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Taís Araujo defende Bella Campos de críticas e celebra sua dedicação em ‘Vale Tudo’: “Me enxergo muito quando comecei”

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Foto: Globo/Dovulgação

Em entrevista ao jornal O Globo, a atriz Taís Araujo falou sobre o talento e o compromisso de Bella Campos, que interpreta sua filha Maria de Fátima no remake da novela ‘Vale Tudo’, da TV Globo, que estreou nesta semana. 

“Quando eu vejo uma menina tão jovem, tão empenhada, tão comprometida… porque não é que ela está brincando, ela tá lá inteira. E eu acho isso mais bonito, eu acho isso de um valor imenso”, disse Taís, defendendo a Bella, que foi criticada antes mesmo de estrear a novela.

Taís ainda destacou que a personagem de Bella é crucial para o desenvolvimento da novela. “Para gente, é fundamental que a Maria de Fátima dê certo, porque a espinha dorsal dessa novela, quem dispara tudo é a Maria de Fátima. Para mim é profundamente importante que a Bela brilhe muito nessa novela. Para Odete Roitman, para a Débora, é muito fundamentalmente importante que a Bella brilhe muito nessa novela”, afirmou a atriz, que também negou que essas críticas refletiram no set. “A Bella está muito bem cercada de pessoas muito experientes”. 

Taís ainda relembrou a sua própria trajetória e as dificuldades que enfrentou no início da carreira, comparando sua experiência com a de Bella. “Eu comecei uma menina de 16 anos fazendo ‘Tocaia Grande’. Eu já tinha experiência de teatro, mas eu não tinha uma vasta experiência. Eu não era aquela pessoa que você olhava e falava: ‘Meu Deus, nasceu para fazer isso’ […] Tampouco em ‘Xica da Silva’”.

Demonstrando carinho e apoio à colega, Taís garantiu que está ao lado de Bella nessa jornada. “Estou de mãos dadas com a Bella. E como filha, eu estou com ela no colo. Quando a gente vai, a gente vai junto até o fim”, conclui. 

Nei Lopes ministra curso online e gratuito sobre literatura e tradições afro-brasileiras no Sesc Digital

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Foto: Divulgação/Sesc

Para as pessoas que se interessam pelo pelo universo da literatura, recentemente, o Sesc Digital lançou o curso gratuito de ensino a distância de Literatura e Tradições Afro-brasileiras, com o escritor e compositor Nei Lopes. As aulas contam com a participação especial da intérprete Fabiana Cozza.

O curso na plataforma de conteúdo do Sesc São Paulo propõem uma introdução a noções básicas de literatura e música popular de ascendência africana e afro-brasileira a partir da trajetória pessoal e da obra de Nei Lopes. Em 15 videoaulas, o autor faz um passeio por diversos gêneros literários, trazendo como referência experiências e exemplos dos seus 40 livros publicados durante 80 anos de vida. A cada aula o artista destaca um gênero literário e influências, explicando o seu método de trabalho e histórias sobre a produção de seus livros.

Fabiana Cozza participa da formação com leituras de trechos selecionados das obras do escritor, destacando as nuances de sua produção e sua relevância na bibliografia brasileira.

Literatura e tradições afro-brasileiras foi elaborado para todas as pessoas que se interessam pelo universo da literatura e seus diversos estilos e gêneros, da criação literária, da produção de conhecimento, da cultura popular e afro-brasileira e pela obra de Nei Lopes. Não é necessário ter conhecimentos prévios para acompanhar as videoaulas e materiais do curso.

Este curso também pode ser utilizado por educadores, líderes comunitários, professores, profissionais de recursos humanos e grupos de estudo como forma de pautar discussões em torno de representatividade e educação antirracista. O percurso propõe que ampliemos nossa visão de mundo da literatura e das artes, com a inclusão de temas referentes às Artes, História e Literatura africana e afro-brasileira.

Nei Lopes é escritor e compositor de música popular com mais de 350 títulos gravados por grandes nomes da música brasileira, como Alcione, Beth Carvalho, Clara Nunes, Elza Soares, Elizeth Cardoso, Zeca Pagodinho, Zezé Motta, entre outros.

