Como a interseccionalidade entre raça, gênero e classe afeta mulheres pretas no esporte? Essas e outras questões serão tema do debate “Se joga, preta!”, que ocorre nesta quarta-feira, 24, entre 19h e 21h, no Teatro Anchieta do Sesc Consolação. Gratuito e aberto ao público, o evento contará com um trio de convidadas especiais: Fabi Claudino, bicampeã olímpica de vôlei e ex-capitã da seleção, Ellen Oléria, cantora, e Fernanda Carvalho, jornalista da TV Globo.
A ação celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha (25/7). A data foi instituída em 1992 em um encontro de mulheres negras que se reuniram para pressionar a Organização das Nações Unidas (ONU) a assumir a luta contra as opressões de raça e gênero.
Dados apontam que a mulher negra segue como a principal vítima de feminicídio, das violências doméstica, obstétrica e da mortalidade materna, além de estar na base da pirâmide socioeconômica do país. Assim, o acesso destas mulheres a atividades esportivas é extremamente restrito, já que muitas delas lidam com jornada dupla e tripla de trabalho, além do baixo poder aquisitivo.
As barreiras históricas enfrentadas por elas na prática esportiva já são conhecidas e amplamente debatidas. Mas a mulher negra periférica enfrenta também atravessamentos de raça e classe social, que, muitas vezes, não permitem que os cuidados com sua saúde e bem-estar físico e emocional sejam prioridade na rotina. Além da exaustão, equipamentos esportivos de qualidade e espaços com segurança física e emocional para a prática não são uma realidade nas periferias da nossa cidade.
Com essa intenção, o debate propõe explorar as três dimensões do Esporte para Todos: prática, conhecimento e espetáculo, voltadas para mulheres negras em sua pluralidade.
Bate-papo musicado “Se joga, preta!”
Com Fabi Claudino, Ellen Oléria e Fernanda Carvalho
24/07 – 19h às 21h
Teatro Anchieta – Sesc Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque, São Paulo – SP
Evento gratuito. A retirada de ingresso ocorre às 12h na internet e às 14h na bilheteria física
O próprio fórum confirmou, via comunicado em suas redes sociais, que um dos envolvidos participou do evento. O caso está sendo investigado como racismo.
O homem que a acompanhava, e que também realizou imitações semelhantes, seria carioca. As informações são do portal O Globo, que divulgou a denúncia feita pela jornalista Jackeline Oliveira. A profissional é a responsável pelo vídeo que registrou o ato de racismo, o qual foi encaminhado à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Nas imagens, o homem e a mulher andam em círculos, fazem gestos de coçar a cabeça e emitem sons que remetem a macacos. A atitude foi imediatamente condenada como racista pelos presentes. O músico Alex Oliveira dos Santos, dono do grupo Pede Teresa, de início não reconheceu os envolvidos. “Parece que eles são argentinos que estão aqui a passeio. Nós vamos tomar as providências para investigar esse crime que eles cometeram”, declarou Santos em entrevista ao UOL.
A produção da roda de samba também se pronunciou nas redes sociais, repudiando a atitude do casal. “Uma cena dessa é absolutamente inaceitável no Pede Teresa. Recebemos este vídeo hoje (sábado) cedo e o nojo toma conta de nossos pensamentos e palavras. Nojo. Nojo de toda essa branquitude disfarçada de paz e amor que vem no samba”, escreveram os organizadores
A vice-presidente dos Estados Unidos e possível candidata do Partido Democrata nas eleições de novembro, Kamala Harris, obteve autorização dos representantes da cantora Beyoncé para usar a música “Freedom” na campanha eleitoral. A faixa faz parte do álbum “Lemonade”, de 2016, e conta com a participação do rapper Kendrick Lamar. Considerada um hino de resistência, a música foi usada em 2020 durante os protestos contra a morte de George Floyd, homem negro asfixiado por um policial durante abordagem.
Na noite de segunda-feira, 22, a música foi utilizada por Kamala Harris em sua primeira visita oficial à sede da campanha democrata. Uma fonte próxima à vice-presidente dos EUA disse à emissora de TV que a campanha recebeu autorização para usar “Freedom” pouco antes do evento.
A estrela pop tem um histórico de apoio a candidatos democratas. Em 2013, Beyoncé cantou o Hino Nacional dos EUA na posse do ex-presidente Barack Obama. Em 2016, a cantora e seu marido, Jay-Z, foram as atrações principais de um show pré-eleitoral de Hillary Clinton em Cleveland, Ohio. Já em 2020, ela pediu que seus fãs votassem e endossou seu apoio à candidatura do presidente Joe Biden.
