Enquanto a atriz Meagan Goodpromovia a última temporada da série ‘Harlem’, ela revelou em sua recente entrevista ao Entertainment Tonight, que este é um dos momentos mais felizes da vida dela. Entre os motivos, está o seu relacionamento com o ator Jonathan Majors.
“Não consigo parar de sorrir porque Deus é tão interessante. Eu nunca teria previsto o que pode parecer a temporada mais louca para as pessoas ser a mais pacífica, libertadora, alegre, divertida, aventureira, de autodescoberta e todas essas coisas para mim. E então, estou apenas em um lugar de paz e gratidão completa”, declarou.
O casal ficou noivo em novembro de 2024, após assumirem publicamente o namoro em maio de 2023. O relacionamento começou em meio a um período turbulento para Majors, que enfrentava um julgamento por agressão doméstica movido por sua ex-namorada, Grace Jabbari.
Em abril de 2024, o ator foi sentenciado, recebendo a determinação de participar de 52 semanas de um programa presencial de intervenção para agressores domésticos, além de manter sessões regulares de terapia de saúde mental e cumprir um programa de aconselhamento.
Em outra entrevista, desta vez ao Breakfast Club, Meagan comentou que, apesar dos desafios legais enfrentados por Majors, ela não se sentiu sobrecarregada pela situação.
“Eu estava falando com Deus e sabia que estava exatamente onde deveria estar. Aprendi ao longo do caminho que as coisas não só nem sempre farão sentido para mim, mas às vezes não farão sentido para outras pessoas — e tudo bem. Contanto que você esteja alinhado com Deus e confie no caminho em que está, é isso. E quanto mais eu fiz isso, mais feliz fiquei. Não sei quando fui tão feliz antes. Acho que eu poderia ter sido uma criança quando fui tão feliz antes”, afirmou.
Na última quinta-feira (24), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem determinando a divulgação de documentos secretos relacionados aos assassinatos de três figuras emblemáticas: o presidente John F. Kennedy, seu irmão Robert F. Kennedy e o líder do movimento pelos direitos civis Martin Luther King Jr..
“Muitas pessoas esperam por isso há décadas. Agora, tudo será revelado”, declarou Trump a jornalistas na Casa Branca. A ordem estabelece um prazo de 15 dias para que altos funcionários iniciem a liberação do sistema que permitirá o acesso aos documentos. Apesar disso, há incerteza sobre se o cronograma será cumprido.
Em resposta, a família de Luther King Jr. afirmou em comunicado oficial publicado nas redes sociais que espera ter acesso aos documentos que possuem informações sobre o assassinato do líder negro antes de sua divulgação pública: “Para nós, o assassinato de nosso pai é uma perda familiar profundamente pessoal que suportamos ao longo dos últimos 56 anos. Esperamos ter a oportunidade de rever os arquivos como uma família antes de sua divulgação pública”, afirmou a família em declaração.
Martin Luther King Jr., o mais proeminente ativista pelos direitos civis nos Estados Unidos, foi assassinado em 1968, em Memphis, Tennessee. Ele dedicou sua vida à luta contra a segregação racial e à igualdade de direitos para os negros no país. Sua morte, atribuída oficialmente a James Earl Ray, ainda suscita questionamentos e teorias sobre o possível envolvimento de outras pessoas ou instituições no crime.
A família de King, ao longo dos anos, tem reiterado que acredita em uma conspiração mais ampla por trás do assassinato. “Há muito mais nessa história do que foi contado ao público”, afirmam parentes e especialistas no caso.
Os documentos a serem revelados também incluem informações sobre o assassinato de John F. Kennedy, em 1963, e de Robert F. Kennedy, em 1968. Embora parte dos arquivos relacionados a esses casos já tenha sido divulgada ao longo das décadas, milhares de páginas permanecem sob sigilo.
A expectativa pela divulgação dos documentos relacionados a Martin Luther King Jr. é especialmente alta entre ativistas e historiadores, já que a luta do líder pelo fim da desigualdade racial ressoa até hoje. King foi um símbolo de resistência e transformação social, e o acesso a novas informações pode aprofundar o entendimento de seu legado e das forças que atuaram contra ele.
