Evento de lançamento do plano "Juventude Viva" em São Paulo, contou com a presença da Ministra da Seppir Presidência, Luiza Bairros
Em uma parceria entre a prefeitura e o Governo Federal o Plano Juventude Viva foi lançando oficialmente em São Paulo nesta sexta-feira (25/10). O plano envolve reunindo 56 programas e ações de 13 Secretarias Municipais e 11 Ministérios do Governo Federal, com recursos previstos da ordem de R$ 162 milhões.
, As ações para reduzir a vulnerabilidade da juventude negra e criar estratégias de prevenção à violência vão contemplar Dez Distritos e oito Subprefeituras de São Paulo, incluindo Campo Limpo, Capão Redondo, Jardim Ângela e Jardim São Luís (em 2013), Brasilândia, Pirituba, Jardim Helena, Itaim Paulista, São Mateus e Itaquera (em 2014).
Na abertura do evento, Severine Macedo explicou a estrutura do Plano, destacando que a iniciativa é resultado das reivindicações da sociedade civil, em especial dos jovens, que colocaram essa questão como prioritária nas duas Conferências Nacionais de Juventude, realizadas em 2008 e 2011. “A gente sabe que essas desigualdades atingem mais uns que outros, atinge o nosso povo negro, sobretudo os jovens, e isso faz com que ainda tenhamos uma dívida enorme a ser saldada”.
Evento de lançamento do plano “Juventude Viva” em São Paulo também contou com a presença da Ministra da Seppir Presidência, Luiza Bairros
Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde mostram que 26.854 jovens entre 15 e 29 anos foram vítimas de homicídio em 2010, o que representa 53,5% do total dos homicídios. Entre os jovens assassinados, 74,6% eram negros.
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre racismo no Brasil, divulgado no dia 17/10, revela que a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco. Segundo o estudo, existe racismo institucional no país, expresso principalmente nas ações da polícia, mas que reflete “o desvio comportamental presente em diversos outros grupos, inclusive aqueles de origem dos seus membros”.
O Juventude Viva tem por meta mudar essa realidade. O Plano reúne ações voltadas para a prevenção, visando reduzir a vulnerabilidade dos jovens às situações de violência física, por meio da inclusão social, conquista de autonomia, oferta de equipamentos e serviços públicos, além do aprimoramento da atuação do Estado no enfrentamento ao racismo institucional
Evento de lançamento do plano "Juventude Viva" em São Paulo, contou com a presença da Ministra da Seppir Presidência, Luiza Bairros
Em uma parceria entre a prefeitura e o Governo Federal o Plano Juventude Viva foi lançando oficialmente em São Paulo nesta sexta-feira (25/10). O plano envolve reunindo 56 programas e ações de 13 Secretarias Municipais e 11 Ministérios do Governo Federal, com recursos previstos da ordem de R$ 162 milhões.
, As ações para reduzir a vulnerabilidade da juventude negra e criar estratégias de prevenção à violência vão contemplar Dez Distritos e oito Subprefeituras de São Paulo, incluindo Campo Limpo, Capão Redondo, Jardim Ângela e Jardim São Luís (em 2013), Brasilândia, Pirituba, Jardim Helena, Itaim Paulista, São Mateus e Itaquera (em 2014).
Na abertura do evento, Severine Macedo explicou a estrutura do Plano, destacando que a iniciativa é resultado das reivindicações da sociedade civil, em especial dos jovens, que colocaram essa questão como prioritária nas duas Conferências Nacionais de Juventude, realizadas em 2008 e 2011. “A gente sabe que essas desigualdades atingem mais uns que outros, atinge o nosso povo negro, sobretudo os jovens, e isso faz com que ainda tenhamos uma dívida enorme a ser saldada”.
