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	<title>Arquivos Guia Black Chefs - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2026 21:19:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Coletiva Tempero de Oyá lança cartilha on-line e gratuita com receitas e reflexões sobre cultura alimentar afro-brasileira </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/coletiva-tempero-oya-lanca-cartilha-cultura-alimentar-afro-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[cultura alimentar]]></category>
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		<category><![CDATA[racismo alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coletiva Tempero de Oyá lança cartilha gratuita com receitas ancestrais e reflexões sobre a cultura alimentar afro-brasileira. Baixe o guia e apoie a gastronomia negra!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Coletiva Tempero de Oyá</strong> anunciou o lançamento da <strong><a href="https://drive.google.com/file/d/1RGV9NYhyUejHCP3joDzYrx8Xsd-lNo4F/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cartilha Tempero de Oyá</a></strong>, uma publicação digital e inteiramente gratuita que coroa meses de encontros, trocas de saberes e fortalecimento comunitário na periferia de São Paulo. O material é o resultado do projeto <strong>“Sabores do Tempo – Conexões Entre o Saber e o Fazer”</strong>, realizado em Perus, na Zona Noroeste da capital paulista.</p>



<p>Além de receitas, o documento se consolida como um manifesto de resistência, identidade e valorização do patrimônio cultural negro e periférico. Nas páginas da cartilha, os leitores encontram pratos repletos de afeto e história, como Moqueca de Banana-da-Terra, Baião de Dois e Escondidinho de Mandioca com Carne-Seca, além de reflexões profundas sobre ancestralidade e território.</p>



<p>Ao longo do projeto, o coletivo colocou em pauta discussões urgentes e necessárias para o cenário gastronômico atual. Um dos grandes momentos do projeto foi a roda de conversa liderada pela chef e sommelière <strong>Dani Souza</strong>, que debateu o &#8220;Racismo Alimentar&#8221;. O encontro discutiu os impactos estruturais que limitam o acesso da população negra à alimentação saudável, a histórica invisibilização dos saberes culinários de matriz africana e a necessidade urgente de fomentar a representatividade negra nos espaços de alta gastronomia e comando de cozinhas.</p>



<p>O percurso de construção da cartilha contou ainda com debates ricos sobre &#8220;Nutrição e Saúde&#8221;, mediado pela educadora social <strong>Valéria Pássaro</strong>, e &#8220;Soberania Alimentar: Plantar e Colher&#8221;, comandado pela bióloga <strong>Bruna Macedo</strong>. Todos os encontros foram gratuitos e contaram com tradução em LIBRAS.</p>



<p>Criada em 2015, a Coletiva Tempero de Oyá nasceu em Perus para homenagear a horta de Dona Iracema e a força ancestral da orixá Iansã. </p>



<p>Realizada com o apoio do Programa VAI, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, a cartilha agora serve como um convite digital para que outras comunidades e territórios acessem e repliquem essa tecnologia social de cuidado e pertencimento através da comida.</p>



<p><strong>Cartilha (formato digital):</strong> <a href="https://drive.google.com/file/d/1RGV9NYhyUejHCP3joDzYrx8Xsd-lNo4F/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://drive.google.com/file/d/1RGV9NYhyUejHCP3joDzYrx8Xsd-lNo4F/view</a><br><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.instagram.com/temperode_oya/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@temperode_oya</a></p>
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		<title>&#8216;O Urso&#8217;: temporada final estreia hoje no Disney+</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-urso-quinta-e-ultima-temporada-disney-plus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Ayo Edebiri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Urso chega à quinta e última temporada no Disney+ com oito episódios na estreia, mais tensão na cozinha e destaque para o elenco.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Prontos para se despedir dos melhores chefs das séries de TV? <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ayo-edebiri-e-lionel-boyce-escrevem-episodio-de-o-urso-que-expoe-microagressoes-contra-mulheres-negras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8216;O Urso&#8217;</a></strong> retorna para sua quinta e última temporada nesta quinta-feira (25), às 22h (horário de Brasília). Todos os oito episódios chegam ao serviço já na noite de estreia, prometendo uma mistura ainda mais intensa de caos na cozinha, tensão e momentos emocionantes que marcaram a trajetória de cada personagem.</p>