Para fazer a inscrição, clique no site ead.sesc.digital

Serviço

Curo de ensino a distância: Literatura e Tradições Afro-brasileiras

Ministrado por Nei Lopes

Inscrições ilimitadas em ead.sesc.digital

15 videoaulas gratuitas

O curso não oferece certificado de conclusão ou declaração de participação.

Obras de autores negros para celebrar o Dia Internacional do Livro Infantil

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Crédito: Preta Ilustra

Neste Dia Internacional do Livro Infantil, comemorado em 2 de abril, o Mundo Negro selecionou uma lista de obras escritas por autores negros que contribuem para a formação social e cultura de pequenos leitores, com uma literatura mais diversa e representativa. 

A literatura infantil desempenha um papel fundamental na construção da identidade e da autoestima das crianças. Ao se verem refletidas em histórias, elas se sentem pertencentes e valorizadas, entendendo que suas vivências, traços e cultura são igualmente importantes. 

Veja a lista completa abaixo:

O menino e sua árvore

O livro de Rodrigo França narra a encantadora jornada de Sol, um menino feliz cuja bisavó é uma árvore centenária. A obra explora a importância de fortalecer as raízes afetivas para um crescimento saudável, a sabedoria dos mais velhos, o acolhimento da família e o amor que fomenta a conexão com as origens.

A menina que não sabia que era bonita

Lançado no início deste ano, o primeiro livro infantil da Tia Má convida as leitoras a uma jornada de autodescoberta e valorização da própria beleza, especialmente direcionada a meninas negras. A obra é inspirada nos desafios enfrentados pela própria autora para desenvolver sua autoestima desde cedo. 

Sinto o que sinto: um passeio pelos sentimentos 

O novo livro infantil do Lázaro Ramos, em parceria com o Mundo Bita, aborda de forma lúdica a importância de identificar e lidar com as emoções desde a infância. A história acompanha Dan, um menino negro que, ao viver situações do cotidiano, descobre que é possível sentir uma série de emoções – como raiva, alegria, orgulho e tristeza – e que aprender a reconhecê-las é essencial para lidar com elas de maneira saudável.

Meu crespo é de rainha

O clássico publicado pela renomada escritora bell hooks em 1999, apresenta diferentes penteados e cortes de cabelo crespo às meninas negras para valorização e autoestima do cabelo natural, em forma de poesia.

Chupim

No primeiro livro infantil do premiado Itamar Vieira Jr., ele convida as crianças a conhecer o campo, por intermédio do menino Julim, que é enviado pelo pai para espantar o Chupim, passarinho considerado uma praga por comer as plantações. 

Azizi, o presente precioso

Inspirado em casos reais e de muito afeto, a obra escrita por Lucimar Rosa Dias aborda o racismo estrutural brasileiro e fala sobre a possibilidade de pessoas de diferentes raças se tornarem uma família. A história narra a jornada de Azizi, um menino negro adotado por uma família branca, que encontra nas diferenças da cor a unidade da vida, do abraço e do amor.

Kakopi, kakopi! Brincando e jogando com as crianças de vinte países africanos

O livro escrito pelo moçambicano Rogério Andrade Barbosa é uma continuação de “Ndule Ndule – Assim brincam as crianças africanas” e foi criado a partir do mapa do continente africanos e dessa maneira, as crianças têm conhecimento quais são as brincadeiras mais comuns em cada país. Gadidé, Surumba-Surumba, Chakyti-Cha, Corrida de Três, Osani, A Serpente e Nngapi são algumas das brincadeiras presentes na obra. Entender e descobrir o que elas são e como se brinca, faz parte da brincadeira do livro.

História pretinha das coisas: as descobertas de Ori

Para transformar trazer referências afrocentradas para crianças negras, a professora Bárbara Carine Soares Pinheiro escreveu este livro que apresenta uma narrativa fictícia que se passa nos dias atuais. Localizada entre a cidade de Salvador, na Bahia, e a cidade histórica de Meroé, no Sudão, a história remonta a invenções e personalidades reais históricas africanas e afrodiaspóricas. 

