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	<title>Arquivos Guia Black Chefs - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Apr 2026 11:36:57 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Manuela Gomes: a chef que aprendeu com a avó que tempero de verdade não vem em sachê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manuela Gomes cresceu num quintal que era tamb&#233;m uma despensa viva. Em S&#227;o Jos&#233; do Passe, na regi&#227;o metropolitana de Salvador, sua av&#243; cultivava coentro, hortel&#227; mi&#250;do, hortel&#227; grosso e um p&#233; de louro. Usava sementes de coentro na comida para real&#231;ar o sabor, junto com tudo o que a terra oferecia. Nada de caldos [&#8230;]</p>
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<p>Manuela Gomes cresceu num quintal que era também uma despensa viva. Em São José do Passe, na região metropolitana de Salvador, sua avó cultivava coentro, hortelã miúdo, hortelã grosso e um pé de louro. Usava sementes de coentro na comida para realçar o sabor, junto com tudo o que a terra oferecia. Nada de caldos artificiais, nada de realçadores industriais. &#8220;Eu tenho essa raiz, essa base de sempre usar tudo o mais natural possível, o que é da terra, o que é da natureza, para temperar a comida&#8221;, conta Manuela.</p>



<p>A avó era referência reconhecida na região. Empresas que chegavam temporariamente e fazendeiros da área iam buscá-la em casa para preparar comida. Manuela cresceu nesse ambiente, ao lado da mãe que também cozinhava muito bem, absorvendo uma herança que só perceberia o tamanho anos mais tarde.</p>



<p>Soteropolitana, ela trabalhou por muito tempo no setor administrativo, mas a cozinha sempre esteve presente, primeiro para amigos e familiares. Há 15 anos passou a trabalhar profissionalmente com alimentação, carregando a mesma base que aprendeu no quintal da infância. Durante esse tempo, percorreu o Recôncavo, conviveu com pessoas e aprofundou o que já trazia de casa. Aos 41 anos, inaugurou o Afilição Joaquim, restaurante em Salvador que completa nove meses, onde seu espaço se chama Sabor de Recôncavo por Chef Manu Bombom. &#8220;É a minha interpretação do que eu conheci, do que eu vivi, do que eu aprendi durante todos esses anos, dessa comida que é tão rica&#8221;, diz.</p>



<p><a href="https://vt.tiktok.com/ZSHMXh73u">https://vt.tiktok.com/ZSHMXh73u</a></p>



<p>O cardápio surpreende justamente pela simplicidade honesta. Pratos que na Bahia são rotineiros ganham outro sabor quando feitos sem atalhos industriais. &#8220;Minha comida é a base de condimentos e ervas frescas. O máximo que eu uso é um azeite de oliva. Não uso realçadores de sabores artificiais, molhos, enlatados. Esses ingredientes não fazem parte da minha culinária, não fazem parte da minha identidade.&#8221;</p>



<p>É essa identidade que ela leva para a campanha #IngredientePrincipal. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Manuela Gomes é uma delas.</p>



<p>Para os jovens e para todos que valorizam uma boa comida, ela tem um recado: &#8220;Não se deixem levar pelo mundo moderno, pela praticidade. Ainda é possível, ainda há tempo de resgatar velhos costumes e hábitos alimentares que valorizam e resgatam a verdadeira culinária, a raiz, a culinária ancestral.&#8221;</p>



<p>Do quintal da avó ao Recôncavo, Manuela Gomes prova que o ingrediente principal sempre foi a memória.</p>
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		<title>Jônatas Bomfim: da UFBA às periferias, o chef que usa a cozinha como transformação social</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/jonatas-bomfim-da-ufba-as-periferias-o-chef-que-usa-a-cozinha-como-transformacao-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 10:38:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mesa farta das reuni&#245;es de fam&#237;lia foi o primeiro livro de gastronomia de J&#244;natas Bomfim. De um lado, a av&#243; Carminha, de Salinas da Margarida, com sua comida de dend&#234;, frigideiras e moquecas. Do outro, a av&#243; Joana, do interior baiano de Terra Nova, com farofa d&#8217;&#225;gua e carne de sert&#227;o frita. &#8220;Tudo isso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A mesa farta das reuniões de família foi o primeiro livro de gastronomia de Jônatas Bomfim. De um lado, a avó Carminha, de Salinas da Margarida, com sua comida de dendê, frigideiras e moquecas. Do outro, a avó Joana, do interior baiano de Terra Nova, com farofa d&#8217;água e carne de sertão frita. &#8220;Tudo isso foi moldando a forma de eu fazer gastronomia&#8221;, conta.</p>



<p>Saiu de casa cedo e por um tempo a cozinha foi apenas necessidade. Trabalhava como recepcionista em um hospital quando decidiu investir no que sentia chamar. Foi pelo Senac Bahia que encontrou o caminho, no curso de cozinheiro profissional, aprendendo técnicas e construindo trocas com colegas que aprofundaram sua visão sobre a gastronomia. Estudou tanto que passou no bacharelado em Gastronomia da UFBA, onde sua trajetória ganhou uma dimensão que ele mesmo não esperava.</p>



