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Michael Oher fala pela primeira vez sobre processo contra seus tutores e critica o filme ‘Um Sonho Possível’: “Parecia uma comédia”

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Fotos: Matthew Sharpe/Getty Images e Divulgação

O ex-jogador de futebol americano Michael Oher se pronunciou publicamente pela primeira vez após abrir um processo contra seus ex-tutores e questionar a veracidade da história retratada no filme “Um Sonho Possível“. O longa, inspirado na vida de Oher e na relação com a família Tuohy, rendeu um Oscar de melhor atriz em 2010 para Sandra Bullock, que interpretou sua mãe adotiva. 

Em entrevista recente ao New York Times, Oher revelou seu desconforto com o filme e detalhou as razões que o levaram a processar a família Tuohy na corte do Condado de Shelby, no Tennessee. Segundo ele, Sean e Leigh Anne Tuohy nunca o adotaram formalmente, tendo apenas sido nomeados seus tutores legais. Ele alega ainda que a família obteve US$ 8 milhões em ganhos nos últimos 20 anos explorando sua imagem e história.

A família Tuohy negou as acusações, alegando que a decisão de não formalizar a adoção visava preservar a elegibilidade de Oher para uma bolsa de estudos como jogador de futebol americano na Universidade do Mississippi. Segundo eles, a adoção poderia comprometer esse benefício. Eles ainda afirmam que não acumularam fortuna com o filme e acusam Oher de tentar extorquir-lhes nos últimos anos com textos “ameaçadores”.

Durante a entrevista, Oher recordou o impacto emocional de sua relação com a família Tuohy e que ouviu um ‘eu te amo’ pela primeira vez aos 18 anos. “Foi o Sean e a Leigh Anne que disseram. Quando só acontece aos 18 anos, você se torna vulnerável. Você abaixa a sua guarda e aí tiram tudo de você. Acaba se tornando uma dor”.

Oher também criticou a forma como foi retratado no filme, especialmente ao lembrar da primeira vez que assistiu à obra: “É difícil descrever a minha reação. Pareceu engraçado para mim, sendo sincero, parecia uma comédia sobre outra pessoa. Eu não registrei”.

O ex-jogador lamentou as consequências da representação em sua carreira e vida pessoal: “As pessoas da NFL começaram a se perguntar se eu sabia ler. Se os meus filhos não conseguem fazer um exercício, os professores vão pensar, ‘o pai deles é um idiota, é por isso que eles não entendem?’”.

A controvérsia em torno do filme já gerou protestos nas redes sociais, com alguns internautas pedindo que Sandra Bullock devolva o Oscar que ganhou por seu papel em “Um Sonho Possível”. Até o momento, a atriz não se manifestou sobre as tensões envolvendo Oher e a família Tuohy.

Leia a entrevista completa aqui!

Quando a transição de carreira é ato de resistência

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Foto: Reprodução/Freepik

(*) Por Juliane Sousa e Priscila Konce

A transição de carreira é um percurso desafiador para qualquer pessoa, mas para mulheres negras, esse caminho é marcado por obstáculos que vão além das questões profissionais. Enfrentar e superar essas barreiras exige não apenas força, mas uma resiliência que é forjada na luta diária contra desigualdades históricas e estruturais. Neste contexto, as histórias com final feliz vão muito além do que uma inspiração. A superação serve de guia para as demais mulheres que buscam mudar trajetórias.

Quais chances existem para quem cresceu em uma família de baixa renda, cuja mobilidade social é quase inalcançável? Desde cedo, muitas de nós começamos a trabalhar ajudando nossas mães, ora nos afazeres domésticos, ora nos serviços de entrega de costura, por exemplo. A vivência da mulher pobre e negra nos faz compreender cedo que, para alcançar um futuro diferente, é preciso romper com um ciclo que se repete por gerações. 

