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Família de Sara Raimundo atinge meta para trazer corpo da advogada para o Brasil

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Foto: Reprodução

A família de Sara Raimundo (32), advogada e cofundadora e COO da legaltech Unicainstância que faleceu na última sexta-feira (21), durante uma viagem à Nova Orleans, Louisiana, Estados Unidos, informou que conseguiu bater a meta e arrecadar o valor necessário para trazer o corpo da jovem para o Brasil. 

Em um comunicado compartilhado nas redes sociais, os familiares de Sara disseram: “Declaramos que conseguimos bater a meta e acreditamos MUITO que conseguimos trazer a Sarinha pra perto de nós, para ter um sepultamento digno de quem ela era e o que ela representava”.

“Sara é história, Sara fez história, Sara é semente e PRA SEMPRE estará em nossos corações!”, destaca um trecho do comunicado.

Os familiares agradeceram o público que compartilhou os posts pedindo doações e informaram que agora devem lidar com os processos burocráticos para trazer o corpo Sara ao Brasil. “Agora teremos que lidar com toda a tramitação burocrática/administrativa para o tanslado acontecer e darmos o fim que nossa querida Sara merece”.

Sara faleceu na sexta-feira, dia 21 de abril, depois de passar mal durante uma viagem para Nova Orleans, Louisiana, Estados Unidos. “Sara estava sozinha a caminho do evento Brazil at Silicon Valley, para o qual foi convidada a participar como ouvinte, quando sentiu dores no peito durante o voo. Ela recebeu os primeiros socorros ainda no voo, sendo encaminhada após um pouso de emergência ao hospital mais próximo, onde, infelizmente, não resistiu e veio a falecer”, detalha a publicação do amigo e sócio Gilmar Bueno Jr.

Sara e Gilmar Bueno Jr. Fundaram juntos a Unicainstância, que ajuda consumidores com indenizações por cobranças indevidas em contas de luz, água e afins.

“Não existe acarajé vegano”, defende a pesquisadora Cauane Maia

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Foto: Reprodução

Não há como negar a importância do acarajé quando o assunto é ancestralidade e cultura afro-baiana, que está presente em todo Brasil. Mas também por essa ligação com uma cultura preta o acarajé vem sofrendo um “embranquecimento”, é isso que a colunista Cauane Maia levanta no Portal Catarinas. “Não existe acarajé vegano.”

Para Cauane, o conhecido como “acarajé vegano” é apenas mais uma forma de tentar afastar o alimento conhecido por fazer parte da cultura baiana e de cultos da orixá, da religião de matriz africana. “Há é um movimento vegano mainstream, majoritariamente branco, incapaz de refletir sobre os impactos racistas de se alterar o receituário de um alimento votivo à orixá. E, mais ainda, alterar o acarajé, bolinho que não possui nenhum ingrediente de origem animal, cujo preparo tradicional é reconhecido e certificado como patrimônio cultural e imaterial do Brasil, pelo IPHAN”, escreve Cauane.

O acarajé, feito de bolinho de feijão fradinho, cebola e sal, fritos no azeite de dendê, em 2012 foi reconhecido como patrimônio imaterial pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, assim como as Baianas de Acarajé e sua relação com o candomblé – sendo criado com este intuito e logo depois se tornando uma comida típica baiana.

A comida, que inicialmente era feita apenas em cultos do candomblé e por baianas, hoje em dia está presente em praticamente todos os estados do país. O que diferencia o acarajé de ser um prato com ou sem origem animal é seu recheio, que normalmente é vatapá e camarão.

Mas, assim como outros instrumentos e costumes da cultura negra, o acarajé começou a ser ressignificado por igrejas. “Com isso, surgiram os “bolinho do senhor” ou “bolinho de jesus”, que nada mais são que uma tentativa de romper com tradição que conecta as baianas de acarajé (e o próprio acarajé) aos terreiros, ou seja, o apagamento da essência desse alimento”, defende Cauane.