<p><strong>[Alerta de spoiler!] </strong>A nova temporada retoma a história imediatamente após os acontecimentos do fim da quarta temporada: Carmy (Jeremy Allen White) abandona o trabalho e deixa o novo restaurante sob os cuidados dos sócios — uma decisão que acendeu o desafio final da equipe. Agora,<strong> Sydney (Ayo Edebiri)</strong>, Richie (Ebon Moss-Bachrach) e Natalie (Abby Elliott) precisam se unir para manter o restaurante funcionando sob pressão extrema e, ao mesmo tempo, lutar pela sonhada estrela Michelin que pode coroar o esforço coletivo e salvar o estabelecimento.</p>



<p>A diversidade do elenco, com a representação de chefs negros, foi um dos grandes destaques da série. Além de Ayo Edebiri, também integram o elenco<strong> Lionel Boyce</strong>, que interpreta Marcus Brooks; <strong>Edwin Lee Gibson</strong>, no papel de Ebraheim; <strong>Liza Colón-Zayas</strong> como Tina Marrero; e<strong> Corey Hendrix</strong> como Sweeps. Ao longo das temporadas, a visibilidade desses personagens ampliaram diferentes camadas dramáticas, além dos olhares sobre a cultura gastronômica e os desafios de quem trabalha em cozinhas de alta pressão.</p>



<p>Entre a extensa lista de prêmios conquistados pela série nos últimos anos, Ayo Edebiri e Liza Colón-Zayas venceram um <strong>Emmy </strong>cada uma, por suas interpretações impactantes.</p>



<p><strong>Veja o trailer abaixo:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="vWxU-DXknmE"><iframe title="O Urso | Trailer Oficial Dublado | Disney+" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/vWxU-DXknmE?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Badó Pães: A padaria que se tornou o novo hype gastronômico do Rio</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/bado-paes-padaria-hype-gastronomia-lapa-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[bado paes]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia rio]]></category>
		<category><![CDATA[igor de oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[lapa rj]]></category>
		<category><![CDATA[padaria artesanal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça a Badó Pães na Lapa! Liderada por Igor de Oliveira, a padaria traz a excelência paulistana ao Rio com pães artesanais, doces e preço justo. Saiba mais!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por: Breno Cruz (Preto Gourmet)</em></strong></p>



<p>Se São Paulo é reconhecida pelas suas experiências em padarias e sempre o Rio de Janeiro talvez tenha sido reverenciado pelos botecos e pela sua boemia, a <strong>Badó Pães</strong>, liderada pelo sócio gestor <strong>Igor de Oliveira</strong>, promete entregar a excelência das padocas de São Paulo no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro &#8211; a Lapa. Igor, um jovem paulistano de 32 anos, é reconhecido pela sua trajetória em abrir empreendimentos de sucesso na Gastronomia. É ele quem lidera a operação do mais novo point carioca gastronômico.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-96363" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n-768x1024.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n-225x300.jpg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n-113x150.jpg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n-315x420.jpg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n-150x200.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n-300x400.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n-696x928.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n-1068x1424.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_694075960_18582188623007932_1044898346168568000_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<p>Badó é abreviação de Borogodó e tem como proposta entregar excelência na panificação com preços justos. Com um espaço amplo de 260m2,&nbsp; a Badó já se destaca pela produção de excelência de pães clássicos como baguetes, sourdoughs, focaccias e brioches, além de folhados (as chamadas viennoiseries), a exemplo de croissants, pain au chocolat, mil-folhas e palmiers. Uma das apostas da ala mais doce do cardápio é o rolinho de canela, que já é um sucesso de vendas com seu sabor equilibrado. Há também pastéis de nata, tortinhas com base de biscoito sablé, bolos, cookies, sonhos recheados e bombas de chocolate.</p>