<p>Dentro do curso, Jônatas criou o que seria um projeto e se tornou um prêmio: o Chefe da Quebrada, hoje projeto de extensão da universidade, que dá visibilidade a cozinheiros e cozinheiras de periferia e oferece acesso gratuito a formações em técnicas de manipulação de alimentos, ficha técnica e empreendedorismo. &#8220;Hoje eu sou pesquisador e extensionista através do próprio projeto que eu mesmo criei&#8221;, diz.</p>



<p>Fora da universidade, comanda a brigada de uma cozinha industrial responsável pela produção de refeições para o Tribunal de Justiça da Bahia, o Fórum Ruy Barbosa e a Maternidade Climério de Oliveira, operando em grande escala com foco em qualidade, segurança alimentar e gestão eficiente. É também presença frequente em eventos como o Bahia Origem Week e o Festival da Economia Popular e Solidária, onde apresenta uma cozinha autoral enraizada em território e identidade.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7621744813632703762" data-video-id="7621744813632703762" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>Antes de qualquer técnica, existe quem planta. Jônatas Bomfim ( @jonatasgastronomia) abre sua série <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> com uma declaração direta: o ingrediente principal da sua trajetória na gastronomia é a agricultura familiar. Chef baiano, pesquisador e criador do projeto Chefe da Quebrada, Jônatas construiu sua cozinha a partir da origem dos alimentos, valorizando quem produz e garantindo que essa base chegue à mesa com identidade e propósito. Nos próximos vídeos, segurança alimentar, técnicas e receitas. Mas tudo começa aqui. Porque sem origem, não existe gastronomia. <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> <a title="themainingredient" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/themainingredient?refer=embed">#TheMainIngredient</a> <a title="agriculturafamiliar" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/agriculturafamiliar?refer=embed">#AgriculturaFamiliar</a></p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7621744927185160967?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
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<p>É essa visão de gastronomia como ferramenta coletiva que ele leva para a campanha #IngredientePrincipal. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Jônatas Bomfim é um deles.</p>



<p>Para quem está começando, o recado vai além da técnica: &#8220;Lembre de sempre aprender a origem, a base, de onde vem o alimento. Não pense só em fazer pratos bonitos, mas lembre da responsabilidade que você tem como cozinheiro de levar para outras pessoas, de transformar os alimentos. Vá pela base, aplicando técnicas simples e básicas, até você começar a evoluir.&#8221;</p>



<p>E para quem pensar em desistir: &#8220;A gastronomia mudou a minha vida e ela pode mudar a sua vida também. Mas não romantize tudo. Cozinhar, se for sua dedicação, vai ter uma hora que você vai pensar em parar. E você tem que lembrar: não pare.&#8221;</p>
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		<title>Bruno Manoel: do Le Cordon Bleu à cozinha de Mainha, o chef que mistura técnica e afeto pernambucano</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/bruno-manoel-do-le-cordon-bleu-a-cozinha-de-mainha-o-chef-que-mistura-tecnica-e-afeto-pernambucano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 08:33:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[ingrediente principal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bruno Manoel n&#227;o escolheu a gastronomia de forma deliberada. Ela chegou antes, pelo afeto. &#8220;A gastronomia entrou na minha vida de uma forma muito afetiva, que foi pela minha m&#227;e. Eu aprendi a cozinhar, vamos dizer que por osmose, que a gente criava em casa. A m&#227;e deixava a gente meio que na barra da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Bruno Manoel não escolheu a gastronomia de forma deliberada. Ela chegou antes, pelo afeto. &#8220;A gastronomia entrou na minha vida de uma forma muito afetiva, que foi pela minha mãe. Eu aprendi a cozinhar, vamos dizer que por osmose, que a gente criava em casa. A mãe deixava a gente meio que na barra da saia dela e ela estava cozinhando lá na cozinha. E a gente aprendeu a cozinhar sem ela querer&#8221;, conta.</p>



<p>Pernambucano de coração e orgulho, Bruno é chef de cozinha, influenciador de gastronomia e um dos rostos mais conhecidos da cena gastronômica do Nordeste. Estudou na Le Cordon Bleu, mas faz questão de deixar claro: a sua verdadeira formação veio da cozinha de Mainha. É dessa combinação entre técnica acadêmica e saber afetivo que nasce o trabalho do @preto_na_cozinha, perfil onde compartilha a gastronomia nordestina e pernambucana junto com cultura, música e histórias.</p>



