Bridgerton: Série de época com negros em papel de nobres, bate recordes de audiência

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Foto: Reprodução

A Netflix afirmou que a série Bridgerton lançada no dia 25 de dezembro já ultrapassou 63 milhões de telespectadores, isso somente nos primeiros 12 dias no ar.

A série bateu recordes de audiência do mês de dezembro e se tornou o quinto maior lançamento de série original da Netflix na história do streamer. A série esteve entre as 10 melhores séries da Netflix em todas as nações, exceto o Japão.

Com muita representatividade negra a série chamou a atenção dos telespectadores por ter atores negros representando nobres europeus no século XIX.  Regé-Jean Page interpreta o personagem principal,  Simon Basset, o duque de Hastings enquanto Golda Rosheuvel interpreta ninguém mais, ninguém menos que a rainha Charlotte. Na ficção, a ascensão de Charlotte ao trono foi revolucionaria para as pessoas não-brancas.

A personagem da atriz Golda Rosheuvel foi baseada nas evidências de que a verdadeira rainha Charlotte era descendente de africanos. A produção é a primeira da parceria da Netflix com a Shondaland (produtora de Shonda Rhimes)

A diversidade da série agradou milhões de pessoas, mas o fato da representação fictícia de negros em posições de destaques incomodou algumas pessoas.

Em site como o IMDb, a série está sendo muito criticada e as avaliações negativas são em sua maioria, pelo fato do protagonista, o Duque de Hastings, ser negro. 

A mesma coisa pode ser vista no site brasileiro ‘UOL Splash’ em que grande parte dos comentários são de criticas a diversidade representada na série, “defensores da história” alegam que a produção fictícia foge da realidade…

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