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	<title>(MN) Redação, Autor em Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Feb 2026 18:34:15 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sustentabilidade cultural como resistência: a gastronomia paraense em diálogo com o território carioca</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/sustentabilidade-cultural-como-resistencia-a-gastronomia-paraense-em-dialogo-com-o-territorio-carioca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 20:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[feira preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Adriana Veloso Falar de gastronomia amaz&#244;nica &#233;, necessariamente, falar de sustentabilidade cultural. No Par&#225;, a comida &#233; um sistema vivo de transmiss&#227;o de saberes, organiza&#231;&#227;o social e resist&#234;ncia hist&#243;rica dos povos afro-ind&#237;genas que moldaram a regi&#227;o. Ao trazer a cozinha paraense para o Rio de Janeiro, compreendi que esse movimento n&#227;o se tratava apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Adriana Veloso</em></p>



<p>Falar de gastronomia amazônica é, necessariamente, falar de sustentabilidade cultural. No Pará, a comida é um sistema vivo de transmissão de saberes, organização social e resistência histórica dos povos afro-indígenas que moldaram a região. Ao trazer a cozinha paraense para o Rio de Janeiro, compreendi que esse movimento não se tratava apenas de deslocamento geográfico, mas de um encontro cultural, no qual a alimentação se torna linguagem, mediação e afirmação identitária.</p>



<p>Quando deixei Belém e cheguei ao Rio, trouxe comigo técnicas, ingredientes e memórias, mas, sobretudo, uma responsabilidade: apresentar a cultura paraense de forma íntegra, respeitando suas origens e dialogando com um novo território. O Pará concentra uma das maiores biodiversidades alimentares do país, com uma cultura culinária fortemente baseada na pesca artesanal, no extrativismo vegetal e em práticas transmitidas oralmente entre gerações. Ingredientes como pirarucu, tambaqui, tucupi, maniva e farinhas artesanais são expressões diretas dessa relação profunda entre alimento, território e cultura.</p>



<p>Ao se instalar em solo carioca, essa gastronomia passa a dialogar com outras referências culturais, ritmos urbanos e hábitos alimentares distintos. Esse encontro não pressupõe adaptação que descaracteriza, mas troca. A sustentabilidade cultural, nesse contexto, manifesta-se justamente na capacidade de manter a essência da cozinha paraense enquanto ela se relaciona com novos públicos, novas escutas e novas formas de circulação.</p>



<p>Os pescados na brasa simbolizam esse diálogo. A técnica ancestral, presente nas culturas afro-indígenas amazônicas, encontra no Rio um novo cenário, sem perder seu sentido original. O uso do fogo, o respeito ao tempo do peixe e a valorização do ingrediente em sua forma mais pura reafirmam que tradição e contemporaneidade podem coexistir. Cozinhar peixe na brasa, em território carioca, é afirmar que os saberes tradicionais seguem vivos e atuais.</p>



<p>Ao longo desse percurso, entendi que a gastronomia é uma das ferramentas mais eficazes de introdução cultural. Muitas vezes, antes de ser chef, precisei ser mediadora. Explicar que o açaí, no Pará, é base alimentar e sustento, consumido com peixe e farinha, ou que o tacacá precisa estar quente para cumprir seu papel sensorial e simbólico, faz parte desse processo de aproximação. Quando o público carioca se abre para esses códigos, a comida deixa de ser exótica e passa a ser compreendida como cultura.</p>



<p>A escolha do subúrbio do Rio de Janeiro, no bairro do Riachuelo, como ponto de partida do Pescados na Brasa, reforça essa ideia de encontro. A cultura paraense é coletiva, de rua, de convivência. No contato cotidiano com a vizinhança, criamos um espaço onde a Amazônia se manifesta de forma viva, afetiva e acessível. A chegada a outros territórios da cidade, como o Leblon, amplia esse diálogo e reafirma que a cozinha de raiz, quando sustentada por rigor cultural, ocupa qualquer espaço.</p>



<p>Ao lado do Júnior, meu parceiro de vida e de trabalho, definimos o Pescados na Brasa como uma Embaixada Afetiva. Nosso compromisso com a sustentabilidade cultural está em garantir que os ingredientes cheguem à mesa com sua história preservada, respeitando os ciclos naturais, a pesca artesanal e os modos tradicionais de preparo. Resistir, nesse caso, é não ceder à simplificação ou à descaracterização de uma cultura complexa.</p>



<p>A cultura alimentar paraense é reconhecida como uma das mais ricas do Brasil não apenas pela diversidade de ingredientes, mas pela forma como articula memória, território e identidade. Quando esse repertório encontra o Rio de Janeiro, cria-se um espaço de aprendizado mútuo, onde a gastronomia cumpre seu papel social e educativo.</p>



<p>Mais do que um restaurante, o Pescados na Brasa é um território de encontro. Um espaço onde a cozinha paraense se afirma como resistência cultural e, ao mesmo tempo, se coloca em diálogo com a cidade, mostrando que alimentar também é criar pontes, fortalecer identidades e preservar saberes.<br><br>Texto: <strong>Adriana Veloso</strong> &#8211; O tempero dos peixes é dele e as receitas da cozinha são dela. Adriana Veloso e José Maria (Júnior) saíram do Pará e vieram para o Rio de Janeiro há 12 anos: ele, restaurador de artes barrocas, veio antes a trabalho, e ela veio acompanhar o marido, trabalhando como balconista em uma drogaria. Os peixes que o Júnior levava para os churrascos de amigos – já que Adriana não come carne vermelha nem frango, apenas frutos do mar – eram os mais cobiçados. O sucesso era tanto, que incentivado por eles, começaram a fazer peixes na brasa, além dos acompanhamentos, para vender num estacionamento da Av. 24 de Maio, no Riachuelo, em agosto de 2019. Era apenas para &#8220;pegar e levar&#8221;, mas em poucos meses os clientes paravam para beber e papear enquanto esperavam a comida, fazendo dali um “point”. Foi assim que eles saíram em busca de uma casa para expandir o negócio, no mesmo bairro. Nasceu o Pescados na Brasa, em novembro de 2019, um bar com peixes do norte assados e comidas típicas.  O que era um complemento de renda acabou virando um restaurante, sonho da Adriana há muitos anos – ter uma &#8220;peixaria&#8221;, que é como se chamam os restaurantes de peixe em Belém –, ainda na sua terra, onde trabalhou por muito tempo como garçonete, caixa e gerente de restaurantes. Negócio em família&#8230; Além do casal, Gabrielly Veloso, a filha, é o braço direito deles na operação da casa. E quem manda os insumos nortistas de lá pra cá? Os sogros!<br><br>*Esse conteúdo é fruto de uma parceria entre Mundo Negro e Feira Preta</p>
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		<title>Culinária Afrodiaspórica: da Gestão ao Prato</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/culinaria-afrodiasporica-da-gestao-ao-prato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 08:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[feira preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Laila Santos, co-fundadora e gestora do Restaurante Manden Baob&#225; Falar da culin&#225;ria afrodiasp&#243;rica no Brasil, &#233; o reconhecimento de que comer tamb&#233;m &#233; uma forma de manter viva uma hist&#243;ria que atravessa continentes. Compreender o h&#225;bito alimentar como extens&#227;o de uma conjuntura hist&#243;rica que une a nutri&#231;&#227;o, criatividade e principalmente, um coletivo, &#233; fundamental [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por: Laila Santos, co-fundadora e gestora do Restaurante Manden Baobá</em></strong></p>