<p>Há sete anos empreendendo e com formação em Gastronomia e Marketing em Gestão Empresarial, o empresário Igor de Oliveira tem a Badó Pães como seu terceiro empreendimento &#8211; sendo a Absurda Confeitaria também parte de sua trajetória empreendedora de sucesso. Igor destaca que “nos outros negócios quem dava a canetada final eram pessoas brancas” &#8211; e agora é diferente. Claro que isso acaba por repercutir na relação com seus colaboradores &#8211; o letramento racial faz toda diferença e isso possivelmente contribui para que ele possa se afirmar como liderança profissional de excelência no setor de alimentos e bebidas. Inclusive, tenho uma ex-aluna (Ana Flávia) contratada e um aluno (Caioá) como estagiário atuando na Badó Pães &#8211; eles são só elogios à proposta do ambiente de trabalho e do negócio).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_655274251_17860043661616921_6023623259158788797_n.jpg" alt="" class="wp-image-96364" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_655274251_17860043661616921_6023623259158788797_n.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_655274251_17860043661616921_6023623259158788797_n-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_655274251_17860043661616921_6023623259158788797_n-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_655274251_17860043661616921_6023623259158788797_n-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_655274251_17860043661616921_6023623259158788797_n-631x420.jpg 631w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_655274251_17860043661616921_6023623259158788797_n-696x464.jpg 696w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<p>E como o espaço queridinho dos cariocas já nos primeiros meses de funcionamento, a Badó Pães abre às 08 horas da manhã e fecha às 19 horas &#8211; sendo folga coletiva às terças-feiras &#8211; decisão estratégica do sócio gestor por compreender que se fosse na onda de fechar às segundas como os empreendimentos gastronômicos vizinhos, a segunda seria “morta de possibilidades” para quem mora ou visita o bairro. No dia que visitei a padaria&nbsp; tinha uma pequena fila. Eu achei o máximo ter fila pois geralmente existe muita reclamação de empresários nos primeiros meses de um negócio. Na média, segundo Igor, visitam o local 250 pessoas diariamente. Pensei: “Uau, tem fila para entrar no empreendimento liderado por um homem preto! Que sucesso!”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="772" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-772x1024.jpg" alt="" class="wp-image-96365" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-772x1024.jpg 772w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-226x300.jpg 226w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-113x150.jpg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-768x1018.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-317x420.jpg 317w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-150x199.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-300x398.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-696x923.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n-1068x1416.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/SaveClip.App_708304941_17870693568616921_7521982708231321675_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 772px) 100vw, 772px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<p>Se você estiver passeando pela Lapa ou se morar no Rio de Janeiro, vale muito a pena conhecer a Badó Pães. Preço justo, espaço confortável e excelência nos produtos vendidos. Fiquei com vontade de quero mais.</p>



<p>Empreendimento: <a href="https://www.instagram.com/bado.paes/"><strong>@bado.paes</strong></a> Empresário: <a href="https://www.instagram.com/deoliveira.iigor/"><strong>@deoliveira.iigor</strong></a></p>