Nessa constante busca por oportunidades, organizações como a Educafro, que apoia jovens negros e negras em situação de vulnerabilidade social, podem fazer toda a diferença na vida de uma pessoa. São elas que ofertam vagas em cursos pré-vestibulares e fazem a ponte para as instituições de ensino superior por meio de bolsas de estudo. Investir em educação é quase sempre uma escolha estratégica para a transformação da realidade. 

Mas não basta apenas chegar à faculdade. Durante nossa trajetória acadêmica os obstáculos são muitos, desde a necessidade de conciliar estudos e trabalho até os desafios de sustentar os custos do curso escolhido sem uma rede de apoio tradicional. Não é nada fácil, e a persistência em se formar na profissão é o que sobra diante de um dia a dia de adversidades.

Com o diploma em mãos, chega o momento de pensar em estratégias. Além de aceitar todas as oportunidades que surgiam, é preciso planejar cada passo com cuidado. Quando ingressamos no Sistema B Brasil, por exemplo, soubemos construir uma rede de contatos para nos oferecer apoio e abrir novas portas. É um lugar onde fomos acolhidas por mentores e colegas que acreditaram no nosso potencial.

Além da estratégia, o investimento acadêmico é outro pilar para uma boa carreira. Precisamos adquirir novas habilidades, sempre buscando um constante aprendizado para alcançar novos patamares. A educação não apenas transforma, mas também empodera, oferecendo as ferramentas necessárias para navegar por ambientes que impedem o avanço das mulheres negras no mercado de trabalho. 

Fica claro, portanto, que a transição de carreira para mulheres negras não é apenas uma mudança de emprego. Ela é um ato de resistência contra um sistema que historicamente as marginalizou. Educação, persistência, estratégia, rede de apoio e autoconfiança são as chaves para transformar essa realidade. 

A cada amanhecer, precisamos buscar a capacidade de nos recuperar rapidamente das dificuldades do dia anterior e seguir em frente. Que as brasileiras mulheres negras tenham sempre a capacidade de acreditar em si mesmas. Que a nossa autoconfiança guie a nossa carreira chamada vida, assim como a de todas que pavimentam o caminho para as próximas gerações.

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(*) Juliane Sousa é jornalista quilombola e gerente de Comunicação e Marketing do Sistema B Brasil e Priscila Konce é analista da área de Educação e Comunidades do Sistema B

Dedo em riste na cara de racista

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Foto: Reprodução/Freepik

O negro tem que ter nome e sobrenome, senão os brancos arrumam um apelido…. ao gosto deles (Lélia Gonzalez) 

Esses dias, a minha irmã, Alessandra, chegou espumando de raiva em casa após a aula na faculdade. O estopim foi o racismo que bateu pesado na paciência da preta, mas ela não recuou e mandou umas verdades para o racista.

No início da aula, o professor disse que tinha uma aluna em outra turma que era a cara dela. E, como não foi a primeira vez essa observação, ela perguntou: “A moça é negra e de tranças?”. O professor respondeu: “Sim! Você tem alguma irmã que também estuda aqui?”. Ela explodiu: “Sabe qual o nome disso, professor? RA-CIS-MO!”. E continuou: “Vocês têm a péssima mania de achar que todos os negros são iguais!”. Ele sentiu o impacto e tentou se desculpar, mas ela nem deu atenção. Pegou o material e saiu pisando firme.

Eu já passei várias vezes por situações parecidas. Além disso, tinha outra coisa que me irritava muito. Era quando apareciam personagens negros em programas de TV. Os brancos adoravam fazer comparações e colocar apelidos em nós, negros. Chamavam a gente de Mussum, Jorge Lafond, Buiú, Tião Macalé, Pelé, etc. Mas o que causava êxtase nos racistas eram personagens estereotipados. A maldade escorria pelos lábios deles, gritando e rindo da nossa cara. 

