que o modo como uma criança é acolhida, reconhecida e representada nessa fase impacta diretamente como ela enxergará a si mesma e ao outro no futuro — investiríamos todo o nosso discurso e ferramentas para que todas as crianças tenham uma experiência que corresponda ao adulto que queremos encontrar no futuro.

É nesse início de jornada que a educação social se torna fundamental. Não é apenas sobre ensinar conteúdos, mas sobre formar cidadãos empáticos, conscientes e respeitosos com as diferenças — um desafio necessário e valioso se quisermos construir oportunidades de desenvolvimento múltiplas e de acesso a todos.

Uma infância diversa para um futuro plural

Uma em cada seis crianças de até seis anos já foi vítima de racismo no Brasil — e muitas dessas situações acontecem justamente em espaços escolares. Espaços que, entre 2013 e 2024, segundo o portal Diversa, tiveram um aumento de 500% no número de crianças com algum tipo de deficiência, mas que ainda enfrentam barreiras como falta de estrutura, formação docente e recursos adequados para garantir uma inclusão de fato.

Esses números reforçam algo em que acredito profundamente: a diversidade começa na infância. É ali que se plantam as sementes da empatia, da escuta e do respeito. Promover uma educação social que valorize a pluralidade racial, cultural, de gênero e de habilidades não é uma pauta futura — é uma urgência do presente.

Por isso, quando penso no Dia das Crianças e no Dia dos Professores, penso também no nosso papel coletivo: o de garantir que toda criança tenha acesso a um ambiente escolar diverso, seguro e acolhedor; que os professores recebam apoio e formação para lidar com a pluralidade que existe em sala de aula; e que as famílias encontrem na escola uma parceira na construção de um futuro mais justo e representativo.

Toda criança tem o direito de experimentar o novo sem o peso do racismo e do preconceito. Esse desejo é também um apelo para que elas passem pela primeira infância com leveza e possam explorar, com curiosidade e encantamento, o mundo que se revela.

Segunda temporada de ‘Detetive Alex Cross’ chega ao Prime Video em 2026

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Foto: Amazon MGM Studios

A segunda temporada da série ‘Detetive Alex Cross’, protagonizada e produzida por Aldis Hodge, finalmente teve a data de estreia divulgada pelo Prime Video, durante a New York Comic Con. Os novos episódios chegam ao streaming em 11 de fevereiro, com três capítulos liberados na estreia e os demais lançados semanalmente até 18 de março.

Inspirada nos livros best-sellers de James Patterson, a série acompanha o detetive e psicólogo forense Alex Cross, um investigador brilhante que mergulha na mente de assassinos e vítimas para solucionar crimes complexos. Nesta nova fase, o personagem enfrenta um justiceiro que tem como alvo bilionários corruptos.

A segunda temporada retorna com o elenco Isaiah Mustafa, Alona Tal, Samantha Walkes, Juanita Jennings, Caleb Elijah, Melody Hurd e Johnny Ray Gill, além de trazer novos nomes como Matthew Lillard, Jeanine Mason e Wes Chatham.

Criada por Ben Watkins, que atua como showrunner e produtor-executivo ao lado de Aldis Hodge, a produção é uma parceria entre o Amazon MGM Studios e a Paramount Television Studios.

“Falta diversidade de gênero e raça no Supremo”, diz Flávia Oliveira sobre cotados de Lula para substituir Barroso

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Foto: Fellipe Sampaio/STF

A aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso reacendeu o debate sobre a falta de diversidade no Supremo Tribunal Federal (STF). Barroso, que está na Corte há 12 anos e foi indicado pela ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), anunciou nesta quinta-feira (9) que deixará o cargo após concluir seu mandato na presidência do tribunal, encerrado em setembro.

Com a saída, caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicar o novo nome para ocupar a vaga — será a terceira escolha do atual mandato, após as nomeações de Cristiano Zanin e Flávio Dino. Entre os nomes mais cotados nos bastidores estão Bruno Dantas, Jorge Messias, Rodrigo Pacheco e Vinicius de Carvalho, todos homens brancos, considerados figuras de confiança de Lula.

Durante o programa #EmPauta, da GloboNews, a jornalista Flávia Oliveira destacou o que considera um problema estrutural na composição do Supremo: a falta de diversidade. Atualmente, dos 11 ministros, apenas Cármen Lúcia representa o gênero feminino, e nenhuma pessoa negra.