<p>Falar da culinária afrodiaspórica no Brasil, é o reconhecimento de que comer também é uma <strong>forma de manter viva uma história que atravessa continentes</strong>. Compreender o hábito alimentar como extensão de uma conjuntura histórica que une a nutrição, criatividade e principalmente, um coletivo, é fundamental para entendermos que a presença africana é estrutura da nossa cultura. Essa compreensão é chave para os debates sobre <strong>culinária afro-brasileira</strong>, <strong>gastronomia africana, afroempreendedorismo gastronômico</strong> e <strong>gastronomia identitária</strong>.</p>



<p>O ato de cozinhar é muito além de preparo de alimentos, mas sim uma forma de manter viva uma herança cheia de afetos que atravessa gerações, sendo peça fundamental para iniciarmos essa conversa tão importante: a junção da <strong>culinária afrodiaspórica</strong> e a <strong>gestão gastronômica</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é culinária afrodiaspórica?&nbsp;</strong></h3>



<p>Falar de <strong>culinária afrodiaspórica no Brasil</strong>, é o resgate de um conjunto de práticas que une ingredientes e técnicas baseadas nas memórias espalhadas pelo território oriundas do período escravocrata. Ela nasce do encontro entre culturas africanas diversas e as condições impostas pela diáspora. Por isso, é tão criativa e resistente, se adaptando com ingredientes do nosso solo tão fértil, mostrando que o alimentar além de essencial, é afetivo, ancestral e ligado ao território &#8211; pilares importantes da <strong>culinária africana contemporânea</strong>.</p>



<p>Muitas vezes o termo é usado de forma superficial, mas ele reflete uma história complexa: são <strong>alimentos</strong>, modos de <strong>preparo</strong> e formas de <strong>organização</strong> que <strong>sobreviveram</strong> embora a grande tentativa contínua de <strong>apagamento cultural</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O interesse do público também mudou&nbsp;</strong></h3>



<p>Dentro desse cenário de resgate e valorização da <strong>gastronomia afro-brasileira</strong>, os dados mostram que o público brasileiro está cada vez mais interessado em experiências culinárias conectadas à identidade, memória e cultura:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>+48%</strong> de aumento nas buscas por gastronomia regional desde 2023</li>



<li><strong>+71%</strong> dos brasileiros dizem que comer é uma forma de expressar identidade cultural</li>



<li><strong>+32%</strong> de<a href="https://abrasel.com.br/noticias/noticias/turismo-internacional-cresce-brasil-anima-setor-bares-restaurantes/"> crescimento no turismo gastronômico</a> nacional</li>
</ul>



<p>Fonte: Google Trens, 2025 | Datafolha, 2024 | Ministério do Turismo, 2025</p>



<p>Esses números reforçam que a culinária afrodiaspórica ocupa um lugar cada vez mais reconhecido, buscado e valorizado no país, impulsionando o <strong>turismo gastronômico</strong>, o <strong>empreendedorismo negro</strong>, a <strong>educação alimentar afrocentrada</strong> e a criação de novos negócios no setor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conhecimento transmitido pela prática&nbsp;</strong></h3>



<p>Grande parte da culinária africana foi preservada pela oralidade por circunstâncias óbvias. Não precisamos falar de gerações muito passadas, mas as minhas avós não sabem escrever e o ensinamento de boca-a-boca sempre foi a comunicação primordial. Bem como eu aprendi a cozinhar arroz e feijão olhando minha mãe e minha vó fazerem quando pequena, nossos ancestrais ensinavam pela observação e pelo fazer; não existiam receitas escritas: a memória estava no ensinamento e no gesto.</p>



<p>Esse modo de aprender permanece vivo. Porém, com a necessidade de termos um garantidor de qualidade na gastronomia, as fichas técnicas, fichas de preparo, montagem, controle de estoque e demais ferramentas de gestão são fundamentais para conseguirmos levar exatidão sem perder o tempero e a continuidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-95119" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-768x1024.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-225x300.jpeg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-113x150.jpeg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-1152x1536.jpeg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-315x420.jpeg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-150x200.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-300x400.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-696x928.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502-1068x1424.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3502.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Arquivo pessoal</figcaption></figure>



<p>Formações como a <a href="https://paginas.feirapreta.com.br/fpcria-gastronomia-sp"><strong>Feira Preta Cria Gastronomia</strong></a>, que tive a honra de ser facilitadora a convite da <strong>Feira Preta</strong> em São Paulo, traz uma metodologia única e assuntos abordados no dia-a-dia das empreendedoras negras. O objetivo é potencializar negócios gastronômicos, auxiliando na vivência real das empreendedoras, entendendo como veicular de forma potente desde a <strong>criação</strong> ao <strong>consumo</strong>.</p>



<p>Essa formação respeita trajetórias, reconhece os saberes e reforça o valor da <strong>culinária afro diaspórica</strong> como linguagem de resistência, economia criativa e expressão cultural.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Gestão ancestral: Ubuntu como forma de trabalho&nbsp;</strong></h3>



<p>No Restaurante <strong>Manden Baobá</strong>, entendemos que a culinária começa na gestão. Inspirada na filosofia Ubuntu,<em>“eu sou porque nós somos”</em> a organização da equipe parte da ideia do senso de <strong>comunidade</strong>.</p>