Embora Beyoncé não tenha declarado apoio oficial a Harris desde que o presidente Joe Biden anunciou que não buscará um segundo mandato, conceder-lhe permissão para usar “Freedom” como música de campanha indica que Harris conta com o apoio da superestrela.
A vice-presidente Kamala Harris está no caminho para ser a indicada do Partido Democrata para a presidência, após garantir o apoio da maioria dos delegados democratas necessários para ganhar a nomeação no primeiro turno de votação. Uma pesquisa realizada pela Associated Press na noite de segunda-feira indicou que ela recebeu o apoio de mais de 1.976 delegados, número necessário para ser nomeada oficialmente. A decisão será formalizada na Convenção Nacional Democrata (DNC) no próximo mês, em Chicago.
Sucesso como Maria Santa na novela ‘Renascer’, Duda Santos será a protagonista da próxima novela das seis da TV Globo, escrita por Alessandra Poggi, com direção geral de Jeferson De e direção artística de Natalia Grimberg. Em “Garota do Momento”, Duda interpreta Beatriz, uma jovem que se torna garota-propaganda de uma grande fábrica de sabonetes no final da década de 1950.
“Foi muito bonito ter recebido esse convite, porque estou colhendo os frutos do meu trabalho. Poder fazer uma novela de época com tanto significado, que permite que as pessoas pretas sonhem, é muito legal. E eu sempre quis fazer um romance como esse, lindo e leve. Estou com uma expectativa bem alta, eu e minha mãe (risos)”, celebra Duda.
A novela se passa no fim dos anos 1950, período conhecido como Época de Ouro do Rádio no Brasil, com o surgimento do rock americano, a ascensão da bossa nova, além de ter sido o período em que ocorreu a primeira vitória do país em uma Copa do Mundo. Nesse contexto, “Garota do Momento” deve contar histórias de amor, sonhos e conquistas, além de abordar temas como rivalidades, machismo e preconceito e a luta para combatê-los.
A trama acompanha Beatriz, criada pela avó paterna desde os quatro anos em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. Ao encontrar uma foto de sua mãe, Clarice, em uma revista, ela decide ir para o Rio de Janeiro em busca de reencontrá-la. Clarice, que perdeu parte da memória após um acidente, vive na capital sem saber que foi enganada pelo empresário Juliano (Fabio Assunção), que entregou a ela outra menina para criar, também chamada Clarice.
No Rio de Janeiro, Beatriz encontra uma cidade vibrante, com bailes glamourosos, Carnaval de rua e rodas de samba. A trama se desenrola com ela fazendo novas amizades, se apaixonando e enfrentando os desafios de se reaproximar de sua mãe. A rivalidade com Bia (Maisa), a menina criada no seu lugar, e os conflitos com Juliano, dono da empresa de sabonetes, intensificam a narrativa.
Os atores Ícaro Silva, Ana Flávia Cavalcanti, Mariana Sena, Carla Cristina Cardoso, Solange Couto, Mariah da Penha, Cridemar Aquino, Tatiana Tibúrcio, Arlinda Di Baio, Cauê Campos, Sergio Kauffmann também integram o elenco da trama.
“A trama vai se desenvolver no Rio de Janeiro no final da década de 1950, momento em mais se sonhou na história do Brasil, o que nos dá a oportunidade de refletir, sonhar junto, questionar e repensar como todos os acontecimentos afetavam a vida das pessoas. Será uma história bem brasileira, com uma atmosfera vibrante, de muita cor e muita música, mesclando referências da época com pitadas de modernidade”, adianta a diretora artística Natalia Grimberg.
O elenco conta com Duda Santos, Maisa, Pedro Novaes, Lilia Cabral, Fabio Assunção, Letícia Colin, Maria Flor, Eduardo Sterblitch, Maria Eduarda de Carvalho, Klara Castanho, Paloma Duarte, Danton Mello, Ícaro Silva, Ana Flávia Cavalcanti, Mariana Sena, Carla Cristina Cardoso, Solange Couto, Bete Mendes, Mariah da Penha, Cridemar Aquino, Pablo Sanábio, Philipp Lavra, Tatiana Tibúrcio, Flavia Reis, Arlinda Di Baio, Cauê Campos, João Vithor Oliveira, Pedro Goifman, Caio Cabral, Gabriel Milane, Sergio Kauffmann e Rebeca Carvalho.