Cauane também comenta que essa prática não é exclusiva das igrejas. Com a alta de alimentos mais saudáveis e sem origem animal, começaram a surgir novas modificações do tradicional acarajé, que, para a autora, também é um ato racista contra a cultura afro-baiana. “Se há restrições alimentares, que elas sejam plenamente respeitadas e determinados alimentos evitados. Agora, apropriar-se de alimentos votivos à orixá para satisfação pessoal é o puro suco do privilégio da branquitude”, finaliza.

Vaneza Oliveira revela como exercícios físicos ajudaram a controlar ansiedade nas gravações de ‘3%’

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Foto: Reprodução

Vaneza Oliveira, a atriz que interpretou a personagem Joana na série “3%”, publicou um vídeo em seu Instagram em que falou sobre suas condições de saúde durante as gravações da série. Ela afirmou que a quarta e última temporada foi a sua favorita, e o motivo foi a prática regular de exercícios físicos: “Sempre que me perguntam qual a temporada de 3% que eu mais gostei de gravar eu respondo tranquilamente, a quarta e última temporada. E principalmente, porque eu fazia exercício físico”.

Segundo a atriz, ela sofre muito com ansiedade e isso a afetou bastante durante as primeiras temporadas de “3%”. Vaneza contou que na primeira temporada teve uma hérnia gástrica por conta da pressão de interpretar a protagonista da série. “Na primeira temporada de 3% eu quase não fiz, eu tava tão pressionada, me sentindo tão ansiosa em tá fazendo a minha primeira protagonista que eu tive uma hérnia gástrica, aí eu tive que escolher entre fazer a cirurgia ou gravar a série, eu escolhi gravar a série. Eu escolhi gravar a série, mas a gente teve que mudar toda a coreografia das cenas de luta da Joana, cê tem noção?!”, revelou.

Na segunda temporada ela conta que o estresse foi intenso e, na terceira, Vaneza teve uma crise de pânico durante as filmagens.”Na terceira temporada a minha ansiedade me consumiu tanto que eu tive uma crise de pânico no meio do set de filmagem, a gente teve que parar de filmar”, disse ela. 

Foi então que na quarta temporada, a intérprete de Joana decidiu que faria seu trabalho de uma maneira saudável, focando em sua saúde mental. Ela passou a fazer exercícios físicos regularmente e cuidar mais da alimentação. “Na quarta temporada eu decidi que eu ia fazer meu trabalho de uma maneira digna, e com muita saúde mental”, destacou ela. “Mas hoje em dia eu percebo o quanto ter começado ali a fazer exercícios físicos me ajudou pra conseguir fazer meu trabalho”, relembrou.

“Agora vocês entendem por que eu sou dedicada a ir na academia toda semana? Porque se eu não for, minha ansiedade me consome”, disse a atriz. Que também reforçou a importância de contar sua história para que sirva como inspiração para que outras pessoas passem a cuidar da saúde física e mental.

Morre aos 96 anos Harry Belafonte, cantor e ativista dos direitos civis

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O músico, ator e ativista pelos direitos civis Harry Belafonte faleceu nesta terça-feira (25), aos 96 anos, de insuficiência cardíaca em sua casa, localizada em Nova York, de acordo com informação confirmada pelo jornal New York Times. 

Harry foi um dos principais apoiadores de Martin Luther King Jr. e se tornou um amigo do ativista. O cantor fez sucesso na década de 1950 com hits como “Day-O (The Banana Boat Song)”, “Jump In The Line (Shake, Senora)” e “Jamaica Farewell”.

Conhecido como “Rei do Calypso”, Harry Belafonte era filho de mãe jamaicana e seu pai era francês da Martinica. Ele passou a maior parte da infância na Jamaica e,  já adulto, com uma carreira na música, popularizou  o ritmo que tem origem caribenha.

Um de seus álbuns de maior sucesso, o “Calypso” que tem hits como “Banana Boat (Day-O)” e “Jamaica Farewell” ficou no topo das paradas da Billboard durante 31 semanas, em 1956, depois do lançamento.