Evento de lançamento do plano “Juventude Viva” em São Paulo também contou com a presença da Ministra da Seppir Presidência, Luiza Bairros
Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde mostram que 26.854 jovens entre 15 e 29 anos foram vítimas de homicídio em 2010, o que representa 53,5% do total dos homicídios. Entre os jovens assassinados, 74,6% eram negros.
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre racismo no Brasil, divulgado no dia 17/10, revela que a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco. Segundo o estudo, existe racismo institucional no país, expresso principalmente nas ações da polícia, mas que reflete “o desvio comportamental presente em diversos outros grupos, inclusive aqueles de origem dos seus membros”.
O Juventude Viva tem por meta mudar essa realidade. O Plano reúne ações voltadas para a prevenção, visando reduzir a vulnerabilidade dos jovens às situações de violência física, por meio da inclusão social, conquista de autonomia, oferta de equipamentos e serviços públicos, além do aprimoramento da atuação do Estado no enfrentamento ao racismo institucional
Evento de lançamento do plano "Juventude Viva" em São Paulo, contou com a presença da Ministra da Seppir Presidência, Luiza Bairros
Em uma parceria entre a prefeitura e o Governo Federal o Plano Juventude Viva foi lançando oficialmente em São Paulo nesta sexta-feira (25/10). O plano envolve reunindo 56 programas e ações de 13 Secretarias Municipais e 11 Ministérios do Governo Federal, com recursos previstos da ordem de R$ 162 milhões.
, As ações para reduzir a vulnerabilidade da juventude negra e criar estratégias de prevenção à violência vão contemplar Dez Distritos e oito Subprefeituras de São Paulo, incluindo Campo Limpo, Capão Redondo, Jardim Ângela e Jardim São Luís (em 2013), Brasilândia, Pirituba, Jardim Helena, Itaim Paulista, São Mateus e Itaquera (em 2014).
Na abertura do evento, Severine Macedo explicou a estrutura do Plano, destacando que a iniciativa é resultado das reivindicações da sociedade civil, em especial dos jovens, que colocaram essa questão como prioritária nas duas Conferências Nacionais de Juventude, realizadas em 2008 e 2011. “A gente sabe que essas desigualdades atingem mais uns que outros, atinge o nosso povo negro, sobretudo os jovens, e isso faz com que ainda tenhamos uma dívida enorme a ser saldada”.
Evento de lançamento do plano “Juventude Viva” em São Paulo também contou com a presença da Ministra da Seppir Presidência, Luiza Bairros
Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde mostram que 26.854 jovens entre 15 e 29 anos foram vítimas de homicídio em 2010, o que representa 53,5% do total dos homicídios. Entre os jovens assassinados, 74,6% eram negros.
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre racismo no Brasil, divulgado no dia 17/10, revela que a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco. Segundo o estudo, existe racismo institucional no país, expresso principalmente nas ações da polícia, mas que reflete “o desvio comportamental presente em diversos outros grupos, inclusive aqueles de origem dos seus membros”.
O Juventude Viva tem por meta mudar essa realidade. O Plano reúne ações voltadas para a prevenção, visando reduzir a vulnerabilidade dos jovens às situações de violência física, por meio da inclusão social, conquista de autonomia, oferta de equipamentos e serviços públicos, além do aprimoramento da atuação do Estado no enfrentamento ao racismo institucional
Romance, aventura e drama, tendo com pano de fundo a escravidão no Brasil. Como um “Forest Gump” do século XIX, onde trama e personagens sofrem reviravoltas, “O Inventor de Sonhos”, dirigido e produzido por Nauenberg, conta a saga de dois garotos no Rio de Janeiro de 1808. José Trazimundo (Ícaro Silva) é um brasileiro mestiço, filho de uma escrava negra e de um artista europeu que não chegou a conhecer. Luis Bernardo (Miguel Thiré) é um jovem português, filho de um duque que chega ao país na comitiva do Rei de Portugal. Em busca de suas origens, o jovem Trazimundo sonha reencontrar seu verdadeiro pai, acreditando que contará com a ajuda do seu novo amigo, Luis Bernardo. O destino dos dois se cruza durante os 13 anos de permanência da Corte Portuguesa no Brasil até quando disputam o amor da bela escrava Iaínha (Sheron Menezzes). Guerras, conflitos, escravidão, aventura e romance embalam a procura do rapaz por sua origem, numa história que revela as relações conturbadas entre europeus e brasileiros e mostra um pouco da essência de todos nós.
