Home Blog Page 251

Met Gala 2025 reúne Pharrell, LeBron e Hamilton e nomes da moda e cultura

0
Foto: Instagram Lebron James/Divulgação
Foto: Instagram Lebron James/Divulgação

Nesta quarta-feira (09), o Metropolitan Museum of Art de Nova York anunciou os anfitriões do Met Gala de 2025, que será realizado em maio. Pharrell Williams, Colman Domingo, Lewis Hamilton e A$AP Rocky serão os coanfitriões do evento, enquanto LeBron James, astro do basquete e ativista social, será o copresidente honorário. O tema do evento do próximo ano, “Superfine: Tailoring Black Style” (“Impecável: a confecção do Estilo Negro”), celebrará o impacto da moda negra na cultura global.

A escolha dos anfitriões destaca a conexão entre essas personalidades e o estilo, assim como suas contribuições para a música, cinema, esporte e moda. Pharrell Williams, reconhecido por seu estilo distinto e colaborações com marcas de luxo, é uma figura de destaque na interseção entre música e moda. Colman Domingo, premiado ator e diretor, se destaca por sua forte presença nas telas e seu comprometimento com a representação da cultura negra. Lewis Hamilton, nome de referência na Fórmula 1, tem usado sua visibilidade no esporte para promover diversidade e inclusão. Já A$AP Rocky, conhecido por mesclar música e estilo, se tornou um ícone da moda urbana.

LeBron James, como copresidente honorário, traz ainda mais relevância ao evento. Além de sua carreira no basquete, LeBron é amplamente reconhecido por seu ativismo social, sendo uma voz importante em questões de igualdade racial, educação e justiça social. Sua participação no Met Gala reforça sua influência além do esporte.

O Met Gala é o principal evento da moda mundial, marcando a abertura da exposição anual do Costume Institute. Em 2025, o tema “Superfine” prestará homenagem à moda negra, destacando sua elegância e o impacto que teve na redefinição dos padrões da indústria. Sob a liderança de figuras como Pharrell, Colman, Hamilton, A$AP Rocky e LeBron, o evento já é considerado um dos mais aguardados dos últimos anos, com a promessa de ir além da moda, celebrando também a identidade e a cultura negras.

Universidade Federal de Sergipe assume fraude em cotas raciais em 30 Concursos

0
Foto: Adilson Andrade/Ascom UFS
Foto: Adilson Andrade/Ascom UFS

A Universidade Federal de Sergipe (UFS) admitiu ter burlado o sistema de cotas raciais em concursos públicos para professores efetivos, resultando na exclusão de 41 candidatos negros entre os anos de 2014 e 2019. A instituição reconheceu o erro ao assinar, na semana passada, um acordo judicial com o Ministério Público Federal (MPF). O acordo, que ainda está sob análise judicial, surge no âmbito de um processo movido pelo MPF contra a universidade em 2022. As informações são do jornal Metrópoles.

De acordo com o Ministério Público, a UFS teria agido de forma ilegal ao fracionar as vagas destinadas aos concursos, com o intuito de evitar a aplicação da cota de 20% reservada a candidatos negros. Esse procedimento irregular foi identificado em 30 dos 32 concursos realizados pela universidade durante o período investigado.

A procuradora Martha Carvalho, responsável pelo processo, destacou a gravidade da situação: “A atuação da universidade causou um prejuízo grave à concretização da ação afirmativa de cotas raciais, já que a instituição de ensino deixou de reservar 41 vagas aos candidatos negros nos editais publicados no período compreendido entre 2014 e 2019”.

Como parte do acordo, a UFS comprometeu-se a disponibilizar as 41 vagas que não foram corretamente reservadas no passado, ampliando temporariamente a cota racial de 20% para 40% com o objetivo de corrigir as distorções. Além disso, a universidade assumiu a responsabilidade de ajustar suas políticas de acesso a cargos públicos, visando uma inclusão mais justa da população negra.

A UFS, sob a gestão do reitor Valter Jovino, firmou o acordo juntamente com representantes do MPF e do diretor-executivo da Educafro, Frei David, que atuou como “amigo da corte” no processo. A expressão “amigo da corte” refere-se a uma entidade ou indivíduo que, sem ser parte diretamente envolvida no processo, oferece informações ou pareceres para auxiliar a Justiça na tomada de decisão. Neste caso, a Educafro contribuiu com sua expertise em questões raciais e de direitos sociais. Caso a universidade descumpra os termos do acordo, poderá enfrentar novos processos e multas.