Embora Barroso tenha declarado o desejo de que uma mulher o suceda, Flávia ponderou que o padrão das indicações permanece o mesmo. “A questão é, efetivamente, o presidente se convencer de que falta diversidade de gênero e raça no Supremo e tomar essa decisão, mas a esperança é mínima”, afirmou.

Poucas horas após o anúncio da aposentadoria, personalidades negras usaram as redes sociais para cobrar mais representatividade negra nas indicações ao STF. Uma carta aberta divulgada pelas organizações Fórum de Justiça, Plataforma Justa e Themis – Gênero e Justiça também reforçou o apelo e apresentou alguns nomes de mulheres qualificadas para a vaga de Barroso, entre elas Edilene Lôbo (TSE), Sheila de Carvalho (Secretaria Nacional de Acesso à Justiça) e Vera Lúcia Araújo (ministra substituta do TSE).

Casa de Vinicius Jr. em Madrid pega fogo por falha elétrica

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Foto: reprodução

Na manhã desta quinta-feira (9), a residência do atacante Vinícius Júnior, localizada na área residencial de La Moraleja, em Alcobendas, Madrid, sofreu um incêndio de origem elétrica. O fogo teve início na sauna do subsolo da mansão, afetando os dois andares do imóvel. A sauna foi completamente destruída, enquanto o restante da casa sofreu danos devido à propagação de fumaça.

Os bombeiros foram acionados por volta das 11h no horário local (6h em Brasília) e conseguiram controlar o incêndio rapidamente. Não houve feridos. De acordo com relatos, ainda uma hora após o incidente era possível sentir cheiro de fumaça na rua.

Vinícius Júnior não estava em casa no momento do incêndio, pois se encontra concentrado com a Seleção Brasileira para os próximos compromissos. A causa do incêndio foi identificada como uma falha elétrica na sauna.

“Ser dona do meu apartamento na Zona Sul do RJ é tão luxuoso” Bella Campos rebate críticas sobre seu novo imóvel no Rio

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Após a divulgação de fotos e vídeos de seu novo apartamento na Zona Sul do Rio, Bella Campos recebeu comentários de seguidores dizendo que a decoração era “simples” para uma atriz global. A atriz usou suas redes sociais para responder e contextualizar a conquista.

De férias após o fim das gravações de “Vale Tudo”, Bella relembrou os desafios financeiros que enfrentou no início da carreira no Rio. “Ainda não caiu a minha ficha de que já posso descansar e acordar na hora que quiser. Mas comecei a falar isso porque, quando terminei a minha primeira novela [Pantanal], que foi o meu primeiro trabalho aqui no Rio, ficava pensando: ‘Nossa, será que já vou conseguir outro trabalho para poder continuar morando no Rio?’ Não tinha como pagar um aluguel aqui. Morava em um flat que a Globo me colocou durante Pantanal e fiquei em outro flat durante Vai na Fé. Quando Vai na Fé acabou, fiquei muito feliz porque tinha dinheiro para alugar um apartamento por conta própria. E, quando comecei Vale Tudo, tinha dinheiro para comprar meu apartamento no Rio de Janeiro. Para mim, isso foi uma grande conquista”, contou Bella.

Sobre os comentários sobre a decoração, Bella disse: “Vi uns [vídeos de] reacts da minha casa e a galera falando que tem uma decoração simples, que talvez, para uma atriz global, fosse esperado algo mais luxuoso… mas gente, ser dona do meu apartamento na Zona Sul do Rio de Janeiro já é tão luxuoso. Isso, até pouquíssimo tempo, era uma realidade distante para mim.”

Com as declarações, Bella encerra a resposta aos comentários destacando sua trajetória e mostrando que a conquista do apartamento é, antes de tudo, uma realização pessoal e profissional.

MUNCAB abre chamamento para artistas negros de artes visuais de todo o Brasil

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Foto: freepik

O Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB), em Salvador, reforça seu compromisso com a valorização da arte negra ao lançar um chamamento público para artistas negros de todo o Brasil e da diáspora africana. A iniciativa, gratuita e aberta a todos os níveis de carreira, busca ampliar a visibilidade de criadores historicamente excluídos dos centros culturais e criar um banco de talentos para futuras exposições, pesquisas e colaborações da curadoria do museu.