Lançado oficialmente no dia 11 de outubro o longa “O Inventor de Sonhos” conta com trilha sonora com composições inéditas de Dado Villa-Lobos e elenco formado por Ícaro Silva e Sheron Menezzes como protagonistas e participações especiais como Miguel Thiré, Miguel Oliveira, Stênio Garcia, Luís Carlos Vasconcelos, Ricardo Blat, Guilhermina Guinle, Emilio Orciollo Neto, Letícia Spiller, entre outros. O trailer oficial já pode ser conferido no site do filme www.oinventordesonhos.com, uma plataforma de educação e de entretenimento que aborda fatos reais do Brasil colônia contextualizando-a com acontecimentos mundiais do século XIX.
Concebido, para contar fatos da História do Brasil de forma simples e atrativa, o longa foi cuidadosamente produzido. A preparação de elenco contou com Ernesto Piccolo e Guida Vianna. Nomes como Ícaro Silva, Sheron Menezzes e Miguel Thiré formam o trio de protagonistas do filme, que traz ainda Stênio Garcia, Luís Carlos Vasconcelos, Ricardo Blat, Roberto Bonfim, Sergio Mamberti, Guilhermina Guinle, Emilio Orciollo Neto, Letícia Spiller e Debora Nascimento. A computação gráfica e a fotografia são assinadas por Toni Cid e Rodrigo Monte, respectivamente. A pesquisa histórica contou com a curadoria do grupo PH e da antropóloga Lilia Schwarcz.
Mídia, política, meio ambiente e economia são alguns dos temas de seminário de mulheres negras que começa amanhã no Rio de Janeiro
Visibilidade. É isto que as mulheres negras almejam e debaterão o porquê de sua ausência em alguns espaços estratégicos, durante o “Seminário Mulher Negra Construindo Visibilidade Social, Política & Econômica” que começa amanhã dia 24 e vai até o dia 25 de outubro, no auditório da OAB/Rio. O evento traz tona vários temas relacionados à trajetória da população negra no Rio e no Brasil com foco especial no protagonismo das Mulheres Negras através dos panoramas e debates que serão expostos pelas convidadas.
A construção de um rede de solidariedade é um dos objetivos do seminários, que também pretende construir um espaço de mobilização permanente à cerca das demandas sociais, políticas e econômicas da população afro-brasileira.
Temas como Etnobotânica, meio ambiente e saúde da população negra, Segurança Pública, Violência Doméstica, Imprensa, publicidade e a pluralidade étnica do Brasil, cultura negra também serão abordados.
O seminário faz parte da Campanha MULHER NEGRA MOSTRA A SUA CARA, idealizado pela escritora e ativista, Ana Cruz em 2011.
As INSCRIÇÕES estão ABERTAS e são gratuitas. INSCRIÇÕES GRATUITAS. ENVIE email: poligualdaderacial@yahoo.com.br
15h– Segurança pública, racismo institucional e violência contra a juventude negra.
· Profª Jacqueline Muniz. Drª em Segurança Pública
· Dra Sandra Machado – Advogada – Vice-presidente da Comissão da Igualdade Racial da AOB
· Dra. Roselene Sérgio Ribeiro – Advogada – Casa da Mulher de Manguinhos/ SEASDH e membro da CIR/OAB
17h– Os conflitos enfrentados por artistas negros e/ou das periferias , nas relações com empresários; ações e políticas de fomento à cultura afro-brasileira.