Este acordo representa um marco importante na luta pela implementação efetiva das cotas raciais no Brasil, cuja regulamentação foi estabelecida pela Lei nº 12.711, sancionada em 2012. A lei determina que as instituições federais de ensino superior reservem uma porcentagem de suas vagas para candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas, além de estudantes de escolas públicas. A continuidade dessa política reforça a necessidade de vigilância contínua para garantir que as ações afirmativas sejam respeitadas e aplicadas corretamente.

Aaron Pierre é escalado como Lanterna Verde John Stewart em nova série da DC Studios

0
Foto: Reprodução

Aaron Pierre, estrela de Rebel Ridge da Netflix, conquistou o papel principal de John Stewart, o Lanterna Verde, na aguardada série Lanterns, uma colaboração entre DC Studios e HBO, de acordo com informações publicadas pelo The Hollywood Reporter nesta quarta-feira, 9 . Esta escolha encerra uma das mais rigorosas buscas por elenco da indústria, refletindo a importância histórica do personagem, que foi um dos primeiros super-heróis negros da DC.

O processo de seleção se concentrou em Pierre e Stephan James, conhecido por seu trabalho em The Piano Lesson e no filme biográfico Race. Ambos os atores participaram de testes de tela ao lado do já escalado Kyle Chandler, que interpretará Hal Jordan, em um intenso embate que se estendeu até a decisão final, anunciada na última terça-feira.

Pierre ganhou destaque recentemente por sua atuação em Rebel Ridge, que estreou na Netflix em 6 de setembro e rapidamente se tornou o título mais assistido da plataforma por três semanas consecutivas. O ator também teve uma breve conexão com o universo das histórias em quadrinhos ao ser escalado para Blade da Marvel, embora o projeto tenha sido adiado e não contará mais com sua participação. Ele ainda foi visto em Old, de M. Night Shyamalan, uma adaptação de graphic novel.

A série Lanterns promete uma abordagem sombria e envolvente, descrita como tendo uma vibe semelhante a True Detective. A narrativa seguirá Hal Jordan, uma figura lendária da força policial intergaláctica dos Lanternas Verdes, enquanto ele orienta um John Stewart mais jovem em uma investigação de assassinato que acontece na Terra.

James Hawes, aclamado diretor conhecido por seu trabalho em Slow Horses, será o responsável pela direção dos dois primeiros episódios. A série conta com um time de criadores renomados, incluindo Chris Mundy (Ozark), Damon Lindelof (Watchmen, Lost) e o premiado escritor de histórias em quadrinhos Tom King, todos atuando como produtores executivos. Mundy ficará a cargo da série, que está prevista para ter uma temporada de oito episódios.

John Stewart foi introduzido nos quadrinhos em 1971 por Dennis O’Neil e Neal Adams, 12 anos após a estreia de Hal Jordan. Com a contratação de Pierre, a DC Studios busca não apenas revitalizar um personagem icônico, mas também proporcionar uma representação significativa em sua nova linha de produções.

Além de Lanterns, Pierre estará em breve nos cinemas como Mufasa na nova adaptação animada de O Rei Leão, dirigida por Barry Jenkins.

“Você é definido pelos seus erros, especialmente se você é negro”, reflete Daniel Kaluuya sobre desafios na indústria do cinema

0
Foto: Joe Maher/Getty Images para BFI

Durante uma conversa franca no BFI London Film Festival, o ator Daniel Kaluuya, vencedor do Oscar, discutiu os desafios enfrentados por atores negros na indústria cinematográfica. Em diálogo com o colega, o ator britânico Ashley Walters, Kaluuya destacou como os erros cometidos por pessoas negras, especialmente no mundo do entretenimento, costumam ser amplificados em detrimento de suas realizações.

“Você comete erros na sua vida, e você é definido por esses erros, especialmente se você é negro”, afirmou o ator durante o Screen Talk, realizado na quarta-feira, no evento londrino. “Você nunca é definido pelo seu trabalho se cometeu um erro.” A fala de Kaluuya reflete sua percepção das barreiras e expectativas que muitas vezes acompanham atores negros, sugerindo que a sociedade frequentemente subestima o valor de seu trabalho.

Kaluuya ainda elogiou Ashley Walters, a quem credita como uma grande inspiração em sua carreira. O astro de “Corra!” e “Judas e o Messias Negro” revelou que ver Walters na capa de uma revista durante sua adolescência o motivou a acreditar que uma carreira na atuação era possível. “Eu pensei, ‘Ah, ele se parece comigo.’ Foi nesse momento que comecei a acreditar que poderia acontecer para mim.”

