Apesar da farsa da Bettina, que fez um milhão de uma forma que nem ela consegue provar, fato é que guardar dinheiro é a maneira mais inteligente de garantir um futuro melhor e sustentável. E engana-se quem pensa que isso só é possível para quem tem dinheiro sobrando. Guardar e investir faz parte de uma mudança comportamento em relação ao dinheiro, mas nós como comunidade negra não tivemos esse tipo de educação.

Na Virginia (EUA), Kevon L. Chisolm e seu filho Kamari “Junior WallStreeter” criaram um clube de investimento com serviços de consultoria financeira para aumentar a riqueza dos seus clientes, negros em grande maioria.

O clube funciona por meio de seminários que podem ser frequentados por pessoas acima dos 8 anos de idade. De acordo com Kevon, os seminários oferecem informações baseadas em pesquisas e estratégias para que qualquer um possa realizar o seu “sonho financeiro”.

“Quando criamos o Black WallStreeter, nos queríamos falar sobre algumas preocupações comuns que as pessoas têm sobre riqueza, como por exemplo, como guardar dinheiro para faculdade, para aposentadoria, como começar um novo negócio ou comprar uma casa”, explica Kevon.

A proposta de ser um clube, com encontros presenciais, não foi por acaso. A ideia é que aproximando pessoas parecidas, o projeto pode aliviar o estresse de tentar melhorar a condição financeira sozinho, individualmente.  Chilson já vem desse mercado há um tempo, tendo 15 ano de experiência em finanças e liderança, por meio da sua empresa Umoja.

No Brasil

No Brasil, o No Front é um projeto de educação financeira com foco na comunidade negra. Ele é liderado Gabriela Chaves,  economista formada pela PUC-SP, Mestranda em Economia Política Mundial na UFABC, com 5 anos de experiência no mercado Financeiro e Pesquisadora do NEPAFRO – Núcleo de Estudos Afro-Americanos.

O projeto oferece cursos presenciais de finanças pessoais e uma assessoria online para planejamento financeiro.

Para saber mais clique aqui.

 

 

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