Uma estudante de administração de 22 anos foi absolvida pela Justiça da acusação de injúria racial contra três seguranças negras durante uma festa universitária no Canindé, em São Paulo, em 2022. A decisão foi proferida pelo juiz Carlos Eduardo Lora Franco, da 3ª Vara Criminal de São Paulo, em 11 de novembro de 2024.
Embora tenha reconhecido as ofensas racistas relatadas pelas vítimas – a ré insultou as seguranças com frases como “preta suja”, “macaca” e “tenho nojo de vocês”, além de morder a mão de uma delas ao ser expulsa da festa – o magistrado justificou a absolvição com base na condição mental da acusada, que estava sob efeito de álcool e maconha no momento do ocorrido.
“De fato, sendo uma vítima estudante universitária de administração de empresas, de uma das melhores faculdades do país, sem dúvida alguma de que a mera existência de uma denúncia criminal por delito desta natureza implicará em enormes e, muito provavelmente, obstáculos intransponíveis à sua carreira, já que é difícil crer que qualquer grande empresa irá contratar alguém que já tenha sido condenado por este delito específico, especialmente nos termos atuais tão rígidos quanto a isso, ante as políticas de ESG”, afirmou o juiz ao defender a ré na sentença.
A acusada negou as ofensas, alegando não se lembrar do episódio e afirmando que não se considera racista por ter amigos negros e caiçaras, praticar skate, além de recentemente ter se tornado bissexual.
Na sentença, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, Franco destacou que o uso de substâncias teria provocado um estado de “perturbação mental” na acusada, o que atenuaria a gravidade do ato. O juiz também criticou a atuação do Ministério Público (MP), que, em sua visão, deveria ter proposto um acordo de não persecução penal, como prestação de serviços comunitários e indenização às vítimas.
O promotor Danilo Keiti Goto, do Gecradi (Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância), recorreu da decisão, classificando-a como um precedente perigoso. “Na prática, [a decisão] autoriza o racismo desde que há consumo de substâncias. A prova nos autos é contundente no sentido de que a acusada estava lúcida no momento dos crimes”, afirmou.
A defesa da ré sustentou que ela sofre de transtornos psicológicos, apresentando laudos que indicam transtorno de personalidade borderline e depressão. Os advogados alegaram ainda que a postura do MP foi “intransigente” e que as consequências jurídicas seriam desproporcionais.
A sentença gerou reação. Críticos afirmam que o caso reforça a ideia de impunidade para pessoas brancas em contextos de privilégio, enquanto o MP argumenta que a decisão pode enfraquecer a luta contra ofensas raciais.
O caso segue em disputa judicial, com recurso em tramitação.
No aniversário de 471 anos da capital paulista, no próximo sábado, 25 de janeiro, a cultura negra e periférica ocupa o centro das atenções com a exposição ‘Funk Arte & Resistência‘. A mostra, promovida pela PerifaCon, será aberta ao público no Pátio do Complexo Cultural Funarte, em Campos Elíseos, e permanecerá até 25 de março, com entrada gratuita.
O projeto, que celebra o funk como expressão artística e social das periferias, reúne mais de 30 obras de artistas de diferentes quebradas de São Paulo. A iniciativa é resultado de uma residência artística realizada no início de 2024, durante a qual nove jovens mergulharam em técnicas de artes visuais e experiências ligadas ao universo do funk. O objetivo, segundo a organização, é reforçar a importância da periferia como polo de produção cultural e enfrentar o preconceito que ainda cerca o gênero musical.
Obra: Hiago Bezerra
“A gente sabe o quanto é desafiador para os artistas periféricos conquistarem visibilidade. Criamos este projeto para dar ampliar vozes e construir e espaço à produção desses talentos da quebrada e mostrar que a periferia é protagonista na cena cultural. Agora é hora de compartilhar essa riqueza com todo mundo”, afirma Andreza Delgado, fundadora da PerifaCon e curadora da exposição.
Com estreia durante a última edição da PerifaCon, em julho de 2024, a exposição atraiu mais de 10 mil visitantes. Agora, em sua nova fase, será inaugurada às 16h no dia 25 de janeiro, com a presença de artistas residentes e convidados, como Hiago Bezerra, Homem Saudade³ e Caodenado, que prometem enriquecer o encontro com suas trajetórias e perspectivas.
