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Pretas e mães e pretas: um olhar sobre o cuidado ancestral e geracional entre mulheres pretas

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Celebrando o Dia das Mães apresentamos o editorial que reflete sobre o cuidado ancestral e geracional entre mães pretas. O encontro entre mulheres pretas é poderoso, e quando falamos de mães pretas, esse encontro torna-se mais potente. 

Pretas e mães e pretas: um olhar sobre o cuidado ancestral e geracional entre mães pretas, mostra o poder da convergência, da troca e do ato de se enxergar umas nas outras. Como o cuidado entre mulheres pretas, sobretudo mães, passa pelo olhar, toque e abraço. 

Mães pretas, que apesar dos desafios diários, encontram nestes momentos, a pausa necessária para se inspirarem, recarregarem as energias e celebrarem suas existências. Para Poliana Mércia, de 50 anos, o ato de ser mãe envolve transmitir emoção. “Tô me sentindo o máximo e emocionadíssima, porque envolve empoderamento, beleza. Ser mãe é trazer amor, carinho e emoção para as coisas”, comenta. 

“Eu acho que esse ato de fotografar, é um ato de eternizar o afeto. Hoje aqui a gente tá eternizando nosso amor, minha mãe com 79 anos e eu com 32. A gente tá eternizando nesse tempo, nesse momento, com essas pessoas. Eu tô muito feliz de tá aqui e de ter esse registro para vida”, comenta Fatini Forbeck, de Belo Horizonte, em entrevista ao diretor criativo do editorial e diretor de conteúdo do Nossa Pele Negra, Gleidistone Silva. 

Quando pensamos no autocuidado e afeto na perspectiva de mães pretas, estamos falando de um ato essencial para o empoderamento dessas mulheres negras. A prática de se afetarem enquanto mulheres negras, é um exercício que as ajuda a encontrarem forças, e perceberem a capacidade de impactar não apenas suas próprias vidas, mas uma comunidade inteira.

“A experiência com mulheres negras é sempre muito rica. A gente aprende com elas e ensina também. E visualmente estar com essas mulheres tão lindas e empoderadas, que exalam beleza negra é maravilhoso. Eu tô adorando”, comenta Lorena Núbia, de 30 anos. 

A troca e o afeto entre mães negras, as ajuda a acreditarem em si mesmas e a verem o seu valor. Dá-lhes a oportunidade de encontrar o conforto necessário para enfrentar os desafios cotidianos, além da oportunidade de se conectar com outras mulheres como elas.

Para Thais Alvim, a Kingdom, 34 anos e mãe, trata-se de uma experiência de identidade. “É uma experiência importante que renova esse espírito de se identificar em outros corpos e outras mulheres, tão fortes quanto nós, com histórias tão lindas quanto as nossas. Então é uma ótima troca”, fala ao diretor criativo do editorial e diretor de conteúdo do Nossa Pele Negra, Gleidistone Silva. 

Pretas e mães e pretas: um olhar sobre o cuidado ancestral e geracional entre mães pretas, é o primeiro editorial do Nossa Pele Negra em parceria com Site Mundo Negro. Você pode conferir todas as fotos do editorial no site. Link nos stories.

Confira o editorial completo e siga @nossapelenegra para não perder nenhum conteúdo.

FICHA TÉCNICA:

Direção criativa e audiovisual: Gleidistone Silva (@eugleidistone)

Direção de arte: Lorena Núbia (@apretadondoca)

Fotografia: Filipe Abras (@filipeabras)

Direção de vídeo e finalização: Gleidistone Silva (@eugleidistone)

Captação de vídeo: Gleidistone Silva (@eugleidistone) e Francys Raphael (@francysraphaeloficial)

Beleza: Noeli Francis (@noelifranciscc)

Estilo: Nikolle Santos (@nikollersj)

Direção executiva: Gleidistone Silva (@eugleidistone)

Produção: Lorena Núbia (@apretadondoca)

Assistente de produção: Francys Raphael (@francysraphaeloficial)

