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	<title>Arquivos ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 15 May 2026 21:27:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>‘Opará Saberes’ chega à 4ª edição com debates sobre educação antimachista e violência de gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 18:24:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[masculinidade negra]]></category>
		<category><![CDATA[Opará Saberes’]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 4&#170; edi&#231;&#227;o do Opar&#225; Saberes, projeto idealizado pela pesquisadora e escritora Carla Akotirene, doutora em Estudos Interdisciplinares de G&#234;nero, Mulheres e Feminismo pela UFBA, chega em 2026 com uma proposta ampliada: al&#233;m de enfrentar as barreiras estruturais que dificultam o acesso de mulheres &#224; p&#243;s-gradua&#231;&#227;o, a iniciativa coloca a educa&#231;&#227;o antimachista como estrat&#233;gia central [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A 4ª edição do Opará Saberes, projeto idealizado pela pesquisadora e escritora Carla Akotirene, doutora em Estudos Interdisciplinares de Gênero, Mulheres e Feminismo pela UFBA, chega em 2026 com uma proposta ampliada: além de enfrentar as barreiras estruturais que dificultam o acesso de mulheres à pós-graduação, a iniciativa coloca a educação antimachista como estratégia central de combate à violência de gênero e ao feminicídio. As atividades começam no dia 20 de maio e seguem até o dia 26, com inscrições gratuitas e abertas ao público.</p>



<p>A conferência de abertura acontece no dia 20 de maio, às 18h, no auditório do PAF Ondina, na Universidade Federal da Bahia, com o sociólogo Deivison Mendes Faustino, conhecido como Deivison Nkosi, doutor em Sociologia pela UFSCar e autor de obras como “Frantz Fanon: um revolucionário, particularmente negro” e “O colonialismo digital: por uma crítica hacker-fanoniana”. As inscrições podem ser feitas presencialmente no local, sem custo, e os participantes recebem certificado de participação.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!is8H!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F91eb95d0-e9ed-4ab0-a1d4-5b2da0e8d1ed_1080x1350.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!is8H!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F91eb95d0-e9ed-4ab0-a1d4-5b2da0e8d1ed_1080x1350.jpeg" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Deivison Nkosi, Renato Noguera e Anderson Eduardo, palestrantes do Opará Saberes 2026. Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>A escolha da educação antimachista como eixo central responde a um cenário que os pesquisadores envolvidos descrevem como paradoxal e urgente.&nbsp;<em>“Neste ano em que completa dez anos, o projeto retorna com o propósito de promover um amplo debate em torno de uma educação antimachista, ampliando ações também para a educação básica e para adolescentes e jovens sob risco de cooptação por discursos de ódio e pela chamada ‘cultura redpill’, além de atuar na formação de operadores do Direito para qualificar as intervenções com homens autores de violência”, afirma Carla Akotirene.</em></p>



<p>Nessa mesma direção, o jurista Anderson Eduardo Carvalho de Oliveira, doutor pelo PPGNEIM/UFBA e um dos palestrantes do ciclo, reforça a necessidade de ir além da punição. “Vivemos um momento paradoxal. Temos uma das legislações mais avançadas do mundo, mas os índices de feminicídio seguem crescendo. Isso mostra que não basta punir, é preciso intervir nas estruturas que produzem a violência”, afirma.</p>



<p><strong>Os palestrantes e as datas</strong></p>



<p>Além de Deivison Nkosi, o ciclo de formação conta com o filósofo Renato Noguera, doutor em Filosofia pela UFRJ e autor de “ABC do Amor” e “Porque Amamos”, que se apresenta nos dias 23 e 26 de maio. Anderson Eduardo completa a programação nos dias 25 e 26 de maio, com foco na relação entre masculinidade, violência e na qualificação de operadores do direito que atuam com a Lei Maria da Penha. As aulas acontecem nas sedes do Ministério Público da Bahia, na Avenida Joana Angélica, 1.312, no bairro de Nazaré, e da OAB Bahia, na Rua Portão da Piedade, 16, no bairro da Piedade.</p>



<p>Para além do debate sobre violência de gênero, o Opará Saberes atua diretamente na ampliação do acesso de mulheres negras, trans e quilombolas aos programas de pós-graduação, articulando formação acadêmica, produção de conhecimento e intervenção social.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Ao integrar educação, justiça e produção de conhecimento, o Opará Saberes reafirma seu compromisso com o enfrentamento estrutural do machismo e com a construção de caminhos concretos para a redução da violência de gênero no Brasil”, defende Carla Akotirene. A professora Márcia Tavares, do PPGNEIM/UFBA, reforça ainda a dimensão afetiva da iniciativa. “O Opará é também espaço de referência, de acolhimento, de troca e de afeto”, afirma.</p>
</blockquote>



<p>A iniciativa é desenvolvida em parceria com o PPGNEIM/UFBA, a OAB Bahia, o Ministério Público da Bahia e o Instituto de Juristas Negras, e prevê expansão para unidades como a Faculdade de Direito, a Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas e o Instituto de Psicologia e Serviço Social da UFBA.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>4ª edição do Opará Saberes: Educação Antimachista</p>



<p>Inscrições gratuitas, presencialmente nos locais de cada atividade.</p>



<p>Certificado de participação garantido.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>20 de maio, 18h: Deivison Nkosi, auditório do PAF Ondina, UFBA (Av. Milton Santos, s/nº, Ondina)</li>



<li>23 de maio, 10h: Renato Noguera, auditório do Ministério Público da Bahia (Av. Joana Angélica, 1.312, Nazaré)</li>



<li>25 de maio, 10h: Anderson Eduardo, auditório do Ministério Público da Bahia</li>



<li>26 de maio, 18h: Renato Noguera e Anderson Eduardo, auditório da OAB Bahia (Rua Portão da Piedade, 16, Piedade)<br><br><br><br><strong>O evento tem apoio do Instituto Juristas Negras</strong></li>
</ul>
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		<title>Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026 anuncia vencedores em edição que celebra os dez anos do ID_BR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 20:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[IDBR]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pr&#234;mio Sim &#224; Igualdade Racial 2026 anuncia vencedores em edi&#231;&#227;o que celebra os dez anos do ID_BR Em uma edi&#231;&#227;o que marca os dez anos de atua&#231;&#227;o do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), o Pr&#234;mio Sim &#224; Igualdade Racial 2026 anunciou os doze vencedores desta edi&#231;&#227;o, distribu&#237;dos entre os pilares Cultura, Educa&#231;&#227;o e Empregabilidade. A [&#8230;]</p>
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<h1 class="wp-block-heading">Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026 anuncia vencedores em edição que celebra os dez anos do ID_BR</h1>



<p>Em uma edição que marca os dez anos de atuação do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), o Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026 anunciou os doze vencedores desta edição, distribuídos entre os pilares Cultura, Educação e Empregabilidade. A cerimônia será transmitida em 24 de maio, pela TV Globo.</p>



<p>No pilar Cultura, o artista visual Dalton Paula foi reconhecido na categoria Arte em Movimento pelo trabalho com o Sertão Negro, espaço de formação e criação que ele coordena em Goiás. A Rádio Nacional dos Povos venceu em Raça em Pauta, Alma Preta Jornalismo levou Destaque Publicitário e a indígena Cunhaporanga foi a vencedora de Influência e Representatividade Digital.</p>



