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	<title>Silvia Nascimento, Autor em Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>&#8220;Eu me dei conta de que dou conta de ocupar todas essas gavetinhas&#8221;: Rafael Zulu conta como equilibra empresas, família e carreira na TV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro neg&#243;cio de Rafael Zulu quebrou. Era um bar, abriu porque ele sempre foi apaixonado pela noite, e fechou porque ele n&#227;o sabia o que estava fazendo. &#8220;Quando voc&#234; est&#225; num neg&#243;cio que n&#227;o entende, n&#227;o faz um business plan e n&#227;o cuida, est&#225; fadado ao fracasso. Foi o que aconteceu&#8221;, ele conta, em [&#8230;]</p>
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<p>O primeiro negócio de <strong>Rafael Zulu</strong> quebrou. Era um bar, abriu porque ele sempre foi apaixonado pela noite, e fechou porque ele não sabia o que estava fazendo.</p>



<p>&#8220;Quando você está num negócio que não entende, não faz um business plan e não cuida, está fadado ao fracasso. Foi o que aconteceu&#8221;, ele conta, em entrevista exclusiva ao Mundo Negro.</p>



<p>Hoje, Zulu é sócio de empresas em frentes bem distintas. Due.inc, no corporativo. Tardezinha, no entretenimento. Adore, incorporadora que está entre as maiores construtoras de Pernambuco. Negócios de hospedagem e tecnologia. Mais o trabalho de ator, que nunca parou, e agora a estreia como apresentador do <strong>Papo de Segunda, no GNT.</strong></p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-768x1024.png" alt="" class="wp-image-95517" style="aspect-ratio:3/2;object-fit:cover" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-768x1024.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-225x300.png 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-113x150.png 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-315x420.png 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-150x200.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-300x400.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-696x928.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-1068x1424.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3.png 1080w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</div>


<p>A trajetória dele interessa por uma razão específica. A maioria das pessoas que empreende no Brasil não é herdeira, começa do zero. E a maior parte das histórias de sucesso circuladas por aí esconde o tombo do começo. Zulu não esconde.</p>



<p>&#8220;Acredito que todo mundo que quebra algum dia sai fortalecido para os próximos negócios&#8221;, afirma. &#8220;Inclusive, sempre digo: ter um sócio que já quebrou na vida é algo positivo, pois esse cara não vai querer passar por aquilo novamente.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-95519" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-1024x1024.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-300x300.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-150x150.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-768x768.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-420x420.png 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-696x696.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-1068x1068.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5.png 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Depois do bar, ele mudou o método. A regra passou a ser uma só.</p>



<p>&#8220;Sempre optei por ter sócios que já eram ligados à área. Eu não me meto num negócio do qual não sei absolutamente nada&#8221;, diz. &#8220;Sempre fui curioso e quis entender de tudo um pouquinho.&#8221;</p>



<p>A Tardezinha entrou na vida dele quando ele já tinha, nas palavras dele, &#8220;uma capacidade maior de entendimento empresarial&#8221;. Se cercou de gente que entendia do negócio. Com a Adore foi igual: sócios do meio da construção civil, com o conhecimento técnico que ele não tinha.<br><br></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-768x1024.png" alt="" class="wp-image-95518" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-768x1024.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-225x300.png 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-113x150.png 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1152x1536.png 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-315x420.png 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-150x200.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-300x400.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-696x928.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1068x1424.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4.png 1365w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>O que Zulu coloca na mesa é o que ele construiu fora do negócio específico. &#8220;No final do dia, eu empresto meu relacionamento e meu conhecimento em Marketing, que é minha formação, atuando diretamente nesse setor. Se você entra num negócio com a tranquilidade de querer aprender com quem já está ali, as coisas tendem a dar certo.&#8221;</p>



<p>É a lógica de um ecossistema, e ele nomeia assim. &#8220;O mercado corporativo exige muito tempo de escritório, e meus sócios contribuem para que eu possa atuar em outras frentes, entendendo que minha presença na TV também abastece o nosso negócio. É um ecossistema que gira.&#8221;</p>



<p>A pergunta que segue naturalmente é sobre rotina. Como alguém dá conta de atuação, empresas, apresentação de um programa semanal de TV e ainda mantém a família como prioridade declarada?</p>



<p>&#8220;A paternidade pesa, mas confesso que não atrapalha em nada, porque meus filhos crescem com a certeza de que o papai precisa voar para que eles possam voar também&#8221;, responde Zulu.</p>



<p>Ele é pai de Luiza, de 19 anos, que segundo ele já cresceu entendendo essa lógica, e de Kalu. &#8220;Tudo o que faço é conversado com minha esposa e minha filha.&#8221;</p>



<p>A organização, ele diz, vem antes. &#8220;Consigo organizar minha vida porque sou um cara organizado. Faço um milhão de coisas, mas sei parar um dia inteiro para ficar com a família.&#8221;</p>



<p>E quando não dá para parar, a família vai junto. &#8220;Se viajo para um trabalho fora do Rio, por vezes cato o bonde e todo mundo vai comigo. Minha família nunca atrapalhou porque, antes de eles chegarem, eu já trabalhava. Não vou abrir mão da minha vida e do meu trabalho, eles estarão comigo nos meus sonhos.&#8221;</p>



<p>Para os próximos cinco anos, a aposta não é concentrar em uma frente. É manter todas.</p>



<p>&#8220;Eu me dei conta de que dou conta de ocupar todas essas gavetinhas&#8221;, afirma. &#8220;A Tardezinha é sazonal, o que é maravilhoso. No ano em que ela acontece, demanda muito, mas geralmente nos finais de semana. Agora no Papo de Segunda, a segunda-feira é um dia tomado, mas o restante da semana a gente administra. É um caos organizado! E eu amo o caos organizado. Não saberia não fazer esse tanto de coisa que eu faço.&#8221;</p>