<p>O alcance do seu trabalho já chegou à televisão nacional. Venceu o reality Que Delícia no Mais Você com Ana Maria Braga e participou do Chef de Alto Nível, dois dos programas gastronômicos de maior audiência do Brasil.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7620140434538499335" data-video-id="7620140434538499335" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>Antes de virar produto embalado, o milho já era base nas cozinhas do Nordeste. Bruno Manoel (@Preto na Cozinha ) prepara uma canjica simples e afetiva: milho cozido, leite de coco, manteiga, açúcar e canela. Ingredientes que juntos contam uma história muito maior do que a receita. Canjica não é sobremesa. É continuidade. Foi com milho que muita gente aprendeu que comida também é afeto, e que raiz não é sobre luxo: é sobre o que a gente carrega e passa pra frente. <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> <a title="themainingredient" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/themainingredient?refer=embed">#TheMainIngredient</a> <a title="milho" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/milho?refer=embed">#Milho</a></p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7620140510140762897?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
</div></figure>



<p>É essa voz autêntica e nordestina que ele leva para a campanha #IngredientePrincipal. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Bruno Manoel é um deles.</p>



<p>Para quem pensa em seguir carreira na gastronomia, o conselho dele é simples e direto: &#8220;Primeiro de tudo, para você pensar em seguir uma carreira, você tem que gostar daquilo. Não adianta só fazer. Cozinhar é uma coisa que você vai estar fazendo todos os dias. Então se você não gostar daquilo, não vai ficar bom. Não é só zoar, mas tem que ter amor.&#8221;</p>



<p>Da cozinha de Mainha ao Le Cordon Bleu, Bruno Manoel mostra que a melhor formação é aquela que começa em casa.</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #GastronomiaNordestina</p>
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		<item>
		<title>Ronaldo Assis: o chef que quase foi médico e entendeu que gastronomia era sua identidade</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ronaldo-assis-o-chef-que-quase-foi-medico-e-entendeu-que-gastronomia-era-sua-identidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 12:09:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[ingrediente principal]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[TikTok]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ronaldo Assis costuma dizer que a gastronomia entrou na sua vida antes mesmo de nascer. Sua m&#227;e, gr&#225;vida, comeu uma bacia de peguari, uma jaca inteira, um mocofato completo. &#8220;De uma maneira ou de outra, eu j&#225; conseguia degustar as comidas atrav&#233;s do paladar dela, dentro da barriga dela&#8221;, conta o Afrochef. Criado em Salvador [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ronaldo Assis costuma dizer que a gastronomia entrou na sua vida antes mesmo de nascer. Sua mãe, grávida, comeu uma bacia de peguari, uma jaca inteira, um mocofato completo. &#8220;De uma maneira ou de outra, eu já conseguia degustar as comidas através do paladar dela, dentro da barriga dela&#8221;, conta o Afrochef.</p>



<p>Criado em Salvador pela avó enquanto a mãe saía para trabalhar como manicure e pedicure nas casas de família, foi nas mãos dessa mulher que aprendeu a enrolar salgado, fazer cavaco e ocupar o tempo com a cozinha. A mãe, quando voltava nos finais de semana, trazia na vasilhinha um pouquinho do que havia experimentado na casa dos patrões, um fio de risoto, uma colherada de algo diferente. Assim Ronaldo foi conhecendo sabores, texturas e paladares desde pequeno.</p>



<p>A herança vai mais longe. Sua bisavó era indígena, e no interior as pessoas ainda a lembram como alguém que nunca deixou ninguém passar fome. Ia ao brejo, catava o que a natureza oferecia, torrava café, servia jaca mole com farinha. &#8220;De uma maneira ou de outra, tudo isso permeou a minha identidade enquanto gastrônomo&#8221;, diz.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7619771986796989714" data-video-id="7619771986796989714" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>Qual o ingrediente principal que dá sabor à vida? Para Ronaldo Assis (@afrochefronaldoassis), a resposta começa antes do prato: é comida de verdade, é quem planta, quem cozinha, é o território e os valores de um povo e como ele, junto, cuida da terra. É por isso que o Mundo Negro e o TikTok se uniram para essa jornada em busca de uma vida mais consciente, saborosa e equilibrada. Você vem junto? <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> <a title="themainingredient" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/themainingredient?refer=embed">#TheMainIngredient</a></p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7619772059271678741?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
</div></figure>



<p>Estudou em colégio militar e tentou medicina por anos. Quando finalmente prestou o ENEM, colocou medicina em primeiro lugar e gastronomia como segunda opção. Passou em gastronomia na Unifax pelo ProUni, migrou depois para a UFBA, e foi se apaixonando cada vez mais pela área. Na oitava chamada, saiu a vaga em medicina. Mas ele não foi. Sua mãe, que sonhava com um filho médico, foi quem disse: &#8220;Você nasceu para isso.&#8221;</p>



<p>Bacharel em gastronomia pela UFBA, cozinheiro, pesquisador e contador de histórias através da comida, Ronaldo atua hoje com o Buffet LaRô Gastronomia, com catering, eventos, consultoria para criação de cardápios autorais, pesquisa histórica da culinária afro-brasileira, audiovisual e projetos culturais e sociais. Sua cozinha nasce, como ele mesmo define, &#8220;do afeto, da memória e da ancestralidade. Vem das mãos das mulheres da minha família, do Recôncavo e Portal do Sertão, do dendê quente, do fumeiro no varal, do feijão no fogo baixo, da rua, da feira, do terreiro, da partilha.&#8221;</p>