<p>No pilar Educação, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) recebeu o prêmio Educação e Oportunidade. A pesquisadora Bárbara Carine, referência em ensino de ciências com perspectiva afrocentrada, venceu na categoria Intelectualidade. O escritor e ativista Daniel Munduruku foi reconhecido em Inspiração. A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro ficou com a inédita categoria Escolas SIM, voltada para Secretarias de Educação que se tornaram referência.</p>



<p>No pilar Empregabilidade, a executiva Luana Ozemela venceu em Liderança, o restaurante baiano Dendezeiro foi reconhecido em Trajetória Empreendedora, e o Grupo L&#8217;Oréal Brasil e a Natura dividiram o prêmio de Comprometimento Racial.</p>



<p>A edição de 2026 traz o conceito Surrealismo Afro-Indígena Brasiliano, que propõe expandir os imaginários sobre o Brasil a partir de suas raízes afro-indígenas. A frase que orienta o tema, &#8220;sonhamos o que parece impossível para realizar o que é indispensável&#8221;, coloca o sonho como ferramenta de transformação social, ancorada na ancestralidade, na criatividade e na justiça racial.</p>



<p>&#8220;Celebrar os 10 anos do ID_BR é reconhecer uma trajetória construída a partir do impacto real na vida das pessoas. Ao longo dessa caminhada, vimos histórias serem transformadas, oportunidades serem ampliadas e novas narrativas ganharem espaço&#8221;, afirma Tom Mendes, diretor institucional do ID_BR e diretor geral do prêmio.</p>



<p>Para Luana Génot, CEO e fundadora do ID_BR, a edição comemorativa expressa a maturidade de um projeto que nasceu para abrir caminhos. &#8220;Uma década depois, ver tantas histórias, iniciativas e trajetórias reunidas no prêmio mostra a força desse movimento coletivo. O tema deste ano também reforça isso: precisamos imaginar novos futuros para conseguir construir mudanças que antes pareciam impossíveis.&#8221;</p>



<p>Desde 2023, o Prêmio Sim à Igualdade Racial já alcançou mais de 70 milhões de pessoas por meio da transmissão na TV Globo e nas redes sociais. A premiação reconheceu 50 marcas e pessoas, contou com a participação de 68 empresas e, segundo o ID_BR, gerou mais de 1.500 empregos ao longo de sua trajetória.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026 Transmissão em 24 de maio, pela TV Globo Realização: Instituto Identidades do Brasil (ID_BR)</p>
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		<item>
		<title>PowerList Mundo Negro 2026: sua criadora digital favorita merece esse reconhecimento</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/powerlist-mundo-negro-2026-sua-criadora-digital-favorita-merece-esse-reconhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 10:16:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Powerlist]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presen&#231;a de mulheres negras no ambiente digital brasileiro &#233; o que sustenta grande parte da inova&#231;&#227;o e da est&#233;tica consumida atualmente, embora essa lideran&#231;a nem sempre seja refletida nas oportunidades de mercado. Enquanto a criatividade negra dita as conversas mais relevantes, muitas profissionais ainda enfrentam uma realidade de subvaloriza&#231;&#227;o, onde propostas de permuta e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A presença de mulheres negras no ambiente digital brasileiro é o que sustenta grande parte da inovação e da estética consumida atualmente, embora essa liderança nem sempre seja refletida nas oportunidades de mercado. Enquanto a criatividade negra dita as conversas mais relevantes, muitas profissionais ainda enfrentam uma realidade de subvalorização, onde propostas de permuta e orçamentos reduzidos tentam limitar o alcance de trajetórias que já provaram sua alta performance.</p>



<p>Diante dessa disparidade entre o impacto gerado e o reconhecimento recebido, a <strong>PowerList Mundo Negro 2026</strong> posiciona a categoria Criadora Digital como um espaço estratégico de exaltação e visibilidade necessária. A premiação busca subverter a lógica da invisibilidade ao colocar sob os holofotes as mulheres que, apesar das barreiras comerciais, conseguem transformar suas plataformas em ferramentas de construção de narrativa, impacto social e autoridade intelectual.</p>



<p>Nesse esforço de trazer para o centro quem realmente faz a diferença, <strong>a categoria foca em mulheres negras que mantêm uma produção autoral e consistente em redes como Instagram, TikTok, LinkedIn ou YouTube</strong>. O reconhecimento abrange tanto as criadoras independentes quanto aquelas que lideram grandes projetos multimídia, desde que o protagonismo negro e a qualidade técnica sejam os pilares de uma atuação que não aceita mais o papel de coadjuvante nas grandes campanhas.</p>



<p>Para garantir que essa homenagem chegue a quem de fato mobiliza a comunidade, o processo de avaliação prioriza a originalidade e a capacidade de educar e informar com uma estética apurada. Valorizamos resultados que demonstrem mudanças reais de percepção e uma construção de comunidade genuína, provando que o conteúdo produzido por mulheres negras é a base da comunicação contemporânea e merece ser tratado com o devido prestígio e profissionalismo.</p>



<p>A celebração dessas conquistas ganha um novo significado nesta edição com a chegada da autoindicação, um movimento que incentiva cada profissional a reconhecer seu próprio valor e reivindicar seu espaço na história da premiação. Ao permitir que a criadora descreva sua trajetória e suas vitórias dos últimos meses, a PowerList abre caminho para que talentos muitas vezes ignorados pelos algoritmos ocupem o palco principal na sede da L’Oréal Brasil, no dia 31 de julho.</p>



<p><strong>O reconhecimento que a nossa trajetória exige</strong></p>



<p>A construção desse novo cenário de valorização depende da mobilização de toda a rede no portal oficial, seja indicando nomes que são referência ou inscrevendo o próprio trabalho para a fase de votação. Esse é o momento de garantir que a excelência das mulheres negras seja celebrada em sua totalidade, transformando o Julho das Pretas em um marco de reconhecimento para quem nunca parou de criar e inspirar.</p>



<p>Faça sua indicação ou autoindicação: <strong>powerlist.mundonegro.inf.br/votar</strong></p>
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		<item>
		<title>Mundo Negro Talks dedica segunda edição às mães negras no Mês das Mães, em parceria com Grupo HEINEKEN e Sephora Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mundo-negro-talks-dedica-segunda-edicao-as-maes-negras-no-mes-das-maes-em-parceria-com-grupo-heineken-e-sephora-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro &#237;ntimo de 30 mulheres acontece em 11 de maio, na HEINEKEN House em S&#227;o Paulo, com oficina de IA, conversa sobre maternidades e ativa&#231;&#227;o Sephora. Duas vagas est&#227;o reservadas para assinantes pagas da newsletter do Mundo Negro no Substack. Em 11 de maio, segunda-feira, o Mundo Negro realiza a segunda edi&#231;&#227;o do Mundo Negro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Encontro íntimo de 30 mulheres acontece em 11 de maio, na HEINEKEN House em São Paulo, com oficina de IA, conversa sobre maternidades e ativação Sephora. Duas vagas estão reservadas para assinantes pagas da newsletter do Mundo Negro no Substack.</em><br></p>



<p>Em 11 de maio, segunda-feira, o Mundo Negro realiza a segunda edição do <strong>Mundo Negro Talks</strong>, encontro íntimo que reúne 30 mulheres negras para uma tarde de troca, escuta e fortalecimento. A edição <strong>Mês das Mães</strong> acontece na HEINEKEN House, em São Paulo, das 15h às 18h, em parceria com o Grupo HEINEKEN e a Sephora Brasil.</p>