Podem participar artistas de diferentes estágios de carreira, representados ou não por galerias. Para se inscrever, os interessados devem enviar mini bio, portfólio em PDF (com link de fácil acesso), redes sociais, endereço do ateliê e uma breve descrição da ‘concept art’ desenvolvida, através do formulário disponível no site do MUNCAB. Diferente de editais tradicionais, não há prazo de encerramento, e a seleção não é imediata: o objetivo é criar um canal de diálogo contínuo e inclusivo entre artistas negros e a curadoria do museu.

Atualmente, o MUNCAB abriga a exposição ‘Ancestral: Afro-Américas’, com mais de 130 obras de artistas do Brasil e dos Estados Unidos. Com esta iniciativa, o museu reafirma seu papel na preservação, difusão e valorização da arte afro-brasileira, africana e afrodiaspórica contemporânea, alinhando-se a debates internacionais sobre decolonização da arte, equidade e representatividade. Como explica a diretora Cintia Maria, “queremos ir além dos artistas conhecidos e ampliar nosso olhar para novas linguagens e narrativas da arte negra contemporânea”.

O chamamento do MUNCAB é mais que uma convocação: é um espaço de escuta, acolhimento e reconhecimento, fortalecendo a cena artística negra do país e abrindo oportunidades para que novas vozes e expressões ganhem visibilidade nos principais centros culturais.

Inscrições e envio de portfólio: Formulário MUNCAB

‘Meu Limão, Meu Limoeiro’: Péricles lança nova versão em homenagem ao Dia das Crianças

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Fotos: Divulgação/Will Aleixo

Péricles celebra a infância com música, memória e afeto. Pelo quarto ano consecutivo, o cantor lança um single especial em homenagem ao Dia das Crianças, desta vez com a reinterpretação de um dos clássicos mais marcantes da música popular brasileira: “Meu Limão, Meu Limoeiro” (Carlos Imperial/José Carlos Burle). O lançamento acontece em 10 de outubro, às 21h, em todas as plataformas digitais, e ganha um clipe especial no Dia das Crianças (12/10), às 10h, no YouTube.

A tradição de Péricles começou em 2022, quando apresentou a versão de “Superfantástico”, com um clipe lúdico em animação ao lado da filha Maria Helena. No ano seguinte, regravou “Uni, Duni, Tê”, sucesso do Trem da Alegria, em parceria com Maria Helena e a YouTuber MC Divertida. Já em 2024, uniu forças com Thiaguinho e Mundo Bita na inédita “O Que é, O Que é o Amor?”, transportando o público para um universo mágico da animação.

Em 2025, o artista mantém a tradição com uma canção que atravessa gerações. Ao lado da filha, Maria Helena, Péricles não só presenteia as crianças com música de qualidade, mas reforça a importância de manter viva a criança interior de cada um. “Esse já é o quarto ano que lanço uma faixa especial para o Dia das Crianças, e faço isso com muito prazer e felicidade. Quero que seja um presente não só para mim e para a Maria Helena, mas para todas as crianças do mundo. É também uma forma de nunca deixarmos nossa criança interior ser esquecida”, afirma o cantor.

Maria Helena participou ativamente da gravação e, segundo Péricles, mostrou entusiasmo imediato: “Ela adorou e cantou de bate-pronto. É uma canção que, mesmo em tempos digitais, continua viva no imaginário das crianças, emocionando gerações”.

Dos pitdogs de Goiânia ao Gercina Bar e Ubuntu Gastronomia: a trajetória do chef Luís Paulo

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Foto: Divulgação

De adolescente trabalhando em lanchonetes e pitdogs – estabelecimentos de comida rápida populares – em Goiânia a protagonista da gastronomia regional, o chef Luís Paulo Saraiva dos Anjos Cortez tem se destacado com sua cozinha, que une ancestralidade, técnica e cultura alimentar. Nascido em São Luís do Maranhão e com raízes quilombolas, ele mantém vivas as tradições da região que moldaram sua trajetória na infância, além de valorizar os sabores e saberes do Cerrado.

Luís é proprietário do Gercina Bar, em Goiânia, espaço que celebra a cozinha regional com técnica e ancestralidade, e coordena a Ubuntu Gastronomia, iniciativa que leva educação alimentar e valorização cultural a comunidades quilombolas e periferias, como na Comunidade Quilombola Ana Laura, em Piracanjuba.

