Pretos no sertanejo: Novas potências que surgem no mundo da sofrência

0
1078
Imagem/Divulgação

O gênero musical sertanejo é, sem dúvidas, um dos mais amados e tocados no Brasil. Desde a década 1920, compositores urbanos e rurais, lançam suas ‘modas’ que falam, normalmente, sobre o amor.

Diante de tanto embalos e sons que falam sobre sentimentos, vamos compartilhar a nova geração do sertanejo. Pessoas negras que veem pra brilhar, também, nesse público. Uma delas, é o cantor e compositor André Lus, que começou a compor desde os 6 anos de idade e hoje, com suas duas composições gravadas, no ano de 2020, deixa muita admiração em quem o escuta.

‘Solidão Invertida’ e ‘Monza Drinks’ são as últimas músicas que André gravou diante de um ano tão difícil. No mesmo ano de 2020 também teve a honra de ser convidado por Adhemar Rocha para participar no projeto da cantora Paulinha Soares, na música “O que é o amor?”, na qual teve participação, também, em sua composição.

Além de André, compositor negro no sertanejo, temos a baiana e poeta Patrícia Meira, que lançou sua mais nova música no ritmo musical, “Deus é mais”, produzida por Carol Vidal e Lika Rosa.

Patrícia se nomeia a primeira cantora preta do sertanejo atual e diz que “Esse som é um jeito descontraído e bem realista de mandar o ex embuste meter o pé da sua vida. A ideia é que mulheres que vivem em relacionamentos abusivos com seus companheiros ou companheiras não se privem de absolutamente nada”.

“Deus é Mais” é a primeira música da poeta, que foi finalista e destaque do Slam BR, Campeonato Brasileiro de Poesia Falada em 2018 e campeã do Campeonato Argentino de Poesia Falada em 2019. A música vem para, além de lançar Patrícia no mundo sertanejo, trazer uma sequência de lançamentos para 2021.

As músicas, tanto de André Lus, quanto de Patícia Meire, estão disponíveis nas plataformas digitais.

Comments