<p><a href="https://mundonegro.inf.br/a-confeiteira-de-bangu-que-entrou-na-ufrj-aos-51-anos-e-conquistou-podio-nacional-com-um-bolo-de-literatura-de-cordel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Preto Gourmet</strong>:</a> Breno Cruz é o criador do Prêmio Gastronomia Preta, do Pretonomia e do Festival Gastronomia Preta. Pós-doutor, professor de Gestão na Gastronomia, Empreendedor Social e autor de 15 livros nas áreas de Administração e Gastronomia</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bianca Oliveira critica fala racista de participante no MasterChef Brasil: &#8220;Desumaniza mulheres negras&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/masterchef-brasil-fala-racista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 22:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Chef Bianca Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[culinária]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[MasterChef]]></category>
		<category><![CDATA[MasterChef Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Reality show]]></category>
		<category><![CDATA[Reinaldo Bockor]]></category>
		<category><![CDATA[TV Band]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chef Bianca Oliveira repudia comentário racista no MasterChef Brasil e defende o protagonismo das mulheres negras na gastronomia. Confira a entrevista.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/masterchef-brasil-fala-racista/">Bianca Oliveira critica fala racista de participante no MasterChef Brasil: &#8220;Desumaniza mulheres negras&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O participante da 13ª edição do <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/a-invisibilidade-de-chefs-negros-em-realities-show-de-gastronomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MasterChef Brasil</a></strong> causou indignação após proferir uma fala racista que foi exibida na TV Band na última terça-feira (16). Durante a avaliação dos jurados, o biomédico <strong>Reinaldo Bockor</strong> tentou explicar o conceito de sua receita utilizando uma analogia desrespeitosa: &#8220;Ele [o prato] tem que ter um pouco de manteiga no caldo, trouxe uns legumes, rasguei com a mão, imaginei aquela <em>&#8216;mama criola&#8217;</em> rasgando com a mão assim, cozinhando para um francês que casou e tal&#8221;, declarou o catarinense.</p>



<p>A chef e fundadora da Casa do Dendê Aracaju, <strong>Bianca Oliveira</strong>, criticou a fala do cozinheiro amador. &#8220;A declaração do participante reforça estereótipos raciais que, há muito tempo, são usados para diminuir e desumanizar mulheres negras na gastronomia e fora dela&#8221;, destacou em entrevista ao <strong>Mundo Negro e ao Guia Black Chefs</strong>.</p>



<p>&#8220;Ao afirmar que cortou as folhas &#8216;igual às crioulas que casam com franceses&#8217;, ele não faz apenas uma comparação. A fala reproduz uma visão ligada a heranças coloniais, associando mulheres negras à subordinação e sugerindo, ainda que de forma indireta, que seu reconhecimento ou ascensão social dependeria da relação com homens brancos&#8221;, completa a chef, que também é pesquisadora da cultura alimentar afro-brasileira.</p>



<p>Bianca também critica a naturalidade com que a produção do programa exibiu a fala racista. &#8220;Causa preocupação que uma declaração como essa seja exibida sem uma reflexão mais ampla sobre seu significado. Mulheres negras não precisam ser associadas a ninguém para que sua competência, talento e trajetória sejam reconhecidos. Somos protagonistas de nossas próprias histórias&#8221;, pontua.</p>



<p>A chef destaca, ainda, que as mulheres negras carregam conhecimentos que construíram e sustentam até hoje uma parte importante da culinária no Brasil e no mundo. &#8220;Não podemos aceitar que nossas trajetórias sejam reduzidas a piadas, estereótipos ou comentários preconceituosos apresentados como humor. O que pedimos é algo simples: respeito às mulheres negras. Respeito às nossas ancestrais. Respeito às cozinheiras que ajudaram a construir e continuam construindo a história da alimentação&#8221;, conclui.</p>



<p>Com a repercussão negativa nas redes sociais, o catarinense se pronunciou nesta quarta-feira (17) para se defender. &#8220;Eu estava me referindo à comida de origem Cajun, que é uma comida que nasceu no Sul dos Estados Unidos, que é uma comida de origem crioula. Assim como a gente tem aqui no Brasil a comida nordestina, a comida paraense, a comida sulista, é uma comida de regiões, né? Eu estava contando naquele momento a história da comida como ela começou&#8221;.</p>



<p>O participante concluiu com um pedido de desculpas: &#8220;Se a fala ofendeu alguém, eu quero pedir humildemente perdão porque realmente não foi a minha intenção. Não entrei na cozinha do MasterChef para ofender ninguém, não entrei na cozinha do MasterChef para prejudicar ninguém, eu entrei porque eu gosto de cozinhar&#8221;.</p>