Naquela época, as crianças e jovens negros não tinham uma formação crítica para a defesa da própria dignidade. O contato com o debate racial acontecia somente se os pais participassem de organizações políticas e levassem a educação racial para dentro de casa. Não era o caso da minha família, nem das famílias dos meus colegas. Essa ausência de educação impactava a saúde mental, tanto que até hoje a autoestima de muitos negros se encontra fragilizada por conta do passado. Porém, os tempos mudaram. A informação está disseminada por diferentes meios de comunicação, os negros de várias idades estão conscientes e conseguindo se defender do “racismo recreativo”, termo cunhado pelo Doutor em Direito e especialista em Direito Antidiscriminatório, Adilson Moreira

Eu mesmo não alivio para os racistas. Faço igual à minha irmã, constranjo, e ainda coloco o dedo em riste. Assim, posso dormir tranquilo. 

“Tyler James Williams diz que Solange Knowles ‘seria perfeita’ como sua prima em ‘Abbott Elementary’

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Foto: reprodução/ABC

O ator Tyler James Williams, conhecido por seu papel como o professor Gregory Eddie na série de comédia “Abbott Elementary”, revelou que adoraria ver Solange Knowles, irmã de Beyoncé, como sua prima na trama. Em entrevista à revista PEOPLE, Williams, que já foi indicado três vezes ao Emmy por sua atuação, disse que considera Solange uma escolha ideal por sentir que eles compartilham semelhanças.

Williams destacou que a inclusão de Solange como parte de sua família na série seria uma adição “ótima” ao elenco: “Eu adoraria ver Solange [Knowles] como uma prima. Sinto que nos parecemos”, disse. “Seria tipo nós dois, e o Orlando [Jones] seria nosso pai. Sim, acho que a Solange seria perfeita. Só falta exceções esse membro na família”, disse ele se referindo ao ator Orlando Jones, que interpreta, Martin Eddie, pai de seu personagem na série.

O ator de 31 anos também ressaltou a importância de seu papel, afirmando que seu objetivo é retratar educadores negros e homens negros de forma emocionalmente complexa. “O objetivo geral para mim aqui é mostrar não apenas educadores negros do sexo masculino sob uma certa luz, mas também homens negros sob uma certa luz que têm permissão para serem emocionais e ter espectros emocionais completos”, explicou Williams, referindo-se ao crescente romance de seu personagem com Janine Teagues, interpretada por Quinta Brunson.

“Abbott Elementary” foi indicada a nove categorias no Emmy deste ano, incluindo a de melhor série de comédia. Além de Williams, Quinta Brunson, criadora e protagonista, também foi indicada nas categorias de melhor atriz em série de comédia e melhor roteiro.

Williams relembrou emocionado a vitória de Sheryl Lee Ralph no Emmy de 2022 como melhor atriz coadjuvante em série de comédia, tornando-se a segunda mulher negra a conquistar a estatueta nesta categoria. “Todo mundo na mesa estava chorando”, comentou o ator, destacando esse momento como um de seus favoritos.

“Não sinto que estou no meu corpo”, relata Naomi Osaka sobre desafio do retorno às quadras após licença-maternidade

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Naomi Osaka, uma das principais estrelas mundiais do tênis, está passando por um momento desafiador na carreira depois de se tornar mãe. A atleta relatou em uma publicação feita em seu Instagram, na última semana, como tem sentido um estranhamento em relação ao próprio corpo após sofrer uma eliminação precoce no torneio Aberto de Cincinnati, em Ohio, nos Estados Unidos.

“Meu maior problema atualmente não são as perdas, meu maior problema é que não sinto que estou no meu corpo”, escreveu Osaka. Desde o nascimento de seu primeiro filho com o rapper Cordae em julho de 2023, a tetracampeã do Grand Slam tem enfrentado um retorno tumultuado às quadras. Após perder na primeira rodada do Aberto da Austrália e ter problemas nas segundas rodadas do Aberto da França e de Wimbledon, Osaka foi derrotada por Ashlyn Krueger na rodada final das qualificatórias do Cincinnati Open na segunda-feira, 12.