Modelos: Fátima Romano Santos (@fatima_romaosantos), Poliana Mércia (@poliana.mercia), Fatini Forbeck (@fatiniforbeck), Lorena Núbia (@apretadondoca), Thais Alvim (@djkingdom_)

Realização: Nossa Pele Negra (@nossapelenegra) e Site Mundo Negro (@sitemundonegro)

“Não reduza o seu espaço para caber no de ninguém”, aconselha Tarciana Medeiros, primeira presidenta do Banco do Brasil

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Foto: Reprodução

“Eu passei por muita coisa na vida para chegar onde eu estou”. Esta frase de Tarciana Medeiros representa muitas pessoas de grupos minorizados, porém onde ela chegou, nenhuma mulher chegou antes. Ela é a primeira presidente do Banco do Brasil, instituição com mais de dois séculos, gerida de forma homogênea por homens brancos.

Tarciana uma entusiasta da inserção das mulheres em lugares de poder, foi uma das palestrantes da terceira edição do evento Women on Top, que aconteceu nesse último sábado, 6, em São Paulo. 

Paraibana, de Campina Grande, a executiva comentou que durante a sua carreira, seu sotaque chegou a ser apontado como um problema. “Durante um processo seletivo, disseram que eu deveria procurar um fonoaudiólogo para cuidar do meu sotaque, o que poderia me prejudicar”, disse Tarciana. 

Ela foi feirante, professora e há 23 anos trabalha no Banco do Brasil. A força do que sua representatividade foi sentida por ela este ano, durante seu primeiro carnaval de rua pós-pandemia. Ela foi abordada por executivos enquanto tentava se divertir durante a festa em Salvador. “Tarci, sou CEO de tal empresa, conta comigo, me disse a pessoa no meio do bloco de carnaval.”

Ela compartilhou com o público, majoritariamente feminino, três dicas de atitudes que ela adotou para vida.

“Primeiro, não reduza o seu espaço para caber no de ninguém, quem quiser que aumente o seu!

Segundo, se você não sabe algo que é importante, saiba quem sabe. Procure e aprenda. Não dá tempo para lamentar. E finalmente, não tenha medo, vá!”. 

 

Altar Cozinha Ancestral, da Chef Carmem Virginia, abre unidade em São Paulo

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Foto: Reprodução

Após o longo sucesso em Pernambuco, o restaurante da chef Carmem Virginia, Altar Cozinha Ancestral, anunciou a inauguração da unidade em São Paulo, na Vila Madalena, no dia 11 de maio.

Depois de dois meses que a chef anunciou nas suas redes sociais, a inauguração está marcada para a próxima quinta-feira para almoço e jantar. O Altar Cozinha Ancestral possui outra unidade no Recife, Pernambuco, que funciona há nove anos.

No início de março, Carmem tinha anunciado a abertura da unidade de São Paulo e disse que espera que o restaurante seja incrível, mas sempre lembrando de quando começou. “Por mais que o Altar SP tenha uma estrutura dos sonhos, tenha todo o aparato pra ser muito mais incrível que o daqui de Recife. Não podemos esquecer que se não fosse os sonhos de um Altar que começou recebendo pessoas numa casa simples de bairro, com mesa na garagem eu não estaria aqui podendo comemorar”, escreveu a chef.

Em outra postagem, Carmen disse que está reflexiva e relembrou as dificuldades que passou ao longo dos anos. “A medida que vai se aproximando o dia, o dia de Meu @restaurantealtarsp abrir as portas pra vocês, eu vou ficando cada dia mais reflexiva! É impossível não reviver cenas, voltar no tempo e ver o quanto que foi duro, por muitas vezes desmotivador! No percurso várias quedas, muitas dessas que eu permiti que pessoas me fizessem cair. A sensação por muitas vezes ao relembrar tudo que passei, situações até mesmo humilhantes é de revide! É de imaginar a cara dessas pessoas ao me ver brilhar um brilho que elas jamais terão!”, escreveu Carmem.