Além de comemorar o aniversário da cidade, a exposição busca reafirmar o funk como uma manifestação cultural genuinamente periférica, que carrega em si histórias, resistências e a potência criativa das comunidades paulistanas.
Obra @clicktrotta
Serviço
Exposição Funk Arte & Resistência
Atividade gratuita, sem necessidade de inscrição prévia
A dupla do momento no Super Bowl 2025! SZA foi anunciada hoje, 23, como convidada especial do Kendrick Lamar, no Apple Music Super Bowl LIX Halftime Show. Um novo teaser foi lançado nesta quinta-feira, com os dois artistas em um campo de futebol, se preparando para uma apresentação inesquecível.
Recentemente, os artistas lançaram novas colaborações que estão no topo das paradas, com músicas como “Luther” do álbum GNX, de Lamar, e “30 for 30” do SOS Deluxe: Lana, de SZA. Anteriormente, os cantores tiveram as músicas “All the Stars” e “Doves In the Wind”, indicados ao Oscar.
Kendrick Lamar já participou do show do intervalo em 2022, marcado por um tributo ao hip-hop, ao lado de Dr. Dre, Snoop Dogg, Eminem, Mary J. Blige e 50 Cent. A performance épica rendeu a todos os artistas, juntamente com os produtores executivos Jay-Z e Jesse Collins, o Emmy de destaque para especial de variedades ao vivo.
Na próxima apresentação de Lamar, a direção criativa ficará por conta da pgLang, empresa fundada pelo rapper em parceria com Dave Free, seu colaborador de longa data e cineasta responsável por dirigir ou codirigir a maioria de seus videoclipes.
Roc Nation, empresa de Jay-Z, volta para produzir o show do intervalo pelo sexto ano consecutivo. O rapper e empresário conquistou seu segundo Emmy ao codirigir, junto com Hamish Hamilton, a performance de Rihanna no show do intervalo de 2023, tornando-se um dos poucos diretores negros a vencer na categoria de Direção Excepcional para um Especial de Variedades. Já o show do intervalo do ano passado, estrelado por Usher, recebeu três indicações ao Emmy e alcançou o recorde de performance do intervalo mais assistida da história.
A série ‘Harlem’ estreou hoje, 23 de janeiro, a terceira e última temporada no Prime Video, deixando o clima nostálgico para os fãs, com uma produção negra que acompanha Camille, Tye, Angie e Quinn e suas incríveis histórias sobre a alegria negra, irmandade e muitos romances. Em clima de despedida, o elenco conversou com a Ebony, revista afro-americana, sobre o legado da série.
“Harlem foi uma das melhores experiências que tive em mais de 30 anos nesta indústria. Quando você fala sobre irmãs, essas garotas tipo, essas são minhas irmãs. Eu as amo. Elas me amam. Ser capaz de viver neste personagem de Camille e ser capaz de tirar coisas de mim que outras pessoas não tinham visto de mim… e ser capaz de surpreender as pessoas mesmo depois de tanto tempo no ramo é o sentimento mais gratificante”, celebra Meagan Good sobre os laços construídos na série.
“Nós nos divertimos muito juntas, acho que esse é provavelmente um dos sets mais especiais em que já estive porque Meagan, Shoniqua, Jerrie e eu temos uma verdadeira irmandade tanto fora quanto na tela. Uma das coisas das quais nos orgulhamos é que você pode sentir isso, você pode perceber isso e essa química é realmente palpável. Realmente significa muito poder criar arte com outras mulheres de cor, mulheres negras fortes, poderosas e bonitas que só querem inspirar o mundo com sua arte”, diz Grace Byers ao refletir sobre a representação da mulher negra na televisão.
Shoniqua Shandai revela que mudou a sua percepção em relação à comunidade. “Eu cresci em um ambiente que nem sempre foi o mais aberto, amoroso ou favorável à (curvatura) e à negritude. Ter personagens como Angie e Ty sendo completamente apoiados em sua comunidade e (como elas) aparecem vividamente no mundo me inspira a fazer o mesmo. Isso me faz querer ocupar espaço, gritar mais alto e compartilhar muito mais do que eu tinha antes. Aprendi sobre auto perdão, gentileza, apoio, amor, graça e inclusão com essas mulheres”, conta.