“A única sensação que eu poderia comparar agora é estar no pós-parto. Isso me assusta porque jogo tênis desde os três anos, a raquete de tênis deveria parecer uma extensão da minha mão. Não entendo por que tudo tem que parecer quase novo de novo”, revelou. “É uma sensação estranha, errar bolas que não deveria errar, acertar bolas mais leves do que eu lembrava que costumava. Tento dizer a mim mesmo: ‘Está tudo bem, você está indo muito bem. Apenas supere isso e continue se esforçando.’ Mentalmente, é realmente desgastante.”, contou.

Osaka, que já ocupou o topo do ranking mundial, atualmente ocupa a 90ª posição e se prepara para o último Grand Slam do ano, o US Open, cujas eliminatórias começam nesta segunda-feira. Conhecida por sua abertura sobre os desafios da saúde mental, Naomi Osaka ganhou atenção internacional em maio de 2021 ao se retirar do Aberto da França, citando o impacto negativo do escrutínio da mídia. A decisão levou a mudanças no formato de mídia do torneio em 2022.

À medida que se aproxima do US Open, onde é bicampeã, Osaka concluiu sua mensagem com um compromisso de perseverança: “Nada na vida é prometido, mas percebi que posso prometer a mim mesma trabalhar o máximo que puder e dar o meu melhor até o fim.” A jogadora prometeu que “verá todos em Nova York”, com esperança de superar seus desafios recentes e retornar ao seu melhor desempenho nas quadras.

Rebeca Andrade é uma das maiores personalidades esportivas do Brasil, aponta pesquisa

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Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Em uma recente pesquisa realizada pelo jornal O GLOBO, que buscou medir a posição de Rebeca Andrade no imaginário nacional, a ginasta alcançou a segunda colocação entre os maiores esportistas brasileiros, atrás apenas de Ayrton Senna. A pesquisa, que excluiu jogadores de futebol masculino devido à dimensão emocional que a categoria possui no país, revelou uma predominância do ex-piloto de Fórmula 1 na lista que reuniu as preferências de leitores e jornalistas especializados.

Rebeca Andrade, por sua vez, viu sua imagem crescer ainda mais após os Jogos Olímpicos, tornando-se uma influência global e estrela de campanhas publicitárias tanto no Brasil quanto no exterior. No entanto, a posição da ginasta no imaginário nacional pode evoluir com suas ações futuras, que também estão ligadas às escolhas que a ginasta fará e que definirão a construção de sua imagem na sociedade.

A ginasta Rebeca Andrade, estrela do Time Brasil na Olimpíada de Paris-2024, fez história ao conquistar quatro medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos. Com esses resultados, ela se tornou a maior medalhista olímpica do esporte brasileiro, acumulando um total de seis medalhas ao longo de sua carreira — duas de ouro, três de prata e uma de bronze. Isso foi feito no mesmo patamar dos maiores esportistas do país.

Entre os 50 jornalistas consultados, 28 colocaram Senna no primeiro lugar, refletindo a forte memória afetiva e a admiração por sua trajetória. “Estamos diante de inúmeras produções midiáticas pelos 30 anos do falecimento de Senna. A memória dele está muito vinculada às narrações e bordões que o fizeram um herói nacional”, destacou Leda Maria da Costa, professora e pesquisadora do Laboratório de Estudos em Mídia e Esporte da UERJ.

A pesquisa também destacou a ausência da jogadora de futebol Marta na votação do público geral, onde Adhemar Ferreira da Silva, bicampeão olímpico de atletismo, obteve maior destaque. Katia Rubio,professora e coordenadora do Grupo de Estudos Olímpicos da USP, comentou em entrevista para O Globo que a falta de reconhecimento para Marta reflete um preconceito enraizado contra o futebol feminino. “A representação social de um fato pode levar gerações para mudar, e o futebol brasileiro ainda é muito machista”, observa.

A predominância de esportes individuais nas listas, em comparação com competições de modalidades coletivas como vôlei e basquete, é atribuída à maior facilidade em destacar individualidades nesses esportes, onde as conquistas são menos compartilhadas.