· Dr. Antônio Mário Ferreira – Advogado -Consultor Jurídico -Coordenador do Movimento Negro Unificado/RJ
· Pepe & Nenem – Cantoras
· Rosângela Gomes (a confirmar)– Universidade das Quebradas/Programa Avançado de Cultura/ UFRJ
18h– Recordando Lélia Gonzalez e Neuza dos Santos Souza – Para enfrentar o racismo no Brasil.
Maria da Consolação Lucinda –Drª em Antropologia Social.
18:30– Olympio Marques – Memória de um Negro (Olympio Marques dos Santos foi um jornalista negro que participou dos primórdios do IPCN, sendo um militante muito respeitado em sua época. No leito de morte escreveu sua autobiografia, Memórias de um Negro, que aponta um caminho para os negros resgatarem sua auto-estima e identidade, a autobiografia não foi publicada.)
Fátima Lacerda- Jornalista pós graduada em História da África pelo PENESB – Mestra em Ciências Políticas.
Dia 25/10 – sexta- feira
9 h – Mulheres Negras e o enfrentamento com a violência, no trabalho na saúde, escola, no local de moradia e com sua família.
10h – Rio: identidade construída pela diversidade cultural dos povos de diferentes países da África.
· Professora Elielma Machado UERJ – Dra. em Antropologia Cultural -Pós doutora Sociologia
10: 30 – Os recursos do Petróleo brasileiro e o empoderamento das Mulheres/ Não à privatização do petróleo, uma exposição de fatos.
· Coletivo de Mulheres da FUP
· Sindicato dos Petroleiros do Rio
· Dra. Ana Drumond – Diretora Executiva da Secretaria de Gênero, Raça e Etnia do SINPRO/Rio.
– A participação do sindicato na luta pela inserção de mulheres no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro.
· Manoel Vaz – Presidente do Sindicato da Construção Civil de São Gonçalo e Regiões.
11h – Desafios enfrentados nos trabalhos realizados pelas as organizações de Mulheres Negras no Rio, quais demandas a realidade nos impõem.
· Edmeire Exaltação – Socióloga e Coordenadora da
ONG Coisa de Mulher.
· Sheila Dias – Assistente Social – Mestranda em Serviço Social e Integrante da Associação de Mulheres Negras Aqualtune.
– Presença das Mulheres Negras nos programas sociais propostos pelas instituições governamentais.
· Neusa das Dores – Coordenadora Executiva de Políticas para Mulheres do CEDIM- Coordenadoria Estadual do Direito da Mulher.
· Rute Noemi. Advogada e Mestra em Serviço Social/Atua no Programa Justiça Comunitária.
14h – Mulheres sindicalistas dialogando, somando forças para os enfrentamentos com a discriminação de gênero e raça no local de trabalho.
· Socorro Lago – Secretária Executiva de Políticas para Mulheres da FENADADOS.
· Ivonete Truda- Secretária Executiva de Políticas para Mulheres -SINDPD – Rio
· Clátia Vieira – Fórum de Mulheres Negras / RJ
· Avanir Carvalho Pontes -Fórum de Mulheres Negras – SINPRO Rio
15h – Meio ambiente e saúde, apropriação dos conhecimentos fito terapêuticos Afro Brasileiro, pelas as indústrias farmacêuticas.
· Professora Ângela Gomes – Engenheira florestal e Drª em Etnobotânica Africana.
16h- Uma mídia na perspectiva Negra. Quais demandas de forma e conteúdo nos colocam esta construção levando em consideração a pluralidade da população negra.
Mesmo sobre forte de pressão de parlamentares e ativistas, o presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves, adiou a votação do PL 4471 que estava prevista para a tarde de terça-feira(22). Alvez disse que a pauta entrará para votação, nesta quarta-feira (23) a partir das 11h.
Dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na semana passada mostram que a cada três assassinatos no País, dois vitimam negros.