Enquanto uma mulher negra queer, Jerrie Johnson se despede de sua personagem com quem encontrou semelhanças de personalidade. “Espero que Tye possa continuar a ser uma alegria e elevar a comunidade queer sendo autêntica, quebrando os limites, nos mostrando que a queeridade não parece de um jeito ou de outro. Não podemos fazer suposições sobre quem alguém é pela forma como se apresenta, pelos seus pronomes ou algo assim. Espero que ela possa continuar a mostrar a outras mulheres queer que você pode arrasar o dia todo. Ninguém pode te controlar”, afirma.
“O que mais aprendi sobre as mulheres negras com quem tive o privilégio de dividir a tela nas últimas temporadas é o fato de que as mulheres negras são a espinha dorsal da nossa cultura”, reflete o ator Tyler Lepley.
Tracy Oliver, a criadora da série ‘Harlem’, falou sobre os desafios com a falta de representatividade na televisão e o legado que pretende deixar com a produção negra.
“Quero que você me veja e veja o show que estamos fazendo e saiba que há uma carreira para (escritores negros). Quando saí da faculdade de cinema, a razão pela qual me juntei à minha amiga Issa Rae quando fomos para a faculdade juntos foi porque fomos apagados durante aquele período. Não havia nenhuma pessoa negra na comédia em um papel principal quando terminamos a faculdade de cinema. E então fizemos isso como uma resposta à falta de representatividade. Espero que, em pequena escala, o legado seja inspirador para outros criadores de conteúdo. Em uma escala maior, estou feliz por ter um show no ar com todos os diferentes tipos de pele, tipos de corpo, tipos de cabelo. É tão difícil fazer isso”, finaliza.
O Museu das Favelas, em São Paulo, foi reconhecido pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) na edição 2024 de sua tradicional premiação. A instituição conquistou o prêmio na categoria Música Popular – “Projetos Especiais” pela exposição “Racionais MC’s – O Quinto Elemento”, que homenageia a trajetória e o impacto cultural do icônico grupo de rap.
A mostra, sob curadoria de Eliane Dias, acompanhada pelo rapper Vitinho RB e pelos jornalistas Jairo Malta e André Caramante, destacou-se ao resgatar a relevância histórica dos Racionais e sua contribuição para a valorização da cultura periférica. Inspirada no conceito do “quinto elemento” do hip hop — que os organizadores associam ao próprio legado do grupo — a exposição apresenta elementos visuais e temáticos que traduzem a essência dos Racionais, reforçando mensagens de transformação social e resistência.
O anúncio ocorreu na última segunda-feira (20), durante cerimônia no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, localizado no Centro da capital paulista. “Este prêmio é um reconhecimento do poder transformador da cultura periférica e das potências que nascem nela. A exposição “Racionais MC’s – O Quinto Elemento” é um tributo à toda população das favelas, que moldam e retratam a identidade brasileira. Estamos honrados em levar essa mensagem ao público e mais uma vez mostrar que a arte periférica faz parte da formação de uma identidade cultural brasileira e que possui relevância museológica”, afirma Natália Cunha, diretora do Museu das Favelas.
SERVIÇO Racionais MC’s @ São Paulo Data: A partir de 6 de dezembro de 2024 Horário: Terça a domingo, das 10h às 17h (permanência até às 18h) Local: Museu das Favelas – Largo Páteo do Colégio, 148 – Centro Histórico -São Paulo/SP Valores: Entrada Gratuita. Retirada de ingresso antecipado no site ou na recepção (sujeito a disponibilidade do dia) Ingressos: http://www.museudasfavelas.org.br/
Foto Cynthia Erivo: Gilbert Flores/Variety via Getty Images | Foto Colman Domingo: Phil McCarten, CBS. | Foto Fernanda Torres: CNN Portugal | Foto Zoe Saldaña: Reprodução
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do Oscar divulgou na manhã desta quinta-feira, 23, os indicados a lista de indicados à premiação de 2025. Umas das indicações positivas foi a da brasileira Fernanda Torres, que está concorrendo ao lado de Cynthia Erivo, na categoria melhor atriz.