Chris Tucker ironiza polêmica entre Chris Rock e Will Smith no Oscar de 2022: “Pensaram que eu levei o tapa”

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Foto: Jerod Harris/Getty Images

Em uma recente apresentação de stand-up nos Estados Unidos, o comediante Chris Tucker aproveitou para brincar sobre o tapa dado por Will Smith em Chris Rock durante o Oscar de 2022. Ao resgatar o episódio dois anos depois, Tucker afirmou que muitas pessoas confundiram Rock com ele, já que ao primeiro nome dos dois artistas é igual.

“Deixe-me dizer por que estou p*** com aquele tapa entre Will Smith e Chris Rock”, mencionou Chris Tucker. “Eles me misturaram isso, sabe? Porque somos Chris, eles pensam que eu levei um tapa. As pessoas ligaram para o telefone da minha mãe toda noite perguntando: ‘Chris está bem? Ouvi dizer que ele levou um tapa na cara.’”

O humorista também ironizou a repercussão global do incidente, mencionando que até em Tóquio, Porto Rico e em África o caso foi comentado. Tucker então fez questão de destacar que, se ele tivesse sido o alvo do tapa, o desfecho teria sido diferente. “Vocês deveriam saber que não fui eu, porque o show teria acabado ali mesmo”, brincou.

Ele ainda acrescentou: “Se alguém nos aborda sem avisar, a primeira coisa que fazemos — ficamos tipo ‘ei, e aí, o que você quer?'”, ele disse enquanto recuava, e então repetia: “Vocês deveriam saber que não era eu, porque o show teria acabado ali mesmo. Will Smith não estaria saindo do palco ajeitando o paletó na minha bunda”.

O episódio no Oscar ocorreu após Chris Rock, de 57 anos, fazer uma piada sobre a cabeça raspada de Jada Pinkett Smith, comparando-a com o filme GI Jane 2 . Jada, que sofre de alopecia, já havia falado publicamente sobre sua condição. Após a piada, Will Smith subiu ao palco e deu um tapa no Rock.

Chef Elaine Moura anuncia sua nova marca, combinando pipocas gourmet com milkshakes

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Foto: Divulgação

O Grupo PopCorn Gourmet, da Chef Elaine Moura, acaba de anunciar a chegada da Pop Milky, sua mais nova marca, que traz uma experiência única e deliciosa ao combinar a crocância das pipocas gourmet com a cremosidade dos milkshakes.

A Pop Milky surgiu com a proposta de unir sustentabilidade e inovação, aproveitando as sobras da produção das famosas pipocas da marca, como raspas de chocolate, cacau, leite Ninho e creme de avelã, para criar milkshakes irresistíveis. A combinação pode parecer inusitada, mas a chef garante que a fusão dos sabores e texturas é encantadora, tornando-se uma opção imperdível para os amantes de sobremesas.

A expectativa é que a nova unidade em Goiânia seja um sucesso, consolidando a Pop Milky como uma marca de destaque no mercado local. “Acreditamos no grande potencial de sucesso, dado o apelo do produto e a inovação que trazemos ao mercado. Esperamos conquistar uma base fiel de clientes que apreciem a combinação de pipoca gourmet com milkshakes de alta qualidade, além de abrir novas unidades em diversas localidades”, afirma Elaine Moura, CEO do Grupo PopCorn Gourmet.

Foto: Divulgação

Associada à já consolidada PopCorn Gourmet, a primeira unidade em Goiânia é fruto do investimento de Greicekelly Brito Silveira, de 36 anos, que encontrou na proposta do Grupo PopCorn uma oportunidade atraente para atuar no segmento de alimentação.

Localizada no Portal Shopping, a nova unidade oferece uma variedade de milkshakes em tamanhos de 300ml e 500ml, com preços que variam entre R$ 18 e R$ 24. Entre os sabores disponíveis, destacam-se o de Ninho Trufado com Caramelo, Cookie, Morango, Ovomaltine e Creme de Avelã.