<p>Até o momento, a assessoria do programa e a emissora não se pronunciaram sobre o episódio.</p>



<p></p>
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		<title>Documentário sobre doceiras de Pelotas é lançado no YouTube</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/documentario-mulheres-atras-doces-pelotas-youtube/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[As Mulheres Por Trás dos Doces]]></category>
		<category><![CDATA[capital nacional do doce]]></category>
		<category><![CDATA[doceiras]]></category>
		<category><![CDATA[doces]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[pelotas]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documentário "As Mulheres Por Trás dos Doces" já está no YouTube. Conheça a história das mulheres negras que revolucionaram a tradição doceira de Pelotas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As vozes e as mãos negras que sustentam a tradição doceira de <strong>Pelotas </strong>(RS) ganham novo destaque no ambiente digital. A produção do projeto <strong>“As Mulheres Por Trás dos Doces”</strong> está disponível gratuitamente para o público no <strong>YouTube</strong>. O lançamento audiovisual coroa a iniciativa das fotógrafas <strong>Andressa Santos</strong> e <strong>Gabriela Cunha</strong>, que busca reparar uma lacuna histórica e dar rosto às verdadeiras guardiãs desse patrimônio imaterial.</p>



<p>Embora o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (<strong>IPHAN</strong>) tenha reconhecido as tradições doceiras de Pelotas em 2018, a narrativa oficial frequentemente apaga o protagonismo negro. Se a origem dos doces é portuguesa, a execução e a sobrevivência das receitas no século XIX passaram, obrigatoriamente, pelas mãos de mulheres negras escravizadas nas cozinhas das charqueadas e casarões.</p>



<p>Um caso emblemático é o do <strong>Quindim</strong>, uma releitura da<strong> &#8220;Brisa do Lis&#8221; </strong>portuguesa que só se tornou o pilar da identidade gaúcha após receber o toque ancestral do coco pelas mãos africanas.</p>



<p>O projeto rompe o silêncio entre o centro e a periferia ao registrar o cotidiano e a memória afetiva de seis mulheres fundamentais para essa engrenagem cultural:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Claudete Lessa, Sônia Mara Farias e Marli Bandeira:</strong> Lideranças do Kilombo Urbano Ocupação Canto de Conexão, onde coordenam a “Cozinha das Mais Velhas” — espaço que une o preparo do alimento ao combate à insegurança alimentar e ao repasse de saberes aos jovens.</li>



<li><strong>Lígia Maria Ribeiro:</strong> Uma das fundadoras da Cooperativa dos Doceiros de Pelotas na década de 1980 e peça-chave na criação da Fenadoce e da consolidação da Rua do Doce.</li>



<li><strong>Cibele e Cíntia Costa:</strong> Representantes da continuidade familiar à frente da marca Doces Vô Jordão, fundada nos anos 1960.</li>
</ul>



<p>O registro vai além da culinária; é um manifesto sobre resistência e memória afetiva, documentando como essas técnicas foram preservadas em cozinhas domésticas e quintais distantes, muitas vezes à margem das certificações oficiais que priorizam o capital em detrimento da tradição oral.</p>



<p>Além do fotolivro — lançado fisicamente no Museu do Doce da UFPel —, o documentário de 30 minutos agora cumpre sua missão de democratização do acesso. Ao disponibilizar a obra na maior plataforma de vídeos do mundo, a produção garante que a história contada a partir da perspectiva de quem preservou a tradição oral e a economia criativa de Pelotas alcance o reconhecimento global que a história oficial tentou ocultar.</p>