Cynhtia Erivo, que protagonizou o filme musical ‘Wicked’ no papel de Elphaba, já havia recebido a indicação à categoria de ‘Melhor Atriz’ pelo mesmo papel no SAG Awards 2025 no início de janeiro. Enquanto Fernanda Torres, que interpretou a ativista de Direitos Humanos, Eunice Paiva, esposa do ex-deputado, Rubens Paiva, assassinado durante o regime militar no Brasil no filme ‘Ainda Estou Aqui’, garantiu seu primeiro Globo de Ouro na mesma categoria.
Colman Domingo concorre na categoria de ‘Melhor Ator’ por sua performance no filme ‘Sing Sing’, que acompanha a história de Divine G, um homem negro que foi preso por um crime que não cometeu e que encontra um propósito ao atuar em um grupo de teatro ao lado de outros homens encarcerados.
Sucesso em Emília Perez, Zoe Saldaña foi indicada na categoria de ‘Melhor Atriz Coadjuvante’. Que tem a protagonista Karla Sofía Gascón como primeira mulher trans indicada à categoria de ‘Melhor Atriz’ no prêmio do cinema.
Confira a lista completa de indicados:
Melhor Ator Coadjuvante Yura Borisov (de Anora) Kieran Culkin (de A Real Man) Edward Norton (de Um Completo Desconhecido) Guy Pearce (de The Brutalist) Jeremy Strong (de O Aprendiz)
Melhor Figurino Um Completo Desconhecido Conclave Gladiador II Nosferatu Wicked
Melhor Cabelo e Maquiagem Um Homem Diferente Emilia Pérez Nosferatu A Substância Wicked
Melhor Trilha Sonora Original O Brutalista Conclave Emilia Pérez Wicked Robô Selvagem
Melhor Curta-Metragem em Live-Action A Lien Anuja I’m Not a Robot The Last Ranger The Man Who Could Not Remain Silent
Melhor Animação em Curta-Metragem Beautiful Men In the Shadow of the Cypress Magic Candies Wander to Wonder Yuck!
Melhor Roteiro Adaptado Um Completo Desconhecido Conclave Emilia Pérez Nickel Boys Sing Sing
Melhor Roteiro Original Anora The Brutalist A Real Pain September 5 A Substância
Melhor Atriz Coadjuvante Monica Barbaro (de Um Completo Desconhecido) Ariana Grande (de Wicked) Felicity Jones (de O Brutalista Isabella Rossellini (de Conclave) Zoe Saldaña (de Emilia Pérez)
Melhor Canção Original El Mal (Emilia Pérez) The Journey (The Six Triple Eight) Like a Bird (Sing Sing) Mi Camino (Emilia Pérez) Never Too Late (Elton John: Never Too Late)
Melhor Documentário Black Box Diaries No Other Land Porcelain War Soundtrack to A Coup D’Etat Sugarcane
Melhor Documentário em Curta-Metragem Death By Numbers I am Ready, Warden Incident Instruments of a Beating Heart The Only Girl in the Orchestra
Melhor Filme Internacional Ainda Estou Aqui A Menina com a Agulha Emilia Pérez A Semente do Fruto Sagrado Flow
Melhor Animação Flow DivertidaMente 2 Memoir of a Snail Wallace e Gromit: Vengeance Most Fowl O Robô Selvagem
Melhor Design de Produção The Brutalist Conclave Duna: Parte 2 Nosferatu Wicked
Melhor Edição Anora The Brutalist Conclave Emilia Pérez Wicked
Melhor Som Um Completo Desconhecido Duna: Parte 2 Emilia Pérez Wicked O Robô Selvagem
Melhores Efeitos Visuais Alien: Romulus Better Man Duna: Parte 2 O Reino do Planeta dos Macacos Wicked
Melhor Fotografia The Brutalist Duna: Parte 2 Emilia Pérez Maria Nosferatu
Melhor Ator Adrien Brody (de The Brutalist) Timothée Chalamet (de Um Completo Desconhecido) Colman Domingo (de Sing Sing) Ralph Fiennes (de Conclave) Sebastian Stan (de O Aprendiz)
Melhor Atriz Cynthia Erivo (de Wicked) Karla Sofía Gascón (de Emilia Pérez) Mikey Madison (de Anora) Demi Moore (de A Substância) Fernanda Torres (de Ainda Estou Aqui)
Melhor Direção Sean Baker (Anora) Brady Cobert (The Brutalist) James Mangold (Um Completo Desconhecido) Jacques Audiard (Emilia Pérez) Coralie Fargeat (A Substância)
Melhor Filme Anora The Brutalist Um Completo Desconhecido Conclave Duna: Parte 2 Emilia Pérez Ainda Estou Aqui Nickel Boys A Substância Wicked
O cantor Chris Brown entrou com uma ação judicial de US$ 500 milhões contra a Warner Bros. e os produtores do documentário “Chris Brown: A History of Violence”, alegando difamação e danos à sua reputação. A série, transmitida pela Investigation Discovery em outubro de 2024, apresentou várias acusações de agressão sexual contra o artista.