<p>O Papo de Segunda estreia sua 18ª temporada no dia 27 de abril, segunda, às 22h30, no GNT. Rafael Zulu chega ao programa junto com Gil do Vigor, compondo com João Vicente de Castro e Francisco Bosco uma das formações mais diversas da atração em mais de uma década de história.</p>



<p>Sobre entrar no sofá de um programa que ele mesmo já assistiu como fã, Zulu é direto. Ser um dos dois homens pretos da nova formação já diz algo.</p>



<p>&#8220;Como um homem preto num programa, a gente sabe que liga a televisão e não se reconhece muitas vezes. Eu me vejo muito pouco na TV, hoje um pouco mais na teledramaturgia&#8221;, ele diz. &#8220;Então, eu acho que estar ali já é um ato de resistência. Um homem preto ocupando um espaço daquele ali, sem falar nada, já representa uma espécie de militância.&#8221;</p>



<p>Ele adianta que não vai se furtar. &#8220;Quero falar sobre as minhas questões e as questões da minha comunidade, do meu povo. Se ainda precisamos falar, é porque as coisas ainda estão acontecendo aí fora. Eu seria muito cobrado pela minha comunidade se não trouxesse nossos temas para dentro de uma conversa como essa.&#8221;</p>



<p>No fim, a trajetória de Rafael Zulu entrega uma síntese rara. A de um homem preto que ocupa TV aberta, TV paga, conselho de empresa e obra em Pernambuco ao mesmo tempo, e que olha para trás sem esconder o primeiro tombo. O bar que quebrou virou método. O método virou negócio. E o negócio virou ecossistema.</p>
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		<title>Tecnologia e nostalgia: Avon aposta em IA para ajudar consultoras e traz Toque de Amor de volta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 19:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;A Femtech s&#243; faz sentido se o resultado aparecer no sorriso da consumidora e na conta banc&#225;ria da nossa Consultora.&#8221; A frase &#233; de Leonardo Ribeiro, gerente de Branding da Avon, e resume a aposta da marca em seu reposicionamento: unir intelig&#234;ncia artificial e mem&#243;ria afetiva sem perder de vista quem sempre sustentou o neg&#243;cio. [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p><em>&#8220;A Femtech só faz sentido se o resultado aparecer no sorriso da consumidora e na conta bancária da nossa Consultora.&#8221;</em> A frase é de <strong>Leonardo Ribeiro, gerente de Branding da Avon, </strong>e resume a aposta da marca em seu reposicionamento: unir inteligência artificial e memória afetiva sem perder de vista quem sempre sustentou o negócio.</p>



<p>Aos 140 anos, a Avon anuncia um rebranding que ela mesma define por dois eixos: tecnologia e nostalgia. De um lado, uma estratégia &#8220;Digital-First&#8221; com 20 agentes de inteligência artificial trabalhando nos bastidores. Do outro, o retorno de fragrâncias clássicas como Charisma, Topaze e Toque de Amor, reunidas na chamada Iconic Collection.</p>



<p><strong>Tecnologia para quem vende</strong></p>



<p>A promessa da IA não é substituir a consultora, é tirar da frente dela o que atrapalha. &#8220;Estamos falando em simplificar a vida da nossa Consultora de Beleza&#8221;, afirma Ribeiro. Segundo ele, o objetivo é que a tecnologia resolva a parte burocrática e logística, para que a consultora possa focar no que ela é mestre: o relacionamento e a consultoria de beleza.</p>



<p>Na prática, os agentes de IA atuariam para que cada consultora receba informações mais precisas sobre o que suas clientes desejam, tornando a venda mais ágil e personalizada. &#8220;Para a mulher que está na ponta, isso não chega como um discurso, mas como tempo e produtividade&#8221;, diz o executivo.</p>



<p>A questão que fica em aberto é como esse suporte chega para quem não tem smartphone de última geração ou acesso estável à internet. Ribeiro afirma que a estratégia &#8220;não nasceu para excluir&#8221;, e que a marca investe em plataformas intuitivas, mas não detalha mecanismos concretos para esse grupo.</p>



<p><strong>Pele negra no centro da inteligência de produto</strong></p>



<p>No campo da representatividade, a Avon se reposiciona como <em>Femtech</em>, empresa que usa tecnologia, ciência e dados para atender às necessidades reais das mulheres. &#8220;Entendemos que a pele negra não é um anexo ao portfólio; ela é o centro da nossa inteligência de produto&#8221;, afirma Ribeiro. A resposta, segundo ele, é técnica e estrutural, embora não detalhe quais produtos ou iniciativas concretas materializam essa afirmação.</p>



<p><strong>Nostalgia com reverência</strong></p>



<p>O movimento que a marca batizou de <em>Newstalgia</em> parte do reconhecimento de que sua herança é seu maior diferencial. &#8220;Não se trata de viver no passado, mas de ter reverência por ele&#8221;, define Ribeiro. O retorno de Toque de Amor, Charisma e Topaze é apresentado como uma forma de validar memórias afetivas de milhões de brasileiras, atualizando o que é icônico para as novas gerações.</p>



<p>A Avon foi pioneira, em 1886, ao estruturar um modelo de vendas baseado na independência financeira feminina, quando Mrs. Albee percorria os Estados Unidos de trem para engajar outras mulheres, muito antes do direito ao voto feminino. O desafio agora é mostrar que, 140 anos depois, essa essência sobrevive ao rebranding.</p>
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		<title>Dia 21 de março: UNEafro Brasil recebe novos estudantes de cursinho popular em aulão na USP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:41:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Douglas Belchior]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[uneafro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Internacional para a Elimina&#231;&#227;o da Discrimina&#231;&#227;o Racial, a UNEafro Brasil realiza seu Aul&#227;o Inaugural 2026, marcando o in&#237;cio do ano letivo dos cursinhos populares voltados &#224; juventude negra, perif&#233;rica e da classe trabalhadora. O evento acontece na Faculdade de Filosofia, Letras e Ci&#234;ncias Humanas da USP, na Cidade Universit&#225;ria, em S&#227;o Paulo, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, a UNEafro Brasil realiza seu Aulão Inaugural 2026, marcando o início do ano letivo dos cursinhos populares voltados à juventude negra, periférica e da classe trabalhadora. O evento acontece na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, na Cidade Universitária, em São Paulo, a partir das 9h.</p>