O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) anunciou uma nova funcionalidade para a Deb, inteligência artificial desenvolvida para promover diálogos acessíveis e educativos sobre questões étnico-raciais e sociais no país. Com o plug-in, a ferramenta poderá ser disponibilizada em diversos ambientes como empresas, organizações e escolas, além de ser usada como um recurso inovador e acessível para aprimorar as práticas inclusivas.
O lançamento oficial ocorrerá dia 24 de julho no auditório do Cubo Itaú, em parceria com o AfroCubo, programa que quer, ao lado de líderes negros da comunidade, ampliar o campo de visão do ecossistema.
O plug in da Deb oferecerá suporte tanto para equipes internas quanto para o público externo, auxiliando no treinamento e na implementação de medidas práticas para a diversidade e inclusão. Segundo o ID_BR, adotar a inteligência artificial além de incorporar uma ferramenta tecnológica avançada na empresa, também abraça uma abordagem mais humana e eficaz para promover a inclusão e a diversidade em todos os níveis da organização.
“Estamos muito animados em anunciar esta nova funcionalidade da Deb que permitirá integração com empresas, escolas e organizações. Com isso, esperamos ampliar ainda mais o nosso alcance e tornar mais lugares um espaço seguro para educação e diálogo, promovendo uma cultura mais inclusiva”, afirma Luana Genot, CEO e fundadora do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR).
O ID_BR, tem mais de oito anos de experiência em educação e implementação de ações inclusivas, atingindo anualmente mais de 700 mil pessoas em empresas, mais de 60 mil educadores e gestores de escolas e governos, além de impactar mais de 80 milhões de pessoas por meio do Prêmio Sim à Igualdade Racial e outras ações de engajamento. A Deb, é resultado do esforço colaborativo do instituto com a Lanum, empresa especializada em Business Analytics.
SAN FRANCISCO, CA - June 1: Senator Kamala Harris meets voters at the SEIU breakfast before the 2019 the California Democratic Party State Organizing Convention at the Moscone Center in San Francisco, California Saturday June 1, 2019. (Photo by Melina Mara/The Washington Post)
Em um marco histórico, a campanha de Kamala Harris arrecadou impressionantes US$ 81 milhões em apenas 24 horas, destacando o apoio robusto da comunidade negra. Esse feito foi impulsionado significativamente por doações feitas por mulheres negras, especialmente durante o evento “Win With Black Women”, realizado via Zoom, que reuniu 44.000 participantes e arrecadou mais de US$ 1,5 milhão.
A vice-presidente participou de eventos estratégicos, como o ESSENCE Festival e reuniões de fraternidades e sororidades historicamente negras, como Alpha Kappa Alpha e Zeta Phi Beta. Durante o festival, Harris reforçou seu compromisso com a justiça racial e empoderamento feminino, estabelecendo uma conexão poderosa com jovens eleitores progressistas.
O evento “Win With Black Women” sublinhou a importância crucial do apoio das mulheres negras na política americana. As participantes demonstraram uma unidade e força significativas, refletidas nas doações expressivas que ajudaram a catapultar a campanha de Harris a novos patamares financeiros. Além disso, Harris participou de encontros estratégicos com as fraternidades Alpha Kappa Alpha e Zeta Phi Beta, reforçando seu apoio entre a comunidade negra.
Essas ações estratégicas de Harris não apenas ampliaram seu alcance, mas também solidificaram seu apoio entre a comunidade negra. A vice-presidente usou essas plataformas para discutir diretamente com eleitores que historicamente têm sido sub-representados, enfatizando a necessidade de uma representação política mais inclusiva.
Com esse apoio robusto, Kamala Harris continua a se consolidar como uma figura de liderança dentro da administração Biden, mobilizando uma base de apoio essencial para as próximas eleições. A arrecadação recorde destaca a confiança depositada nela por milhares de americanos, que veem em sua liderança uma esperança para um futuro mais justo e igualitário.
Com informações de Business Insider e Valor Econômico
A atriz, dramaturga e roteiristaAlice Carvalho, estrela da série “Cangaço Novo” e da novela “Renascer“, vai lançar uma nova edição do romance “INKUBUS“, seu terceiro livro, que conta com ilustrações de daPENHA e com prefácio da ministra Anielle Franco. A noite de autógrafo será na próxima quinta-feira, 25 de julho, na Janela Livraria, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, a partir das 18h.