De acordo com a ação, movida no Tribunal Superior da Califórnia, o documentário pintou Brown como um “estuprador em série” e “abusador sexual”, mesmo após a desacreditação de uma das principais acusadoras. A defesa de Brown argumenta que as alegações são falsas e que a produção do documentário ignorou evidências que contradiziam as acusações: “Após serem notificados de que seu documentário continha alegações falsas e violava os padrões profissionais jornalísticos, os réus persistiram em divulgar o documentário”, afirma o texto da denúncia de acordo com a revista People.
A ação judicial destaca que Brown tem trabalhado para reconstruir sua imagem desde o incidente com Rihanna em 2009, e que o documentário busca reviver acusações antigas e falsas para fins lucrativos. Os advogados do cantor afirmam que a série viola os padrões éticos do jornalismo e prejudica a carreira e as oportunidades de negócios de Brown.
A Warner Bros., por sua vez, defende a produção do documentário e promete uma defesa vigorosa contra a ação. A polêmica reacende o debate sobre a cobertura midiática de casos de violência sexual e a importância da verificação de fatos em documentários.
A ação judicial levanta questões importantes sobre a responsabilidade da mídia na divulgação de acusações sérias e o impacto que essas acusações podem ter na vida de uma pessoa. A acusação de que o documentário ignorou evidências que contradiziam as acusações levanta a questão da importância da verificação de fatos em produções jornalísticas e destaca o impacto que acusações falsas podem ter na carreira de uma pessoa, mesmo após anos de esforços para reconstruir sua imagem.
OBS.: É importante ressaltar que a violência doméstica é um crime grave e que as mulheres têm o direito de denunciar seus agressores. Se você está em situação de risco, ligue imediatamente para o 190. Para denunciar e buscar apoio, entre em contato com a Central de Atendimento à Mulher pelo número 180. Além disso, delegacias especializadas da mulher podem oferecer orientação e acolhimento. Lembre-se, você não está sozinha e há ajuda disponível 24 horas por dia.
A quarta-feira, 22, foi um dia histórico para a Fórmula 1, Lewis Hamilton pilotou pela primeira vez a sensação de pilotar um carro da Ferrari. O heptacampeão mundial, que se transferiu para a escuderia italiana nesta temporada, realizou testes na pista de Fiorano, em Maranello, na Itália.
“Foi um dos melhores sentimentos da minha vida”, afirmou Hamilton após completar cerca de 30 voltas a bordo do SF-23, modelo utilizado pela Ferrari em 2023. O britânico comparou a experiência à sua primeira vez em um carro de Fórmula 1, destacando a emoção e a alegria de iniciar um novo capítulo em sua brilhante carreira.
“Quando eu liguei o carro e dirigi por aquela porta da garagem, eu tinha o maior sorriso na minha cara. Me lembrou da primeira vez que eu testei um carro da Fórmula 1, foi um momento muito empolgante e especial. E aqui estou eu, quase 20 anos depois, sentindo todas essas emoções de novo”, descreveu Hamilton, que estreia oficialmente com a Ferrari marcada para o dia 16 de março, no Grande Prêmio da Austrália.
Enquanto a estreia oficial no GP não chega, o piloto e a equipe se preparam intensamente para a nova temporada, com a expectativa de conquistar títulos e escrever um novo capítulo na história da Fórmula 1.