<p>É essa cozinha que ele leva para a campanha #IngredientePrincipal. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Ronaldo Assis é um deles. &#8220;Fazer parte do Ingrediente Principal é uma honra gigante pra mim. Acredito muito nesse projeto porque ele fala exatamente do que eu defendo: ingrediente é memória, ingrediente é território, ingrediente é gente.&#8221;</p>



<p>Para os jovens que pensam em seguir o mesmo caminho, o recado é direto: &#8220;Se você faz com amor, se você faz com paixão, se você faz com entrega, e se você faz bem feito, você vai ter sucesso. Não se desvencilhe das suas heranças. Porque o que me fez chegar até aqui foi entender que risoto nenhum é melhor do que o meu mocofato.&#8221;</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #GastronomiaAfrobrasileira</p>
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		<title>Bianca Oliveira: a filha de axé que usa o dendê para contar histórias que a gastronomia não ensinou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 10:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[ingrediente principal]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[TikTok]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A culin&#225;ria chegou na vida de Bianca Oliveira pela porta da necessidade. Empreendedora criativa, ela buscou dentro de si o dom que j&#225; carregava. E foi quando come&#231;ou a dar os primeiros passos que o dend&#234; chegou e trouxe com ele tudo o que ela ainda n&#227;o sabia que precisava encontrar. &#8220;Logo que comecei a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A culinária chegou na vida de Bianca Oliveira pela porta da necessidade. Empreendedora criativa, ela buscou dentro de si o dom que já carregava. E foi quando começou a dar os primeiros passos que o dendê chegou e trouxe com ele tudo o que ela ainda não sabia que precisava encontrar. &#8220;Logo que comecei a dar os primeiros passos, o dendê chegou e trouxe com ele toda minha ancestralidade e reencontro com os meus, me abrindo caminhos e oportunidades&#8221;, conta.</p>



<p>Mulher preta, lésbica, mãe solo e filha de axé, Bianca é cozinheira e chef &#8220;soterosergipana&#8221;, nascida em Salvador e radicada em Aracaju. Sua formação não veio dos bancos de uma escola de gastronomia tradicional. Veio das suas origens, das suas vivências e de um processo profundo de autoconhecimento e reconexão com a ancestralidade. Teve na Chef Sol sua grande mentora nesse caminho.</p>



<p>O que começou com marmitas virou a Casa do Dendê, espaço que ela idealizou e conduz em Aracaju como um lugar de aquilombamento, celebração e resistência. Ali se servem acarajé, abará e feijoada, sempre com o azeite de dendê como fio condutor de uma cozinha que é, antes de tudo, cultural. &#8220;Uso a minha cozinha com a história e a cultura africana, desenvolvendo um trabalho de fortalecimento da identidade negra e da ancestralidade&#8221;, diz.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7619123620022947079" data-video-id="7619123620022947079" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>O mito de que azeite de dendê faz mal é um dos mais recorrentes quando o assunto é culinária afro-brasileira. A chef Bianca Oliveira (@user031374378 ) responde com dados: rico em vitamina A, vitamina E e antioxidantes naturais, o dendê protege as células e contribui para uma nutrição equilibrada. Mais do que ingrediente, ele representa cultura, identidade e a história viva da cozinha afro-brasileira. <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> <a title="themainingredient" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/themainingredient?refer=embed">#TheMainIngredient</a> <a title="azeitededendê" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/azeitededend%C3%AA?refer=embed">#AzeiteDeDendê</a></p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7619123722599041799?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
</div></figure>



<p>O trabalho de Bianca ultrapassou as fronteiras de Sergipe. Foi finalista e Top 10 da Expo Favela, participou do programa de Luciano Huck e é embaixadora do Fundo Agbara e do Sebrae. O reconhecimento nacional é reflexo de uma cozinha que oferece mais do que comida: uma experiência cultural completa.</p>



<p>É esse olhar que ela leva para a campanha #IngredientePrincipal. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Bianca Oliveira é uma delas.</p>



<p>Para os jovens que querem seguir o mesmo caminho, ela tem uma bússola: &#8220;Que busquem de dentro pra fora a inspiração para criar e continuar. Quando o que fazemos nos nutre de alguma forma, a chance de seguir e prosperar aumenta, porque há um combustível chamado coragem.&#8221;</p>