Meu nome é Maalum

Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que a menina sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e práticas de uma sociedade racista: O negro é visto como diferente e fora do “padrão”. Por meio desta personagem os autores Magna Domingues e Eduardo Lurnel apresentam histórias da cultura africana que fazem parte da construção da identidade do povo brasileiro.

Dia Mundial de Conscientização do Autismo: Conheça vozes que combatem o preconceito e ampliam a representatividade

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Foto: Reprodução

Nesta quarta-feira (2), o Dia Mundial de Conscientização do Autismo reforça a importância da inclusão e da luta contra o preconceito. Criada pela ONU, a data também evidencia a necessidade de ampliar a representatividade de pessoas autistas, especialmente as negras, que enfrentam diagnósticos tardios e errados — como aponta um levantamento do Adapte: crianças negras com TEA têm 2,6 vezes mais chances de serem diagnosticadas erroneamente com outros transtornos antes de receberem a identificação correta.

Para além dos dados, a conscientização também passa pelo trabalho de ativistas e famílias que compartilham suas vivências. O Mundo Negro destaca cinco perfis fundamentais para entender a diversidade do espectro autista:

@humaninhostdl – A luta pela maternidade atípica

Glaucia Batista, economista e especialista em direitos humanos, criou o perfil para dar visibilidade às mães atípicas. Mãe de Thales, 10 (com Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem), e Breno, 6 (autista), ela discute os desafios de garantir saúde e educação inclusiva. “Somos invisibilizadas, mas não caladas”, diz.

@familiaafroatipica – Instituto que acolhe outras famílias

Gabriela e Moisés Luiz, autistas e com TDAH, e o filho Benyamin, 10 (autista, surdo e com síndrome de Down) fundaram o perfil Família Afro Atípica, vivem em Sorocaba (SP) e fundaram o Instituto Ampara. O espaço oferece apoio psicológico, jurídico e social a famílias atípicas. A família também compartilha sua rotina nas redes sociais.

@heyautista – Akin Sá, ativismo e representatividade

Aos 24 anos, o estudante de Farmácia da UFPR tem diagnósticos de autismo, TDAH e altas habilidades. Homem trans, ele participa da Global Disability Summit em Berlim, que acontece nos dias 2 e 3 de abril, e integra o Instituto Vidas Negras com Deficiência Importam.

@uma.autista.diferentona – Sabrina e o diagnóstico tardio

Funcionária pública e mestranda em Educação, Sabrina Nascimento descobriu ser autista aos 37 anos, após o diagnóstico das filhas gêmeas. Seu perfil aborda autismo em adultos e os estereótipos raciais.

@lucianaviegas_ – Do diagnóstico ao ativismo institucional

Diretora do Instituto VNDI, Luciana Viegas recebeu o diagnóstico de autismo aos 25 anos, depois de identificar traços semelhantes no filho. Em publicação das Nações Unidas, a executiva destacou que “o processo de diagnóstico, tanto dela como do filho, foram marcados por incompreensões e preconceitos. Com frequência, eles tiveram suas características associadas à “agressividade e violência”’.

Cris Vianna recebe Prêmio Dandara na Alerj por personagem na série ‘Arcanjo Renegado’

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A atriz Cris Vianna recebeu, na última segunda-feira (31), o Prêmio Dandara, concedido pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro para pessoas que se destacam em suas áreas e contribuem com a valorização de pessoas negras na sociedade. Recentemente, a artista celebrou 20 anos de carreira.

A honraria foi concedida à atriz por sua trajetória ao longo da carreira e também pelo impacto de sua personagem Maíra na série “Arcanjo Renegado”, do Globoplay. Na trama, ela rompe barreiras ao assumir um posto de poder, tornando-se presidente da Alerj, cargo nunca ocupado por uma pessoa negra fora da ficção, representando a força e a resiliência da mulher negra tanto na política quanto na dramaturgia. 