<p>Cada pessoa é vista como parte essencial do processo, e não apenas como colaboradora. Essa abordagem está presente desde a criação dos pratos até o pós-atendimento. É a junção entre <strong>gestão coletiva</strong> e <strong>ancestralidade</strong> com <strong>propósito</strong> que sustenta a essencia do negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O prato como consequência&nbsp;</strong></h3>



<p>Quando olhamos para a culinária afrodiaspórica e africana a partir da gestão, da transmissão e da criatividade, entendemos que o prato é o último &#8211; não menos importante &#8211; passo de um processo maior. A riqueza cultural que se tem a nível de África é gigantesca. Em várias regiões, alimentos como o <strong>fufu</strong> &#8211; massa feita de mandioca, milho amarelo, inhame ou banana-da-terra &#8211; estão mais presentes do que o arroz. A Múcua, fruto da árvore de Baobá ou Embondeiro, como fruto nutritivo ricin em Vitamina C.</p>



<p>Essa diversidade mostra como a culinária é ligada ao território e à criatividade de cada povo. Mostra que o criativo é combinação de fatores, ingredientes e referências.</p>



<p>No <a href="https://www.instagram.com/restaurantemandenbaoba?igsh=engwMG0wZzZydjZo" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Manden Baobá</strong></a>, cada preparação carrega essa base: uma mistura de memória, identidade, tempero e cuidado. Não se trata apenas de comida, mas de um movimento cultural vivo que conecta <strong>história</strong> e <strong>gestão</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-95120" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-2048x1365.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_8467-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Pratos do Manden Baobá (Foto: Willy Roberto)</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Culinária afrodiaspórica é patrimônio vivo&nbsp;</strong></h3>



<p>A culinária afrodiaspórica é um patrimônio que se renova diariamente e que segue firme mesmo diante das dificuldades históricas.</p>



<p>Da <strong>gestão</strong> ao <strong>prato</strong>, tudo se conecta à ancestralidade e ao compromisso de valorizar a cultura africana em suas diversas formas. Para quem trabalha com gastronomia africana ou afrodiaspórica, olhar para o prato exige olhar também para gestão, para equipe, economia, território e principalmente, a ancestralidade.</p>



<p>É nessa junção que conseguimos criar um negócio sólido, promovendo experiências profundas e memória preservada &#8211; tanto para quem faz acontecer, quanto para quem quer conhecer.</p>



<p>Unindo história e estratégia, vamos muito mais longe. <strong>Ubuntu!</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Texto: <strong>Laila Santos</strong> — Empreendedora, comunicóloga, co-fundadora e gestora do <strong>Restaurante</strong> <strong>Manden Baobá</strong> (Vila Mariana – São Paulo). Criadora de soluções que valorizam a culinária africana por meio da gastronomia, geração de renda e educação cultural. Facilitadora da formação <strong>Feira Preta Cria Gastronomia</strong>, atua na construção de experiências, negócios e narrativas que fortalecem o afroempreendedorismo gastronômico no Brasil.</em></p>



<p>Esse conteúdo é fruto de uma parceria entre Mundo Negro e Feira Preta.</p>
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		<title>Novembro Azul: dados, riscos e como identificar precocemente o câncer de próstata</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/novembro-azul-dados-riscos-e-como-identificar-precocemente-o-cancer-de-prostata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 08:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[homens negros]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde masculina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Dr. Sahna Wilbonh de Barros, M&#233;dico urologista e titular da Sociedade Brasileira de Urologia&#160;(CRM-SP 144.578 / RQE 65.633) A pr&#243;stata &#233; uma gl&#226;ndula que faz parte do sistema urogenital masculino, cuja secre&#231;&#227;o comp&#245;e parte do esperma, auxiliando na fecunda&#231;&#227;o. Este &#243;rg&#227;o se localiza na pelve, anteriormente ao reto e abaixo da bexiga, envolvendo a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por: Dr. Sahna Wilbonh de Barros, Médico urologista e titular da Sociedade Brasileira de Urologia (CRM-SP 144.578 / RQE 65.633)</em></strong></p>



<p>A próstata é uma glândula que faz parte do sistema urogenital masculino, cuja secreção compõe parte do esperma, auxiliando na fecundação. Este órgão se localiza na pelve, anteriormente ao reto e abaixo da bexiga, envolvendo a parte inicial da uretra. Estas relações permitem que a próstata seja examinada através do reto (por meio do toque ou por equipamentos) e explicam porquê afecções da próstata têm variadas repercussões nas funções reprodutiva e urinária.</p>



<p>O tumor maligno (câncer) da próstata é uma doença de grande relevância médica e socioeconômica. Trata-se da neoplasia mais prevalente no sexo masculino, quando excluímos os tumores de pele não-melanoma (que baixa repercussão clínica). Dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer) estimam que ocorreram cerca de 72.000 novos casos ao ano (cerca de 30% de todos os cânceres em homens no Brasil) e quase 70 novos casos para cada 100.000 homens no período de 2023 a 2025.</p>



<p>Pelo menos 1 em cada 9 homens será afetado em algum momento da vida, mas, além de sua frequência, também preocupa sua mortalidade, pois é o 2º câncer mais letal, com cerca de 16.000 óbitos anuais no país (aproximadamente 1 a cada 40 minutos).</p>



<p>Esses dados trazem a importância da conscientização sobre o tema, visto que não há estratégias bem definidas de prevenção deste tumor, embora estilo de vida saudável possa reduzir o seu aparecimento (ter alimentação saudável, praticar atividade física e evitar obesidade). Focamos então no diagnóstico precoce, com objetivo de detecção da doença nas fases iniciais (quando os índices de cura são muito elevados), porém, nesta fase, a doença não apresenta sintomas, havendo necessidade de rastreamento.</p>



<p>Este é feito por meio da combinação do exame digital da próstata e da dosagem do PSA (antígeno prostático específico). O primeiro é feito através do toque retal, que pode indicar alterações sugestivas de câncer (como a presença de nódulos), sendo um exame rápido, acessível e indolor. O segundo é a quantificação da proteína produzida pela próstata, que pode estar elevada em casos de câncer. Deve ser ressaltado que ambos são importantes e complementares, então um não substitui o outro, visto que o PSA pode estar com dosagens normais em até 20% das vezes em que há câncer.&nbsp;</p>