<p>A programação é construída em três frentes. A tarde abre com uma <strong>oficina de IA e produtividade para mulheres</strong>, conduzida por Silvia Nascimento, fundadora do Mundo Negro, com foco em ferramentas práticas que ajudam a organizar trabalho, agenda e rotina pessoal. Em seguida, uma <strong>talk sobre maternidades</strong> abre espaço para histórias de mães e filhas negras atravessadas por maternidades diferentes. É uma escuta sobre os muitos modos de ser e construir família. A tarde fecha com uma <strong>oficina de maquiagem da Sephora</strong>. Café, comidinhas e bebidinhas geladas do Grupo HEINEKEN acompanham o encontro.</p>



<p>A edição reforça duas parcerias com histórico junto ao Mundo Negro. O Grupo HEINEKEN apoiou a primeira edição do Mundo Negro Talks, <strong>Julho das Pretas</strong>, em 2025, também em São Paulo. Já a Sephora Brasil esteve ao lado do Mundo Negro no <strong>Novembro Negro Mundo Negro + Pinterest Brasil</strong>, ação de Consciência Negra realizada na sede da Pinterest, em São Paulo, em 2023. As duas marcas voltam agora juntas para esta edição em homenagem ao Mês das Mães.</p>



<p>&#8220;Para o Grupo HEINEKEN, apoiar iniciativas que promovam inclusão, desenvolvimento e a troca qualificada de experiências é parte central da nossa estratégia. O Mundo Negro Talks materializa esse compromisso ao promover diálogos relevantes e proporcionar um ambiente seguro e inspirador para que mulheres negras compartilhem suas trajetórias, fortaleçam conexões e ampliem suas redes de apoio e influência&#8221;, afirma a empresa em nota.</p>



<p>Silvia Nascimento, Head de Conteúdo e fundadora do Mundo Negro e do Guia Black Chefs, e mãe de três, também celebra a parceria. &#8220;É muito simbólico a gente poder potencializar eventos com foco em mulheres e mães negras com apoio de marcas que levam a diversidade e inclusão a sério. O Brasil se mantém a custas das nossas mães e conversas sobre elas sempre são pautas em destaque no Mundo Negro.&#8221;</p>



<p><strong>Como concorrer a uma das vagas</strong></p>



<p>Por ser um encontro íntimo, todas as vagas do Mundo Negro Talks são por convite. Para esta edição, o Mundo Negro reserva <strong>duas vagas para assinantes pagas da newsletter</strong> no Substack .&nbsp;</p>



<p>O convite com o formulário de inscrição será enviado por e-mail às assinantes pagas na <strong>quinta-feira, 9 de maio, pela manhã</strong>. As vagas são preenchidas por ordem de inscrição, e a confirmação final é feita pela curadoria do Mundo Negro. Inscrever-se não garante a vaga.</p>



<p><strong>Serviço</strong> Mundo Negro Talks | Mês das Mães Data: 11 de maio (segunda-feira), das 15h às 18h Local: HEINEKEN House, São Paulo</p>
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		<item>
		<title>“Que o nosso medo não limite nossos filhos a viver”: Tia Má reflete sobre os desafios da maternidade preta</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/que-o-nosso-medo-nao-limite-nossos-filhos-a-viver-tia-ma-reflete-sobre-os-desafios-da-maternidade-preta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atriz, jornalista e escritora, Ma&#237;ra Azevedo, a Tia M&#225;, est&#225; no momento mais produtivo da carreira: em 2025, lan&#231;ou &#8220;A menina que n&#227;o sabia que era bonita&#8221;, seu primeiro livro infantil pela Editora Mal&#234;, mant&#233;m a nova temporada de &#8220;Rensga Hits!&#8221; no Globoplay e fez teste para a novela &#8220;Dona de Mim&#8221;, da TV Globo. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Atriz, jornalista e escritora, Maíra Azevedo, a Tia Má, está no momento mais produtivo da carreira: em 2025, lançou “A menina que não sabia que era bonita”, seu primeiro livro infantil pela Editora Malê, mantém a nova temporada de “Rensga Hits!” no Globoplay e fez teste para a novela “Dona de Mim”, da TV Globo. Em entrevista exclusiva ao Mundo Negro, a baiana de 45 anos falou sobre maternidade, raça e o medo cotidiano de criar dois filhos negros no Brasil.</p>



<p>Com 2 milhões de seguidores no Instagram e passagens por séries como “Nada Suspeitos” (Netflix) e “Toda Família Tem” (Prime Video), Tia Má é hoje uma das vozes mais reconhecidas quando o assunto cruza humor, autoestima e consciência racial.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!tRZ0!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F20f7302f-c777-4584-87dd-d03ecbc2404b_2774x4160.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!tRZ0!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F20f7302f-c777-4584-87dd-d03ecbc2404b_2774x4160.jpeg" alt="" style="aspect-ratio:0.6669789227166276;width:701px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: arquivo pessoal</figcaption></figure>



<p>Para além dos sets e das telas, ela é mãe de Aladê, 18 anos, e Ayanna, 5, e foi sobre essa maternidade que ela quis falar nesta conversa ao Mundo Negro: sobre as cicatrizes financeiras de criar um filho sozinha aos 26, sobre o medo diário de ver um menino preto retinto enfrentar a rua e sobre a certeza de que esse medo não pode se tornar uma grade para os filhos que ela ama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dois filhos, dinâmicas diferentes</h2>



<p>Aladê e Ayanna têm 13 anos de diferença e, por causa disso, cada um construiu com a mãe um tipo completamente distinto de relação. Aladê, que hoje tem 18 anos, cresceu sendo filho único e companheiro de uma mulher que trabalhava, lutava financeiramente e precisava que ele também fosse parceiro da rotina. Essa proximidade se consolidou numa amizade real, do tipo que atravessa gerações sem cerimônia. “A gente troca receita, a gente troca letra de música”, conta Maíra, descrevendo uma relação que já não tem mais a verticalidade típica entre mãe e filho adolescente. Com Ayanna, de 5 anos, a dinâmica é completamente outra: a filha mais nova chegou quando Maíra já tinha uma carreira consolidada, uma autoestima construída a custo e uma clareza sobre si mesma que a maternidade jovem não permitia. É Ayanna quem, sem saber o peso do que faz, devolve à mãe o que o mundo às vezes tenta tirar. “Ela olha para mim e diz o quanto eu sou linda. Ouvir da minha filha que eu sou linda, que ela quer ser igual a mim quando crescer, faz eu ter a certeza de que estou caminhando no lugar certo”, diz Maíra, acrescentando que esse olhar vai além da vaidade: “É ela olhar para a mãe dela e ter a mãe dela como referência.”</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!KbCe!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Ff0d26052-644c-4ad9-82cc-572b7dec355b_4160x3120.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!KbCe!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Ff0d26052-644c-4ad9-82cc-572b7dec355b_4160x3120.jpeg" alt="" style="width:1003px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: arquivo pessoal</figcaption></figure>



<p>Mas é exatamente esse amor que torna o medo mais pesado. No Brasil, criar filhos negros exige uma vigilância que não tem descanso, e Maíra não tem dificuldade em nomear isso. Aladê é um menino preto retinto que vai crescer enfrentando uma sociedade que historicamente trata corpos como o dele como ameaça, e Maíra carrega essa consciência todos os dias. “Meu filho é um menino preto retinto e eu sei que a rua é um lugar muito hostil para ele. Minha filha é uma menina e qualquer lugar pode ser um lugar ameaçador”, afirma. E define o que sente numa frase que não deixa margem para interpretação: “Ser mãe é viver com medo.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a maternidade ensinou sobre a própria mãe</h2>