<p>A escolha da data é simbólica. O dia 21 de março foi instituído pela ONU em memória ao Massacre de Sharpeville, ocorrido em 1960 na África do Sul, quando 69 pessoas foram assassinadas durante um protesto pacífico contra o regime do apartheid.</p>



<p>A programação inclui a Aula Magna, que neste ano será conduzida por Sheila de Carvalho, advogada, professora e atual Secretária Nacional de Acesso à Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e por Douglas Belchior, professor de História, ativista do movimento negro e cofundador da UNEafro e da Coalizão Negra por Direitos.</p>



<p>O aulão também celebra os 17 anos da organização, fundada em 5 de março de 2009 a partir de uma ocupação da Faculdade de Medicina da USP, em ato que denunciava a desigualdade racial no acesso ao ensino superior.</p>



<p>Em 2026, mais de 130 estudantes da rede conquistaram vagas em universidades públicas, entre elas USP, Unifesp, Unesp, UFRJ, UERJ e UFABC. Durante o evento, alguns deles compartilharão suas trajetórias com os novos ingressantes. A programação ainda conta com atrações artísticas, roda de capoeira, almoço no bandejão e um tour pelo campus.</p>



<p>A UNEafro Brasil atua em mais de 40 núcleos de educação popular espalhados por periferias de São Paulo e outros municípios, além de estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e o Distrito Federal.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Serviço</strong> <strong>Aulão de Boas-Vindas – UNEafro Brasil</strong> <strong>Data:</strong> 21 de março de 2026 <strong>Horário:</strong> 9h às 17h <strong>Local:</strong> FFLCH-USP – Av. Professor Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, Butantã/SP</p>
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		<title>Jordan, Coogler e Arkapaw fazem história no Oscar 2026 com &#8220;Pecadores&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/jordan-coogler-e-arkapaw-fazem-historia-no-oscar-2026-com-pecadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 01:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Michael B Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Pecadores]]></category>
		<category><![CDATA[ryan coogler]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Estou aqui por causa das pessoas que vieram antes de mim. Sidney Poitier, Denzel Washington, Halle Berry, Jamie Foxx, Forest Whitaker, Will Smith. Estar entre esses gigantes, entre esses grandes, entre meus ancestrais, entre os meus&#8230; isso significa tudo.&#8221; Com essas palavras,&#160;Michael B. Jordan&#160;recebeu a estatueta de Melhor Ator na 98&#170; edi&#231;&#227;o do Oscar, realizada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Estou aqui por causa das pessoas que vieram antes de mim. Sidney Poitier, Denzel Washington, Halle Berry, Jamie Foxx, Forest Whitaker, Will Smith. Estar entre esses gigantes, entre esses grandes, entre meus ancestrais, entre os meus&#8230; isso significa tudo.” Com essas palavras,&nbsp;<strong>Michael B. Jordan&nbsp;</strong>recebeu a estatueta de Melhor Ator na 98ª edição do Oscar, realizada no último domingo (15) no Dolby Theatre, em Los Angeles. Foi o momento mais simbólico de uma noite em que “Pecadores”, filme concebido, escrito e dirigido pelo cineasta negro&nbsp;<strong>Ryan Coogler,&nbsp;</strong>registrou quatro vitórias e uma série de recordes históricos.</p>



<p>Jordan venceu pelo papel dos irmãos gêmeos Smoke e Stack, personagens que retornam ao sul dos Estados Unidos na década de 1930 para abrir um bar de blues e se veem diante de uma ameaça sobrenatural. O filme foi recordista de indicações na história da premiação, com 16 nomeações. Além da estatueta de Melhor Ator, o longa também levou os prêmios de Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora Original.</p>



<p>Ao subir ao palco para receber o Oscar de Melhor Roteiro Original, Coogler abriu o discurso pedindo ao público que se sentasse: “Por favor, por favor. Cresci em Oakland, na Califórnia, e a gente fala muito.” Em seguida, pediu que todo o elenco e a equipe do filme se levantassem.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!tjtJ!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F78b414f0-095d-4778-960b-4285dbad1b9b_4096x2730.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!tjtJ!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F78b414f0-095d-4778-960b-4285dbad1b9b_4096x2730.jpeg" alt="Image" title="Image"/></a></figure>



<p>“Vocês são incríveis. Vocês são os verdadeiros vencedores para mim”, disse, antes de se emocionar ao falar da família. “Às minhas crianças que estão em casa assistindo: me desculpem por todo o tempo longe. Pai ama vocês. Memórias são tudo que temos. Espero ter dado a vocês algumas boas. Quando vocês forem abençoados com uma vida longa e eu me tornar apenas uma memória, quero que se lembrem de uma coisa: eu amo vocês mais do que qualquer coisa.”</p>



<p>Coogler se tornou o segundo roteirista negro a vencer na categoria de Melhor Roteiro Original. O primeiro foi Jordan Peele, por “Corra!” (2017).</p>