A partir de vivências que fazem parte da milhares de mulheres mundo afora, a narrativa de “INKUBUS” nos conta a história de Mosquitto, uma artista de rua com histórico de abusos físicos e psicológicos que nutre uma relação conturbada com a mãe. A obra denuncia a problemática ideia de família tradicional e nos apresenta a jornada de uma mulher negra até a sonhada redenção, tendo como aliado o seu tão conhecido refúgio: a arte.
O livro é baseado na peça de mesmo nome escrita por Alice Carvalho e que estreou em 2017. A artista manteve o formato dramatúrgico do texto como forma de homenagear o amigo Júnior Dalberto, vítima do coronavírus em 2020, que foi o diretor do espetáculo.
No final de junho, Alice ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), na categoria “Revelação” por sua atuação como Dinorah, em “Cangaço Novo”. “Receber esse prêmio como artista revelação foi um momento emocionante e muito significativo para mim. Como mencionei no discurso, Dinorah chegou em um momento crucial para mim, porque eu já tinha desistido. Interpretá-la em ‘Cangaço Novo’ foi transformador em todos os aspectos da minha vida. Só tenho a agradecer a todos que estiveram do meu lado nessa trajetória e não me deixaram desistir”, celebrou.
O criador de ‘Supacell‘, o roteirista e diretor Rapman, falou sobre a possibilidade da série ganhar uma segunda temporada e a inspiração em George Floyd para uma história de super-heróis negros, do sul de Londres.
“Nós poderíamos fazer a segunda temporada nos Estados Unidos, porque a doença da série está em todo lugar. Mas a energia do sul de Londres é sem igual. A segunda temporada é um mundo diferente. A primeira foi uma história de origem, um prelúdio. Foi o meu Batman Begins. A segunda – e se Deus quiser conseguiremos fazer isso -, será o meu Cavaleiro das Trevas. É quando você verá o que de fato acontece”, disse ao The Hollywood Reporter na semana passada.
“Quando eu comecei a fazer Supacell, George Floyd havia acabado de ser assassinado. Foi uma questão grande em todo o mundo, mas mais para a comunidade negra em particular. (…) Então eu pensei: ‘o que eu posso fazer para ajudar a impulsionar a comunidade negra em um momento em que nos sentimos tão em baixa e desvalorizados?’ e lembro de pensar ‘Ok, vou fazer uma série de TV'”, lembrou o ator ao citar o norte-americano assassinado pela polícia em 2020.
Foto: Divulgação/Netflix
Com seis episódios ao todo, o novo sucesso da Netflix se tornou uma das séries mais assistidas do mês de julho e está no topo da lista global de televisão e já acumulou cerca de 12 de milhões de visualizações. Apesar do sucesso, ainda não confirmado a nova temporada. “Vamos apenas esperar que as pessoas continuem espalhando a palavra e que façamos números suficientes para que a Netflix tome sua decisão. Mas, por enquanto, não posso confirmar nada”, contou.
O rapper estreou como roteirista e diretor com o lançamento do longa ‘Blue Story‘, em 2019, um drama policial musical. Na mesma época, Rapman começou a inventar um programa de televisão, quando se perguntas: “E se houvesse uma ficção científica onde as pessoas fossem da minha origem e agissem como eu, mas tivessem poderes?”.
Com esses questionamentos e referências, nasceu ‘Supacell’. O drama segue um grupo de cinco pessoas que desenvolvem superpoderes de forma inesperada. Não têm nada em comum, exceto uma coisa: são todos negros do Sul de Londres. Cabe a um homem, Michael Lasaki (Tosin Cole), reuni-los para salvar a mulher que ama, Dionne (Adelayo Adedayo). O elenco também conta com Eddie Marsan, Nadine Mills, Eric Kofi-Abrefa, Calvin Demba, entre outros.
Espero que esta carta/coluna te encontre bem, ou ao menos, espero que você se sinta bem na medida do que é possível atualmente. Eu sei que você está cansada, ou melhor, está exausta com tudo o que está acontecendo conosco e conosco. Eu também estou assim. Para. Respira. Inspira. E aceite este meu convite de leveza ao menos pelos próximos 5 minutos…
Ao longo da história, fomos as heroínas silenciosas que transformaram e edificaram este mundo com reconhecimentos pífios e tardios e, se não me engano, foi Angela Davis quem resumiu bem este ponto: “mulheres pretas são a mula do mundo”. A conta e o pagamento sempre foram nossos, já o reconhecimento não. Nossas conquistas, muitas vezes subestimadas, cresceram e se tornaram marcos históricos, e o que sabemos disso é que a conta e o pagamento sempre foram nossos, já o protagonismo não. Nos negaram.