<p>Tornar-se mãe mudou também a forma como Maíra enxerga a mulher que a criou. Antes da maternidade, certas reações da mãe pareciam exageradas ou difíceis de entender, o tipo de coisa que filhos jovens tendem a atribuir ao excesso de proteção ou à diferença de geração. Depois que Aladê nasceu, esse julgamento foi se dissolvendo. Maíra passou a reconhecer, na própria experiência, o mesmo desespero que via na mãe e que antes não sabia nomear. “Eu passei a entender melhor o desespero dela em relação a mim em determinadas coisas”, conta. Esse entendimento não eliminou os conflitos, que ela reconhece como naturais em qualquer relação entre gerações diferentes, mas aprofundou a amizade que já existia entre as duas e transformou a mãe numa referência ainda mais consciente. “Eu tento ser uma versão melhorada da minha mãe, mas eu preciso entregar para meu filho e para minha filha o mínimo do que recebi dela, que foi muito carinho, muita atenção, muito afeto.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Soja, telhado caindo e banho de balde: a maternidade dos 26</h2>



<p>Ser mãe aos 26 anos, em Salvador, sem estabilidade financeira e com um filho pequeno para criar, é uma realidade que muitas mulheres negras conhecem bem e que Maíra viveu sem rede de proteção. Naquele período, ela enfrentou desemprego, moradia precária e uma rotina de privações que ela descreve com a mesma franqueza com que fala de tudo. “Eu fiquei numa casa que foi infestada de pombos. Fiquei um momento desempregada que eu comia soja com meu filho porque não tinha dinheiro para comprar nenhuma outra proteína”, conta. O telhado chegou a cair uma vez, e havia períodos em que a falta de água forçava soluções improvisadas que ela e Aladê aprenderam a transformar em memória boa: o banho de balde virou brincadeira, e é uma história que os dois ainda contam hoje dando risada. “Meu filho lembra disso até hoje e a gente consegue falar disso dando risada. Mas era muito tenso”, diz ela, sem romantizar o que foi difícil.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!RG3t!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F3f9e3934-c7c9-4ffd-bade-9002dba9fedf_2598x1772.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!RG3t!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F3f9e3934-c7c9-4ffd-bade-9002dba9fedf_2598x1772.jpeg" alt="" style="aspect-ratio:1.466277672902008;width:830px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: arquivo pessoal</figcaption></figure>



<p>Foi dentro desse cenário de escassez que Maíra encontrou em Aladê a força para não desistir. O filho não era só uma responsabilidade, era a razão concreta de seguir em frente quando as condições objetivas não davam motivo para isso. “Aladê foi a bênção que eu recebi da minha ancestralidade para não desistir”, diz. Quando Ayanna nasceu, em 2020, no auge da pandemia, o contexto era radicalmente diferente: Maíra tinha 40 anos, uma carreira estabelecida, bursite e uma casa própria esperando pela filha. A instabilidade financeira que marcou a criação de Aladê não existia mais, mas o corpo também não era o mesmo. “Minha filha nasceu com uma casa boa. Então isso para mim mudou muito”, afirma, antes de reconhecer o outro lado da equação: “Já não é mais o mesmo corpo, já não é a mesma vitalidade.” É por isso que ela costura as histórias dos dois com uma frase que diz repetir para eles: “Eles nasceram da mesma barriga, mas eles têm duas mães diferentes. Porque a mãe de Aladê era uma mulher jovem; a mãe de Ayanna é uma senhora na menopausa.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Filhos e redes sociais: diálogo com um, proteção total com a outra</h2>



<p>As redes sociais ocupam um lugar ambíguo na vida de Maíra: foi pela internet que ela ganhou voz nacional, ultrapassou 2 milhões de seguidores e se tornou referência em pautas de raça e autoestima, mas é também na internet que ela precisa exercer o papel de mãe com mais cuidado e estratégia. Com Aladê, que já tem 18 anos e inevitavelmente acompanha a presença pública da mãe, a abordagem é o diálogo direto e sem protecionismo excessivo. Maíra prepara o filho para o que ele vai encontrar, incluindo os ataques e as tentativas de desqualificação que fazem parte da exposição pública, e deixa claro qual é o único parâmetro que importa. “Você tem que criar a sua imagem sobre mim a partir da nossa relação, do que a gente vive dentro de casa e fora de casa, não nas redes sociais”, diz ao filho. Com Ayanna, que ainda tem 5 anos, a lógica é oposta: a menina aparece pouco nas plataformas e Maíra não abre mão dessa escolha. “Eu tento preservar a minha filha ao máximo”, afirma, e explica sem rodeios o motivo: “As pessoas são cruéis na internet. São cruéis porque tem gente que tem uma vida tão miserável que a única coisa que ela tem é atacar uma outra pessoa.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">As memórias que ela guarda de cada um</h2>



<p>Quando a conversa chega às memórias, Maíra fala dos filhos com o sorriso de quem sabe exatamente onde guardou cada coisa. A lembrança mais forte que tem de Aladê nasceu diretamente da sua própria profissão: jornalista de formação, repórter do Jornal A Tarde na época, ela criou com o filho um ritual chamado Jornal da Família, em que os dois narravam o dia um para o outro como se fossem repórteres de si mesmos. Aladê contava a escola, Maíra contava o trabalho, e o exercício ensinava ao menino, mesmo antes de ele saber escrever direito, que a vida cotidiana tem valor de reportagem. “A gente tinha um jornalzinho que a gente fazia, dando informes de como foi o dia um do outro”, conta. As listas de compras que ele fazia nessa época, com “uva” e “brinquedo” escritos do jeito que sabia, Maíra guarda na memória com afeto. Nos fins de semana, a rotina era de museu, teatro e programas culturais que caberiam no orçamento apertado daquela fase. “Eu e Aladê, a gente todo final de semana ia sempre para museu, a gente ia para o teatro. A gente ia para muito programa cultural que era mais acessível”, lembra.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!X1eG!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F409cfb77-74b3-40e2-913f-7e49c0aae6fc_1772x2598.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!X1eG!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F409cfb77-74b3-40e2-913f-7e49c0aae6fc_1772x2598.jpeg" alt="" style="aspect-ratio:0.6819787280745515;width:547px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: arquivo pessoal</figcaption></figure>



<p>Com Ayanna, as memórias são do presente e do cotidiano, e têm um significado que vai além do afeto. A filha nasceu em 2020, no auge da pandemia, num momento em que o mundo parou e o medo era o clima dominante, e foi justamente por isso que a gravidez se tornou, para Maíra, uma certeza de que as coisas iam continuar. “Quando eu estava grávida eu sabia que a gente ia conseguir vencer a pandemia só porque eu estava grávida. Eu dizia: ‘Não é possível que eu vou ficar grávida e o mundo vai acabar’”, lembra. Hoje, o que move Maíra é observar a filha brincar de futuro, sempre se posicionando como dona, como líder, como quem manda: dona de loja, de salão, de empresa. Para uma menina negra de 5 anos, esse detalhe não é pequeno, e Maíra sabe disso. “Eu percebo que ela já entende que ela merece estar num lugar de liderança, ela merece estar num lugar de ser respeitada. Isso é muito bacana para mim.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">A mensagem para mães negras</h2>