<p>Da necessidade ao dendê, da marmita ao aquilombamento, Bianca Oliveira mostra que a cozinha também é lugar de existência.</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #CasaDoDendê</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/bianca-oliveira-a-filha-de-axe-que-usa-o-dende-para-contar-historias-que-a-gastronomia-nao-ensinou/">Bianca Oliveira: a filha de axé que usa o dendê para contar histórias que a gastronomia não ensinou</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>Bruna Crioula: a nutricionista que foi além do currículo para articular nutrição, antirracismo e ancestralidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bruna Crioula escolheu a nutri&#231;&#227;o ainda no ensino m&#233;dio, depois de um trabalho escolar sobre o fen&#244;meno da fome que a impactou profundamente. Como qualquer adolescente em busca de prop&#243;sito, encontrou naquela ci&#234;ncia o que parecia ser o caminho. O que ela n&#227;o esperava era que o curso pouco teria a dizer sobre os temas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Bruna Crioula escolheu a nutrição ainda no ensino médio, depois de um trabalho escolar sobre o fenômeno da fome que a impactou profundamente. Como qualquer adolescente em busca de propósito, encontrou naquela ciência o que parecia ser o caminho. O que ela não esperava era que o curso pouco teria a dizer sobre os temas que a moviam.</p>



<p>&#8220;O curso não era o que eu esperava e ansiava. Pouco se falava sobre estratégias de combate à fome ou políticas públicas de segurança alimentar, sustentabilidade então passava longe. Além disso, a ausência de referências negras e de discussões em torno das demandas de saúde e nutrição da população negra era inexistente. Foi muito desafiador&#8221;, conta.</p>



<p>A resposta foi a criatividade. Bruna foi além do currículo e construiu uma formação interdisciplinar por conta própria, transitando por jornalismo, serviço social, psicologia, economia e ciências sociais. A razão era clara: &#8220;A noção biológica da nutrição restringe nosso entendimento sistêmico sobre o que é a alimentação e todos os sentidos e significados que a comida tem.&#8221;</p>



<p>Hoje, dez anos depois de formada, é nutricionista e mestra em ciências sociais, pesquisadora alimentar, coletora urbana, comunicadora ancestral e matrigestora na Crioula Curadoria Alimentar, ecossistema voltado para a criação de soluções ecológicas e ancestrais nos sistemas alimentares. Especialista em alimentação saudável numa afroperspectiva, populariza a culinária intuitiva e biodiversa por meio das plantas alimentícias não colonizadas, as PANCs ancestrais. É também mulher africana em diáspora no Brasil e mãe do Inácio.</p>



<p><a href="https://vt.tiktok.com/ZSufq52Rx">https://vt.tiktok.com/ZSufq52Rx</a></p>



<p>Esse percurso é o que a conecta diretamente ao conceito da campanha #IngredientePrincipal: comer bem como resgate cultural, sustentabilidade e acesso. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Bruna Crioula é uma delas.</p>



<p>Para a juventude que quer entrar na área, o recado é direto: &#8220;Não se contentem com as ofertas de disciplinas do currículo. Precisamos estudar outras áreas e criar pontes com o nosso campo, especialmente considerando os impactos da colonização nos hábitos e nas culturas alimentares do povo negro. Articular nutrição e antirracismo é fundamental para uma formação lúcida que promova inclusão e gere emancipação e autonomia alimentar.&#8221;</p>



<p>As referências que ela indica são precisas: Lélia Gonzalez, Abdias do Nascimento, Sueli Carneiro, Nego Bispo. E também as nutricionistas negras que vieram antes. &#8220;Busque se aquilombar teoricamente e também com a companhia de outras nutricionistas negras que vieram antes de nós e, felizmente, estão vivas e pulsantes&#8221;, diz, citando Célia Patriarca, Denise Oliveira e Silva, Lilian Bittencourt, Rute Costa e Sandra Chaves.</p>



<p>&#8220;Sim, você vai ter que viver &#8216;duas formações&#8217; paralelas, mas vale a pena. Eu sou apaixonada pela minha profissão e sinto que estou cumprindo minha missão social, política e ancestral na sociedade&#8221;, afirma.</p>



<p>A síntese do que Bruna defende cabe numa frase dela mesma: &#8220;Ancestralidade alimenta e esse despertar para nossas heranças e memórias agroalimentares é a nutrição que me representa.&#8221;</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #AncestraliadadeAlimenta</p>
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		<title>Gerson Fernandes: da Marinha à gastronomia, o chef que transformou recomeços em princípios</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/gerson-fernandes-da-marinha-a-gastronomia-o-chef-que-transformou-recomecos-em-principios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gerson Fernandes sabia desde pequeno. N&#227;o com aquela certeza declarada de quem escolhe uma profiss&#227;o, mas com aquele sentimento que a gente s&#243; reconhece depois, olhando para tr&#225;s. &#8220;Acho que desde muito pequeno eu j&#225; sabia que seria cozinheiro. Cresci em uma casa onde a comida era mais do que alimento: era uni&#227;o&#8221;, conta. Criado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Gerson Fernandes sabia desde pequeno. Não com aquela certeza declarada de quem escolhe uma profissão, mas com aquele sentimento que a gente só reconhece depois, olhando para trás. &#8220;Acho que desde muito pequeno eu já sabia que seria cozinheiro. Cresci em uma casa onde a comida era mais do que alimento: era união&#8221;, conta.</p>