“Receber esse prêmio é uma honra imensa. Saber que minha arte inspira outras mulheres me emociona profundamente. A Maíra é uma personagem disruptiva, forte, determinada que chega ao poder e enfrenta desafios enormes. Arcanjo Renegado é um projeto que dá muito orgulho para todo mundo que faz parte. É uma conquista coletiva”, declarou a atriz, que recebeu o prêmio das mãos da deputada estadual Renata Souza.

Recentemente, Cris Vianna celebrou 20 anos de carreira com atuações em projetos de destaque na TV, no cinema e teatro, foi

O Prêmio Dandara foi inspirado na guerreira Dandara dos Palmares, que participou da construção do quilombo de Palmares ao lado de Zumbi e lutou contra o sistema escravocrata do século XVII. 

Baiana denuncia racismo após ser coagida a tirar roupa após ser acusada de furto por turista argentina

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Uma baiana de receptivo denunciou ter sido acusada injustamente de furto por uma turista argentina na última sexta-feira (28), em Praia do Forte, na Região Metropolitana de Salvador, na Bahia. Jucione Manuele afirma que a mulher, que não teve a identidade revelada, a constrangeu ao exigir que tirasse a roupa para provar que não havia subtraído a carteira da estrangeira.

O caso ocorreu enquanto Jucione fazia fotos com a turista e seu companheiro. Segundo a baiana, ao procurar o dinheiro para pagar o serviço, a argentina percebeu que sua carteira não estava na bolsa e passou a acusá-la de furto: “Ela falou para o marido que tinha esquecido a carteira na loja e eu fiquei com o marido dela esperando. Quando ela voltou, estava possessa. Me chamou de ‘ladrona’ e disse que eu tinha roubado ela. Disse que a carteira estava dentro da minha roupa. Eu pedi para ela se acalmar e disse que a carteira iria aparecer. Aí ela disse para eu tirar a roupa”, contou Jucione à TV Bahia.

A baiana afirma que foi coagida pela turista a entrar em uma loja de açaí e, ali, precisou se despir. “Além da roupa de baiana, que não foi suficiente para ela, eu tive que tirar o macaquinho que eu estava por baixo. Fiquei de calcinha e sutiã para ela ver que realmente não peguei a carteira dela”, afirmou. Ainda de acordo com Jucione, a argentina encontrou o objeto em uma loja onde havia estado anteriormente e reconheceu o equívoco. O marido da estrangeira teria tentado oferecer R$ 250 para que o caso não fosse levado às autoridades, proposta que a baiana recusou.

A ocorrência foi registrada na delegacia de Praia do Forte, e os envolvidos foram encaminhados para a unidade policial de Lauro de Freitas, onde um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi lavrado contra a turista por suspeita de calúnia. A Polícia Civil informou que investiga o caso, com oitivas e diligências em andamento para apuração dos fatos.

“Star Wars sempre teve a vibe de estar no espaço mais branco e elitista”, critica John Boyega

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Foto: Divulgação

Durante uma entrevista para o documentário original da Apple TV+, “Homens Negros Conquistam Hollywood” (“Number One on the Call Sheet: Black Leading Men in Hollywood”), John Boyega voltou a falar sobre a franquia de “Star Wars”, criticou a falta de diversidade na saga intergaláctica da Disney e os fãs que promoveram ataques racistas.

“Deixa eu te contar, ‘Star Wars’ sempre teve a vibe de estar no espaço mais branco e elitista. É uma franquia tão branca que uma pessoa negra existindo nela era algo. Você sempre pode dizer que é algo quando alguns fãs de ‘Star Wars’ tentam dizer: ‘Bem, nós tivemos Lando Calrissian e tivemos Samuel L. Jackson!‘ É como me dizer quantas gotas de chocolate tem na massa de biscoito. É como se eles simplesmente espalhassem isso ali, mano!”, disparou Boyega, que viveu Finn nos filmes “O Despertar da Força”, “Os Últimos Jedi” e “A Ascensão Skywalker”.