<p>Ao encerrar a conversa, Maíra quis falar diretamente com outras mães negras, mas fez isso a partir de um lugar que ela mesma ocupa: o de quem também precisa ouvir o próprio recado. O medo de que ela fala ao longo de toda a entrevista, o medo pela segurança de Aladê na rua, pela integridade de Ayanna em qualquer ambiente, é um medo que ela reconhece como paralisante, e é justamente aí que está o perigo. Quando o medo paralisa a mãe, ele também paralisa os filhos, e Maíra tem clareza sobre esse risco. “Várias vezes no meu dia o meu medo às vezes me paralisa e eu vejo que, por estar com medo, eu posso estar impedindo que meus filhos vivam experiências da vida deles que eles têm direito”, admite. O pedido que ela faz a outras mães é, portanto, o mesmo que ela tenta fazer a si mesma todos os dias: “Que o medo que a gente tem não proíba, não limite nossos filhos a viver. Eu sei que é difícil. Mas a gente precisa permitir que eles possam viver, viver livremente, ter as experiências que eles mereçam ter.”</p>



<p>Acompanhe Tia Má no Instagram em @tiamaoficial e encontre o livro “A menina que não sabia que era bonita” pela Editora Malê.</p>



<p>Entrevista: Silvia Nascimento</p>
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		<title>Após séculos de resistência, maior quilombo do Brasil entra em processo de tombamento na Chapada dos Veadeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:17:06 +0000</pubDate>
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<p>O território Kalunga, na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, deu início ao processo de tombamento conduzido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com o Sebrae. A medida promete reforçar a proteção das cerca de 8 mil pessoas que vivem na maior área quilombola do país.</p>



<p>São mais de 260 mil hectares de Cerrado preservado e 39 comunidades distribuídas entre os municípios de Cavalcante, Monte Alegre de Goiás e Teresina de Goiás. O território Kalunga é apontado pelo governo federal e por pesquisadores que estudam a região há décadas como o maior quilombo do Brasil. Suas paisagens de rios, cachoeiras e veredas se tornaram rota central do turismo de base comunitária no Centro-Oeste.</p>



<p>Foi nesse cenário que o Iphan e o Sebrae assinaram, em 26 de março, um convênio de cooperação técnica e financeira para conduzir o tombamento. O acordo segue a Portaria nº 135/2023, norma que estabelece um rito específico para a proteção de territórios quilombolas, e tem validade prevista até 2028.</p>



<p>A primeira etapa será a elaboração de um inventário detalhado dos bens culturais materiais e imateriais da região, somado ao mapeamento das potencialidades econômicas das comunidades. Esse material vai compor o dossiê de tombamento, peça central do reconhecimento.</p>



<p>O cronograma inclui visitas técnicas, reuniões com as associações Kalunga e oficinas de campo. Nesses encontros, moradores vão compartilhar conhecimentos tradicionais sobre agricultura, festas religiosas, modos de cura e a história de ocupação do território. A proposta é que os próprios Kalunga sejam protagonistas na definição do que precisa ser registrado e protegido, sem que o processo fique restrito a consultores externos e órgãos estatais.</p>



<p>Para lideranças locais ouvidas pela imprensa regional, o tombamento funciona como mais uma camada de proteção em um território historicamente marcado por conflitos de terra, grilagem e pressões para a expansão de empreendimentos turísticos e do agronegócio. O reconhecimento como patrimônio cultural nacional dificulta iniciativas que desrespeitem o modo de vida das comunidades ou causem danos irreversíveis ao Cerrado. A titulação definitiva das áreas quilombolas segue como demanda em aberto.</p>



<p>O processo também reabre o debate sobre o modelo de desenvolvimento da Chapada dos Veadeiros, hoje um dos destinos mais cobiçados do ecoturismo brasileiro. Especialistas defendem que a combinação entre agricultura familiar, turismo comunitário e proteção do patrimônio cultural pode garantir renda e autonomia para as famílias Kalunga, ao mesmo tempo em que preserva o bioma e a memória da resistência negra construída ao longo de séculos.</p>



<p>Ainda não há data definida para a conclusão do tombamento. As etapas técnicas devem avançar até 2028, com possíveis ajustes conforme as condições de acesso e o ritmo das atividades nas comunidades. Até lá, o território Kalunga seguirá no centro de uma disputa simbólica e política sobre o futuro do maior quilombo do país. Para quem vive na terra, esse futuro passa por um direito que antecede qualquer convênio: o de permanecer e decidir sobre os próprios caminhos.</p>



<p><em>Com informações do Metrópoles, G1 e Iphan.</em></p>
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		<title>Ela é o assunto! O retorno de Beyoncé ao Met Gala movimentou a noite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:01:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dez anos depois de sua &#250;ltima apari&#231;&#227;o no Met Gala, Beyonc&#233; retornou ao Metropolitan Museum of Art, em Nova York, na noite desta segunda-feira (4) como se nunca tivesse sa&#237;do, e como se soubesse exatamente o peso de cada segundo daquele reencontro. A cantora de 44 anos assumiu o posto de coanfitri&#227; da noite ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dez anos depois de sua última aparição no Met Gala, Beyoncé retornou ao Metropolitan Museum of Art, em Nova York, na noite desta segunda-feira (4) como se nunca tivesse saído, e como se soubesse exatamente o peso de cada segundo daquele reencontro. A cantora de 44 anos assumiu o posto de coanfitriã da noite ao lado de Nicole Kidman, Venus Williams e Anna Wintour, cruzou o tapete bege pela primeira vez desde 2016 e ainda trouxe consigo o marido Jay-Z e a filha Blue Ivy, de 14 anos, que fez sua estreia oficial no evento mais exclusivo da moda mundial, com autorização especial dos organizadores, já que o baile é restrito a maiores de 18 anos.</p>



<p><strong>O look do tapete</strong></p>



<p>A escolha do visual para a chegada não deixou dúvidas sobre o nível de intenção por trás de cada detalhe. Beyoncé apostou em um vestido nude personalizado assinado por Olivier Rousteing, cravejado com um esqueleto de diamantes na parte frontal, complementado por uma cauda dramática de plumas em degradê que varria o chão a cada passo. Milhares de cristais foram meticulosamente dispostos para traçar as linhas anatômicas do corpo, criando uma fusão entre arte de vanguarda e alta-costura que respondia de forma cirúrgica ao tema da noite, Fashion Is Art. Ao lado dela, Blue Ivy surgiu impecável em um vestido tomara-que-caia creme da Balenciaga, com jaqueta esportiva e sapatos cintilantes que equilibraram juventude e sofisticação, e roubaram parte dos flashes da mãe, sem cerimônia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!JK8C!,w_474,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fceeaa84a-59a8-4cbd-95d6-ada4b64caf2e_1080x1440.jpeg" alt=""/><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Getty Images</figcaption></figure>



<p>A foto das três gerações no topo das escadarias do museu, Beyoncé, Jay-Z e Blue Ivy posando juntos sob as luzes do Metropolitan, já circula como uma das imagens mais comentadas da noite, e o público vai falar sobre ela por semanas. Havia ali algo que nenhum stylist consegue planejar: a energia de uma família que entende o momento histórico que está vivendo e o abraça sem vacilar.</p>