Pensando em trazer uma experiência afrocentrada além da culinária, no final de abril o restaurante teve uma consultoria em questões de raça e direitos civis com a advogada Carol Novaes, participante da primeira temporada de Casamento às Cegas, e Julio Beltrão, diretor artístico executivo.

Em 2020, o Altar Cozinha Ancestral foi considerado um dos 50 melhores restaurantes da América Latina pelo World 50 Best.

Primeira exposição brasileira dedicada à Tina Turner acontece no MIS, em São Paulo

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Tina Turner em 1987. Foto: Bob Gruen.

Com curadoria e direção criativa do ecossistema criativo We Are MOOC e Adriana Couto, acontece no Museu de Imagem e Som (MIS), na cidade de São Paulo, a primeira exposição brasileira dedicada à Tina Turner. A produção apresenta fotografias históricas nunca antes vistas, conteúdos audiovisuais e instalações que revisitam a história da rainha do rock. As visitas acontecem até 09 de julho, de terça a sexta, das 11h às 20h; e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.

Tina Turner em 1971. Foto: Bob Gruen

A exposição “Tina Turner: uma viagem para o futuro” desvenda o início da carreira da artista no início dos anos 1960 até o final dos anos 1990 sob as lentes de fotógrafos que fizeram parte da revolução musical e cultural que ocorreu na América nessas décadas. A exposição, organizada em torno de quatro temas principais relacionados à vida de Tina, reúne cerca de 120 fotos do acervo da The Music Photo Gallery, realizadas pelos fotógrafos americanos Ebet Roberts, Bob Gruen e Lynn Goldsmith, e pelo londrino Ian Dickson. Além disso, há conteúdos audiovisuais e instalativos.

Tina Turner em 1976. Foto: Bob Gruen.

Os quatro temas abordados são: sua inigualável carreira musical; o poder feminino que faz da artista um referencial de superação; sua marcante participação na sétima arte; e seu estilo único, refletido nos figurinos e penteados emblemáticos, fruto de colaborações com grandes nomes da moda.

“Tina é uma artista que antecipou tendências. Sempre à frente de seu tempo, merece que sua história seja contada não apenas com uma lente no passado, mas também sob uma perspectiva de futuro, como uma metáfora do olhar visionário que a artista sempre expressou através de sua obra. Tina é, sobretudo, inspiração”, diz a descrição da exposição. Com quase 200 milhões de discos vendidos e 12 Grammys, Tina é uma das cantoras de maior sucesso de todos os tempos, e sua história é contada por meio de imagens autênticas que retratam uma personalidade e um tempo único, que transpuseram décadas e seguem influenciando gerações.

Os ingressos estão à venda através do site oficial do MIS e custam a partir de R$ 15. Para mais informações sobre valores e ingressos, clique aqui.

Por que falar sobre salário é sempre um tabu?

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Foto: Getty Images.

Por Kelly Baptista

Falar sobre salário é considerado um tabu no Brasil e em muitas culturas e ambientes de trabalho por várias razões, dificilmente alguém compartilha qual o valor do seu salário, quanto foi seu aumento e quanto recebeu de bônus.

Algumas das razões mais comuns incluem:

  1. Privacidade: Muitas pessoas consideram seu salário uma informação pessoal e privada, e podem se sentir desconfortáveis compartilhando essa informação com outras pessoas.
  2. Competição: Discutir salários pode levar a comparações e competição entre colegas de trabalho, o que pode criar um ambiente de trabalho negativo e prejudicar a colaboração.
  3. Desigualdades salariais: A discussão de salários pode revelar desigualdades salariais entre funcionários com cargos e responsabilidades semelhantes, o que pode levar a tensões e conflitos no local de trabalho.
  4. Insegurança: Alguns funcionários podem se sentir inseguros ou preocupados com a possibilidade de serem mal vistos pelos colegas ou pela gerência se compartilharem informações sobre seus salários.
  5. Normas culturais: Em algumas culturas, discutir dinheiro e salários é considerado rude ou inapropriado, o que pode contribuir para o tabu em torno do assunto.