A experiência foi decepcionante ao sofrer ataques racistas e ver seu personagem perder protagonismo na franquia, mas o ator reconhece que também foi um “momento fundamental” em sua carreira. “Eles estão bem com a gente interpretando o melhor amigo, mas uma vez que tocamos em seus heróis, uma vez que lideramos, uma vez que desbravamos o caminho, é como, ‘Meu Deus, é um pouco demais! Eles estão bajulando’”, acrescentou a estrela sobre os fãs.

Essa não é a primeira vez que Boyega expõe o racismo dentro da saga. Em 2020, ele já tinha desabafado para a revista GQ, a forma como a Disney tratou personagens negros na trilogia. “O que eu diria à Disney é não trazer um personagem negro, comercializá-lo para ser muito mais importante na franquia do que ele é e então deixá-lo de lado. Não é bom. Vou dizer isso diretamente”, criticou na época.

“Homens Negros Conquistam Hollywood” está disponível na plataforma da Apple TV+.

Emicida acusa Fióti de transferir R$ 6 milhões da empresa sem autorização; irmão nega irregularidade 

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Foto: Reprodução

Após rompimento profissional de 16 anos, os irmãos Emicida e Fióti agora se enfrentam no Tribunal de Justiça de São Paulo. De acordo com o processo que o jornal Extra teve acesso, Emicida acusa Fióti de transferir R$ 6 milhões da Laboratório Fantasma para uma conta pessoal sem autorização. Os artistas fundaram a empresa juntos.

“Lamentavelmente, o requerido Leandro (nome de batismo de Emicida) foi surpreendido em janeiro de 2025 com a transferência de R$ 1.000.000,00 (um milhão) da pessoa jurídica Laboratório Fantasma Produções, em favor do requerido Evandro (nome de batismo de Fióti) sem que houvesse qualquer autorização de Leandro neste sentido, e sem qualquer razão jurídica, circunstância que o levou a cassar as procurações anteriormente concedidas ao requerente Evandro. Novo saque em igual montante foi realizado em fevereiro de 2025, também sem a expressa autorização de Leandro”, afirmam os advogados de Emicida.

A investigação interna revelou que, além desses R$ 2 milhões, outras transferências realizadas entre junho e julho de 2024 totalizaram mais R$ 4 milhões, “não restando alternativa, senão cancelar o acesso às contas do Requerente, sob pena de dilapidação do patrimônio da sociedade”, continuam o texto.

“Antes de adentrar ao mérito da presente manifestação, é importante destacar que estes fatos relacionados aos saques, além de graves, e reveladores de uma quebra de confiança, causam ao Requerido tristeza ao ver o seu irmão adotar tais medidas, sem qualquer explicação, não tendo restando outra alternativa que não adotar as medidas de cassar os poderes outorgados por procuração”, diz o processo.

Defesa de Fióti alega adiamento de lucro

A defesa de Fióti nega qualquer irregularidade e sustenta que os valores foram retirados como um adiantamento de lucros. Em e-mails anexados ao processo, o empresário argumenta que a retirada de R$ 2 milhões foi previamente acordada entre as partes e que metade do montante foi repassada a Emicida.

“A acusação de que Evandro teria ‘esvaziado’ contas da empresa é completamente infundada. As planilhas financeiras que ora se anexa, demonstram que Leandro, na condição de artista e sócio, foi beneficiário de valores significativamente superiores aos recebidos por Evandro. Constam lançamentos recorrentes e vultosos a favor de Leandro, inclusive a título de cachês, retiradas, transferências e repasses diretos. Em contraponto, Evandro recebeu valores compatíveis com sua posição de gestor, e dentro dos parâmetros acordados entre as partes. Ademais, em email corporativo de 20/01/2025, está documentada a proposta de distribuição de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) a Evandro como adiantamento de lucros, visando equalizar a disparidade histórica nas retiradas feitas exclusivamente por Leandro”, afirma o advogado de Fióti.

Os advogados de Emicida, no entanto, contestam essa versão e alegam que a diferença nos repasses é reflexo da estrutura societária da empresa, na qual o rapper é sócio majoritário, com 90% das cotas, enquanto Fióti detém os 10% restantes.