Como ator, Belafonte atuou em “Ilha nos Trópicos” (1957), “Bobby” (2006), “Infiltrado na Klan” (2018), “Kansas City” (1996) e “O diabo, a carne e o mundo” (1959).

O artista deixa um legado humanitário na luta pelos direitos civis e como embaixador da boa vontade da UNICEF que nunca serão esquecidos.

Eliminados negros protagonizam mais entretenimento que a grande final do BBB 23; veja momentos marcantes

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Fotos: Reprodução/Instagram

Finalmente chegou o dia da final do BBB 23! Na noite desta terça-feira (25), o Brasil irá descobrir quem levará o maior prêmio na história do reality show, no valor de R$ 2,88 milhões, disputado entre Aline Wirley, Bruna Griphao e Amanda Meirelles.

Desde a eliminação de Domitila Barros, a última integrante do grupo ‘Fundo do Mar‘, na semana passada (18), o programa teve uma queda brusca de audiência, e agora, boa parte do público tem acompanhado os últimos eliminados nas redes sociais e nas entrevistas. “Black, Sarah e Domitila dando mais entretenimento pro BBB estando fora do que a campeã lá dentro”, disse um internauta no Twitter.

https://twitter.com/MarcosAndrad_/status/1648884103717048322

Na manhã de hoje (25), por exemplo, a Miss Alemanha foi ao Complexo do Alemão junto com o amigo Fred Nicácio, visitar os moradores e conhecer os projetos sociais, e tem engajado o Twitter e o Instagram com várias imagens dos dois curtindo com as crianças, os fãs, e andando de moto taxi.

https://twitter.com/portaldomitila/status/1650887976593899521

E a pergunta que não quer calar: Ricardo Alface e Sarah Aline vão namorar sério aqui fora? Os dois continuam roubando a cena nas redes sociais, bombaram com o reencontro na gravação do programa ‘MesaCast‘, marcado com muito afeto e carisma. Nos bastidores, o biomédico conheceu o pai da psicóloga e disse que eles ainda iriam se ver muito.

Ontem, Sarah também deixou os fãs curiosos o dia inteiro para revelar o que estava fazendo no cabelo para participar da final do BBB 23. Ela passou horas no Salon Studio colocando tranças longas e loiras e o resultado ficou incrível. “Barbie negra”, dizem diversos fãs nas redes sociais.

https://twitter.com/NegasSariel/status/1650686318509211648

Tina Calamba e Cezar Black, que fizeram história por uma discussão sobre perucas dentro do reality show, protagonizaram um encontro lindo e divertido nas redes sociais, na semana passada. Após a angolana se recusar a emprestar a lace dela ao enfermeiro na casa, ela deu uma peruca de presente e gravou esse momento super especial.

https://twitter.com/cezarblackk/status/1649120767953469467

Pras Michel, do Fugees, é acusado pelo EUA de ter sido agente da China e pode pegar até 22 anos de prisão

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Foto: Griffin Lotz

O integrante do grupo de rap Fugees, Pras Michel, admitiu ter passado informações para o FBI sobre a China em um julgamento contra ele. O rapper é acusado de trabalhar como agente não registrado da China e para o bilionário Jho Low na reeleição de Barack Obama, em 2012, e no governo de Donald Trump e pode pegar até 22 anos de prisão. Ele se declara inocente.

Segundo a promotoria, o rapper e empresário Pras Michel, integrante de um dos maiores grupos de rap da história, o Fugees, teria recebido milhões de Jho Low para conseguir conexões dentro do governo Obama e no governo Trump e que usou as conexões a favor da China e de Low. No total, ele é réu em 10 acusações, sendo conspiração, adulteração de testemunhas e falha em se registrar como agente da China.