<p>Caso haja alteração em um desses, é fundamental seguir com a investigação complementar, que normalmente é feita com biópsia de próstata, mas que pode ser precedida de ressonância magnética do órgão (exame não invasivo e que possibilita melhor seleção dos casos suspeitos, com redução do número de biópsias desnecessárias e melhor identificação focos suspeitos da doença). Somente a biópsia pode estabelecer o diagnóstico do câncer de próstata, além de informar características que determinam o potencial de agressividade da doença. Esta estratégia é extremamente eficaz e possibilitou a queda de mortalidade pela doença nas últimas décadas.</p>



<p>A doença avançada pode se manifestar com perda de peso, fraturas ósseas, retenção urinária, disfunção erétil e presença de sangue na urina ou no esperma, por exemplo, e, muitas vezes, a cura não é possível nesses estágios.</p>



<p><strong>A Sociedade Brasileira de Urologia indica a realização de rastreamento a partir de 50 anos de idade na população masculina geral e a partir de 45 anos nos homens com fatores de risco (histórico familiar de câncer de próstata e/ou etnia negra).</strong></p>



<p>Sabe-se que a evolução clínica do câncer de próstata pode ser bastante variável, com casos que variam de indolência (tumores de baixa agressividade e baixo risco progressão, logo com mínima interferência na morbimortalidade) até doenças de agressividade elevada (com altos riscos disseminação e de mortalidade).&nbsp;</p>



<p>Por essa razão, as condutas devem ser sempre avaliadas para cada caso e o paciente deve ser informado das possibilidades dentro do cenário da sua doença. O conjunto de avaliações clínicas, laboratoriais, de imagem e os achados da biópsia são essenciais na definição de conduta. Assim, tentamos direcionar tratamentos mais agressivos para casos de maior risco, que ainda que tenham maior risco de complicações como incontinência urinária e disfunção erétil, favorecem a cura. Em casos de baixo impacto clínico, procuramos evitar o super tratamento, visto que tem maiores índices de complicação, sem necessariamente impactar na redução de mortalidade, que já seria baixa.</p>



<p>Entre as diversas opções de manejo da doença destacamos: vigilância ativa, tratamento cirúrgico (denominado prostatectomia radical e que pode ser por vias aberta, videolaparoscópica ou robótica), radioterapia, hormonioterapia e quimioterapia. Essas modalidades podem ser empregadas de maneira isolada ou combinada na busca do melhor tratamento para cada paciente, sempre visando maiores índices de cura e menores de complicações, com mais sobrevida e melhor qualidade de vida.</p>



<p></p>
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		<title>O papel da mulher negra na integração econômica África–Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-papel-da-mulher-negra-na-integracao-economica-africa-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 08:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[África-Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Rachel Maia O fluxo hist&#243;rico e cultural entre &#193;frica e Brasil tem sido uma fonte rica de trocas, saberes, pr&#225;ticas culturais, tecnologias e redes comerciais. Num momento em que cadeias de valor se reconfiguram, as mulheres negras surgem como protagonistas imprescind&#237;veis da integra&#231;&#227;o econ&#244;mica entre os dois territ&#243;rios. Mais um m&#234;s de novembro chega [&#8230;]</p>
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<p><strong><em>Por: Rachel Maia</em></strong></p>



<p>O fluxo histórico e cultural entre África e Brasil tem sido uma fonte rica de trocas, saberes, práticas culturais, tecnologias e redes comerciais. Num momento em que cadeias de valor se reconfiguram, as mulheres negras surgem como protagonistas imprescindíveis da integração econômica entre os dois territórios.</p>



<p>Mais um mês de novembro chega ao fim, e pensar no quanto os nossos negócios impactam positivamente o mercado é motivo para um fortalecimento estratégico e de investimentos condizentes com o valor agregador entre países que crescem mutuamente, por sua cultura, resistência e, principalmente, soluções.</p>



<p>Russa de nascimento, angolana de origem e naturalizada brasileira, Marília Simão é founder e CEO da MAD IN. Ela, que tem uma extensa formação nas áreas da comunicação, marketing e finanças, divide aqui suas percepções e colaboração nessa conexão crescente entre o Brasil e o continente africano.</p>



<p>“Tenho observado, a partir da minha trajetória à frente da MAD IN, uma necessidade sem precedentes de diálogo econômico entre África e Brasil. Esse movimento vai além do comércio; é uma reconstrução de identidade e de propósito entre povos que compartilham raízes e visão de futuro. Nos últimos anos, o comércio entre Brasil e países africanos ultrapassou US$13 bilhões em 2024, segundo o Itamaraty, marcando uma nova fase da cooperação Sul–Sul e abrindo espaço para lideranças femininas e negras”, enfatiza a CEO.</p>



<p>Laços históricos e contemporâneos com territórios africanos mantêm vivas trocas comerciais, e a luta das mulheres negras que desde o período colonial, transformam conhecimentos tradicionais em formas de subsistência, resistência e empreendedorismo. Setores como moda e design afrocentrado, cosméticos e cuidados capilares com base em insumos naturais, agroindústria de produtos típicos, artesanato, gastronomia e economia criativa (música, audiovisual) são exemplos de negócios que convertem autenticidade em diferencial competitivo.</p>



<p>“A juventude africana vive um momento de autodomínio econômico notável. Startups e projetos de impacto social florescem em todo o continente, impulsionando setores como agro, mineração e energias renováveis. Essa força produtiva mostra uma geração disposta a transformar potencial em protagonismo, e o Brasil tem muito a contribuir com tecnologia, experiência e afinidade cultural”, afirma Marília.</p>



<p>Mesmo com potencial evidente, mulheres negras empreendedoras enfrentam obstáculos estruturais que atravessam ambos os lados do Atlântico: acesso restrito a capital, informalidade e falta de capacitação para exportação são alguns exemplos dos desafios. Apesar disso, há oportunidades concretas para ampliar e consolidar a integração econômica de negócios afrocentrados.</p>



<p>“Como mulher negra e líder, acredito que nossa presença em espaços de decisão não é simbólica, é estratégica. Minha virada empreendedora aconteceu em 2020, após encerrar uma sólida trajetória no mercado financeiro em Angola. Da experiência que acumulei nasceu o desejo de criar soluções que unissem estratégia e propósito — foi assim que fundei a H.up Assessoria, empresa que rapidamente se destacou pela excelência em gestão e estruturação financeira”, comenta a empresária.</p>