<p>Criado no Rio de Janeiro pelas mãos da mãe e de três irmãs, depois da perda precoce do pai e do irmão, Gerson aprendeu cedo o que é luta. &#8220;Foi na força da minha mãe que aprendi o que é luta, dignidade e superação.&#8221; Ver as mulheres da casa na cozinha foi despertando nele uma paixão que o acompanharia por toda a vida, mesmo quando a vida tentou levá-lo para outros caminhos.</p>



<p>E tentou. Entrou para a Marinha, depois saiu. Iniciou faculdade de Engenharia Elétrica, não concluiu. Fez curso de garçom pelo Senac e foi ali que o sentimento pela gastronomia começou a ganhar forma. Trabalhando em um restaurante em Ipanema, sempre que podia corria para a cozinha para ajudar. &#8220;Algo dentro de mim dizia: é aqui que você pertence.&#8221;</p>



<p>A virada veio com a criação do Styllus Buffet, quando decidiu de vez seguir aquilo que sempre soube que seria. Fez faculdade de Gastronomia, se especializou e acumulou três pós-graduações na área. Hoje atua com consultorias e palestras, é um dos coordenadores do concurso Chefs Rio de Janeiro da Abrachefs, membro do projeto Chefs na Casa e diretor acadêmico da Escola de Gastronomia Internacional SEGi, espaço do qual tem muito orgulho, especialmente pelos projetos sociais que transformam vidas através da cozinha.</p>



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https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7610210825684405522
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<p>É esse Gerson, cozinheiro do Rio de Janeiro com uma trajetória feita de quedas e recomeços, que integra a campanha #IngredientePrincipal. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Gerson Fernandes é um deles.</p>



<p>Para os jovens que querem seguir o mesmo caminho, ele tem um conselho que resume tudo o que viveu: &#8220;Nunca entrem em uma profissão pensando apenas em dinheiro. O dinheiro é consequência. O que realmente constrói uma carreira sólida são princípios. E os meus sempre foram três: Disciplina. Verdade. Honra. Foram eles que me fizeram crescer profissionalmente e, acima de tudo, como homem.&#8221;</p>



<p>O caminho de Gerson Fernandes não foi fácil. Foi feito exatamente das coisas que ele aprendeu a honrar.</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #GastronomiaAfrobrasileira</p>
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		<title>Luiza Felix: a geógrafa que virou referência em alimentação vegana consciente e sistemas alimentares sustentáveis</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/luiza-felix-a-geografa-que-virou-referencia-em-alimentacao-vegana-consciente-e-sistemas-alimentares-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luiza Felix n&#227;o escolheu a gastronomia pelo caminho mais &#243;bvio. Formada em Geografia pela UFF, em Niter&#243;i, ela chegou &#224; cozinha pelo mesmo lugar de onde veio sua consci&#234;ncia sobre o mundo: o estudo dos sistemas alimentares. &#8220;A gastronomia me escolheu no momento em que comecei a refletir sobre quais marcas eu gostaria de deixar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/luiza-felix-a-geografa-que-virou-referencia-em-alimentacao-vegana-consciente-e-sistemas-alimentares-sustentaveis/">Luiza Felix: a geógrafa que virou referência em alimentação vegana consciente e sistemas alimentares sustentáveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Luiza Felix não escolheu a gastronomia pelo caminho mais óbvio. Formada em Geografia pela UFF, em Niterói, ela chegou à cozinha pelo mesmo lugar de onde veio sua consciência sobre o mundo: o estudo dos sistemas alimentares. &#8220;A gastronomia me escolheu no momento em que comecei a refletir sobre quais marcas eu gostaria de deixar no mundo&#8221;, conta.</p>



<p>Foi durante a graduação, ao se aproximar do núcleo de pesquisa em Geografia Agrária e Território, que Luiza se encantou pela agroecologia e compreendeu que continuar consumindo carne animal já não fazia sentido para ela. A decisão veio acompanhada de uma necessidade prática: precisava descobrir uma nova cultura alimentar. &#8220;Como era uma grande mudança de hábito, dentro de casa e também na sociedade, precisei literalmente colocar a mão na massa para descobrir uma nova cultura alimentar. Nesse processo, me apaixonei&#8221;, diz.</p>



<p>Grande parte do que aprendeu veio da sua mãe, que ela descreve como a melhor cozinheira que conhece. O que começou como transformação pessoal foi se tornando estilo de vida e, depois, profissão. Há cinco anos, Luiza trabalha com o Malawi Vegetariano, projeto que surgiu como um delivery vegano e hoje é um espaço de troca sobre alimentação, saúde e meio ambiente, conectando aprendizados e refletindo sobre sistemas alimentares mais sustentáveis.</p>



<p>O Malawi não é só um negócio: é uma posição no mundo. Luiza entende a alimentação como um ato que envolve território, ancestralidade e responsabilidade coletiva, e é essa visão que ela leva para o conteúdo que produz. Ao popularizar a culinária vegetal, ela não apenas apresenta receitas, mas convida as pessoas a repensar a relação com o que comem e de onde vem o que está no prato.</p>