<p>O documentário completo pode ser acessado diretamente no <strong>YouTube</strong>, no canal oficial da produtora fuzzz lab.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="4SPqWWGDHmQ"><iframe title="As Mulheres Por Trás dos Doces - Documentário" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/4SPqWWGDHmQ?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>
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		<title>Receitas juninas que contam histórias e preservam memórias</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/receitas-juninas-chefs-compartilham-memorias-tradicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[chefs brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[culinaria afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[festas juninas]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia negra]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[receitas juninas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As festas juninas ocupam um lugar especial na mem&#243;ria afetiva de muitas fam&#237;lias brasileiras. Esse per&#237;odo tamb&#233;m &#233; um encontro com sabores que atravessam gera&#231;&#245;es e ajudam a preservar hist&#243;rias, territ&#243;rios e identidades. Prepara&#231;&#245;es &#224; base de milho, mandioca e coco presentes em diferentes regi&#245;es do pa&#237;s,&#160; guardam lembran&#231;as de inf&#226;ncia,&#160; ensinamentos transmitidos por pais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As festas juninas ocupam um lugar especial na memória afetiva de muitas famílias brasileiras. Esse período também é um encontro com sabores que atravessam gerações e ajudam a preservar histórias, territórios e identidades.</p>



<p>Preparações à base de milho, mandioca e coco presentes em diferentes regiões do país,&nbsp; guardam lembranças de infância,&nbsp; ensinamentos transmitidos por pais e avós e resistem como formas de celebrar a cultura popular ao longo do tempo.</p>



<p>Para marcar o período junino, o Mundo Negro convidou os chefs Gerson Fernandes, Bianca Oliveira e Ronaldo Assis para compartilhar receitas juninas que ocupam um lugar especial em suas vidas e os fazem relembrar de momentos especiais celebrando a tradição e o afeto em família. Entre curau, lelê e pamonha, os relatos revelam como cozinhar também é uma forma de preservar memórias e fortalecer vínculos.</p>



<p><strong>Curau de milho: uma colherada de tradição</strong></p>



<p>Para o chef Gerson Fernandes, o curau de milho representa a essência da cozinha brasileira.</p>



<p>&#8220;O curau de milho vai muito além de uma simples sobremesa. Ele representa a essência da cozinha brasileira, aquela que nasce da terra, das colheitas, das festas populares e das receitas passadas de geração em geração.&#8221;</p>



<p>Segundo ele, o milho ocupa um papel central na cultura alimentar do país e, especialmente durante as celebrações juninas, se transforma em símbolo de encontro e partilha.</p>



<p>&#8220;O milho sempre teve um papel fundamental na nossa cultura alimentar. Seu aroma, sua textura cremosa e seu sabor marcante têm o poder de nos transportar para momentos de união, simplicidade e alegria.&#8221;</p>



<p>Para o chef, manter receitas como essa vivas é também uma forma de preservar a identidade da gastronomia brasileira.</p>



<p>&#8220;Cada colherada carrega história, tradição e o respeito pelos ingredientes que fazem parte da formação da gastronomia brasileira.&#8221;</p>



<p>Receita</p>



<p>Ingredientes</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>4 espigas de milho</li>



<li>500 ml de leite</li>



<li>250 g de açúcar</li>



<li>60 g de manteiga</li>



<li>1 pitada de sal</li>



<li>200 ml de leite de coco</li>



<li>Leite condensado a gosto</li>



<li>Canela em pó a gosto</li>
</ul>



<p>Modo de preparo</p>



<p>1. Retire os grãos das espigas de milho e coloque-os no liquidificador com o leite.</p>



<p>2. Bata por 3 a 5 minutos até obter uma mistura homogênea.</p>



<p>3. Passe por uma peneira fina ou voal, pressionando bem para extrair o líquido.</p>



<p>4. Leve o líquido ao fogo médio com açúcar, manteiga, sal e leite de coco.</p>