De forma coletiva, nossa resistência foi forjada nas pequenas batalhas: uma promoção conquistada, um diploma na mão, uma barreira vencida, uma fala em uma reunião estratégica, a liderança de um projeto, o nosso primeiro dia como “donas”, a primeira vez que levamos nossos pais a um restaurante legal, nossa primeira viagem para a praia, nossos encontros coletivos, nosso primeiro emprego CLT e nossas ideias saindo do papel são exemplos de nossas pequenas alegrias da vida adulta. São através dessas batalhas que afirmamos nossa presença e importância, e são vitórias que constroem o caminho para mudanças grandes, mas que, por alguma razão, esquecemos de celebrá-las em nosso dia a dia.
Para. Respira. Inspira e resgate aquele sentimento que nasceu em você e que só uma mulher preta pode sentir ao caminhar e chegar lá. Celebrar essas conquistas é reconhecer nosso valor e nosso poder de moldar o futuro. Cada passo, cada desafio superado contribui para um legado de excelência e resistência que ecoa pelo tempo, e te convido a nos unir em espírito e ação, lembrando que cada uma de nós é uma peça essencial de uma história maior. Coloque nossa dororidade 5 minutos ali no cantinho da espera e se permita celebrar!
Com nossa resiliência, nossas vulnerabilidades e nossa determinação, continuamos a desafiar e redefinir o que significa ser uma mulher preta no mundo de hoje e, especialmente, neste dia 25 de julho, celebramos mais histórias como as destas 25 mulheres pretas que merecem ter suas batalhas celebradas de forma coletiva. “Quando celebramos juntas, criamos espaços de cura e fortalecimento. É nesse compartilhamento de alegria e apoio mútuo que encontramos a verdadeira liberdade e o poder de transformar nossas vidas e comunidades.” bell hooks– Irmãs de inhame.
Silva Nascimento, Sauanne Bispo e Kelly Baptista: obrigada por mais um ano. Eu te celebro e te admiro irmãs! Parabéns pelas nossas histórias. Obrigada por serem vocês!
Confira a lista das 25 mulheres pretas executivas para você acompanhar:
Após o presidente norte-americano Joe Biden desistir de concorrer à reeleição nos EUA, no último domingo, 21, Kamala Harris, sua vice, foi apontada como principal escolha do partido Democrata para substituí-lo oficialmente a partir de agosto, quando um novo candidato será anunciado. Apesar das grandes chances de Harris ser escolhida, a ex-primeira dama Michelle Obama voltou a ser vista como uma possibilidade.
Já foi apontado que em um cenário hipotético Michelle Obama venceria Donald Trump com 50% dos votos, enquanto o candidato republicano teria apenas 39%. Em março, em um cenário diferente do atual, a advogada chegou a emitir um comunicado dizendo que não tinha interesse em concorrer à presidência dos Estados Unidos. “Como a ex-primeira-dama já expressou várias vezes ao longo dos últimos anos, ela não vai concorrer à presidência. Ela apoia o presidente Joe Biden e a vice-presidente Kamala Harris na campanha à reeleição”, afirmou Crystal Carson, diretora de comunicação da ex-primeira dama à NBC News.
Em uma declaração compartilhada por Barack Obama, em nome do casal, ele prestou seu apoio à Biden, mas não citou Kamala Harris: “Por enquanto, Michelle e eu só queremos expressar nosso amor e gratidão a Joe e Jill por nos liderarem com tanta habilidade e coragem durante esses tempos perigosos — e por seu comprometimento com os ideais de liberdade e igualdade nos quais este país foi fundado”, escreveu.
Michelle Obama possui todos os requisitos, do ponto de vista da legislação americana, para concorrer às eleições, entre elas a idade mínima necessária, além de ser natural e residir nos EUA por mais de 14 anos. Além disse, por ter sido presidente por dois mandatos, seu marido, Barack Obama não pode mais concorrer.
Mesmo cumprindo todos os requisitos, Kamala lidera as preferências do partido Democrata, tendo recebido apoio de Biden e do casal Bill e Hillary Clinton.
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