A psicóloga e comunicadora Sarah Aline estreou, nesta terça-feira (4), a segunda temporada do videocast Sarah de Terapia, projeto que aproxima a psicologia do cotidiano por meio de conversas sobre emoções, identidade, pertencimento, autocuidado e relações. Os episódios serão publicados semanalmente, às terças-feiras, às 5h, no YouTube e no Spotify.
A nova temporada chega com identidade visual renovada, novo cenário e formato de episódios desenvolvidos a partir do retorno da audiência da primeira edição. O programa passa a ser dividido entre os quadros “Fala que Sarah”, com convidados especiais, e “Toma que Sarah”, conduzido exclusivamente pela psicóloga.
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Nova temporada reúne convidados e amplia formato do programa
A estreia recebe a escritora e apresentadora Camila Fremder em uma conversa sobre vulnerabilidade, pensamentos recorrentes e os desafios de expressar sentimentos que muitas vezes permanecem silenciados. Ao longo da temporada, também participam nomes como Pequena Lô, Ana Paula Xongani, MC Luanna, Ana Hikari, Giovanna Heliodoro, Dandara, João Pedrosa, Nicolly Martins, Maria Clara Garcia, Ma Perchon e Preta Araújo.
A escolha de agosto para o lançamento foi estratégica e dialoga com o mês em que é celebrado o Dia do Psicólogo, reforçando a proposta do projeto de ampliar o acesso a conversas qualificadas sobre saúde emocional.
Sarah Aline reforça a importância da escuta e do cuidado emocional
Sarah Aline destaca que o videocast não substitui o acompanhamento psicológico, mas pode funcionar como uma porta de entrada para quem busca compreender melhor suas emoções.
“Uma conversa como esta não substitui a psicoterapia, mas pode ser o primeiro passo para que alguém encontre coragem de buscar ajuda ou compreenda melhor aquilo que sente. Se, ao terminar um episódio, uma pessoa conseguir olhar para si com mais gentileza ou perceber que também merece esse cuidado, então o propósito do Sarah de Terapia já terá sido cumprido.”
Especialista em Fenomenologia Existencial, Sarah Aline aposta em uma linguagem acessível para aproximar o conhecimento psicológico de diferentes públicos ao abordar temas como autoestima, amizade, limites, liberdade, propósito, pertencimento e identidade, sem substituir o processo terapêutico.
A proposta é oferecer um espaço de escuta e reflexão que incentive o cuidado com a saúde mental e amplie o repertório emocional de quem acompanha o programa, mostrando que pedir ajuda e construir espaços de escuta também fazem parte do processo de bem-estar.
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