Black money no Natal: Lista para quem quer comprar e quem quer vender

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Black money na prática é mapear afro-empreendedores e facilitar a exposição dos seus produtos e serviços para os consumidores. Tem gente fazendo coisas incríveis e todo mundo quer saber onde comprar. 

Em nosso Instagram (que você deveria seguir, caso não siga) pedimos aos nosso seguidores sugestões de lojas e marcas, de empresários negros, para que as pessoas pudessem comprar os presentes de final de ano com eles.

Foram mais de 800 comentários, cada um com pelo menos 2 nomes de afro-empreendimentos. 

Uma das seguidoras sugeriu que organizássemos os nomes dos comentários, mas foram muitos.  Confira aqui.

Decidimos então fazer um formulário para que qualquer um que tenha negócios ou serviços faça seu cadastro gratuitamente. A única exigência é que ela seja negra. 

Não vende nada, mas faz trança, é dentista, dá aula particular? Pode se inscrever também. A Lista será permanente. 

IMPORTANTE: O Mundo Negro não se responsabiliza pelos negócios fechados e nem procedência das empresas inscritas. Vale usar os critérios  de consumo de sempre, inclusive quando compramos dos nossos. 

Faça o cadastro da sua empresa (clique aqui)
Acesse a lista para encontrar o que você quer (clique aqui)

ESTÁ PROIBIDO O USO DOS DADOS DESSE FORMULÁRIO PARA OUTROS FINS QUE NÃO SEJA O CONTATO ENTRE EMPRESÁRIOS NEGROS E CONSUMIDORES POR MEIO DO SITE MUNDO NEGRO. USAREMOS NOSSAS PLATAFORMAS PARA DENUNCIAR QUEM USE ESSES DADOS EM OUTROS ESPAÇOS NÃO AUTORIZADOS.

O formato ainda não é o ideal, mas é o possível que podemos oferecer gratuitamente. 

Afro dicas de compras 

Selecionamos alguns negócios interessantes que apareceram nos comentários, de marcas com perfis bem legais no Instagram.

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Lançamento em novembro. A cor da demanda, de Éle Semog. ***** Em A cor da demanda, Éle Semog lança seu olhar afiado como lâmina em brasa sobre as realidades que ora nos afligem, ora nos enternecem. Seus poemas traduzem com uma sinceridade emocionante, e sem concessões, as conexões que o poeta traça com “os urbanos”, “com as mulheres”, “com o romance”, “com as crianças”, “com o machismo” e com o “racismo” – esta chaga que constitui e conduz as nossas sociabilidades. A cor da demanda é poesia pura, organismo vivo, boêmia e labor e, também, história reexistida – como bem idealizaram os escritores que, com Semog, no final da década de 1970 pensaram e escreveram o que se entende por literatura negro-brasileira. Nesta reexistência, a demanda é pelo estado de alerta para o que das negritudes vem sendo sequestrado, como dito no poema Na boca do povo, “Dizem de mim infernos. Só não falam de mim, o céu que me querem tomar.” O olhar do poeta, nesta coletânea, é quase sempre voo rasante sobre as superfícies da vida, quase as toca, segue livre; em alguns momentos mira a África, estrela iluminada na consciência afro-brasileira, “Como é bom poetar desde lá d’África. Não há griot que esqueça! Não há sorte que arrefeça!”. Dos múltiplos pontos de observação transformados em poesia, Semog mantem-se firme em impregnar o livro da sua existência de lutas, lutos e vitórias, “Do mel, sei apenas as ferroadas das abelhas, das flores, o perfume que acorda na memória multidões de defuntos do meu povo.”. É esta singularidade que torna este livro imprescindível, ler a vida e seus abismos pelo olhar poético de uma figura exemplar. Vagner Amaro – Editor da Malê

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