Além disso, Kaluuya recordou uma experiência que o impactou profundamente em sua abordagem à atuação: assistir Benicio Del Toro no set de “Sicario”. Ele comentou como Del Toro cortava falas para expressar fisicamente o que queria transmitir. “Ele estava apenas cortando, cortando, e estava tipo, ‘Eu posso te mostrar’”, relembrou Kaluuya, que se sentiu inspirado a adotar uma técnica semelhante.

Kaluuya também destacou o papel do falecido Chadwick Boseman em sua vida. Durante as filmagens de “Pantera Negra”, Boseman ofereceu conselhos sobre como lidar com o estrelato que estava prestes a chegar com o sucesso de “Corra!”. Kaluuya disse que Boseman o orientou sobre “o que dizer, o que não dizer”, fornecendo uma ajuda crucial em um momento de grande transformação em sua carreira.

Ao longo da conversa, Kaluuya expôs não apenas os desafios de sua jornada, mas também as importantes influências que moldaram sua carreira. Ele concluiu sua reflexão sobre os desafios enfrentados por atores negros, ressaltando a importância de quebrar estereótipos e redefinir o sucesso por meio do trabalho e da persistência.

Beyoncé faz aparição rara em evento de homenagem à mãe, Tina Knowles, em Nova York

0
Foto: Getty Images

Em uma de suas raras aparições públicas, Beyoncé, foi vista na noite de terça-feira, 8, em um evento de gala na cidade de Nova York, nos Estados Unidos, que homenageou Tina Knowles, reconhecida pelo Glamour Girls of the Year Awards de 2024 por seu impacto como empresária. A cantora Kelly Rowland, amiga de Beyoncé e que é considerada por Tina como sua filha, também esteve na premiação.

Embora tenha optado por não atravessar o tapete vermelho, Beyoncé foi fotografada dentro do evento ao lado de outras celebridades. Para a ocasião, a artista escolheu um look assinado pelo estilista Sergio Hudson: uma saia de seda dourada combinada com uma blusa amarela justa. Além do visual loiro platinado.

No evento, realizado no luxuoso resort Occasions Square EDITION, Tina Knowles, que também é mãe de Solange Knowles, afirmou em seu discurso que o melhor trabalho que teve foi ser mãe: “Eu fui muito abençoada na minha vida por poder fazer muitas coisas. Tive muitas carreiras, mas sempre disse que o melhor trabalho que já tive foi ser mãe. Tive o privilégio de criar e ajudar a criar quatro filhas. Eu sou uma chorona. Duas nasceram de mim e duas foram um presente de Deus”, afirmou emocionada, enquanto Beyoncé também ia às lágrimas com o discurso da mãe.

“Sabe, eu fui uma adolescente e jovem adulta um tanto rebelde, e nem sempre segui as regras, mas no dia em que me tornei mãe, decidi que essa era uma coisa que eu não iria estragar”, pontuou.

Zezé Motta recebe título de doutora honoris causa da Fiocruz por contribuição à cultura brasileira

0
Foto: Reprodução

No dia 31 de outubro, a atriz e cantora Zezé Motta, 80, será homenageada com o título de doutora honoris causa pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. De acordo com a colunista da Folha de S. Paulo, Monica Bérgamo, a cerimônia de entrega será realizada no auditório do Museu da Vida, em Manguinhos.

De acordo com a Fiocruz, o reconhecimento é concedido por sua “contribuição à cultura brasileira e atuação na luta antirracista, fundamental para o fortalecimento da democracia, redução das desigualdades e iniquidades no Brasil”. A honraria é a mais alta distinção dada pela instituição a personalidades que se destacam em áreas relevantes para a sociedade.

Zezé Motta, que soma 55 anos de carreira, é uma das artistas mais respeitadas do país, tendo participado de 70 filmes e mais de 50 produções na televisão, além de lançar 14 discos ao longo de sua trajetória. Além do seu trabalho no meio artístico, Zezé é uma voz importante nas pautas sociais, especialmente na defesa dos direitos da população negra e na luta contra o racismo.

A artista se junta a outros nomes de destaque que já receberam o título de doutor honoris causa da Fiocruz, entre eles o médico sanitarista Oswaldo Cruz, que fundou a instituição, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Tainara Ferreira é escolhida como embaixadora do Brasil na Africa Fashion Week, em Londres

0
Foto: Reprodução

A consultora de diversidade e letramento racial Tainara Ferreira, de Salvador, foi anunciada como embaixadora do Brasil na 14ª edição da Africa Fashion Week (AFW), que ocorre nesta sexta-feira e sábado, dias 11 e 12, em Londres, na Inglaterra. O evento é o maior da moda africana na Europa e reúne designers e profissionais de toda a África para celebrar a cultura afrodescendente.