<p>5. Mexa constantemente por cerca de 20 a 30 minutos, até engrossar.</p>



<p>6. Desligue o fogo e acrescente o leite condensado a gosto.</p>



<p>7. Distribua em travessas ou porções individuais.</p>



<p>8. Deixe esfriar e leve à geladeira por pelo menos duas horas.</p>



<p>9. Finalize com canela em pó.</p>



<p><strong>&nbsp;Pamonha de carimã: o sabor marcante do lar&nbsp;</strong></p>



<p>Quando pensa em São João, o chef Ronaldo Assis pensa imediatamente em Conceição do Jacuípe, conhecida popularmente como Berimbau, cidade que guarda parte importante de suas lembranças afetivas.</p>



<p>&#8220;Quando penso em São João, penso em Conceição do Jacuípe, minha amada Berimbau. Minha terra do coração.&#8221;</p>



<p>Para ele, a pamonha de carimã é capaz de reunir em um único sabor as sensações que acompanham o período junino, e o conecta com as memórias da avó e aos momentos compartilhados na cozinha.</p>



<p>&#8220;Quando como pamonha de carimã, penso no engarrafamento na BR, no reencontro com os familiares, no cheiro da folha de bananeira e naquela sensação boa de que chegou a melhor época do ano.&#8221;</p>



<p>Para Ronaldo, algumas receitas permanecem especiais justamente porque carregam a presença de quem veio antes.</p>



<p>&#8220;Toda vez que abro uma folha ainda morna e sinto aquele perfume escapar, volto para a cozinha da minha avó, para Berimbau e para a certeza de que o São João chegou.&#8221;</p>



<p>Receita</p>



<p>Ingredientes</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>500 g de carimã (puba) peneirada</li>



<li>250 ml de leite de coco fresco</li>



<li>100 g de açúcar</li>



<li>70 g de manteiga derretida</li>



<li>5 ml de água de flor de laranjeira</li>



<li>80 g de coco seco em cubos</li>



<li>1 pitada de sal</li>



<li>Folhas de bananeira</li>
</ul>



<p>Modo de preparo</p>



<p>1. Misture metade do leite de coco com a água de flor de laranjeira, açúcar e sal.</p>



<p>2. Acrescente o carimã aos poucos.</p>



<p>3. Adicione o restante do leite de coco gradualmente.</p>



<p>4. Incorpore o coco em cubos.</p>



<p>5. Acrescente a manteiga derretida e misture bem.</p>



<p>6. Deixe descansar por cerca de 20 minutos.</p>



<p>7. Passe as folhas de bananeira pelo fogo.</p>



<p>8. Modele os cilindros com as folhas e recheie com a massa.</p>



<p>9. Feche bem as extremidades.</p>



<p>10. Cozinhe em água fervente por aproximadamente 30 minutos.</p>



<p><strong>Lelê: a receita ancestral que atravessa gerações</strong></p>



<p>Para a chef Bianca Oliveira, o lelê de milho quebradinho representa uma herança familiar. A receita foi transmitida por seu pai, Sr. Natalício Borges, e segue ocupando um lugar especial nas celebrações da família.</p>



<p>Preparado com milho branco quebradinho, coco e canela, o doce é uma das receitas tradicionais presentes em diferentes comunidades afro-brasileiras, especialmente durante os festejos juninos.</p>



<p>Receita: Lelê de Milho Quebradinho</p>



<p>Ingredientes</p>



<ul class="wp-block-list">
<li> 500 g de milho branco quebradinho</li>



<li> 1 litro de leite de coco</li>



<li> 100 g de coco em lascas</li>



<li> 100 g de coco ralado</li>



<li> 150 a 200 g de açúcar</li>



<li> 1 pau de canela</li>



<li> 1 colher de sopa de manteiga</li>
</ul>



<p>Modo de preparo</p>



<p>1. Lave o milho e deixe de molho de um dia para o outro.</p>



<p>2. Escorra a água e coloque o milho em uma panela.</p>



<p>3. Adicione gradualmente o leite de coco, o coco em lascas, o coco ralado, o açúcar e a canela.</p>