<p>Carregar um legado de resistência e criatividade empreendedora faz parte dos nossos modos operandi de sobrevivência. Mulheres que enfrentam obstáculos contínuos e triplas jornadas, criam soluções para si e para suas comunidades, muitas vezes sem entenderem, tão somente, a extensão comercial em que se aplica seu modelo de negócio.</p>



<p>“No mês de novembro, celebramos tanto o Dia da Consciência Negra quanto o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, datas que simbolizam a resistência e o poder transformador da mulher negra. Na MAD IN, vejo diariamente esse poder se materializar em ação com mulheres como Fatima Martinazzo, Ruth Silva, Barbara Lins e prof. dra Regla Massahud que me auxiliam com suas expertises e, nas mulheres em geral que lideram, criam soluções e constroem pontes entre continentes. Elas representam não apenas o futuro do empreendedorismo, mas o presente da inovação inclusiva”, enfatiza Simão.</p>



<p>Estamos diante de dados que refletem não apenas a dimensão comercial, mas o amadurecimento do mercado global e de finanças entre o Brasil e continente africano — um terreno fértil para parcerias estratégicas e de impacto, que possibilitaram crescimento exponencial tanto para os países quanto para aqueles que vislumbram negócios sustentáveis e lucrativos.</p>
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		<title>Prêmio Potências! 2025 chega a quinta edição com Taís Araujo, Paulo Vieira e Maju Coutinho entre os indicados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 08:55:25 +0000</pubDate>
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<p>Com o tema <strong>“A celebração da voz negra”</strong>, o <strong>Prêmio Potências! 2025</strong> chega a quinta edição nesta segunda-feira, 24 de novembro, na Sala São Paulo, com uma homenagem especial a <strong>Péricles</strong>, que celebra 40 anos de uma trajetória marcada por talento, resistência e representatividade. </p>



<p>Idealizado por Julio Beltrão, CEO do prêmio, e produzido pela Mynd, o Prêmio Potências! fez no início do mês de novembro, no <strong>Teatro Porto</strong> o <strong>Potências Day</strong>, um verdadeiro esquenta. Um encontro potente que celebrou criatividade, representatividade e o impacto das vozes negras que estão transformando o mercado. Além de dois painéis principais que refletem a pluralidade de vozes que movem o setor, com a presença de <strong>Bárbara Brito</strong>, <strong>Deh Bastos</strong>, <strong>Isa Silva</strong>, <strong>M.M. Izidoro</strong>, <strong>Zé Ricardo</strong> e <strong>Péricles</strong>, o evento apresentou as 13 categorias que valorizam o protagonismo negro na publicidade, na cultura e no entretenimento.</p>



<p>Entre as categorias estão o prêmio Creator do Ano, Profissional do Ano, Artista do Ano, Personalidade do Ano, Música do Ano e Atriz do Ano. Todas estes troféus entregues pelas marcas patrocinadoras. </p>



<p>Grandes nomes que representam a força e a diversidade da criatividade preta contemporânea se destacam nas indicações, como <strong>Taís Araújo, Maju Coutinho, Paulo Vieira, Camila Pitanga, Gilberto Gil, Lucas Leto, Mano Brown, Zé Ricardo, Belize Pombal, Liniker, Thiaguinho, Bella Campos, Ludmilla, Gaby Amarantos e Lázaro Ramos</strong>, que refletem o impacto da arte e da representatividade na construção de novas narrativas no país.</p>



<p>“O Prêmio Potências nasceu para valorizar o protagonismo preto e reconhecer quem transforma o mercado, a cultura e a sociedade. Hoje, ele se consolida como uma plataforma de influência, negócios e impacto que vai muito além de uma premiação — é um movimento que projeta o futuro”, afirma <strong>Julio Beltrão</strong>, CEO do Prêmio Potências!</p>



<p>Para ampliar o alcance da celebração e conectar diferentes públicos, a DiaTV — primeiro canal de televisão digital desenvolvido por criadores de conteúdos — e o PodPah, um dos videocasts mais influentes do país, unirão forças para realizar a transmissão simultânea do evento e do black carpet de hoje, 24 de novembro. A parceria promete levar a experiência ao vivo para milhões de espectadores em múltiplas plataformas, consolidando o evento como um dos momentos mais aguardados do entretenimento brasileiro.</p>
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		<title>Jimmy Cliff, ícone jamaicano, morre aos 81 anos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/jimmy-cliff-icone-jamaicano-morre-aos-81-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 08:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cantor e lenda do reggae Jimmy Cliff faleceu aos 81 anos, conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira (24) em seu perfil oficial no Instagram. A nota, assinada por sua esposa, Latifa, informou que o artista morreu em decorr&#234;ncia de uma convuls&#227;o seguida de pneumonia. Considerado uma das vozes mais importantes da m&#250;sica jamaicana, Cliff deixa [&#8230;]</p>
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<p>O cantor e lenda do reggae<strong> Jimmy Cliff </strong>faleceu aos 81 anos, conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira (24) em seu perfil oficial no Instagram.</p>



<p>A nota, assinada por sua esposa, Latifa, informou que o artista morreu em decorrência de uma convulsão seguida de pneumonia. Considerado uma das vozes mais importantes da música jamaicana, Cliff deixa um legado imenso para a cultura negra mundial.</p>



<p>&#8220;É com profunda tristeza que compartilho a notícia de que meu marido, Jimmy Cliff, faleceu devido a uma convulsão seguida de pneumonia. Sou grata à sua família, amigos, colegas artistas e colegas de trabalho que compartilharam sua jornada com ele. A todos os seus fãs ao redor do mundo, saibam que o apoio de vocês foi a força dele durante toda a sua carreira. Ele realmente apreciava o carinho de cada um dos fãs. Gostaria também de agradecer ao Dr. Couceyro e a toda a equipe médica, que foram extremamente atenciosos e prestativos durante este difícil processo. Jimmy, meu querido, que você descanse em paz. Seguirei seus desejos. Espero que todos respeitem nossa privacidade neste momento difícil. Mais informações serão fornecidas posteriormente. Até logo, lenda. Latifa, Lilty e Aken.&#8221;</p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DRb4cExDAa5/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DRb4cExDAa5/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; 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		<title>O sabor que cura o mundo: gastronomia amazônica, saberes ancestrais e o futuro que cozinha no presente</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-sabor-que-cura-o-mundo-gastronomia-amazonica-saberes-ancestrais-e-o-futuro-que-cozinha-no-presente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 17:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[feira preta]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia amazônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Denis Lima, Professor de Gastronomia e Engenheiro de Alimentos A Amaz&#244;nia cozinha antes de falar: identidade, territ&#243;rio e ancestralidade Aqui o tempo tem cheiro: de tucupi fresco, de castanha estalando no fogo, de peixe curado na brasa e de terra molhada depois da chuva. &#201; nessa alquimia de natureza e afeto que se revela [&#8230;]</p>
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<p><strong><em>Por: Denis Lima, Professor de Gastronomia e Engenheiro de Alimentos</em></strong></p>



