“Não cabe a mim quebrar esteriótipos”, diz Douglas Silva sobre futuros papeis na TV e no cinema

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“Não cabe a mim quebrar esteriótipos”, diz Douglas Silva sobre futuros papeis na TV e no cinema
Foto: Reprodução.

Durante coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (27), o ex-BBB e ator Douglas Silva abriu o coração sobre suas percepções sobre o jogo e os planos para o futuro depois do encerramento do reality. Perguntado sobre futuros trabalhos e como ele pretende quebrar esteriótipos sobre os papeis dados a atores negros no cinema e na televisão, DG afirmou que esta mudança está em outra esfera de decisão, que não é a do ator.

“Não cabe a mim quebrar esteriótipos, já mostrei ao Brasil que sou capaz”, disse o ator, que tem 23 anos de carreira e foi o primeiro ator brasileiro a ganhar um Emmy. “A maioria dos trabalhos que eu fiz tiveram entregas boas e repercutiram bem. Todo papel que me entregam eu dou o meu nome e faço valer”, avaliou.

Durante o papo, o ator também abriu o coração e falou sobre questões pessoais de sua vida, como a dificuldade que ele tinha de chorar, e que foi modificando ao longo do programa. “Dentro do BBB eu descobri que eu chorando eu fico mais forte. Não é vergonha chorar, homem chora, sim, e foi bom que eu chorei porque aquilo me deu disposição para enfrentar os cem dias lá dentro”, contou.

Ainda sobre os papeis atribuídos aos homens, o ator comentou a relação de afeto que estabeleceu com os outros amigos homens que fez dentro da casa. “A relação que eu tive com os meninos lá dentro, foi a mesma que eu tenho com meus amigos aqui fora. A gente não tem preconceito com nada, e não tem essa com homem não beija homem, não abraça homem. É bom a gente demonstrar esse afeto esse homens no programa de maior audiência do país”, disse DG.

Sobre a relação que estabeleceu com Jessi e Natália e a fala que fez sobre querer ver mulheres negras na final, ele avaliou que as tentativas de alianças com as duas não tiveram eco por parte das meninas, e, por isso, ele não levou adiante as tentativas de alianças com elas. “Não tinha como eu fazer mais algo para fortalecer aquela movimentação, eu acabaria sendo incoerente até com as minhas relações de amizade ali dentro”, concluiu.

Ainda sem ter muitas informações sobre as negociações que aconteceram aqui fora enquanto ele estava no confinamento, DG disse que está aberto às novas possibilidades de trabalho e que, segundo sua esposa, já existem muitas propostas encaminhadas.

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