Tainara, CEO da consultoria Deiyi Desconstruir e especialista em relações étnico-raciais, foi escolhida pela organização do evento por seu trabalho em prol do empoderamento negro e da luta antirracista, destacando-se na promoção de uma educação construtiva e representativa. Ela comemorou a oportunidade de representar o Brasil, país com a maior população negra fora da África, e ressaltou os laços históricos e culturais que conectam o Brasil e o continente africano.

“Estou muito feliz em ser embaixadora neste lindo festival, e ainda mais significativo é que isso acontece na Inglaterra, onde o processo de escravização foi articulado para o enriquecimento desta metrópole, assim como em Portugal, no caso do Brasil. Precisamos ocupar esses espaços e valorizar a cultura que tentaram dilacerar”, afirmou.

A Africa Fashion Week contará com desfiles de moda apresentando as últimas criações afrocentradas, exposições de mais de 50 designers renomados, apresentações culturais e painéis de discussão sobre moda, herança e cultura africanas. O evento acontece no Kensington Conference and Events Centre, em Londres.

Pela segunda vez, campanha da Heinz é retirada do ar após acusações de racismo

0
Foto: Heinz/Divulgação
Foto: Heinz/Divulgação

Na última segunda-feira (7), a Heinz divulgou uma nota pública pedindo desculpas por uma campanha publicitária acusada de remeter ao blackface, prática que reforça estereótipos negativos sobre pessoas negras. A campanha, chamada “Smiles”, foi lançada em países como Reino Unido, Espanha, Alemanha, França, Holanda e Itália, e rapidamente ganhou repercussão. Esta é a segunda vez que a Heinz se retrata por campanhas acusadas de racismo. Na semana anterior, a marca retirou um anúncio da VML Espanha, veiculado no Reino Unido, que foi criticado por perpetuar estereótipos sobre pais negros ausentes.

O anúncio recente, desenvolvido pelo recém-inaugurado escritório da agência Gut Nova York, mostrava pessoas sorrindo com ketchup ao redor da boca. Sob o conceito “Tem que ser Heinz”, a peça buscava uma referência ao filme Joker: Folie à Deux. No entanto, uma das imagens, que retratava um homem negro, gerou críticas pelas semelhanças com a prática do blackface e com espetáculos de menestréis, comuns entre os séculos 19 e 20, nos quais atores brancos pintavam o rosto de preto para representar pessoas negras de forma caricatural.

Esse é o segundo episódio recente em que a Heinz enfrenta críticas por campanhas vistas como racialmente insensíveis. Na semana anterior, um anúncio da VML Espanha para molhos de macarrão, veiculado no Reino Unido, foi acusado de perpetuar estereótipos sobre pais negros ausentes, ao mostrar um jantar familiar com pais brancos e apenas a mãe negra da noiva. Em ambos os casos, a Heinz pediu desculpas e reafirmou seu compromisso de aprender com os erros e evitar situações semelhantes no futuro.

Em resposta às críticas, a Kraft Heinz divulgou uma declaração por meio da agência Gut. “Estamos ouvindo e aprendendo ativamente, e pedimos sinceras desculpas por qualquer ofensa causada por nossa recente campanha ‘Smiles’”, disse um porta-voz da empresa ao portal Ad Age. A Heinz afirmou que a intenção era fazer uma referência à cultura pop, mas reconheceu o impacto negativo e se comprometeu a retirar o anúncio do ar imediatamente.

A$AP Rocky revela intimidade com Rihanna e os filhos em ensaio para W Magazine fotografado pela cantora: “É muita história entre nós”

0
Foto: Rihanna

A cantora e empresária Rihanna estreou como fotógrafa em um ensaio exclusivo de seu parceiro, o rapper A$AP Rocky, para a nova edição da W Magazine, lançada hoje. O casal, que é pai de dois filhos, Rza, de 2 anos, e Riot, de 1 ano, trouxe uma aura de intimidade e cumplicidade para a sessão realizada no renomado Mercer Hotel, em Nova York, nos Estados Unidos.

O ensaio marca a primeira vez que Rihanna, mundialmente conhecida por sua carreira musical e sucesso no ramo da beleza com sua marca Fenty Beauty, fotografa alguém para uma revista. A cantora, que também é uma importante figura no mundo da moda, organizou a sessão com o apoio criativo de Jeff Henrikson e styling de Matthew Henson. Rihanna demonstrou um domínio natural da câmera, incorporando referências icônicas como Keith Haring e Kate Moss em sua visão artística.