<p>Essa perspectiva é o que a conecta diretamente ao conceito da campanha #IngredientePrincipal: comer bem como resgate cultural, sustentabilidade e acesso. O <strong>TikTok </strong>escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Luiza Felix é uma deles.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7613126356355927314" data-video-id="7613126356355927314" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>Tem planta que a gente chama de mato, mas que nossos ancestrais já conheciam como alimento. Luiza Felix (@malawivegetariano) explica o que são as PANCs, Plantas Alimentícias Não Convencionais: espécies nutritivas, acessíveis e que sempre estiveram ao nosso redor, esperando ser redescobertaS. Resgatar essas plantas é também resgatar os saberes de quem cuidava da terra antes da gente. Comer bem é, muitas vezes, lembrar do que nunca deveria ter sido esquecido. Você conhece alguma PANC? <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> <a title="themainingredient" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/themainingredient?refer=embed">#TheMainIngredient</a> <a title="panc" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/panc?refer=embed">#PANC</a></p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7613126423661792018?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
</div></figure>



<p>Para as pretinhas e os pretinhos que sonham em viver da gastronomia, ela tem uma orientação que vai além da técnica: &#8220;Recomendo, antes de tudo, estudo. Não apenas das técnicas, mas principalmente das contribuições que nossos ancestrais deixaram para a gastronomia brasileira, não só de forma braçal, mas também intelectual. Reconhecer essa herança e se apropriar dela é um passo fundamental para se empoderar e se posicionar com força e consciência nesse mercado.&#8221;</p>



<p>Da Geografia à cozinha vegetal, Luiza Felix mostra que entender os sistemas alimentares é também uma forma de transformá-los. </p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #VeganoConsciente&nbsp;&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/luiza-felix-a-geografa-que-virou-referencia-em-alimentacao-vegana-consciente-e-sistemas-alimentares-sustentaveis/">Luiza Felix: a geógrafa que virou referência em alimentação vegana consciente e sistemas alimentares sustentáveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>Rafa Bastos: o nutricionista afrocentrado que descobriu na comida de terreiro o antídoto contra a fome e o nutricídio</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/rafa-bastos-o-nutricionista-afrocentrado-que-descobriu-na-comida-de-terreiro-o-antidoto-contra-a-fome-e-o-nutricidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:27:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[nutricionista]]></category>
		<category><![CDATA[Rafa Bastos]]></category>
		<category><![CDATA[TikTok]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nutri&#231;&#227;o encontrou Rafa Bastos entre panelas, temperos e aromas. Foi na cozinha de mainha, ainda crian&#231;a, que nasceu o fasc&#237;nio pelos alimentos que definiria sua trajet&#243;ria. &#8220;Fui escolhido pela nutri&#231;&#227;o em meio &#224;s panelas, temperos e aromas que emanavam de cada prepara&#231;&#227;o culin&#225;ria feita por mainha. Ainda crian&#231;a eu era fascinado pelos alimentos&#8221;, conta. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A nutrição encontrou Rafa Bastos entre panelas, temperos e aromas. Foi na cozinha de mainha, ainda criança, que nasceu o fascínio pelos alimentos que definiria sua trajetória. &#8220;Fui escolhido pela nutrição em meio às panelas, temperos e aromas que emanavam de cada preparação culinária feita por mainha. Ainda criança eu era fascinado pelos alimentos&#8221;, conta.</p>



<p>Baiano, nutricionista há 13 anos, professor de graduação e mestre em Crítica Cultural pela Universidade do Estado da Bahia, Rafa Bastos construiu uma prática clínica e acadêmica que parte de um lugar incômodo e necessário: a nutrição, como ciência, é historicamente branca e eurocêntrica. Sua pesquisa de mestrado investigou a comida de terreiro como estratégia de enfrentamento à fome e ao nutricídio, conceito que nomeia o apagamento sistemático dos saberes alimentares de povos negros e originários. Faz parte da Rede Ajeum e já atuou no SUS atendendo comunidades quilombolas.</p>



<p>Na clínica, atua com foco no cuidado integral de mulheres a partir do seu autoral Método Você Levíssima, baseado na cultura alimentar e na história que cada corpo carrega. A abordagem parte do princípio de que não existe nutrição descolada de identidade: quem somos, de onde viemos e o que herdamos está diretamente ligado ao que nos nutre de verdade.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7609055934026927368" data-video-id="7609055934026927368" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>O <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> é a história que cada corpo carrega. Essa é a dica do nutricionista baiano Rafa Bastos (@Rafa Bastos Nutri ). Para ele, antes de falar sobre dieta ou hábitos alimentares, a gente precisa entender quem a gente é.</p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7609056101846502161?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
</div></figure>



<p>&#8220;Cresci e percebi que poderia melhorar a relação das pessoas com a comida e com o corpo por meio dessa ciência que, embora branca e eurocentrada por excelência, também precisa ser pensada a partir de recortes raciais, culturais e sociais relevantes para o nosso povo&#8221;, afirma.</p>