<p>A outra grande conquista histórica da noite veio com&nbsp;<strong>Autumn Durald Arkapaw,&nbsp;</strong>diretora de fotografia de “Pecadores”. Com ascendência filipina e afro-americana, ela se tornou a primeira mulher na história a vencer a categoria de Melhor Fotografia no Oscar, e também a primeira mulher não branca a receber a honraria. Ao subir ao palco, Arkapaw pediu que todas as mulheres presentes se levantassem.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!hPMU!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F7f33de21-9fd8-44d9-889c-700c5cafe052_1000x667.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!hPMU!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F7f33de21-9fd8-44d9-889c-700c5cafe052_1000x667.jpeg" alt="Autumn Durald Arkapaw at the 98th Annual Oscars held at Dolby Theatre on March 15, 2026 in Hollywood, California." title="Autumn Durald Arkapaw at the 98th Annual Oscars held at Dolby Theatre on March 15, 2026 in Hollywood, California."/></a><figcaption class="wp-element-caption">Autumn Durald Arkapaw &#8211; Getty Image</figcaption></figure>



<p>“É uma honra estar aqui. Não cheguei aqui sem vocês. Eu digo isso de coração. Senti tanto amor, de todas essas mulheres, conheci tantas pessoas, e momentos assim acontecem por causa de vocês”, declarou.</p>



<p>Arkapaw também foi a primeira mulher diretora de fotografia a filmar em IMAX 65mm e Ultra Panavision. Sua parceria com Coogler vem do set de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Sobre o trabalho em “Pecadores”, ela disse que o roteiro a tocou desde a primeira leitura. “Quando li a história, me senti muito perto de casa. Há tanto amor que foi derramado neste filme. É assim que você faz filmes realmente ótimos: você dedica o máximo de si mesmo nele.”</p>



<p>“Pecadores” terminou a noite com quatro estatuetas em um Oscar dominado por “Uma Batalha Após a Outra”, de Paul Thomas Anderson, que levou seis prêmios, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. A vitória de Anderson na categoria de direção deixou de fora Coogler, que seria o primeiro cineasta negro a vencer Melhor Diretor em quase 100 anos de premiação.</p>



<p><em>Foto: Getty Images</em></p>
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		<title>Mundo Negro se une ao TikTok em reconhecimento à ancestralidade negra na alimentação sustentável</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mundo-negro-se-une-ao-tiktok-em-reconhecimento-a-ancestralidade-negra-na-alimentacao-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 20:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentaçao saudável]]></category>
		<category><![CDATA[chefs negros]]></category>
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		<category><![CDATA[ingrediente principal tiktok]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil foi escolhido pelo TikTok para inaugurar a campanha global #IngredientePrincipal e a escolha diz muito sobre a rela&#231;&#227;o dos brasileiros com a comida. Com um investimento de R$ 2,7 milh&#245;es, o projeto une tecnologia, educa&#231;&#227;o e impacto social para democratizar o acesso &#224; informa&#231;&#227;o sobre alimenta&#231;&#227;o saud&#225;vel, dentro e fora das comunidades. E [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil foi escolhido pelo TikTok para inaugurar a campanha global <strong>#IngredientePrincipal</strong> e a escolha diz muito sobre a relação dos brasileiros com a comida. Com um investimento de R$ 2,7 milhões, o projeto une tecnologia, educação e impacto social para democratizar o acesso à informação sobre alimentação saudável, dentro e fora das comunidades. E vai muito além do digital: em parceria com a <strong>Ação da Cidadania</strong>, o TikTok prevê a inauguração em 2026 de um hub físico em São Paulo, com cozinha solidária, escola de gastronomia, banco de alimentos e um eixo de criação de conteúdo integrado ao espaço, onde empreendedores poderão ampliar o alcance do seu trabalho e gerar mais inclusão econômica.</p>



<p>Para Handemba Mutana Diretor de Responsabilidade Social da plataforma, o TikTok é mais do que entretenimento. &#8220;A comunidade do TikTok é extremamente engajada e já demonstrou seu impacto no mundo real em outros momentos, como no grande fenômeno mundial BookTok, que faz livros se tornarem bestsellers. Ao fundir o poder do engajamento digital com ações sociais concretas, transformamos o online em algo tangível, que irá se refletir em refeições servidas, educação prática e oportunidades geradas&#8221;, afirma. Segundo ele, hashtags como #Comida, #Gastronomia e #Alimentação já somam mais de 10 milhões de publicações no TikTok, o que torna o Brasil um terreno natural para dar o start dessa conversa global.</p>



<p>É nesse contexto que o <strong>Mundo Negro</strong>, com o suporte do <strong>Guia Black Chefs</strong>, entra como parceiro estratégico da campanha, produzindo uma série exclusiva de vídeos com profissionais negros que são referência na gastronomia e nutrição brasileira. &#8220;Colocar criadores negros como protagonistas nessa conversa é um reconhecimento da riqueza e profundidade de suas tradições culinárias e da influência direta disso na culinária brasileira contemporânea&#8221;, reforça Handemba.</p>



<p>&#8220;Pessoas negras têm voz, repertório e conhecimento. Esta não é a nossa primeira parceria com o TikTok, mas é a que mais irá amplificar nosso talento e excelência na gastronomia e nutrição para um grande número de pessoas. Serão ao todo 200 conteúdos assinados pela curadoria do Mundo Negro&#8221;, afirma Silvia Nascimento (@silvia_nascimentoo), CEO e Head de Conteúdo do Mundo Negro.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7609055934026927368" data-video-id="7609055934026927368" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>O <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> é a história que cada corpo carrega. Essa é a dica do nutricionista baiano Rafa Bastos (@Rafa Bastos Nutri ). Para ele, antes de falar sobre dieta ou hábitos alimentares, a gente precisa entender quem a gente é.</p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7609056101846502161?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
</div></figure>