Foto: Rihanna/W Magazine/Divulgação
Foto: Rihanna/W Magazine/Divulgação

Na entrevista, concedida para Maxine Wally, A$AP conta como conheceu a estrela pop com quem tem dois filhos: “É muita história entre nós”, lembrou. “Eu sabia desde quando éramos mais novos. Nós dois sabíamos, eu acho. Então só foi certo quando ficamos mais velhos. Nós meio que nos reconectamos”, afirmou.

O rapper ainda falou sobre a personalidade dos filhos e sobre como se parecem com eles: “Acho que Rza vai ficar sozinho. Ele é introvertido”, afirmou. “Riot é extrovertido — ele é como a mãe. Rza é mais como o pai, como eu. E ele é meu gêmeo. Ele tem a testa da mãe, mas ele tem todo o resto de mim. Eu amo a testa grande do meu filho! Eu amei na mãe dele. Ouça ‘Jukebox Joints’”.

A$AP Rocky, cujo nome verdadeiro é Rakim Mayers, é uma figura consagrada no universo do rap e da moda. Ele começou sua carreira no início dos anos 2010 com o coletivo A$AP Mob e rapidamente se destacou com os álbuns Long. Live. A$AP (2013) e At. Long. Last. A$AP (2015), ambos no topo das paradas da Billboard. Além de sua música, Rocky se firmou como um ícone de estilo, misturando o streetwear com a alta costura, quebrando barreiras e se tornando referência no mundo da moda.

Rihanna, por sua vez, é uma das mulheres mais influentes da indústria do entretenimento. Além de seu legado na música, com sucessos como “Umbrella” e “Diamonds”, ela também revolucionou o mercado de beleza com o lançamento da Fenty Beauty em 2017. A marca ficou conhecida por sua abordagem inclusiva, oferecendo uma ampla gama de tons de base que celebram a diversidade e alcançaram sucesso imediato no mercado global.

A nova edição da W Magazine, disponível a partir de hoje, destaca não só a parceria artística entre Rihanna e Rocky, mas também o impacto de suas trajetórias individuais na música, moda e negócios. A produção contou com a direção criativa de Jeff Henrikson e o styling de Matthew Henson, reforçando a colaboração de grandes nomes da indústria em um projeto único e cheio de estilo.

Comissão de Direitos Humanos do Senado deve avaliar sugestão de plebiscito em 2026 para restauração da monarquia

0
Foto: Coleção José Kopke Fróes/Museu Imperial

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado vai avaliar uma sugestão legislativa que propõe a convocação de um plebiscito em 2026 para que os eleitores decidam sobre a restauração da monarquia no Brasil. A ideia, formalizada como Sugestão Legislativa (SUG) 9/2024, foi submetida por um cidadão de São Paulo após conseguir mais de 30 mil apoios no portal e-Cidadania, uma plataforma do Senado destinada à participação popular em atividades legislativas.

A proposta sugere a volta da monarquia parlamentarista no país, argumentando que o atual sistema republicano presidencialista “não tem se mostrado eficaz”. Segundo o autor da sugestão, identificado como Ilgner A. D. L., o modelo republicano demanda gastos significativos com negociações políticas no Congresso, que poderiam ser melhor direcionados ao investimento público. Ele afirma que o parlamentarismo monárquico tem funcionado com sucesso em países como Espanha, Inglaterra e Dinamarca, onde, segundo ele, os níveis de corrupção são menores e o governo eleito tem mais autonomia.

Se aprovada pela CDH, a sugestão pode se transformar em um projeto de lei que, caso aprovado no Congresso, resultaria na convocação de um plebiscito. Em 2019, uma proposta semelhante (SUG 18/2017) foi rejeitada pela mesma comissão. O envio de propostas pode ser feito por qualquer cidadão através do portal e-Cidadania e se receber pelo menos 20 mil assinaturas a proposta é enviada para a CDH, que vai decidir se a transformará em projeto de lei.

O Brasil foi uma monarquia por 67 anos, desde sua independência em 1822 até a proclamação da República em 1889. Durante esse período, o país foi governado por dois imperadores: D. Pedro I e D. Pedro II. De 1847 a 1889, o regime foi parlamentarista, sistema em que o chefe de governo era o presidente do Conselho de Ministros, enquanto o imperador mantinha-se como chefe de Estado.

A última consulta popular sobre a monarquia ocorreu em 1993, quando um plebiscito determinou a permanência do Brasil como uma república presidencialista. Na ocasião, mais de 86% dos eleitores votaram contra o retorno da monarquia.

error: Content is protected !!