<p><strong>A Amazônia cozinha antes de falar: identidade, território e ancestralidade</strong></p>



<p>Aqui o tempo tem cheiro: de tucupi fresco, de castanha estalando no fogo, de peixe curado na brasa e de terra molhada depois da chuva. É nessa alquimia de natureza e afeto que se revela a nossa gastronomia um saber que não nasceu em livro, mas em fogueiras, panelas de barro e mãos que aprenderam com a floresta. A comida na Amazônia é mais que sustento, cosmologia, resistência e memória. Representa a ciência dos povos que cultivam o equilíbrio com a terra muito antes de existir a palavra “sustentabilidade”.</p>



<p>A gastronomia amazônica constitui um campo de conhecimento que transcende o ato de alimentar-se. Ela é a síntese da história, da biodiversidade e das relações humanas com o território. Como instrutor e pesquisador da área gastronômica, percebo que cada ingrediente<br>da Amazônia carrega uma narrativa própria, marcada por ancestralidade e resistência cultural. O uso do tucupi, do jambu, da mandioca e do açaí, por exemplo, expressa um modo de vida e uma identidade coletiva. Esses ingredientes, quando trabalhados nas práticas pedagógicas, permitem que os alunos compreendam a cozinha como um espaço de pertencimento, memória e valorização territorial.</p>



<p>Ensinar gastronomia amazônica é, portanto, ensinar pertencimento. É compreender que cada preparo conta uma história e que o ato de cozinhar pode ser uma forma de preservar saberes, valorizar comunidades e promover respeito à floresta e aos povos que dela vivem.</p>



<p><strong>Saberes ancestrais e a dimensão educativa da gastronomia</strong></p>



<p>Os saberes ancestrais da Amazônia são transmitidos pela oralidade, pela convivência e pela prática. São conhecimentos que integram ciência e espiritualidade, técnica e sensibilidade. Como educador, percebo que cada aula é uma oportunidade de aproximar os alunos dessas heranças culturais e de reconhecer a sabedoria dos povos originários, ribeirinhos e quilombolas. As práticas culinárias tradicionais como o uso medicinal do jambu, o preparo do tucupi fermentado e o manejo sustentável da mandioca revelam um conhecimento profundo sobre o equilíbrio entre o homem e a natureza.</p>



<p>Integrar esses saberes aos processos educativos significa transformar o ensino culinário em instrumento de consciência e emancipação. Quando o aluno compreende o valor simbólico e curativo do alimento, ele passa a cozinhar com consciência, reconhecendo que cada prato é também um gesto de cura, de memória e de respeito à ancestralidade.</p>



<p>Essa prática educativa reforça o papel da gastronomia como ferramenta de empoderamento cultural. Ao trazer para a sala de aula ingredientes, histórias e técnicas tradicionais, formam-se profissionais multiplicadores desses saberes, capazes de inovar sem romper com as raízes que sustentam a cultura alimentar amazônica.</p>



<p><strong>O futuro que se cozinha no presente: educação, sustentabilidade e inovação</strong></p>



<p>Quando falamos em mudanças climáticas e COP30, não falamos de um futuro distante, falamos daquilo que já está na panela agora. Cada colher de farinha de mandioca, cada tucumã descascado, cada azeite de dendê preparado por mãos negras e indígenas é uma tecnologia de sobrevivência climática. A gastronomia da floresta ensina o tempo do cuidado: plantar respeitando o ciclo da lua, colher sem esgotar o solo, compartilhar o excedente com a comunidade. É agricultura familiar, circular e espiritual, onde nada se perde e tudo se transforma.</p>



<p>Pensar no futuro da gastronomia amazônica é pensar também no papel da educação como instrumento de mudança. A formação gastronômica contemporânea precisa integrar teoria, prática e consciência ambiental. O futuro da cozinha amazônica nasce no presente,<br>nas aulas que estimulam o uso sustentável dos recursos, o respeito à biodiversidade e o protagonismo das comunidades locais.</p>



<p>Com esse espírito, o Instituto Feira Preta, em parceria com o Assaí Atacadista e a Academia Assaí, realizou a turma “Feira Preta Cria Gastronomia na Amazônia”. A iniciativa reforça a importância de formar cozinheiros comprometidos com o território, com a economia<br>local e com a valorização dos saberes tradicionais. Ao unir ensino, afeto e sustentabilidade, a gastronomia torna-se uma prática de transformação capaz de curar não apenas o corpo, mas também a memória e o planeta.</p>



<ol class="wp-block-list"></ol>



<p>Desse modo, o “sabor que cura o mundo” nasce da consciência que se constrói em sala de aula e nas cozinhas comunitárias. É o sabor do respeito à floresta, à cultura e às pessoas. O futuro que cozinha no presente é aquele em que cada profissional formado compreende<br>que alimentar é também educar, cuidar e transformar.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><em>Texto: <strong>Denis Lima</strong>. Engenheiro de alimentos formado pela Universidade Federal do Pará, especialista em Vigilância Sanitária e Qualidade dos Alimentos e técnico em Alimentação Escolar pela SECTEC. Atualmente é mestrando em Desenvolvimento Rural e Empreendimentos Agroalimentares pelo IFPA – Campus Castanhal e graduando em Tecnologia de Alimentos pela UEPA. Com nove anos de experiência na indústria de alimentos e bebidas, atua em funções de liderança de equipe, aliando conhecimento técnico e visão estratégica. Além disso, é instrutor e articulador em projetos de formação e fortalecimento de empreendedores do setor alimentício, com foco em qualidade, segurança alimentar e valorização da produção local.</em></p>