Fundada em 2015 pela Chef Elaine Moura, em Goiânia, a PopCorn Gourmet inaugurou sua primeira unidade franqueada em Ribeirão Preto, em 2016. Atualmente, a marca conta com mais de 50 unidades, operando em 11 estados do Brasil.

Primeiro livro de dermatologia para pele negra do Brasil é lançado sob liderança da Dra. Katleen da Cruz Conceição

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Foto: Divulgação.

O Brasil acaba de ganhar um marco significativo na dermatologia com o lançamento do primeiro livro dedicado exclusivamente à pele negra, sob a liderança da Dra. Katleen da Cruz Conceição. Com uma abordagem inovadora e inclusiva, a obra, intitulada Dermatologia para Pele Negra, busca preencher uma lacuna importante na literatura médica, que por muito tempo negligenciou as especificidades e necessidades de cuidados dermatológicos para a população negra. A obra também reúne colaboração dos especialistas Dra. Ana Carolina Galvão dos Santos de Araujo e Dr. Leonardo Lora Barraza.

Livro Dermatologia Para Pele Negra. Foto: Divulgação.

“Não existe nenhum livro voltado para a pele negra, feito por médicos dermatologistas, que tenha esse foco específico. Abordamos o cabelo e todas as patologias que a medicina, tradicionalmente, estuda para a pele branca, mas desta vez, com enfoque na pele negra”, diz a Dra. Katleen ao MUNDO NEGRO. “Também tratamos de aspectos estéticos, como laser, uso de bioestimuladores, preenchimento, e o tratamento de axilas escuras, tópicos que nunca haviam sido abordados com foco na pele negra. Além disso, exploramos questões relacionadas ao envelhecimento da pele negra e apresentamos formulações dermatológicas e manipulações baseadas em estudos que identificaram os melhores ativos para serem utilizados em pele negra.”

Sob o selo da editora Manole, a pré venda da obra já está disponível (CLIQUE AQUI). O lançamento oficial está marcado para o dia 7 de setembro durante o Congresso de Dermatologia em Natal. De acordo com a descrição oficial do livro, ele  reúne o conhecimento de renomados profissionais da dermatologia. As abordagens vão desde patologias comuns, como acne e eczema, até condições mais complexas, como lúpus eritematoso e vitiligo, oferecendo um recurso valioso para médicos e pacientes.

Ator Jean Paulo Campos se despede de Silvio Santos: “Sempre agradeci a ele em vida pelas oportunidades que me deu”

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Fotos: Reprodução / SBT

O apresentador Silvio Santos, fundador da emissora SBT, faleceu neste sábado (17) aos 93 anos, após apresentar quadro de broncopneumonia, em decorrência do vírus H1N1. Nas redes sociais, celebridades lamentaram a morte de Silvio.

O ator Jean Paulo Campos, que conquistou fama nacional interpretando o personagem Cirilo na novela ‘Carrossel’ do SBT, utilizou as redes sociais para se despedir do apresentador. “Hoje o maior ícone da televisão brasileira virou uma linda estrela em nosso céu“, publicou. “Sempre agradeci a ele em vida pelas oportunidades que me deu e os aprendizados que tive em nossas conversas breves e divertidas mas sempre muito marcantes em minha vida. Obrigado por tanto Silvio Santos”, finalizou.

Além de atuar na novela ‘Carrossel’, Jean também participou de outros projetos na emissora, como ‘Patrulha Salvadora’, onde continuou a dar vida a Cirilo, e ‘Carinha de Anjo’, onde interpretou o personagem Zeca. Durante sua trajetória no SBT, o jovem se destacou não apenas como ator, mas também como apresentador. Ele esteve à frente do programa ‘Bom Dia & Cia’, um dos mais tradicionais da programação infantil da emissora, e também participou de diversos quadros em programas como o ‘Domingo Legal’.

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