Pras Michel era integrante do grupo de rap Fugees | Foto: Al Pereira/Michael Ochs Archives/Getty Image

Quem é Jho Low? O bilionário é acusado de corrupção e roubar US$ 4,5 bilhões do fundo soberano da Malásia, o 1MDB. Ele também é acusado de tentar usar sua influência no governo dos EUA quando o caso de corrupção veio a público. Ele é co-réu no julgamento do ex-membro do Fugees e atualmente é considerado fugitivo.

Na última semana, Pras resolveu depor em seu próprio caso, algo considerado inédito – segundo o repórter da Mother Jones, ele disse ter tomado essa decisão “depois de consultar meus advogados e o universo” -, e reforçou mais uma vez ser inocente sobre as acusações de conspiração e falsificação de registros. 

Segundo seu testemunho, em 2012 ele teria recebido US$ 20 milhões de Low e outros estrangeiros para ajudá-los a conseguir tirar uma foto com o então presidente Barack Obama e viu isso como “dinheiro grátis” e não sabia que estava infringindo uma lei, ele também alegou que esse dinheiro também era para investir em um negócio de mídia que ele estava construindo. 

Michel também disse que se reuniu voluntariamente com o FBI para falar sobre os esforços da China para extraditar um dissidente proeminente, Guo Wengui, e que era apenas um conector de Low na busca de achar um advogado para as acusações civis apresentadas pelo governo dos EUA.

Segundo o advogado do ex-integrante do Fugees, David Kenner, ele não estaria intencionalmente infringindo nenhuma lei em que ganhar dinheiro não é crime.

Mas segundo a promotoria, ele teria usado US$ 800 mil desse dinheiro para fazer doações, usando nome de terceiros, no “Obama Victory Fund” em eventos com o presidente.

A promotoria também alega que anos depois ele teria recebido mais de US$ 100 milhões do Low para ajudar na libertação do dissidente chinês Guo Wengui dos EUA para a China e para ajudar a interromper as investigações contra o bilionário.

Ainda segundo os promotores, em 2019, após saber das investigações do Departamento de Justiça, Michel mandou cartas para os terceiros pedindo o dinheiro de volta dizendo que era um empréstimo.

Além do próprio rapper, no começo de abril Leonardo DiCaprio também depôs sobre o caso e saiu em defesa da inocência do amigo.

Em uma entrevista exclusiva para o Rolling Stone, Michel disse que não teria motivos para cometer tal crime. “Que benefício eu teria tentando infringir as leis? Não vale a pena para mim. Eu sou como um excluído agora. Tenho amigos que não querem falar comigo porque acham que há um satélite em órbita ouvindo-os.”, desabafou o ex-Fugees.

Nas redes sociais, muitos fãs de Fugees estão indignados com a cooperação de Michel com o FBI. 

O rapper brasileiro, Delatorvi, relembrou da diss de Tupac, “Bomb First”, em que ele atacava o grupo Fugees.

https://twitter.com/outrodelatorvi/status/1650584159004270599

Agredido por ex-atleta, Max Ângelo consegue emprego com carteira assinada 

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Foto: Divulgação

O entregador Max Ângelo dos Santos, 36, começou na última segunda-feira (24), a trabalhar em um novo emprego com carteira assinada, no Rio de Janeiro. Max foi vítima de uma agressão pela ex-atleta Sandra Mathias Correia de Sá no dia 9 de abril.

Ele trabalhará na área administrativa e operacional de uma empresa que faz gestão de marcas e pessoas chamada Stage Digital. No novo emprego, Max ficará responsável por fazer entregas, compras e deve trabalhar na parte de produção, de acordo com informações divulgadas pelo G1.

Na última segunda-feira, o entregador se encontrou com uma representante da Universidade Candido Mendes. A instituição ofereceu uma bolsa de estudos integral para que ele possa cursar Direito.

Há cerca de um e meio, Max Ângelo dos Santos estava trabalhando como entregador de maneira informal depois de perder um emprego com carteira assinada. 