“Poderíamos fazer contas simples que chegariam aos seguintes dados: 25.714 jovens negros serão assassinados em 3 anos, o que equivale a mais de 8.570 por ano ou a 715 por mês! Analogia perfeita: Três aviões lotados de jovens negros, caindo todos os meses nos próximos três anos, sem nenhum sobrevivente”, argumenta Douglas Belchior, da UNEAFRO.
PL 4471/12 pretende diminuir abuso policial
O Projeto de lei 4471/12, de autoria dos deputados federais Paulo Teixeira, Fabio Trad, Protógenes e Miro Teixeira prevê o fim dos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte e cobra das autoridades maior rigor nas apurações dos casos de morte envolvendo força policial. “A forma mais habitual de esconder os assassinatos promovidos pelas polícias é a utilização dos termos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte”, nos boletins de ocorrência. Sob a alegação de que houve resistência ou confronto e de que o policial estaria agindo em “legitima defesa”, as investigações sobre as mortes não acontecem e os assassinos permanecem impunes e pior, ativos em suas funções”, explica Belchior. Em 2012 só em São Paulo, 546 pessoas foram mortas pela polícia.
O texto descreve que há uma superficialidade em muitas investigações , de acordo com profissionais da área, tais como falha na busca por testemunhas desvinculadas de corporações policiais e a ausência de perícias básicas, como a análise da cena do crime.
Ainda de acordo com o projeto de lei, as práticas atuais violam os direitos humanos e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário porque há uma grande deficiência nas investigações.
Ao aparecer com um vestido justinho off white na semana passada, durante um evento em Belém, no Pará, Taís Araújo chamou a atenção pela ótima forma. A atriz fala dos segredos para manter as curvas, e conta que tudo é resultado de exercícios físicos e disciplina na hora de comer.
Pilates e alongamento são os segredos das formas perfeitas da atriz
“Não sei se emagreci, porque não me pesei. Na verdade, parece que somente agora meu corpo voltou ao normal depois da gravidez”, diz ela, que deu à luz João Vicente em junho de 2011. “Faço pilates três vezes por semana e um alongamento bem puxado”. Tratamentos estéticos? “Nenhum”, garante.
Na hora da dieta, porém, Taís aposta em alimentos naturais e ricos em proteína. “No café da manhã, como ovo mexido com aipim e café com leite de arroz. No almoço, quinoa com sardinha, espinafre e feijão. No jantar, a mesma coisa do almoço”.
Antes de apostar no pilates, a atriz praticou capoeira por cerca de um ano com o Mestre Cocoroca, que já dava aulas para seu marido, o também ator Lázaro Ramos. Ela começou a atividade por conta das gravações da série “O dentista mascarado”.
“Ela teria que gravar muito de lingerie, roupas coladas, botas até as coxas e queria perder um pouquinho de barriga, culote e deixar as pernas e glúteos bem fortalecidos”, explica Cocoroca. “A barriga dela hoje está tanquinho e não tem uma celulite para ser vista”.
(Na foto ele aparece com o vestido branco em evento realizado na semana passada e a segunda foto é de novembro de 2011, cinco meses após dar à luz).
Com o objetivo de estimular o jornalismo que contribua para a prevenção, o combate e a eliminação de todas as formas de racismo e de discriminação racial o Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento teve sua primeira edição em 2010. A Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-Rio), do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, anunciaram hoje (22) os finalistas da 3a edição do prêmio. Os vencedores serão conhecidos durante cerimônia em 11 de novembro, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro.
Com um crescimento de mais de 75% das inscrições em relação a 2012, o Prêmio bateu recorde de adesão em 2013, reflexo da consolidação do concurso na imprensa brasileira. A Comissão Julgadora, formada por dez jornalistas e especialistas em relações raciais, escolheu os 21 melhores trabalhos dentre o total de 310 inscritos.