Apesar dessas razões, falar sobre salários pode ser benéfico em alguns casos, como ajudar a identificar e combater disparidades salariais e promover a transparência no local de trabalho. No entanto, é importante abordar o assunto com sensibilidade e respeito às preferências e limites dos outros.

E não falar, pode ser muito prejudicial, principalmente para recém formados, negros, indígenas e mulheres. Como saber se seu salário está desvalorizado em relação aos demais profissionais ou se está na hora de buscar um aumento se a pessoa não faz ideia de até onde pode chegar? 

Segundo o IBGE, em 2020 a população ocupada branca recebia rendimento-hora superior à população de cor ou raça preta ou parda qualquer que fosse o nível de instrução. A maior diferença é na categoria superior completo, R $33,80 contra R $23,40, ou seja, 44,2% acima. Em média, a população branca ganha 69,5% a mais do que a negra.

É importante promover ambientes de trabalho inclusivos e justos, onde todos se sintam confortáveis para discutir questões relacionadas a salários e remuneração. A transparência e a comunicação aberta podem ajudar a combater as desigualdades salariais e a discriminação no local de trabalho, já que para nós  pessoas negras enfrentar desigualdades salariais em comparação com pessoas nao negras, pode levar a sentimentos de injustiça ou discriminação racial.

 

Estudo revela que mulheres negras e mães são maioria entre empreendedoras do nordeste

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Foto: Freepik

Uma pesquisa realizada pela Be. Labs, uma aceleradora e empreendimentos femininos do nordeste, apontou que as mulheres empreendedoras na região são, em sua maioria, negras (64,4%) com idade média de 38,5 anos, casadas, além disso, 71,7% das respondentes têm filhos e são chefes de família.

De acordo com o levantamento, que reuniu informações fornecidas por 600 mulheres, embora muitas possuam alto nível de escolaridade (26,2% das respondentes possui pós-graduação completa e 21,35% têm ensino superior completo), a maioria recebe de 1 a 3 salários mínimos e o negócio não é sua única fonte de renda. A pesquisa também mostrou que a maioria empreende no segmento de produção, como artesanato, confeitaria e alimentação, e fatura entre R$1 mil a R$50 mil por ano.

A principal motivação das mulheres para empreender foi o desejo de ser independente, e a maioria das empreendedoras afirmou que não aceitaria um emprego CLT se lhes fosse oferecido. Entretanto, as mulheres enfrentam dificuldades em conciliar trabalho, estudo, família e vida pessoal. A interseccionalidade de cor/raça/etnia revelou que 81,75% das mulheres negras recebem menos de um salário mínimo, são a maioria das chefes de família e estão mais endividadas do que mulheres brancas.

Há um medo constante de fracassar que pode ser explicado pelo mercado que não abre muito espaço para mulheres ocuparem cargos de liderança. As mulheres também enfrentam dificuldades em conciliar trabalho, estudo, família e vida pessoal, o que pode ser um empecilho para empreender. Embora a maioria das empreendedoras negue que o gênero seja um obstáculo para empreender, o estudo destaca a existência de vieses inconscientes de gênero que formam uma barreira invisível e perpetuam a desigualdade entre as mulheres, sobretudo, as mulheres negras.

‘Construindo conexões’: Andreza Rocha, idealizadora da Afroya Tech Hub, fala sobre talentos negros na TI

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Foto: Reprodução

Texto: Viviane Elias Moreira

Quando fui convidada pelo Mundo Negro para compartilhar as minhas inquietações e percepções referente ao mundo corporativo, a ideia é que outros nomes para além do meu também fossem destaques. Para mim, nunca fez sentido alcançar certos cargos e funções, sem que outras pessoas semelhantes a mim também subissem pela mesma escada ou galgassem um caminho que não fosse alocado somente à escassez.