<p><strong>A troca de look dentro do museu</strong></p>



<p>Se o vestido de esqueleto já era difícil de superar, Beyoncé provou que estava apenas aquecendo. Já dentro do museu, longe das câmeras do tapete e diante dos convidados mais selecionados do planeta, a cantora trocou o conjunto de Rousteing por um look preto deslumbrante: um número customizado de Robert Wun Couture com saia sereia, véu combinando e cristais do decote à barra. O efeito foi o de uma segunda chegada, desta vez, para quem estava do lado de dentro. Ao aparecer ao lado de Nicole Kidman e Venus Williams na frente do Temple of Dendur, Beyoncé entregou o que a moda chama de declaração: não existe um look de gala quando você é a gala.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!7QPj!,w_720,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8601423e-dbcc-4f06-87e2-2e507272b1e3_1080x1438.jpeg" alt=""/><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Getty Images</figcaption></figure>



<p><strong>A parceria com Rousteing e o peso da lealdade</strong></p>



<p>A escolha de Olivier Rousteing para assinar o look de entrada não foi por acaso nem por conveniência de agenda. “Ele tem sido muito leal a mim, e já criamos tantos looks icônicos juntos”, disse Beyoncé à Vogue no tapete vermelho, deixando claro que o vestido era também uma homenagem ao estilista. A declaração carrega um subtexto importante: Beyoncé não escolhe parceiros, ela constrói histórias com eles. E Rousteing, diretor criativo da Balmain, é personagem recorrente nessa narrativa desde os tempos da Renaissance World Tour.</p>



<p><strong>O momento com Blue Ivy</strong></p>



<p>Mas foi ao falar sobre a filha que Beyoncé deixou a armadura de anfitriã de lado e mostrou a mãe. Ao ser questionada sobre o que significava estar de volta ao evento, ela disse que a experiência parecia “surreal”, destacando a presença de Blue Ivy como o centro emocional da noite. “É incrível poder compartilhar isso com ela”, acrescentou, visivelmente emocionada ao posar no topo das escadarias com Jay-Z. A menina que cresceu nos bastidores de shows históricos agora cruza um dos tapetes mais fotografados do mundo com desenvoltura, e Beyoncé estava radiante ao vê-la fazer isso. “Ela está pronta”, disse a cantora. “Vou poder experimentar o evento pelos olhos da Blue, relaxar um pouco.” Para o público, que acompanhou Blue Ivy desde o nascimento, ver essa cena foi algo próximo de uma emoção coletiva.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!WUds!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe6dbf443-8fca-49f4-bf3d-dcb984168e95_2560x3840.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!WUds!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe6dbf443-8fca-49f4-bf3d-dcb984168e95_2560x3840.jpeg" alt="Blue Ivy Carter Keeps It Cool in Balenciaga for Her 2026 Met Gala Debut |  Vogue" title="Blue Ivy Carter Keeps It Cool in Balenciaga for Her 2026 Met Gala Debut |  Vogue"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Getty Images</figcaption></figure>



<p><strong>A especulação sobre o Act III</strong></p>



<p>O retorno de Beyoncé ao Met Gala não chegou sozinho, ele veio acompanhado de uma das especulações mais intensas dos últimos meses no mundo da música. Desde que a cantora retirou toda a merchandise de Cowboy Carter de sua loja oficial e postou um vídeo de arquivo com Stevie Nicks nos bastidores do clipe de Bootylicious, o Beyhive entrou em estado de vigília permanente. A teoria que ganhou força é a de que o Act III, terceiro capítulo da trilogia iniciada com Renaissance em 2022 e continuada com Cowboy Carter em 2024, se inclinaria para o rock, gênero com raízes profundas na cultura negra e que Beyoncé já flertou ao longo da carreira, de colaborações com Jack White a homenagens explícitas a Tina Turner durante a última turnê.</p>



<p>A proximidade do Met Gala acelerou as teorias. Uma conta de fãs no X afirmou que o álbum seria anunciado durante a semana do evento e lançado no verão americano. A assessora de imprensa da cantora, Yvette Noel-Schure, respondeu com rapidez: “Isso é absolutamente falso”, escreveu, reforçando a negativa no Instagram com uma linha direta, “Nenhum álbum está chegando.” A própria mãe de Beyoncé, Tina Knowles, deu uma declaração que, dependendo de como se lê, pode ser tanto um balde de água fria quanto um aceno cuidadoso: “Não acho que vai ser semana que vem ou hoje ou amanhã, mas está chegando e é incrível.” O Met Gala passou sem anúncio musical. Mas a noite em si, os looks, a filha estreando, a família reunida sob os holofotes, funcionou como um recomeço público que o Beyhive vai destrinchar por meses em busca de pistas.</p>



<p><strong>O contexto do baile</strong></p>



<p>O Met Gala 2026 celebrou a exposição Costume Art, do Instituto de Moda do museu, com o dress code Fashion Is Art como convite para que os convidados expressassem sua relação pessoal com a moda enquanto forma de arte. O curador Andrew Bolton descreveu o objetivo da noite como celebrar o corpo vestido como centro de toda expressão cultural, o que transformou cada look no tapete em argumento, não apenas em estética. Nesse cenário, Beyoncé não apenas cumpriu o dress code: ela o definiu. A última vez que havia cruzado aquele tapete foi em 2016, com um vestido de látex nude da Givenchy Haute Couture para a edição Manus x Machina. Dez anos depois, ela voltou com dois looks, uma filha debutante e a sensação de que o capítulo que vem a seguir, na moda, na música, na vida, vai ser o maior de todos.</p>
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		<title>&#8220;Respirava fundo para não chorar&#8221;: Will vai a Paris com a La Roche-Posay e vive o sonho que começou em uma lan house de Feira de Santana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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<p>&nbsp;“Eu até brinquei na viagem que a marca estava fazendo um &#8216;feitiço&#8217; para nos deixar em encantamento , mas a verdade é que toda essa magia gira em torno de muita tecnologia&#8221;. O criador de conteúdo baiano William, o Will (@willsosou), embarcou para Paris a convite da La Roche-Posay para vivenciar de perto os bastidores científicos da marca e o lançamento do Mela B3 Double Dose, o produto mais ambicioso da linha Mela B3 no Brasil em 2026. O convite não era apenas para conhecer um produto novo. Era para ir até a origem: visitar a cidade francesa de mesmo nome da marca, entender como nasce cada fórmula e, no caminho, deixar que tudo isso passasse pelo filtro de quem cresceu no interior da Bahia sonhando com um lugar que, por muito tempo, não parecia feito para ele.</p>



<p>La Roche-Posay é, literalmente, o nome de uma pequena cidade no interior da França, na região de Vienne, a sudoeste de Paris. Suas fontes termais são documentadas desde o século XIV, quando a lenda conta que o nobre Bertrand Du Guesclin teria curado um cavalo com eczema nas águas do local. Em 1617, o médico de Luís XIII foi até lá para estudar as propriedades da água, e a fama foi tão grande que Napoleão Bonaparte chegou a fundar um hospital militar na cidade para tratar as lesões de pele de seus soldados.</p>



<p>Em 1905, foi inaugurado o primeiro Centro Termal da cidade. Em 1913, La Roche-Posay foi reconhecida oficialmente como termal e, em 1975, o farmacêutico René Levayer fundou o laboratório dermatológico que hoje é a marca mais recomendada por dermatologistas no mundo. Toda essa história não é detalhe de brochura. É o que Will viu de perto, e é o que moldou a forma como ele passou a falar sobre a marca depois que voltou.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p>Will não é um influenciador de beleza no sentido tradicional. Ele é comunicador, criador de conteúdo e uma voz crítica nas redes sociais, conhecido por questionar o que não faz sentido e defender o que é genuíno. Não é o tipo de perfil que costuma aparecer em viagens de imprensa de marcas de skincare, e é exatamente por isso que a escolha importa.</p>