Concorrem a R$ 35 mil reportagens nas categorias Mídia Impressa, Televisão, Rádio, Mídia Alternativa/Comunitária, Internet, Fotografia, além da Categoria Especial de Gênero Jornalista Antonieta de Barros. A surpresa é que há chance de um mesmo trabalho receber até R$ 10 mil, caso vença as duas categorias em que é finalista.
Segundo a coordenadora da iniciativa e da Cojira-Rio, Sandra Martins, este ano também surpreendeu o aumento da qualidade dos trabalhos inscritos. “Observamos a capacidade de o Prêmio estimular reportagens qualificadas sobre o racismo no Brasil e sobre soluções para a consolidação de uma verdadeira democracia”, declarou.
Para receber as inscrições, o concurso estreou site com nova identidade, informações sobre a questão racial e o jornalismo, dicas de temas para reportagens e breves biografias de Abdias Nascimento e de Antonieta de Barros.
Conheça os finalistas:
Mídia Impressa
Clediana Ramos, Meire Oliveira, Juracy dos Anjos, Camilla França, Maíra Azevedo e Ivana Dorali, Os homens que chamam os deus para terra, Jornal A Tarde-BA
Ismael Machado, Educação Quilombola, Diário do Pará-PA
Renata Mariz, Ivan Lunes e Grasielle Castro, Abolição,125 anos, Correio Braziliense-DF
Televisão
Maíra Streit, Série Boas Práticas pela Igualdade Racial, TV Supren-DF
Thiago Antônio Correia, A cor da morte, Jornal da Pajuçara/Noite-AL
Wendell Rodrigues da Silva, Paraíba Afro, TV Correio-PB
Rádio
Neise Marçal, Cláudio da Matta e Fábio Luiz, Quilombo São José, a luta sem fim pela terra, Rádio Nacional do Rio de Janeiro
Tayguara Ribeiro Silva, A violência policial, a periferia e a população negra, Agência Radioweb-SP
Wellington Carvalho dos Santos, A rica e imortal influência africana no samba, Rádio Estadão-SP
Mídia Alternativa ou Comunitária
Bruno Mascarenhas, Eduardo Donato, Adriana Veríssimo, Rikardy Tooge, Crystal Ferrari, Raphael Borges, Willians Campos Felipe Cabello, Rafael Carvalho, Marlon Marinho, Rodrigo Igreja, Weslley Mendes e Antonio Jordão Pacheco, Literatura na periferia: as vozes das quebradas, Rede TVT-SP
Débora Carmelita Junqueira, Fora das capas de revista, Revista Elas por Elas-MG
Marcela Figueiredo, Educadores colocam em prática Lei 10.639, Revista Appai Educar-RJ
Internet
Ed Wanderley, Infâncias devolvidas, Diário de Pernambuco-PE
Lena Azevedo, Jovens negros na mira de grupos de extermínio na Bahia, Pública- Agência de Jornalismo Investigativo-SP
Marcela Donini, Cotas – uma nova discussão, Portal Terra-RS
Fotografia
Annaclarice Almeida, Infâncias Devolvidas, Diário de Pernambuco-PE
André Nery, Racismo no futebol, Folha de Pernambuco-PE
Carlos Moura, O Vingador, Correio Braziliense-DF
Categoria Especial de Gênero Jornalista Antonieta de Barros
Débora Carmelita Junqueira, Fora das capas de revista, Revista Elas por Elas-MG
Denise Viola, Cynthia Cruz Pereira e Gilberto Vianna, Abaixo o preconceito! Viva as mulheres negras do Brasil, Rádio MEC AM
Vanessa Bugre, Pele escura, morte invisível- a violência contra a juventude negra, Rádio UFMG Educativa-MG
(Por Silvia Nascimento) Dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na semana passada mostram em números, o que quem é negro já sabe faz tempo. Quem tem pele mais escura sofre mais com a violência policial. De acordo com a pesquisa do instituto, a cada três assassinatos no País, dois vitimam negros.