Minha trajetória sempre foi coletiva, milhares de pares que foram suporte, subsídio, rede de apoio e referência; não faria sentido seguir por uma outra rota, sobretudo, individual. Logo eu, que sou do contato, das conexões e de tudo que reverbera através do tête-à- tête. Há dois anos, comecei um projeto no LinkedIn e, se me permitirem, gostaria de trazê-lo para cá, ‘Construindo Conexões’ nasceu com o intuito de contar as narrativas e potencialidades de personalidades negras do mundo corporativo.

Elisangela Almeida, Edson Paixão, Melissa Cassimiro, Andreu Wilson e Edvaldo Vieira foram alguns dos nomes com quem pude trocar, compartilhar, me conectar e me empoderar frente aos seus anseios e passos rumo a configuração de cenário e mobilizações, dentro de áreas não inclusivas como se fala, mas não se age nos CNPJs.

São lideranças que inspiram, mas que não param apenas nos nomes citados. Em toda minha trajetória pude estar imersa em muitos projetos catalisadores e disruptivo, mas que por consequências dos efeitos de adaptação ao ambiente que o racismo estrutural impõe aos profissionais negros e suas rotinas, não tiveram destaque (tá aí um assunto que podemos abordar em breve…).

No estilo e na premissa “Nóis por nóis”, o ‘Construíndo Conexões’; se expande para além do eixo SP-RJ. Somos muitos, uma grandiosidade numérica que se faz presente nas mais diversas áreas e ecossistemas. Há corpos negros na tecnologia, na ciência, no empreendedorismo, à frente de muitas produções de alto padrão e inclusive, muitos que dialogam com outras áreas do conhecimento.

O maior número possível de “nós” que eu conseguir me conectar, vocês verão por aqui. Nomes de profissionais negros potentes, que não estão no hype, que somente são lembrados para grandes eventos quando são para dar volume a “cota negra” ou para falar sobre diversidade e se tornarem tokens, mas nomes novos que você precisa saber que existem, até para construir um repertório de respostas para a famosa pergunta: mas eu não conheço nenhum profissional negro que (preencha aqui com o maior número possível de “e se”).

Abrindo os trabalhos: diretamente de Porto Alegre (RS), conheçam Andreza Rocha, idealizadora da AfrOya Tech Hub, cadeia afrofuturista global de projetos e diversidade para inserção, desenvolvimento, ascensão e pertencimento de talentos negros no ecossistema de TI e inovação. Juntas, em uma conexão São Paulo – Rio Grande do Sul, pudemos conversar sobre os insights que levaram a AfrOya ser o que é hoje, uma facilitadora. Aproveito, e os convido a assistir essa troca de experiências tão rica e que diz muito sobre a continuidade e distribuição do povo negro!

Frase de efeito desta coluna: Respeite quem pôde chegar onde a gente chegou.

Confira a entrevista completa de Viviane Elias Moreira com Andreza Rocha em vídeo:

 

Kylian Mbappé é o atleta negro mais bem pago de 2023, segundo a Forbes

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Foto: Fifa

Salário de milhões! Nesta semana, a Forbes divulgou a lista dos dez atletas mais bem pagos do mundo em 2023. No terceiro lugar do pódio, está o jogador Kylian Mbappé, se tornando o atleta negro mais bem pago do ano, seguido por LeBron James.

O jogador do Paris Saint-Germain, Mbappé, está na lista pela primeira vez e já conseguiu se destacar em terceiro lugar do ranking. Ele recebe US$ 120 milhões (R$ 606 milhões), sendo US$ 100 milhões como jogador e US$ 20 com outros negócios.

Já a estrela da NBA e jogador do Los Angeles Lakers, LeBron James, ficou com a quarta posição. O veterano da lista recebe um salário de US$ 119,5 milhões (R$ 603 milhões). Ele recebe US$ 44,5 como jogador e US$ 75 milhões com publicidade e outros negócios, como ser sócio do time de futebol Liverpool.