O caso de agressão contra o homem de 36 anos ganhou notoriedade nas redes sociais e na imprensa depois que o vídeo de Sandra Mathias Correia de Sá agredindo o entregador viralizou na internet. A mulher é investigada pelos crimes de lesão corporal e injúria por preconceito contra o entregador Max Ângelo dos Santos

Relembre o caso

No domingo de Páscoa, 9 de abril, Sandra Mathias Correia de Sá foi flagrada agredindo entregadores em São Contado, no Rio de Janeiro. Ela usou uma coleira como chicote para acertar um dos homens e também fez ofensas racistas. O vídeo das agressões viralizou nas redes sociais.

A mulher teria ficado incomodada com os entregadores sentados descansando na porta de uma loja, próximos do local onde trabalhavam, que também fica perto da casa de Sandra. Segundo relato dos entregadores, ela estava passeando com o cachorro quando viu os entregadores perto de sua casa, olhou, cuspiu no chão e continuou andando. Na volta, a mulher foi para cima dos entregadores. 

Viviane Maria de Souza, uma das entregadoras ofendidas pela mulher, contou que Sandra chegou a morder sua perna. Max Ângelo dos Santos, o outro entregador agredido também é visto nas imagens tentando se esquivar dos ataques de Sandra Mathias. 

Segundo o entregador, essa não foi a primeira vez que Sandra Mathias Correia de Sá agrediu os entregadores. Na última terçam ela fez agressões verbais aos trabalhadores que também registraram boletim de ocorrência contra a mulher. 

A nutricionista possui mais duas passagens pela polícia, a primeira é um furto de energia em Leblon, bairro onde está a escola de vôlei que ela é dona, e a segunda é por injúria e ameaça.

USP abre edital com 50 bolsas para pós-doutorado destinado à pesquisadores negros

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Foto: Freepik

Pesquisadoras e pesquisadores negros de todo o Brasil têm até o dia 10 de maio para se inscrever no Edital Bolsas de Pós-Doutorado, que disponibilizará 50 bolsas no valor de R$ 8.479,20 mensais. O aporte tem duração de 12 meses, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período.

As bolsas são oferecidas pela Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP), em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI). Para se inscrever, o candidato deve ser brasileiro, ter concluído o doutorado e possuir traços fenotípicos que o caracterizem como de cor preta ou parda.

“Nosso objetivo com esse programa é contribuir para a diversificação racial do contingente de pós-doutores negros, aumentando as chances de diversificação racial e de gênero dos docentes não só na USP, mas em todas as universidades brasileiras”, explicou a pró-reitora de Inclusão e Pertencimento, Ana Lucia Duarte Lanna.

Serão selecionados projetos que visem à ampliação e à ressignificação de temas, problemas e abordagens relacionados a todas as áreas do conhecimento. A seleção de bolsistas será feita mediante avaliação do Plano de Trabalho, por mérito acadêmico, pela contribuição para o desenvolvimento da pesquisa e avanço do conhecimento em sua área de incidência, e por avaliação curricular/experiência na área escolhida para desenvolvimento do projeto.

O bolsista também receberá um valor adicional de 10% do valor da bolsa referente à reserva técnica, que poderá ser utilizado em pagamento de diárias e passagens aéreas, participação em eventos, publicação de artigos e compra de material de consumo para pesquisa.

A inscrição pode ser feita até o dia 10 de maio, com o preenchimento do formulário on-line e envio do currículo Lattes atualizado, fotografia recente, autodeclaração racial, projeto de pesquisa e plano de trabalho. O edital completo está disponível na página da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento. (Acesse aqui)

Primeiro edital
Esta não é a primeira iniciativa desse tipo na Universidade. Em setembro do ano passado, foi lançado um edital direcionado exclusivamente a pós-doutorandas negras, que despertou o interesse de pesquisadoras de todo o País. Ao todo, 268 projetos foram inscritos e três foram selecionados.

Conheça um pouco da vida e da pesquisa das três pós-doutorandas selecionadas na primeira edição do edital Bolsas de Pós-Doutorado para Seleção de Pesquisadoras Negras.