<p>A série tem início em 20 de fevereiro e reúne nomes como o chef e assistente social <strong>Edson Leite</strong>, fundador da Gastronomia Periférica e premiado internacionalmente; a cozinheira ancestral <strong>Iyá Sônia Oliveira</strong>, idealizadora do Yeyê Bistrô e premiada na PowerList 2025 do Mundo Negro; o nutricionista <strong>Saulo Gonçalves</strong>, o Saulo Nutri, conhecido por desmistificar a alimentação saudável com humor e consciência; a chef baiana <strong>Manuela Gomes</strong>, a Chef Mannu Bombom, referência na culinária afro-baiana; o afrochef <strong>Ronaldo Assis</strong>, da Larô Gastronomia Afro-Diaspórica; a pesquisadora e nutricionista <strong>Bruna Crioula</strong>, especialista em alimentação numa afroperspectiva; a chef cearense <strong>Marina Araújo</strong>, vencedora do Que Seja Doce; o confeiteiro <strong>Allan Mamede</strong>, também campeão do Que Seja Doce; a cozinheira <strong>Solange Borges</strong>, criadora do Culinária de Terreiro; o chef <strong>Lucas Amancio</strong>, do projeto Maniva; o chef pernambucano <strong>Bruno</strong>, o Preto na Cozinha; o gastrólogo quilombola <strong>Joélho Caetano</strong>, da Sorvete Caetanos; o nutricionista <strong>Rafa Bastos</strong>; a chef <strong>Bianca Oliveira</strong>, da Casa do Dendê; a matrigestora <strong>Mestra Kelma Zenaide</strong>, da Kitutu Gastronomia Afro-brasileira; e o cozinheiro <strong>Gerson Fernandes</strong>.</p>



<p>Acompanhe a série completa no perfil do Mundo Negro no TikTok (@sitemundonegro) e no Guia Black Chefs (@guiablackchefs).</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient</p>
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		<title>O que fica depois do Dia da Consciência Negra?</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-que-fica-depois-do-dia-da-consciencia-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 15:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Let&#237;cia Castor e Rosimeire Cruz As reflex&#245;es acerca do Dia da Consci&#234;ncia Negra e de Zumbi dos Palmares &#8212; uma data que potencializa a luta do povo negro por seu lugar de direito &#8212; s&#227;o tamb&#233;m um dia de balan&#231;o e de revela&#231;&#227;o. Para onde estamos caminhando? E a quem a narrativa do racismo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por <a href="https://www.instagram.com/betweentwolungs_">Letícia Castor</a> e <a href="https://www.instagram.com/rosimeireecruz/">Rosimeire Cruz</a></p>



<p>As reflexões acerca do Dia da Consciência Negra e de Zumbi dos Palmares — uma data que potencializa a luta do povo negro por seu lugar de direito — são também um dia de balanço e de revelação. Para onde estamos caminhando? E a quem a narrativa do racismo importa?</p>



<p>Muitas dessas respostas estão nos nossos discursos repetidos insistentemente e exaustivamente — não por nosso desejo — uma vez que ainda somos apenas 8% nos cargos de lideranças, ainda somos apenas 11% nas universidades, ainda não chegamos ao Supremo Tribunal Federal (STF), ainda somos nós que, mesmo sendo protagonistas de tantas narrativas, seguimos sendo invisibilizados pela sociedade e pelos algoritmos.</p>



<p>Quando chegamos “lá”, todo e qualquer movimento nos coloca à prova e nos questiona se de fato aquele lugar nos pertence. O que só acontece quando a cor da pele antecede o saber. Não somos parte do seleto grupo dos 1% mais ricos do Brasil. Mas ainda somos nós que fazemos a economia girar desde os primórdios.&nbsp;</p>



<p>O Dia da Consciência Negra, que esse ano pela primeira vez engloba todo o território brasileiro, move milhões de posts, comentários, campanhas, palestras e por aí vai — o que é ótimo! Informação e ações antirracistas são sempre bem-vindas. Mas, e após o dia 20, como fica este cenário?&nbsp;</p>



<p>Para além dos discursos inspiradores e das campanhas institucionais, seguimos convivendo com estruturas que insistem em manter as mesmas hierarquias de sempre. E é aqui que números importam. Segundo o IBGE, pessoas negras representam mais de 56% da população brasileira, mas continuam sendo minoria nos espaços de decisão: ocupam menos de 30% dos cargos de liderança no país, e apenas 5% chegam aos altos postos executivos.</p>



<p>Esses dados não são apenas estatísticas; são sobre um cenário desigual que ainda trata diversidade como pauta de marketing, e não como estratégia de sustentabilidade social e econômica. Uma pesquisa da McKinsey mostra que organizações com maior diversidade racial em posições de liderança têm até 33% mais chance de superar a concorrência. Já provamos nossa capacidade, já trouxemos resultados, e o que fica evidente é que essa luta não deve ser do povo negro, e sim da sociedade brasileira.</p>



<p>O racismo não precisa de grandes acontecimentos para existir: ele opera no cotidiano, silenciosamente, moldando oportunidades, expectativas e até a forma como pessoas negras são percebidas antes mesmo de abrirem a boca. São questionadas, interrompidas e abordadas independentemente de sua classe social. Há um comportamento que impera na sociedade e que é naturalizado: o de que uma pessoa preta, não importa seu grau de conhecimento ou lugar hierárquico, está sempre a serviço. Portanto, tudo bem importuná-la com perguntas descabidas sobre sua aparência, profissão e, consequentemente, pautas racistas.</p>



<p>Podemos observar essa dinâmica em programas de debate. No <em>Saia Justa</em>, por exemplo, a vivência de raça e classe molda fortemente o discurso. É um estudo de caso que diz muito sobre a nossa sociedade: temos ali uma diversidade de mulheres e temas, e a reação de cada uma delas evidencia como suas diferentes realidades as impactam, com maior ou menor intensidade.&nbsp;</p>