<p><em>&#8220;Eu sentia vontade de chorar em diversos momentos. Acho que pessoas como eu, que vêm do mesmo lugar que eu, vão entender o abismo que existe entre a escassez e o medo de defender o certo, o que acaba nos deixando em uma situação de muita vulnerabilidade. Eu parava, observava aquelas pessoas lindas, os criadores que a marca selecionou, a própria marca ali presente, e me lembro de respirar fundo para não chorar enquanto agradecia, porque, sem dúvidas, a partir disso eu me senti pertencente. Era como um mantra na minha cabeça: eu repetia &#8216;eu mereço, eu mereço&#8217;. Vendo toda aquela grandiosidade, o carinho da marca comigo e os amigos criadores, todos pessoas éticas, eu me senti tão acolhido. Ainda estou degustando essa sensação.&#8221;</em></p>



<p><strong>O que Paris representa quando você vem de Feira de Santana</strong></p>



<p>Will cresceu no interior da Bahia. Suas primeiras referências de beleza e comunicação vieram de uma gráfica longe de casa, onde ele acessava a internet para assistir às primeiras blogueiras de maquiagem no YouTube. Paris, enquanto epicentro global da indústria da beleza, não estava no horizonte óbvio de alguém com essa trajetória, e é justamente esse descompasso que ele articula com precisão.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="95501" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5703.jpg-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-95501" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5703.jpg-683x1024.jpeg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5703.jpg-200x300.jpeg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5703.jpg-100x150.jpeg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5703.jpg-768x1152.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5703.jpg-1024x1536.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5703.jpg-scaled.jpeg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" data-id="95500" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5686.jpg-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-95500" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5686.jpg-683x1024.jpeg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5686.jpg-200x300.jpeg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5686.jpg-100x150.jpeg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5686.jpg-768x1152.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5686.jpg-1024x1536.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5686.jpg-scaled.jpeg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" data-id="95499" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5657.jpg-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-95499" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5657.jpg-683x1024.jpeg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5657.jpg-200x300.jpeg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5657.jpg-100x150.jpeg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5657.jpg-768x1152.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5657.jpg-1024x1536.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A5657.jpg-scaled.jpeg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" data-id="95504" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-576x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-95504" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-576x1024.jpeg 576w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-169x300.jpeg 169w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-84x150.jpeg 84w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-768x1365.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-864x1536.jpeg 864w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-236x420.jpeg 236w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-150x267.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-300x533.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-696x1237.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-1068x1899.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/DSC00449.JPG-1-rotated.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
</figure>



<p><em>&#8220;Eu não cresci me vendo representado onde sonhei estar. Sou uma pessoa muito afetuosa, minhas memórias são muito latentes, como se estivessem cristalizadas. Eu conseguia ver o Willian que andava muito para chegar a uma gráfica só para acessar a internet e entrar no YouTube para assistir às minhas primeiras blogueiras de maquiagem, que já viviam a realidade que eu desejava. Isso tudo lá do interior da Bahia, em Feira de Santana. Quando eu desisto da beleza no sentido de postar vídeos de maquiagem, como fazia na adolescência, e descubro na minha comunicação a ponte para me conectar comigo mesmo, percebo que tudo faz parte da construção. Estando ali, eu pensava nos meus primos, nos pequenos da minha família e no quanto isso significava como reparação. Me senti em uma vitrine, sendo visto pelo mundo como pertencente àquele lugar, e eu sou. Foi um despertar em todos os sentidos: minha mãe, minha irmã e meu noivo, no Brasil, emocionados com a minha conquista, e eu sendo inspiração para todos eles. Foi fantástico.&#8221;</em></p>



<p>O relato de Will toca diretamente numa questão que o veículo Mundo Negro acompanha de perto: a ausência histórica de pessoas negras e periféricas em narrativas de prestígio dentro da indústria da beleza global. Que Paris ainda seja um lugar onde essa presença precisa ser nomeada como conquista diz muito sobre o tamanho do caminho que ainda existe.</p>



<p><strong>Bastidores da ciência</strong></p>



<p>A viagem não foi só sobre experiência emocional. A La Roche-Posay levou os criadores aos bastidores da marca, incluindo a visita à cidade que dá nome ao laboratório, onde as fontes termais seguem sendo usadas como base dos produtos. Mais de 840 estudos clínicos sustentam as fórmulas da marca, e os recursos termais atendem inclusive pacientes oncológicos e com doenças de pele graves em tratamento dermatológico.</p>



<p>Will saiu de lá com outra leitura sobre o que significa falar de uma marca de skincare.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-682x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-95502" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-682x1024.jpeg 682w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-200x300.jpeg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-100x150.jpeg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-768x1154.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-1023x1536.jpeg 1023w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-1363x2048.jpeg 1363w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-280x420.jpeg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-150x225.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-300x451.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-696x1045.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1-1068x1604.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/5T2A6890.JPG-1.jpeg 1484w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p><em>&#8220;Eu até brinquei na viagem que a marca estava fazendo um &#8216;feitiço&#8217; para nos deixar em encantamento , mas a verdade é que toda essa magia gira em torno de muita tecnologia. E eu afirmo que a marca fez algo inédito: mostrar além da embalagem, do roteiro e do alinhamento publicitário. Mostrar onde tudo nasce, como começa, a ciência e o cuidado em cada etapa. Nunca mais eu vou falar da marca de qualquer forma. Já existia um cuidado da minha parte, mas depois de ver o impacto social e o cuidado com pessoas reais que utilizam esses recursos como ferramenta de tratamento, inclusive em casos de câncer e outros problemas de pele, eu entendi que preciso ser ainda mais responsável ao falar sobre ela, porque há muito cuidado e ciência envolvidos.&#8221;</em></p>



<p><strong>O produto</strong></p>



<p>O Mela B3 Double Dose é o lançamento central dessa parceria. O carro-chefe da linha Mela B3 combina dois ativos patenteados: o Melasyl, molécula desenvolvida ao longo de 18 anos de pesquisa com respaldo de 45 patentes globais, e o Proxylane, ativo com ação firmadora. O mecanismo do Melasyl é considerado inédito no mercado: em vez de agir na produção de melanina como a maioria dos ativos antimanchas, ele intercepta o excesso de melanina antes que ele cause manchas na pele, sem alterar o tom natural de quem usa. O Double Dose tem fórmula de textura emulsão leve, foi testado em pele brasileira e é adequado para uso diário, tanto de manhã quanto à noite. Os dados clínicos da fórmula indicam 97% de correção visível de manchas e redução de 75% nas rugas em uma semana de uso, além de pele 20% mais firme em quatro horas.</p>



<p>Para Will, a linha é especialmente relevante porque resolve um problema que ele viveu na própria pele, literalmente.</p>