Foto: NBA

Além de LeBron, mais dois jogadores da NBA estão na lista dos mais bem pagos. Stephen Curry, Golden State Warriors, ficou com a oitava posição, com um salário de US$ 100,4 milhões (R$ 507 milhões), sendo US$ 48,4 milhões defendendo seu time e US$ 52 milhões fora das quadras. 

Enquanto Kevin Durant, que atualmente joga pelo Phoenix Suns, ficou com a última posição, com um salário de US$ 89,1 milhões, US$ 44,1 como jogador e US$ 45 milhões em outros negócios.

Ao todo, os dez atletas somaram cerca de US$ 1,11 bilhão antes de impostos e taxas de agentes nos últimos 12 meses. O valor representa um aumento de 12% em relação ao ano passado e ultrapassou o recorde de 2018, que foi de US$ 1,06 bilhão.  

‘Air’: Com Viola Davis, filme sobre Michael Jordan chega ao streaming em maio; saiba como assistir

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Foto: Divulgação.

O filme ‘Air – A História Por Trás da Logo‘, que revela detalhes sobre a parceria revolucionária entre o então novato do basquete Michael Jordan e o departamento de basquete da Nike, ganhou data de estreia no streaming. O longa-metragem será lançado no Prime Video dia 12 de maio.

Originalmente disponibilizado nos cinemas em abril, o filme recebeu ótimas avaliações da crítica especializada. De acordo com a sinopse oficial, a história comovente retrata a arriscada aposta que “definiu a trajetória de um time nada convencional, a visão intransigente de uma mãe que conhece o valor do imenso talento de seu filho e o fenômeno das quadras que se tornaria o maior jogador de basquete todos os tempos”.

Foto: Warner Bros/Divulgação

No filme, Viola Davis interpreta Dolores Jordan, a mãe de Michael Jordan, enquanto seu marido, Julius Tennon, dá vida ao pai da estrela da NBA, James Jordan“Me senti em casa, sabe?”, disse a atriz sobre participar da produção. Ela foi convocada pelo próprio Jordan para atuar no longa. “Me sinto lisonjeada porque Michael Jordan pediu isso de forma direta. Se você já viu a mãe dele de alguma forma, pode ver como ela é extraordinária. Isso é incrível. A pressão está em realmente tocar isso e honrar isso na tela. Aí está a pressão. No geral, me sinto muito abençoada por ter feito parte deste filme, não importa quanta pressão eu tenha sofrido”, completou.

Domitila Barros apresentará Prêmio de Educação para o Desenvolvimento Sustentável da UNESCO em Berlim

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Foto: Tiago Dias

Ativista social, Domitila Barros apresentará o “Prêmio – Educação para o Desenvolvimento Sustentável”, que acontece na próxima segunda-feira (8) às 17h30, no palácio de Kulturbrauerei, na cidade de Berlim, na Alemanha. Domitila foi convidada pelo Ministério Federal de Educação e Pesquisa e a Comissão Alemã para a UNESCO para apresentar o evento.

A ex-BBB23 também fará uma palestra sobre seu trabalho como ativista social e os impactos gerados pelos projetos sociais e ambientais que ela apoia desde os 13 anos.

O Prêmio – Educação para o Desenvolvimento Sustentável tem como objetivo destacar projetos educacionais que promovam a conscientização sobre a importância do desenvolvimento sustentável em todo o mundo. A entrega dos prêmios ficará por conta do Secretário de Estado Parlamentar da Bettina Stark-Watzinger, Ministra Federal de Educação e Pesquisa, Dr. Jens.

Considerada a campeã moral do BBB23, a Miss Alemanha deve cumprir alguns compromissos na Europa nos próximos dias  e pretende retornar em junho para morar definitivamente no Brasil. Neste retorno, Domitila irá reencontrar o namorado Moritz Carlo, empresário alemão com quem tem um relacionamento há cerca de sete anos. O casal já tem planos para morar juntos no Brasil, revelou Domitila em entrevista ao jornal O Globo. 

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