“Poderíamos fazer contas simples que chegariam aos seguintes dados: 25.714 jovens negros serão assassinados em 3 anos, o que equivale a mais de 8.570 por ano ou a 715 por mês! Analogia perfeita: Três aviões lotados de jovens negros, caindo todos os meses nos próximos três anos, sem nenhum sobrevivente”, argumenta Douglas Belchior, da UNEAFRO.
PL 4471/12 pretende diminuir abuso policial
O Projeto de lei 4471/12, de autoria dos deputados federais Paulo Teixeira, Fabio Trad, Protógenes e Miro Teixeira prevê o fim dos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte e cobra das autoridades maior rigor nas apurações dos casos de morte envolvendo força policial. “A forma mais habitual de esconder os assassinatos promovidos pelas polícias é a utilização dos termos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte”, nos boletins de ocorrência. Sob a alegação de que houve resistência ou confronto e de que o policial estaria agindo em “legitima defesa”, as investigações sobre as mortes não acontecem e os assassinos permanecem impunes e pior, ativos em suas funções”, explica Belchior. Em 2012 só em São Paulo, 546 pessoas foram mortas pela polícia.
O texto descreve que há uma superficialidade em muitas investigações , de acordo com profissionais da área, tais como falha na busca por testemunhas desvinculadas de corporações policiais e a ausência de perícias básicas, como a análise da cena do crime.
Ainda de acordo com o projeto de lei, as práticas atuais violam os direitos humanos e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário porque há uma grande deficiência nas investigações.
O presidente da Câmara dos Deputados se comprometeu em colocar o projeto em votação hoje a partir das 16 horas. (horário de Brasília). O Ele deve ser votado hoje as 16 horas (horário de Brasília).
São Paulo é a capital latino-americana de negócios e pela primeira vez está sendo realizado um evento dedicado à mulher negra que está inserida dentro deste mercado tão competitivo, seja como empreendedora, seja em busca de uma nova oportunidade de carreira.
A “Oficina de Imagem e Estilo Profissional” é promovida pelo site Mulher Negra e Cia e contará com palestrantes negras com talento e experiência que serão compartilhados com os participantes. O evento acontece no dia 3 de novembro, domingo, das 10h às 17h. O investimento é de R$160,00 (via PagSeguro) que inclui além de quatro palestras temáticas com Patrícia Santos de Jesus (Carreira – EmpregueAfro), Marcela Lemos ( Moda – Blog Vestir com Estilo Negro), Chris Oliveira ( Cabelo – Cia das Tranças), Daniele Da Mata ( maquiagem – DaMata Make up ), o “Welcome Coffee”, almoço e café de despedida.
Confira a programação e o perfil das palestrantes:
Oficina de Imagem e Estilo Profissional : Como Desenvolver Ferramentas para o Competitivo Mercado de Trabalho
Data: 03 de novembro / domingo
Carga horária: 7 horas
Horário: das 10:00h às 17h
Local: BelaVista – São Paulo – Capital
* Inclusos: Welcome Coffee, almoço e coffee break final
Investimento: R$160,00 por participante (apenas 24 vagas) – A inscrição para o curso deve ser feita pelo site http://www.lojamulhernegraecia.com.br/. O pagamento é feito via PAGSEGURO (UOL).
OBJETIVO:
Promover a reflexão sobre COMPORTAMENTOS no mercado de trabalho, ESTILO adequado ao ambiente corporativo.
PÚBLICO:
Especialmente para mulheres negras, profissionais de todos os segmentos, estudantes universitários e público em geral que tiver interesse em aprimorar sua imagem e estilo profissional.