<p>Quando a pauta é raça e classe social, percebemos a dor sobressaltando em Érika Januza, mulher negra retinta de origem periférica. Já Bela Gil, mulher negra nascida em uma família miscigenada, intelectual, de posses e com traços que não são identificados de imediato como características da negritude, compreende o discurso, participa ativamente, mas não transmite o sofrimento que recai sobre o tema, pois não foi afetada diretamente por ele, dado que sua pele mais clara e classe social a colocaram em uma posição mais privilegiada e protegida, como dita o colorismo.&nbsp;</p>



<p><strong>Eliana Michaelichen, Tati Machado e Astrid Fontenelle </strong>costumam se surpreender, se indignar e colaborar com a discussão — mas até a página dois. Porque, quando as câmeras desligam, elas seguem protagonistas, sem que suas existências sejam questionadas a cada passo, sem serem interpeladas na base ou terem sua legitimidade colocada à prova diariamente.</p>



<p>Já mulheres como Gaby Amarantos, Taís Araújo e Rita Batista saem das mesmas conversas com a necessidade de estarem ainda mais fortes. Precisam retornar ao cotidiano onde o debate não termina: ele continua na rua, no trabalho, nas redes e no corpo. Uma trajetória de expectativas, projeções e luta contínua para não serem únicas nos espaços de destaque.</p>



<p>Continuamos sendo atravessados pelo julgamento, pelo controle, pela dúvida. Seguimos sendo lidos como exceção quando damos certo ou como ameaça quando existimos sem pedir licença. Enquanto isso, há quem permaneça confortável apenas no discurso — especialmente nas datas comemorativas. Reconhece a importância, fala bonito, emociona, compartilha posts… mas vive as mesmas escolhas, nos mesmos círculos, e os mesmos hábitos que sustentam privilégios históricos e alimentam práticas racistas.</p>



<p>Quem não carrega as marcas dessa história precisa ir além da conscientização: precisa aprender a ceder espaço, abrir portas, questionar privilégios, mudar práticas, rever os próprios vieses inconscientes e estar disposto a mudar. Reconhecer as microagressões que recaem sobre pessoas negras e entender qual é o seu papel em sua reprodução. Revisitar o passado é fundamental, mas mapear o presente é o que possibilitará resultados futuros. Entender que representatividade importa, mas não basta; inserir pessoas negras em espaços estratégicos não é concessão, é reparação e inteligência organizacional.&nbsp;</p>



<p>Construir um Brasil onde a cor da pele não tenha relevância na tratativa, um Brasil que seja justo não apenas no discurso, mas também na prática, é um dever de todos. O que fica depois do Dia da Consciência Negra é, enfim, uma reflexão coletiva para que a mudança seja efetiva para toda sociedade brasileira.&nbsp;</p>



<p>A palavra coragem sempre esteve no topo para que o povo negro pudesse avançar. Agora, já está mais do que na hora de a sociedade brasileira tomá-la para si e ter a coragem de mudar práticas, revisar privilégios e assumir responsabilidades nos demais 364 dias do ano.&nbsp;</p>



<p>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Doudou Challenge&#8221;: curta francês disponível no Youtube reflete sobre o impacto da tecnologia na vida das crianças</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/doudou-challenge-uma-reflexao-animada-sobre-a-conexao-digital-e-a-descoberta-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[curtas]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No cen&#225;rio contempor&#226;neo, onde a tela do celular muitas vezes se torna uma extens&#227;o de nossas m&#227;os, o curta-metragem de anima&#231;&#227;o franc&#234;s &#8220;Doudou Challenge&#8221; (2023), produzido pela renomada Rubika School, emerge como uma obra pertinente e provocadora. A narrativa, que acompanha a jovem Olivia, de 10 anos, mergulhada no universo das redes sociais, oferece uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No cenário contemporâneo, onde a tela do celular muitas vezes se torna uma extensão de nossas mãos, o curta-metragem de animação francês &#8220;Doudou Challenge&#8221; (2023), produzido pela renomada Rubika School, emerge como uma obra pertinente e provocadora. A narrativa, que acompanha a jovem Olivia, de 10 anos, mergulhada no universo das redes sociais, oferece uma lente para examinarmos a relação da nova geração com a tecnologia e a importância de se reconectar com o mundo real.</p>



<p>Olivia, uma criança como muitas de sua idade, encontra-se em uma viagem de férias com a família, mas sua atenção está cativa ao brilho do smartphone. O enredo toma um rumo inesperado quando, em um descuido dos pais, ela é deixada para trás em uma área de serviço na estrada. Sozinha, tendo como única companhia seu bicho de pelúcia, Olivia é forçada a confrontar a ausência de sua conexão digital e a redescobrir formas de interação e brincadeira que transcendem o virtual.</p>



<p>O &#8220;Doudou Challenge&#8221; não é apenas uma história sobre uma menina e seu celular; é um espelho das discussões atuais sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência. A obra convida à reflexão sobre a necessidade de equilibrar o mundo digital com as experiências offline, o desenvolvimento da imaginação e a construção de laços afetivos genuínos. A maneira como Olivia lida com a situação, inicialmente com frustração e depois com uma crescente curiosidade e resiliência, ressoa com a jornada de autodescoberta que muitos jovens enfrentam ao tentar se desvencilhar da constante demanda por atenção das plataformas digitais.</p>



<p>Embora o curta não aborde explicitamente questões raciais, sua temática universal sobre a infância, a tecnologia e a busca por identidade pode dialogar com o público do Mundo Negro ao promover uma discussão mais ampla sobre o bem-estar e o desenvolvimento de crianças e adolescentes em diversas comunidades, incluindo a negra. A representação de narrativas que estimulam o pensamento crítico e a valorização de experiências humanas autênticas é sempre relevante.</p>



<p>Para assistir ao curta-metragem &#8220;Doudou Challenge&#8221; e mergulhar nesta instigante reflexão. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="Tzyedkbtmp4"><iframe title="#DOUDOUCHALLENGE | Film d&#039;Animation (Promo 2023) | Film complet" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/Tzyedkbtmp4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>Ficha Técnica:</p>