Empresas terão que incluir informações de raça e etnia em documentos trabalhistas

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Foto: Gallup / Reprodução.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta última segunda-feira (24), o projeto de lei 14.533/23, que obriga empregadores a incluir um campo com informações de raça e etnia em documentos trabalhistas. Mudança é obrigatória para o setor público e privado.

De acordo com o governo, a nova lei representa “um importante passo na promoção da igualdade étnica e no combate às desigualdades sociais resultantes do racismo”. A identificação étnico racial será feita pelo próprio trabalhador. As informações devem ser inseridas nos formulários de admissão, demissão e acidentes de trabalho, nos registros do Sistema Nacional de Emprego, nos documentos do Regime Geral de Previdência Social e em questionários do IBGE.

A empresária Kelly Baptista, diretora da Fundação 1 Bi e Conselheira da Biblioteca Djeanne Firmino, avaliou como positiva a nova mudança. “Isso é importante pois conseguiremos mapear a real situação dos trabalhadores negros no país, para que consigamos ter políticas públicas efetivas aplicadas a estes profissionais”, destacou ela.

Anielle Franco, Ministra da Igualdade Racial e Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente do Brasil. Foto: Ricardo Stuckert.

Ainda segundo o documento publicado no Diário da União, a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizará, a cada 5 anos uma pesquisa destinada a identificar o percentual de ocupação por parte de segmentos étnicos e raciais no âmbito do setor público. Kelly diz que a ação também é importante para garantir a implementação da Política Promoção da Igualdade Racial. “Atualmente o país só conta com pesquisas em sua maioria não governamentais direcionadas a este público, o que muitas vezes não traz tanto peso para a formação de projetos de lei para nós”, pontua a profissional.

Em março, o governo  anunciou o decreto que estabelece uma cota mínima de 30% para pessoas negras em cargos comissionados e de confiança no governo federal. De acordo com texto, foi estabelecido o prazo de até 2025 para que a administração pública alcance o percentual mínimo de reserva de vagas.

 

 

Luedji Luna vai abrir os shows de Alicia Keys no Brasil

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Foto: Divulgação / Luedji Luna ; Alicia Keys.

A cantora baiana Luedji Luna anunciou nesta tarde de segunda-feira (24) que vai abrir os dois shows de Alicia Keys no Brasil. A artista norte-americana se apresenta no Rio de Janeiro e em São Paulo nos dias 3 de 5 de maio, respectivamente. “Vodum tem me abençoado grandemente! Fui convidada pra abrir [os shows de] Alicia Keys no Brasil! Bora cantar juntos o [álbum] ‘Bom Mesmo É Estar Debaixo D’água’ nesse show de luxo”, celebrou Luedji.

O valor dos ingressos para acompanhar a turnê ‘Alicia + Keys’ variam de R$ 550 a R$ 980. “Eu tenho sonhado com isso e vocês têm me perguntado sobre isso!! Tínhamos que fazer acontecer!!!”, escreveu Alicia no Twitter. Além do Brasil, a cantora também fará shows na Argentina, Colômbia, México e Chile.

Nascida em 1981, em Nova York, Keys começou sua carreira musical desde cedo, e aos 14 anos já estava compondo suas próprias músicas. Seu estilo musical é uma mistura de R&B, soul, hip-hop e elementos clássicos do piano. A artista ganhou seu primeiro prêmio Grammy em 2002, com seu álbum de estreia “Songs in A Minor”, que incluía hits como “Fallin'” e “A Woman’s Worth”. Ela continuou a conquistar sucesso com álbuns subsequentes, como “The Diary of Alicia Keys”, “As I Am” e “Girl on Fire”. Keys é conhecida por suas letras autênticas e emocionalmente poderosas, que abordam temas como amor, empoderamento feminino, igualdade racial e justiça social.

Para mais informações sobre ingressos e horários dos shows ‘Alicia + Keys’ no Brasil, clique aqui.

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