A Laboratório Fantasma também administra os direitos autorais e rendimentos da carreira de Emicida. Segundo seus advogados, o rapper manteve parte de seus ganhos na empresa para financiar sua própria carreira e a de outros artistas, como Drik Barbosa, Fióti e Rael. “havendo neste sentido um débito artístico relevante entre os Requeridos”, argumenta a defesa.

A disputa também expõe um desentendimento sobre a remuneração de Fióti na gestão da empresa. O empresário teria manifestado insatisfação com os valores recebidos antes do rompimento. O processo segue em tramitação.

Fonte: Jornal Extra

Estreia de filme com Kendrick Lamar e duo de ‘South Park’ é adiada para março de 2026

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Foto: Reprodução

A Paramount adiou o lançamento da comédia ainda sem título do rapper Kendrick Lamar e dos criadores de South Park, Matt Stone e Trey Parker. O filme, originalmente programado para estrear no feriado de 4 de julho de 2025, nos EUA, foi remarcado para 20 de março de 2026.

O adiamento ocorre enquanto Lamar se prepara para sua turnê internacional pelo The Pop Out – Ken & Friends, que começa em 19 de junho, em Los Angeles, e segue até setembro. A mudança foi anunciada às vésperas da CinemaCon, convenção anual da indústria cinematográfica que acontece esta semana em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Poucas informações sobre o filme foram divulgadas. Sabe-se que se trata de uma comédia live-action escrita pelo humorista Vernon Chatman, com roteiro que acompanha um jovem negro em um estágio como reencenador de escravos em um museu de história viva. A produção é assinada por Lamar, Stone, Parker e Dave Free, da pgLang, empresa do rapper. O projeto marca mais uma incursão de Lamar no cinema, após a trilha sonora de Pantera Negra: Wakanda Forever (2022), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar.

Lamar, vencedor do Prêmio Pulitzer em 2018 por DAMN., está em alta após vencer três categorias no Grammy 2024, incluindo Melhor Álbum de Rap por Mr. Morale & The Big Steppers. Seu embate público com Drake, em abril, também gerou repercussão global.

Protagonista de ‘Vale Tudo’, Taís Araujo é uma das melhores atrizes do Brasil

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Foto: Globo

A estreia do remake de Vale Tudo na última segunda-feira (31) mostrou os motivos pelos quais Taís Araújo é considerada uma das maiores atrizes da televisão brasileira. Com 30,91 pontos de audiência no Rio de Janeiro, a trama exibida pela TV Globo teve a interpretação de Taís no papel de Raquel como um dos destaques, ao lado de Bella Campos, que vive Maria de Fátima.

Multipremiada e reconhecida por sua versatilidade, Taís Araújo acumula uma trajetória que atravessa novelas, filmes, teatro e até direção. Na TV, são 13 produções, incluindo papéis marcantes como Xica da Silva (1996) – sua primeira protagonista em uma novela – e Preta, em Da Cor do Pecado (2004), personagem que uniu força dramática e representatividade negra. Também trabalhou em produções como Cheias de Charme (2011) e a comédia Cobras & Lagartos (2006), onde interpretou a ambiciosa Ellen, par romântico de Foguinho, personagem vivido por seu marido.

No teatro, Taís interpreta Camae em O Topo da Montanha, peça que produz e atua ao lado do marido, Lázaro Ramos. No cinema, soma 14 filmes, com destaques para As Filhas do Vento (2004), que lhe rendeu o Kikito de Melhor Atriz em Gramado; Medida Provisória (2022), drama distópico dirigido por Lázaro Ramos e Auto da Compadecida, que estreou em dezembro de 2024, onde interpretou Nossa Senhora. Além de atuar, Taís dirigiu o emocionante vídeo de anúncio da gravidez da bailarina Ingrid Silva, mostrando seu olhar sensível por trás das câmeras.

Nomeada Defensora dos Direitos das Mulheres Negras pela ONU Mulheres Brasil em 2017, Taís é uma voz ativa contra o racismo. Eleita duas vezes uma das 100 personalidades afrodescendentes mais influentes do mundo, também atua como HEAD de Produtos Sociais na ONG Gerando Falcões.

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