<p><em>&#8220;Eu amei, porque sempre que ouço a palavra &#8216;relevante&#8217;, me sinto sendo chamado [risos]. Quero responder de forma muito pessoal. Eu sempre tive problemas com manchas: a acne vinha seguida de manchas. Fiz uso de muita medicação com acompanhamento profissional, e isso afetou muito minha saúde, de tanto trauma em ter a pele manchada. Meu medo sempre foi a espinha aparecer e deixar rastro. Com o uso do Mela B3, foi a primeira vez que eu comprovei na minha pele que não surgem manchas no pós-acne. Eu vejo essa tecnologia, na minha opinião, como a mais promissora da marca na atualidade, porque imagina interceptar a mancha antes mesmo que ela aconteça? Amo que não deixa a pele oleosa, posso usar diariamente e também à noite antes de dormir, e minha pele nunca esteve tão iluminada. Eu até brinquei que queria uma banheira de Mela B3, porque ele uniformiza a pele sem me desbotar, respeitando que eu sou uma pessoa preta. Ele age na mancha, e não no tom da pele.&#8221;</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="586" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-586x1024.jpg" alt="" class="wp-image-95496" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-586x1024.jpg 586w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-172x300.jpg 172w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-86x150.jpg 86w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-768x1341.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-879x1536.jpg 879w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-240x420.jpg 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-150x262.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-300x524.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437-696x1216.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/cbfbd695-ecd9-451f-acb5-3635f897c437.jpg 916w" sizes="(max-width: 586px) 100vw, 586px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p>Esse ponto não é cosmético. Para peles negras, a hiperpigmentação pós-acne é uma das queixas dermatológicas mais comuns e uma das menos atendidas pelo mercado tradicional de skincare, que por décadas desenvolveu produtos calibrados para outros fototipos. Um ativo que age especificamente no excesso de melanina sem interferir no tom natural da pele tem implicações concretas para esse público.</p>



<p><strong>O que fica</strong></p>



<p>Will parte para Paris como um criador de conteúdo crítico e volta com o que, segundo ele, é uma mudança de perspectiva sobre o que significa falar de autocuidado.</p>



<p><em>&#8220;Sim, o processo. Deu para perceber que tudo leva tempo e que pele saudável exige dedicação. Durante a viagem, parecia um filme, tudo muito perfeito. Eu dizia aos meus amigos que parecia um show da Beyoncé: tudo funciona, tudo performa bem. Mas existe muita dedicação, detalhe e muita pesquisa por trás. Então, o que eu quero transmitir é que pele bonita não nasce da noite para o dia, mas sim da dedicação diária com os produtos certos. Essa viagem tira a ideia de aceleração e abre espaço para entendermos a importância do autocuidado com tempo e produtos de qualidade.&#8221;</em></p>



<p>O Mela B3 Double Dose está disponível nas principais farmácias e redes de beleza do Brasil. Para acompanhar o conteúdo de Will sobre a experiência, acesse o Instagram dele em @willosou. A La Roche-Posay pode ser acessada no Instagram em @larocheposaybr.</p>
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		<title>Turistas simulam chicotadas em monumento onde escravizados eram açoitados em Mariana (MG)</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/turistas-simulam-chicotadas-em-monumento-onde-escravizados-eram-acoitados-em-mariana-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 18:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo v&#237;deo que circula nas redes sociais exp&#245;e um grupo de turistas no Pelourinho de Mariana, na Regi&#227;o Central de Minas Gerais, simulando uma cena de tortura no monumento hist&#243;rico. No per&#237;odo colonial, a estrutura de pedra, localizada na Pra&#231;a Minas Gerais, era utilizada para a&#231;oitar e humilhar pessoas negras escravizadas como forma de [&#8230;]</p>
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<p>Um novo vídeo que circula nas redes sociais expõe um grupo de turistas no Pelourinho de Mariana, na Região Central de Minas Gerais, simulando uma cena de tortura no monumento histórico.</p>



<p>No período colonial, a estrutura de pedra, localizada na Praça Minas Gerais, era utilizada para açoitar e humilhar pessoas negras escravizadas como forma de punição pública.</p>



<p>No registro, é possível ver um grupo de mulheres diante do monumento. Em um momento de absoluto desrespeito, uma delas se pendura nas argolas de ferro e grita: &#8220;me bate&#8221;. Ao redor, outras pessoas observam a cena.</p>



<p>O caso foi criticado pelo vereador Pedro Sousa (PV). &#8220;Quem nasceu em Mariana já presenciou turistas que se sentem à vontade para ir até a Praça Minas Gerais e gravar vídeos ou tirar fotos imitando pessoas pretas escravizadas no Brasil e em nossa própria cidade&#8221;, escreveu nas redes sociais.</p>



<p>Para o vereador, a atitude é uma forma de violência simbólica que fere a dignidade da população negra. &#8220;Esse tipo de atitude, carregada de estereótipos, dor e desrespeito, fere a dignidade do povo preto, que foi sequestrado da África e, mesmo após tantas marcas da história, ainda precisa lidar com esse tipo de teatro barato. É preciso lembrar que a escravidão foi um dos maiores crimes contra a humanidade, e que Mariana foi construída com o sangue de pessoas negras&#8221;, reforçou.</p>



<p>O parlamentar reiterou que a postura dos visitantes é inaceitável. &#8220;Turistas que tratam esse sofrimento como entretenimento mostram que ainda precisam aprender muito sobre a história. Para mim, esse tipo de postura não é bem-vinda na nossa cidade.&#8221;</p>
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		<title>Idosa é presa em Salvador após dizer que era &#8220;superior&#8221; ao PM negro &#8220;em razão de sua raça&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:47:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma idosa de 74 anos foi presa em flagrante, nesta ter&#231;a-feira (21), ap&#243;s proferir ofensas racistas contra um policial militar no Largo de Santana, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. A mulher, cuja identidade n&#227;o foi revelada, disse ao agente que seria &#8220;superior em raz&#227;o de sua ra&#231;a&#8221;. O caso ocorreu enquanto a equipe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma idosa de 74 anos foi presa em flagrante, nesta terça-feira (21), após proferir ofensas racistas contra um policial militar no Largo de Santana, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. A mulher, cuja identidade não foi revelada, disse ao agente que seria &#8220;superior em razão de sua raça&#8221;.</p>



<p>O caso ocorreu enquanto a equipe da Polícia Militar realizava patrulhamento de rotina na região, um dos polos culturais e boêmios mais movimentados da capital baiana. Segundo informações da Polícia Civil, a mulher abordou os agentes questionando a atuação policial no local. Mesmo após receber os esclarecimentos necessários, a idosa elevou o tom e atacou um dos policiais, de 23 anos, com falas racistas.</p>



<p>Diante da gravidade da ofensa, a mulher foi conduzida à delegacia, onde foi autuada em flagrante. Ela segue sob custódia e à disposição da Justiça. O caso está sendo conduzido pela Delegacia Especial de Atendimento ao Idoso, que realiza oitivas e diligências para dar continuidade às investigações.</p>



<p>No vídeo divulgado pela Polícia Militar no momento da prisão, é possível notar que a mulher resistiu à detenção e tentou minimizar o crime. &#8220;Meu avô também era preto. Como é que eu posso ser racista?&#8221;, questionou aos agentes.</p>



<p>&#8220;O cara me acusou porque eu falei que lá em Brasília só tem branco e não tem ninguém armado desse jeito, entendeu?&#8221;, alegou a idosa. Ela ainda tentou comparar as normas de segurança para justificar seu incômodo. &#8220;Em Brasília, ninguém pode andar com uma arma dessa na rua, que é área de segurança nacional. Quando eu vejo uma arma dessa, me sinto muito mal, porque eu acho que vai acontecer uma coisa terrível&#8221;, afirmou.</p>



<p>Visivelmente exaltada, a idosa ainda tentou intimidar os policiais mencionando que a filha trabalha no Banco do Brasil. &#8220;Eu sou uma senhora que eu tenho 74 anos, tenho família, cara. Não sou uma coitada&#8221;.</p>



<p>Segundo a Lei 7.716/1989, a pena para o crime de injúria racial pode chegar a cinco anos de reclusão, além do pagamento de multa.</p>
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