<p>•Título Original: Doudou Challenge</p>



<p>•Ano de Produção: 2023</p>



<p>•País: França</p>



<p>•Escola de Produção: Rubika School</p>



<p>•Direção: Julie Majcher, Marine Benabdallah, Léo Campagne, Chloé Giraud, Laura Giraud, Maïwenn Le Bihan, Théo Lecomte, Anaïs Lelièvre, Antoine Marchand, Camille Marchand, Anaïs Pignot, Antoine Pirot, Anaïs Riff, Julie Roussel, Maïwenn Simon, Léa Souchon, Manon Varenne (equipe de 5º ano)</p>



<p>•Gênero: Animação, Curta-metragem</p>



<p>•Temas: Vício em redes sociais, infância, desconexão digital, autodescoberta.</p>
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		<title>“Achei o meu lugar”: após o primeiro Fenty Beauty Coffee Party no Brasil, a maquiadora Carol Romero celebra parceria com a Fenty Beauty </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/achei-o-meu-lugar-apos-o-primeiro-fenty-beauty-coffee-party-no-brasil-a-maquiadora-carol-romero-celebra-parceria-com-a-fenty-beauty/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 20:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Minha história profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Negro Beauty]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empres&#225;ria, maquiadora e autora do primeiro livro de maquiagem para pele negra publicado no Brasil, Carol Romero levou sua assinatura &#224; primeira edi&#231;&#227;o da Fenty Beauty Coffee Party no pa&#237;s, realizada em S&#227;o Paulo. A agenda teve 28 de agosto para convidados e 30 de agosto aberto ao p&#250;blico, em encontros que combinaram t&#233;cnica, afeto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Empresária, maquiadora e autora do primeiro livro de maquiagem para pele negra publicado no Brasil, <strong>Carol Romero</strong> levou sua assinatura à primeira edição da <strong>Fenty Beauty Coffee Party</strong> no país, realizada <strong>em São Paulo</strong>. A agenda teve <strong>28 de agosto para convidados</strong> e <strong>30 de agosto aberto ao público</strong>, em encontros que combinaram técnica, afeto e cocriação com a marca fundada por Rihanna.</p>



<p><strong>Antes da Coffee Party, Carol já havia colaborado com a Fenty no backstage de um desfile em São Paulo</strong>, experiência que a colocou no radar da marca e pavimentou o convite para as novas ativações. Nesse trabalho, sua leitura de subtom e acabamento de pele negra chamou a atenção da equipe e reforçou sua reputação como referência.</p>



<p><em>“Sou fã da Riri sim, assumidíssima, e costumo dizer que tê-la como referência de beleza e moda há 20 anos ajudou muito para que eu me tornasse a pessoa que sou hoje.Neste processo, entender e me tornar uma empresa maior, ter como cliente uma marca que alia o que acredito e levanto como pilar principal, me deixa extremamente grata.</em>”, escreveu nas redes ao celebrar a participação no&nbsp; Coffee Party<br><br>Ao explicar como a parceria maquiadora e marca funciona, Carol descreve um fluxo que vai além de seguir briefing. <strong>“Com a Fenty, felizmente, eu tenho essa liberdade de opinar, de sugerir e a gente vai entendendo o que é melhor.”</strong> A familiaridade com o portfólio nasceu do uso contínuo e foi aprofundada com formação técnica. <strong>“Eu acabei ficando o expert sobre a linha de usar mesmo e fiz um treinamento interno com a Fanie Castro que é a treinadora da marca no Brasil&#8221;.&nbsp;</strong></p>



<p>Trabalhar com a Fenty tem dimensão estética e política. <strong>“Para mim, trabalhar com a Fenty, prestar serviços pra Fenty, é uma realização como mulher negra, em primeiro lugar.”</strong> Sua relação com Rihanna atravessa a própria construção de beleza. <strong>“Eu sempre tive uma questão com a minha testa… e ver que ela tinha uma testa, inclusive, até maior que a minha e eu achava ela linda, eu também poderia ser bonita igual a ela.”</strong></p>



<p>A identificação se consolidou com a proposta de diversidade real da marca. <strong>“Foi tipo, como se eu falasse assim, achei o meu lugar… A marca tem qualidade, os produtos são bons… Realmente, eu acredito muito nas coisas, nos produtos da marca.”</strong></p>



<p>O momento também marca um passo empresarial. <strong>“Neste processo, entender e me tornar uma empresa maior, ter como cliente uma marca que alia o que acredito e levanto como pilar principal, me deixa extremamente grata.”</strong> Com 16 anos de carreira, Carol vê a Fenty Beauty Coffee Party como vitrine do caminho construído com a comunidade: técnica precisa, linguagem acessível e representatividade real do briefing à execução.<br><br></p>
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		<title>Powerlist Mundo Negro 2025: indique as Empreendedoras negras que movem a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 14:20:19 +0000</pubDate>
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<p>Hoje é o último dia para fazer a diferença. A Powerlist Mundo Negro 2025, principal premiação dedicada a reconhecer mulheres negras no Brasil, está na fase de indicações populares e a categoria Empreendedora precisa da sua voz para colocar no mapa quem move a economia, cria soluções, gera emprego e transforma territórios com visão e resultado. Em anos anteriores, a Powerlist já homenageou trajetórias com forte DNA empreendedor, como Rosângela Silva, fundadora da Negra Rosa, referência em beleza para peles negras, além de nomes como Patrícia Santos, Mônica Anjos e Juliana Olivera e Rosângela Silva, fundadora da Negra Rosa (foto) , histórias que mostram o impacto real do nosso empreendedorismo.</p>



<p>Podem ser indicadas mulheres negras que lideram negócios em qualquer setor, como fundadoras, cofundadoras, sócias ou gestoras à frente de marcas, serviços, plataformas e iniciativas com operação real e impacto comprovado, seja em crescimento, inovação, geração de renda, inclusão ou sustentabilidade.</p>