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“Acredito que a gastronomia é uma ponte entre mundos e que comidas de verdade contam histórias reais. Meu trabalho é sobre isso: alimentar com propósito, com técnica e com respeito às raízes”, disse o chef Luís em entrevista ao Mundo Negro e Guia Black Chefs, que também atua como consultor na gestão de negócios em alimentos e bebidas para bares e restaurantes.

Sua cozinha é marcada por ingredientes típicos das regiões que o inspiram, como peixe assado, quiabo, maxixe, bacuri, buriti e pratos feitos com farinha d’água ou cuscuz de milho. “A fusão entre o popular e o sofisticado me define: pratos que respeitam a cultura alimentar das tradições, comunidades e periferias — onde está o povo que produz o próprio alimento ou cozinha para outras pessoas —, mas que também podem brilhar em outros espaços e carregar discussões importantes sobre a origem dos alimentos”, afirma o chef.

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Trajetória na cozinha

A trajetória de Luís Paulo na cozinha profissional começou quando ele chegou em Goiânia aos 14 anos e, aos 16, iniciou no Pitdog Pelicanos, no Parque Acalanto. Ainda no ensino médio, conciliava estudo e cursos técnicos de culinária com o trabalho. Ao atingir a maioridade, retornou a São Luís do Maranhão e ingressou no Restaurante Escola do Senac, onde realizou diversos cursos profissionalizantes, abrindo caminho para atuar em grandes e renomados restaurantes.

Sua referência na cozinha começou dentro de casa. “Minha maior inspiração veio da minha mãe, Dona Josinete, que sempre sonhou em se formar em gastronomia — sonho que ela realizou em 2024 —, e do meu pai, Ocy Araújo Cortez, que sempre esteve envolvido com serviços comunitários. Minha mãe tem origem quilombola e meu pai sempre atuou em ações sociais, ambos são maranhenses”, disse. “Eles são minha base e continuam sendo minha maior motivação, tanto nos negócios quanto nos projetos comunitários.”

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Desde cedo, ele se encantou com a alimentação e as técnicas tradicionais: “Quando criança, costumava ficar ao lado dos fogareiros de barro observando os cozidões, refogados e as casas de farinha. Essa memória é minha paixão e minha base. Acredito que a cozinha brasileira é moldada a partir dessas raízes — a cozinha dos interiores dos ‘Brasis’, especialmente do Norte e Nordeste.”

Para Luís, sua identidade racial está diretamente ligada à sua trajetória na cozinha. “A ancestralidade da minha mãe e o trabalho comunitário do meu pai moldaram minha visão de mundo. A gastronomia, para mim, é uma ferramenta de transformação cultural, social e financeira. Alimentar é também contar histórias, preservar memórias e honrar lutas.”

Novas regras estabelecem 24 horas para diária de hotéis e pousadas; entenda as mudanças

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Por: Vanessa Vicente

Com as novas regras estabelecidas do Ministério do Turismo, a diária de hotéis e pousadas passará a corresponder a 24 horas a partir o dia 16 de dezembro, sendo três horas exclusivamente reservadas para a limpeza dos quartos. A mudança busca padronizar procedimentos, ampliar a transparência na relação com os hóspedes e melhorar a experiência de quem se hospeda em todo o país.

A atualização foi oficializada pela Portaria nº 28, publicada recentemente, que regulamenta o artigo 23, § 6º, da Lei nº 11.771/2008 (Lei Geral do Turismo). A norma vale para hotéis, pousadas, resorts, flats, apart-hotéis, hostels, albergues e alojamentos de floresta, entre outros meios de hospedagem.

Segundo a portaria, o tempo de três horas destinado à limpeza não poderá ser excedido, mas o hóspede poderá dispensar a arrumação diária, se desejar manter a privacidade. Nesses casos, o estabelecimento permanece responsável por garantir condições sanitárias adequadas para os demais usuários.

O Ministério do Turismo afirma que a medida reforça a segurança jurídica e a padronização do setor, evitando divergências sobre horários e cobranças. A expectativa é que a norma reduza a informalidade, fortaleça a confiança dos hóspedes e aumente a competitividade internacional do setor.

A portaria também incentiva o uso de tecnologias digitais, como o check-in online, substituindo formulários em papel, e os meios de hospedagem terão até 16 de dezembro de 2025 para se adequarem às novas determinações.

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