<p>Esse conteúdo é fruto de uma parceria entre Mundo Negro e Feira Preta.</p>
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		<title>Preta Brasileira: o salão que nasceu com R$ 800 e virou referência de beleza afro e formação de trancistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 16:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No M&#234;s da Consci&#234;ncia Negra, hist&#243;rias de mulheres negras que transformam seus territ&#243;rios por meio da economia criativa ganham ainda mais for&#231;a. Entre essas lideran&#231;as est&#225; Leia Abadia, fundadora do sal&#227;o Preta Brasileira, um dos empreendimentos de beleza afro mais influentes da zona leste de S&#227;o Paulo. Leia iniciou o sal&#227;o em 2010 com apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No <strong>Mês da Consciência Negra</strong>, histórias de mulheres negras que transformam seus territórios por meio da economia criativa ganham ainda mais força. Entre essas lideranças está<strong> Leia Abadia</strong>, fundadora do salão<strong> Preta Brasileira</strong>, um dos empreendimentos de beleza afro mais influentes da zona leste de São Paulo. Leia iniciou o salão em 2010 com apenas um espelho e R$ 800. Quinze anos depois, o que começou como um sonho individual se consolidou como referência na estética afro, especializado em cabelos crespos e cacheados, com múltiplas unidades em bairros de maioria negra. Hoje, o Preta Brasileira atua também como um hub cultural voltado para autoestima, formação profissional e impacto social.</p>



<p>Leia divide a gestão com as irmãs <strong>Suelen Lima, Glaucileia Fátima e Roselaine Silva</strong>. Cada uma ocupa um papel estratégico: Suelen Lima, artista plástica e trancista, conduz o Marketing e as Mídias Sociais; Glaucileia Fátima atua no setor de Recursos Humanos; Roselaine Silva, matemática e engenheira financeira, é responsável pelo Administrativo, Financeiro e Projetos; e Leia Abadia lidera a visão e o propósito do salão. Juntas, elas formaram uma estrutura sólida que impulsionou o nascimento do <strong>Preta Cultural</strong>, braço dedicado à formação de trancistas, rodas de conversa e ações de valorização da estética negra. “Trabalhar com as minhas irmãs é um ato de amor e resistência. O Preta Brasileira é mais do que um salão: é um espaço de transformação”, afirma Leia.</p>



<p>A história de Leia ecoa a realidade de milhares de mulheres negras que encontram no empreendedorismo não apenas uma oportunidade de renda, mas um caminho de autonomia e reconstrução de identidade. <strong>O recente estudo Empreendedoras Negras 2024, do Instituto Rede Mulher Empreendedora (RME), reforça esse cenário:</strong> <strong>86,2% das mulheres negras entrevistadas empreendem ou trabalham por conta própria</strong>. Muitas entram no setor após viverem discriminação racial no mercado de trabalho — uma motivação citada por 9,1% das entrevistadas.</p>



<p>O mercado de beleza aparece como um dos principais espaços de atuação, reunindo 19% dessas empreendedoras. O dado revela como saberes ancestrais, como o trançado, se reinventam como negócios contemporâneos. A recente oficialização da profissão de trancista pelo Ministério do Trabalho também fortalece essa cadeia. Para Leia, o reconhecimento valida o que ela sempre defendeu: “as trancistas entregam identidade, autoestima e futuro e, por isso, devem se posicionar como empresárias”.</p>



<p>Mas, apesar dos avanços, o estudo do RME também escancara que <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/empreendedoras-negras-sao-as-que-mais-enfrentam-barreiras-no-acesso-ao-credito-aponta-pesquisa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mais de 70% das empreendedoras negras relatam ter vivido discriminação racial no ambiente de trabalho, e metade afirma que o racismo ainda dificulta a expansão dos negócios</a></strong> — seja no acesso a crédito, na relação com clientes ou no alcance a redes profissionais.</p>



<p>Esse cenário mostra que o empreendedorismo feminino negro ultrapassa a ideia de iniciativa individual. Ele se consolida como prática política. A filósofa <strong>Djamila Ribeiro</strong> já afirmou que fortalecer negócios negros “não é caridade, mas uma questão de economia e política”. Para ela, apoiar mulheres negras que empreendem é questionar estruturas historicamente excludentes e redistribuir oportunidades em um país marcado por desigualdades profundas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Redes de apoio: mulheres investindo em mulheres</strong></h3>



<p>Em meio a esses desafios, um elemento se destaca como fator de sucesso: a solidariedade e o investimento mútuo entre mulheres negras. O caso de Leia Abadia e do Preta Brasileira ilustra bem esse princípio. Além de criar um negócio sustentável para si, buscam agora alavancar outras profissionais negras por meio da tecnologia. Ela está à frente do desenvolvimento da <strong>Ibraid</strong>, uma beauty tech concebida para conectar trancistas, consumidoras e lojistas em uma plataforma digital. A proposta da Ibraid é ambiciosa e inovadora: usar tecnologia contemporânea para ampliar o alcance de um saber ancestral, criando uma rede que facilite a contratação de trancistas, ofereça capacitação e gere inclusão financeira para essas profissionais. Essa startup nascente, gestada a partir de uma ideia vencedora em hackathon, já nasce com apoio de outras mulheres e organizações alinhadas à causa. O hub de impacto social <strong>CIVI-CO</strong>, por exemplo, acolheu a Ibraid em seu espaço, dando suporte estrutural para o projeto decolar.</p>



<p>Outra parceria essencial vem da tecnologia. A <strong>Baruk</strong>, uma das poucas empresas brasileiras de inteligência artificial fundadas por uma mulher negra, tornou-se aliada estratégica da Ibraid. À frente da empresa está <strong>Ana Cabral, CEO da Baruk</strong>, que acredita que investir em mulheres negras é um caminho direto para a transformação estrutural.</p>



<p>“Investir em mulheres pretas e periféricas não é apenas uma questão de justiça social, é uma estratégia para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil”, afirma Ana. Segundo ela, ao direcionar capital, conhecimento e oportunidades a esse grupo, estamos corrigindo uma falha estrutural que limita o próprio potencial do país. </p>



<p>“O retorno desse investimento é multifacetado. Economicamente, estamos desbloqueando um potencial de consumo, inovação e geração de empregos imenso. Mulheres, especialmente as negras, tendem a reinvestir cerca de 90% de sua renda em suas famílias e comunidades, o que significa que cada real investido nelas gera um efeito multiplicador, fortalecendo a economia local de forma sustentável. Socialmente, ao apoiá-las, quebramos ciclos de pobreza e promovemos a diversidade no ecossistema de inovação. Novas perspectivas geram novas soluções para problemas antigos, criando um mercado mais resiliente, criativo e conectado com a realidade da maior parte da população brasileira. É um investimento que gera dividendos em capital humano, social e financeiro”, explica Ana Cabral.</p>