<p>Esse entendimento é o que conecta o trabalho de Rafa ao conceito da campanha #IngredientePrincipal: a ideia de que comer bem é um ato político, cultural e ancestral. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Rafa Bastos é um deles.</p>



<p>Para os jovens negros que desejam ingressar na área, ele tem um chamado claro: &#8220;Aprofundem os estudos em outros corpos, outros territórios e outros modos de vida, para que possamos construir uma nutrição genuinamente inclusiva e diversa. Que possamos sair da mesmice de uma nutrição baseada em gêneros alimentícios que muitas vezes mal conhecemos e valorizar dietas mais brasileiras, com a cara, o sabor e os aromas do povo brasileiro.&#8221;</p>



<p>O argumento de Rafa é também um projeto coletivo: &#8220;Quando jovens negros ocupam a nutrição trazendo suas vivências, territórios e saberes, essa ciência se torna mais justa, mais diversa e mais conectada com a realidade do povo brasileiro.&#8221;</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #NutriçãoAfrocentrada</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/rafa-bastos-o-nutricionista-afrocentrado-que-descobriu-na-comida-de-terreiro-o-antidoto-contra-a-fome-e-o-nutricidio/">Rafa Bastos: o nutricionista afrocentrado que descobriu na comida de terreiro o antídoto contra a fome e o nutricídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Lucas Amâncio: o cozinheiro sergipano que celebra a culinária brasileira e africana em jantares intimistas no Rio</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/lucas-amancio-o-cozinheiro-sergipano-que-celebra-a-culinaria-brasileira-e-africana-em-jantares-intimistas-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:38:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[chef]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Amâncio]]></category>
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<p>A relação de Lucas Amâncio com a comida começa antes da faculdade, antes do restaurante, antes de qualquer formação formal. Começa em casa. &#8220;Quando eu era mais novo, minha família sempre me ensinou a respeitar os alimentos e tudo o que os envolve. Isso foi criando em mim uma relação muito íntima com a gastronomia&#8221;, conta.</p>



<p>Natural de Sergipe, Lucas veio para o Rio de Janeiro há seis anos para cursar Gastronomia na UFRJ. A mudança significou mais do que uma graduação. &#8220;Vir para o Rio de Janeiro representou uma expansão e um amadurecimento de todo esse conhecimento que me foi passado&#8221;, diz. A base acadêmica foi importante, mas é o cotidiano que segue sendo seu maior professor: &#8220;A UFRJ me deu muita base, mas o dia a dia que me ensina hoje em dia.&#8221;</p>



<p>Autodidata por natureza, Lucas busca referências na culinária brasileira de origem e na culinária afro-brasileira. &#8220;Busco minhas referências na culinária brasileira de origem e considero que a culinária afro-brasileira é marcada pela riqueza de sabores e pela profunda expressão cultural&#8221;, afirma. Para isso, aproveita o que a internet oferece, pesquisa em livros de culinária e visita diferentes espaços. &#8220;Aproveito muito as possibilidades de globalização que a internet oferece para buscar referências de pessoas que eu provavelmente não conheceria no meu dia a dia. Também realizo muitas pesquisas em livros de culinária e por meio da visita a diferentes espaços&#8221;, explica.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7609102132981107976" data-video-id="7609102132981107976" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>O acarajé não é só comida: é reza frita em azeite quente&#8221;. A culinária africana se fortalece novamente graças ao trabalho de Chefs como Lucas Amâncio (@Lucas Amâncio).  Aqui ele nos ensina que o <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> é a ancestralidade dos temperos que fazem muito mais do que deixar nossa comida gostosa, eles mantém viva a história dos nossos antepassados. <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> <a title="ancestralidade" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ancestralidade?refer=embed">#Ancestralidade</a> </p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7609102192138521365?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
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<p>Hoje, Lucas trabalha no restaurante de culinária brasileira Rudä e conduz o Maniva, projeto pessoal de jantares harmonizados e intimistas com foco na valorização da culinária brasileira e africana. Sua especialidade são peixes, frutos do mar e comida vegetariana.</p>



<p>O Maniva carrega na proposta a mesma lógica que a campanha #IngredientePrincipal defende: a culinária como expressão cultural, como resgate e como forma de contar histórias. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Lucas Amâncio é um deles.</p>



<p>Para os jovens que pensam em seguir esse caminho, Lucas é direto: &#8220;Acredito que os jovens precisam alimentar a inquietação que existe dentro deles para criar novas combinações, descobrir outras referências e movimentar esse mercado que oferece milhares de possibilidades. É um caminho árduo, feito em etapas, mas não desistam: sempre existe alguém que se inspira em você.&#8221;</p>



<p>Da cozinha da família em Sergipe aos jantares intimistas no Rio, Lucas Amâncio mostra que respeitar o alimento, como aprendeu desde novo, é o primeiro passo para cozinhar bem.</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #CulináriaBrasileira</p>
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