<p>O processo funciona em etapas para dar transparência e força ao reconhecimento: nesta 1ª fase, que encerra hoje à meia-noite, o público indica e ajuda a definir o Top 5 da categoria; na sequência, a curadoria valida as indicações e prepara a shortlist; por fim, abrimos a votação final para anunciar a vencedora no palco do Powerlist.<br>Vote:<a href=" https://powerlist.mundonegro.inf.br/votar/"> https://powerlist.mundonegro.inf.br/votar/</a><br></p>



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		<title>“Coisa de Rico”: A invisibilidade negra e raízes escravocratas da riqueza no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 07:32:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[coisa de rico escravidão]]></category>
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		<category><![CDATA[Michel Alcoforado]]></category>
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<p>Quando pessoas negras viajam, ou frequentam espaços tradicionalmente mais brancos, como lojas, ou restaurantes,  elas são lidas quase como impostoras mesmo tendo poder aquisitivo para frequentar tais ambientes. A riqueza de berço, a tradicional, não pertence às pessoas negras pelos motivos que já sabemos, mas em “<strong>Coisa de Rico”,</strong> um dos livros mais vendidos do Brasil, o antropólogo<strong> Michel Alcoforado </strong>mostra que até pessoas brancas de classe média podem ser detectadas pelo termômetro da riqueza, pelos símbolos que ostentam para obter a passabilidade como ricas. </p>



<p>Convenhamos que o novo rico é um dos sujeitos mais preconceituosos e racistas, porque busca manter distância de tudo que possa estar relacionado à pobreza e para ele, o corpo negro só pertence a esse lugar.  </p>



<p>Como o próprio Michel disse em entrevistas de divulgação do livro, a pessoa que ascendeu ao status de rico há pouco tempo é justamente a que se incomoda com a presença de pessoas diferentes no avião e que muda de bairro quando começa a ter vizinhos não brancos, alegando que a região já foi melhor.</p>



<p>Michel é fruto de um relacionamento interracial. Seus pais puderam colocá-lo nos melhores colégios, ele aprendeu cinco idiomas e teria credenciais para circular onde quisesse, e até circula, mas como contou no programa <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=PRe53H3aeL8&amp;t=4s">Provoca, </a></strong>apresentado por Marcelo Tas na TV Cultura, o imaginário brasileiro “não associa pessoas com a sua aparência ou tom de pele a posições de protagonismo ou poder”. Ele exemplifica com o episódio em que uma ouvinte do seu podcast na CBN comentou “achei que você era branco” quando o programa passou a ser transmitido no YouTube e sua imagem deixou de ser apenas ouvida para também ser vista.</p>



<p>Para o antropólogo, essa é uma experiência comum na trajetória de qualquer homem ou mulher negra das camadas médias no Brasil, resultado de um passado racista e de um presente igualmente racista. Isso aparece em situações cotidianas, como o porteiro pedindo mais documentos, a atendente da fila preferencial do aeroporto questionando sua presença ou o executivo lendo seu currículo com desconfiança antes de uma consultoria. São barreiras invisíveis, mas constantes, para pessoas negras que buscam ascender em espaços tradicionalmente brancos.</p>


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<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="500" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/capa-coisa-de-rico.jpg" alt="" class="wp-image-93157" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/capa-coisa-de-rico.jpg 500w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/capa-coisa-de-rico-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/capa-coisa-de-rico-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/capa-coisa-de-rico-420x420.jpg 420w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption class="wp-element-caption">Coisa de rico: A vida dos endinheirados brasileiros 
Editora ‏ : ‎ Todavia
</figcaption></figure>
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<p>A pesquisa de Alcoforado sobre a naturalização da riqueza no Brasil também traz à tona a herança escravocrata. Ele critica a facilidade com que muitos ricos falam sobre a “fazenda de vovó”, como se a fortuna tivesse surgido do nada, sem reconhecer o passado de exploração. Essa narrativa conveniente esconde séculos de escravidão que foram fundamentais para a acumulação de capital de muitas famílias tradicionais do país. A busca por sobrenomes portugueses como sinônimo de berço e de presença “desde sempre” no Brasil é outra forma de apagar origens e consolidar a percepção de uma riqueza natural. Isso relega a um segundo plano a história de outros grupos, como os imigrantes italianos que chegaram no final do século XIX, e invisibiliza a contribuição de povos escravizados, cujos descendentes enfrentam barreiras estruturais para alcançar e legitimar sua própria riqueza e poder.</p>



<p>Michel enfatiza que o principal desafio para romper as desigualdades sociais no Brasil é superar a ideia de que “não precisa de tantas distâncias para viver com os outros”. Ele conecta diretamente essa percepção a uma sociedade estruturada sobre um passado escravocrata, onde as distâncias organizavam as relações e acabaram normalizadas.</p>



<p>As consequências dessas distâncias são drásticas e profundamente raciais. Pessoas negras morrem antes que pessoas brancas, meninos negros têm menos oportunidades de sonhar com o futuro e a sociedade, como um todo, bloqueia talentos e criatividade. É o que Michel chamou durante a entrevista ao Provoca, de um “capitalismozinho” que mata talentos e criatividade, evidenciando o custo social do racismo.</p>



<p>Apesar desse cenário, ele reconhece que houve uma transformação significativa em universidades como a USP e em espaços de poder em São Paulo, impulsionada pelas políticas de cotas e pela luta do movimento negro ao longo de mais de 50 anos. Ele, que cresceu sendo a única criança negra na escola, na natação, na aula de música e nas viagens, observa a mudança com otimismo, mas sem ilusões: ainda não é o espelho da sociedade brasileira, mas representa um avanço importante em relação à sua vivência.<br><br>Foto: Renato Parada</p>
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