“Estamos juntos e lutamos”: Hamilton repete gesto de medalhistas olímpicos em luta contra racismo

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Com o punho erguido, o piloto inglês Lewis Hamilton, da equipe Mercedes, subiu ao pódio neste domingo (12) após vencer o GP da Estíria, na Áustria. O finlandês Valtteri Bottas, da Mercedes, e o holandês Max Verstapen, da Red Bull, completaram o pódio.


Em junho, Lewis Hamilton participou de um protesto antirracismo no coração de Londres. O piloto da Mercedes usou uma bandana e desfilou com um cartaz com a inscrição “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) na capital britânica.

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Dos 16 pilotos que foram mostrados no grid, 4 ficaram em pé: o holandês Max Verstappen, da Red Bull, o monegasco Charles Leclerc, da Ferrari, o finlandês Kimi Raikkonen, da Alfa Romeo, e o russo Daniil Kvyat, da AlphaTauri.
Todos os pilotos usavam camisetas pretas com a inscrição “End racism” (“encerre o racismo”), com exceção de Lewis Hamilton, que vestiu uma camiseta preta com o texto “Black Lives Matter”.

O gesto tem se repetido em várias manifestações pelo mundo desencadeadas pela morte do americano George Floyd, um homem negro que morreu assassinado por um policial branco que se ajoelhou sobre o seu pescoço em Minneapolis, nos EUA, no dia 25 de maio.

Na primeira prova da temporada, que começou somente no último domingo devido à pandemia de Covid-19, seis pilotos não se ajoelharam, o que gerou descontentamento por parte de Lewis Hamilton, que lidera os protestos na F-1.
Naquela ocasião, Verstappen, Leclrerc, Raikkonen e Kvyat também não se ajoelharam, assim como o italiano Antonio Giovinazzi (Alfa Romeo) e o espanhol Carlos Sainz (McLaren).

O piloto compartilhou a foto do momento em seu Instagram, agradeceu a todos da equipe por “abrirem a mente e apoiá-lo”, “estamos juntos e lutamos”, escreveu.

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