<p>A atuação da Baruk vai além do aporte financeiro. Ana estrutura seus investimentos com três pilares: capital inteligente com mentoria estratégica, acesso a redes qualificadas e fortalecimento da liderança empreendedora. Isso inclui treinamentos, apoio emocional e abertura de portas em um mercado que historicamente invisibilizou mulheres negras.</p>



<p>Ela destaca que, com apoio certo, as empreendedoras negras deixam de atuar na sobrevivência para alcançar a expansão. “O resultado mais transformador, no entanto, é ver essas mulheres, que sempre estiveram acostumadas ao trabalho duro e solitário, agora contarem com recursos financeiros confortáveis e, principalmente, com tempo para se dedicarem ao crescimento estratégico de seus negócios. Isso prova que, com o aporte certo, o talento que sempre existiu floresce e gera um impacto exponencial”, enfatiza.</p>



<p>Essa aliança entre empreendedoras cria um ciclo positivo de oportunidades. A Ibraid, prevista para ser lançada em breve, já envolve dezenas de trancistas e parceiras que participarão de sua construção coletiva. Não se trata apenas de um novo aplicativo, mas do que Leia chama de “tecnologia ancestral” caminhando de mãos dadas com a tecnologia digital. “Religar a tradição ao futuro é o que estamos fazendo. Trança e tecnologia podem andar juntas para gerar riqueza na periferia”, diz Leia, ao comentar a sinergia do projeto. Iniciativas assim mostram que, quando mulheres pretas investem em mulheres pretas, os ganhos são compartilhados, há geração de renda, mas também fortalecimento identitário e comunitário.</p>
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		<title>Dia da Consciência Negra: marchas e atos no Brasil que celebram o 20 de Novembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 15:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo segundo ano como feriado nacional, o Brasil celebra nesta quinta-feira (20) o Dia Nacional de Zumbi e da Consci&#234;ncia Negra, data que reafirma a resist&#234;ncia hist&#243;rica do povo negro. O 20 de Novembro homenageia Zumbi dos Palmares, refer&#234;ncia de luta e liberdade e l&#237;der do Quilombo dos Palmares. Nesta data, entidades organizam marchas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pelo segundo ano como feriado nacional, o Brasil celebra nesta quinta-feira (20) o <strong>Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra</strong>, data que reafirma a resistência histórica do povo negro. O 20 de Novembro homenageia <strong>Zumbi dos Palmares</strong>, referência de luta e liberdade e líder do Quilombo dos Palmares. </p>



<p>Nesta data, entidades organizam marchas e atos para reivindicar o direito ao bem-viver, à reparação e a um futuro em que a democracia seja realidade para a população negra, que segue enfrentando desigualdades profundas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Porto Alegre — Marcha Independente Zumbi Dandara</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>19/11, às 17h</strong></li>



<li>Concentração: Largo Glênio Peres</li>
</ul>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DRKuy3NAWyM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DRKuy3NAWyM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<h3 class="wp-block-heading"><strong>São Paulo — 22ª Marcha da Consciência Negra</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>20/11, às 11h</strong></li>



<li>Concentração: MASP, Avenida Paulista</li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram wp-block-embed-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DRHto1lDXyD/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DRHto1lDXyD/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Rio de Janeiro — Lavagem do Monumento Zumbi dos Palmares</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>20/11, às 10h</strong></li>



<li>Av. Presidente Vargas</li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram wp-block-embed-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DRF5FUBDs_G/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DRF5FUBDs_G/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Salvador — 20 de Novembro</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>7h30: Lavagem da Estátua de Zumbi (Praça da Sé)</li>



<li>15h: 46ª Marcha Zumbi-Dandara (concentração no Campo Grande)</li>
</ul>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DRKQn4sDXCK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DRKQn4sDXCK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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		<title>Brunch e marcenaria: experiência criada por mulheres negras une gastronomia afetiva e artesanato em madeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 10:55:03 +0000</pubDate>
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<p><strong><em>Evento oferece manhã com comida da Casa Zuri e oficina prática onde participantes criam peça decorativa para levar para casa</em></strong></p>



<p>Uma experiência que conecta gastronomia afetiva e artesanato acontece no dia 29 de novembro. Promovido por mulheres negras através do HUB Mundo Negro, em parceria com a Luana Hazine e a Casa Zuri, o evento propõe uma manhã onde os participantes alimentam corpo e criatividade com um brunch preparado pela equipe da Casa Zuri seguido de uma oficina prática de marcenaria.</p>



<p>A proposta é oferecer uma vivência completa, onde os participantes fazem a montagem e customização de uma peça decorativa em madeira, um chaveiro de 18cm de circunferência que podem levar para casa ou presentear. Todos os materiais de produção, incluindo madeira, tingidores e encaixes, estão inclusos no valor do ingresso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A marceneira</strong></h2>



<p>Luana Hazine é publicitária de formação e marceneira por paixão. Criadora da marca Luana Hazine Handcrafted, ela une ancestralidade, design e utilidade para transformar madeira em peças que contam histórias.</p>



<p>Sua trajetória começou em 2017 e evoluiu para uma oficina profissional inspirada na estética afrocentrada. Nas redes sociais, onde compartilha dicas e técnicas de marcenaria, seu trabalho soma mais de 1 milhão de visualizações no Instagram e TikTok. Além de produzir suas próprias peças, Luana atua como instrutora, levando seu conhecimento para o público.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O espaço</strong></h2>



<p>A Casa Zuri funciona como um espaço multifuncional onde criatividade e gastronomia se encontram. Criada por Vera e Amanda, a casa se propõe a ser um ambiente acolhedor e funcional, ideal para acolher eventos e experiências que fogem do convencional.</p>



<p>O evento acontece no dia 29 de novembro, das 10h às 13h, na Rua Nova Orleans, 34, no Brooklin. O investimento é de 3x de R$ 100 sem juros ou R$ 300 à vista, com pagamento pelo Sympla <strong><a href="https://mla.bs/0d914035" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(clique aqui)</a></strong>. As vagas são limitadas.</p>
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