METODOLOGIA:
Palestras com profissionais especializados, em carreira, moda e estilo, maquiagem e cabelo. A exposição será dialogada com a utilização de recursos audiovisuais, dinâmicas e interação por meio de perguntas e respostas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
* 1 * Palestra: Carreira, diversidade e postura no ambiente de trabalho com Patrícia Santos de Jesus – 1h
– Diversidade, mitos e Desafios do negro no mercado de trabalho
– Redação de currículo, comportamento na entrevista e na busca por o emprego ideal
– Estratégias para permanecer e ascender profissionalmente
* 2 * Palestra: Roupas, cores e estilos para a pele negra com Marcela Lemos – 1h
– Adequação de roupa ao tipo de ambiente de trabalho
– Tipos de pele negra e tipos de cores que valorizam a pele negra
– Dicas de roupas para o ambiente corporativo formal
* 4 * Palestra: Cuidados com cabelo negro com Chris Oliveira – 1h
– Tipos de cabelos afro, cuidados e produtos adequados
– Cabelo negro e os desafios da hidratação, tintura e cores
* 3 * Palestra: Automaquiagem e cuidados com a pele negra com Daniele Da Mata – 1h
– Como começar a se maquiar?
– Dicas de automaquiagem
– Produtos adequados para a pele negra
PALESTRANTES
PATRÍCIA SANTOS DE JESUS
Sócia-idealizadora da EmpregueAfro. Consultora de RH, pedagoga, pós-graduada em Gestão de Equipes pela USP, MBA em Recursos Humanos pela FMU e em Administração, pela Trevisan Escola de Negócios.
Atua na área de Recursos Humanos há 13 anos, com experiência adquirida na Rádio e Televisão Bandeirantes, Grupo Catho, BDO Trevisan, Espro e Italian Coffee, e há sete anos trabalha na inclusão social relacionada à temática do negro no mercado de trabalho. Participou do Programa de Inclusão de afrodescendentes na HP, IBM e Santander. Ministrou palestras nos CEUs da Prefeitura de SP pelo CONE -Coordenadoria de Assuntos da População Negra – 2009. É docente do SENAC/SP desde 2007.
MARCELA LEMOS
Consultora de moda e estilo, bacharel em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Uni´Santana, Técnica em Moda pela Escola de Moda Sigbol Fashion, especialização em Personal Stylist pela Escola de Moda Sigbol Fashion. Pós-graduada em Gestão de Negócios na Indústria da Moda pelo SENAI São Paulo.
É sócia-diretora da Consultoria Vestilo Negro – uma consultoria especializada em moda e estilo para a pele negra.
CHRIS OLIVEIRA
Fundadora e Diretora Executiva da Cia. das Tranças. Hair stylist, professora, palestrante, produtora de moda e colunista. Participou de muitos editorais de modas, desfiles e diversos eventos como SPFW, Tim Festival e Coca Cola Vibezone, e em 2003 surgiu a Cia. das Tranças.
DANIELE DA MATA
Fundadora da DaMata Makeup. Começou a carreira aos 16 anos como estagiária numa empresa de terceirização de cosméticos em Jambeiro/SP, onde permaneceu por quatro anos. Maquiadora profissional pelo Instituto Embeleze, 2010, se especializou em pele negra e desde então, já fez trabalhos com maquiagem social e editoriais. Desenvolve cursos de automaquiagem em muitas cidades como Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo.
Políticas de Cancelamento e Adiamento:
– Todos os gastos para acesso a Oficina é de inteira responsabilidade do cliente (computador, locomoção, hospedagens e etc…).
– Mulher Negra e Cia se reserva o direito de cancelar ou adiar o evento caso não seja preenchido o número total de vagas( vinte e quatro), neste caso o aviso será feito no prazo máximo de 48h.
– A não participação na Oficina por parte do cliente, desde que comunicado por escrito à Mulher Negra e Cia, com antecedência mínima de 7 dias de antecedência da data prevista de início para sua realização, implica em um crédito. Este crédito poderá ser usado posteriormente na mesma oficina ou em qualquer um dos outros cursos ou oficinas de valor similar, num prazo máximo de 1 (hum) ano da data de ocorrência da Oficina original.