<p>4. Cozinhe em fogo médio, mexendo regularmente.</p>



<p>5. Acrescente mais leite de coco conforme necessário.</p>



<p>6. Cozinhe até o milho ficar completamente macio.</p>



<p>7. Quando atingir uma consistência firme, acrescente a manteiga.</p>



<p>8. Misture bem e desligue o fogo.</p>



<p>9. Transfira para uma travessa e deixe esfriar.</p>



<p>10. Corte em quadrados antes de servir.</p>



<p>As histórias compartilhadas pelos chefs mostram que a culinária junina também é uma forma de preservar e fortalecer laços afetivos e familiares. Afinal, algumas comidas não alimentam apenas o corpo: elas mantêm vivas as memórias de quem somos e de onde viemos.</p>
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		<title>Chef quilombola Alexandre Marques transforma sabedoria ancestral em ferramenta de resistência através da gastronomia</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/chef-quilombola-alexandre-marques-transforma-sabedoria-ancestral-em-ferramenta-de-resistencia-atraves-da-gastronomia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Nutrir nosso povo tamb&#233;m &#233; uma forma de revolu&#231;&#227;o&#8221;. Nascido e criado na Mussuca, maior quilombo do estado de Sergipe, o jovem chef e articulador cultural Alexandre Marques carrega na cozinha as mem&#243;rias, os afetos e os saberes ancestrais que atravessam gera&#231;&#245;es em seu territ&#243;rio. A gastronomia passou a fazer parte da sua trajet&#243;ria ainda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Nutrir nosso povo também é uma forma de revolução”. Nascido e criado na Mussuca, maior quilombo do estado de Sergipe, o jovem chef e articulador cultural Alexandre Marques carrega na cozinha as memórias, os afetos e os saberes ancestrais que atravessam gerações em seu território. A gastronomia passou a fazer parte da sua trajetória ainda na infância, muito antes de ser entendida como profissão.</p>



<p>“Eu cresci brincando pelos terreiros das casas das minhas avós. Minha rama inteira, como dizem os mais velhos, vem desse chão”, relembra Alexandre. Em meio às vivências comunitárias da Mussuca, as lembranças da infância carregam os sabores preparados pelas avós, como o pirão, o bolo manauê, a massa puba do pé de moleque e a meladinha servida para celebrar o nascimento de crianças na comunidade, sendo a comida sinônimo de encontro, cuidado coletivo, organização comunitária e permanência no território quilombola.</p>



<p>Foi ouvindo os mais velhos e observando o cotidiano da comunidade que o chef começou a compreender sua identidade e a potência dos conhecimentos produzidos dentro do quilombo. Em oposição à ausência dessas narrativas nos espaços formais de ensino, encontrou na memória viva do território uma ferramenta de construção política e cultural.</p>



<p>Alexandre relata que o reencontro com a espiritualidade e com o terreiro de candomblé fortaleceu ainda mais sua relação com a ancestralidade e com a luta coletiva. Dessa experiência nasceu a Cozinha de Vó, movimento comunitário criado para defender a permanência no território quilombola Mussuca e preservar os saberes alimentares ancestrais da comunidade.</p>



<p>“A Cozinha de Vó também nasce para dizer que a juventude quilombola está presente. Que nós não estamos perdidos, como tantas vezes disseram sobre nós. Estamos construindo caminhos a partir do legado dos nossos mais velhos. Porque comida para nós nunca foi apenas alimento. Comida é ciência ancestral, é saúde, é cultura, é economia, é espiritualidade, é política e também é luta pelo território vivo e saudável”, destaca Alexandre.</p>



<p>Ao defender a valorização das cozinhas negras, quilombolas e de terreiro, ele reforça a importância da reafirmação identitária para a preservação de conhecimentos historicamente invisibilizados e da continuidade de formas ancestrais coletivas de existência, cuidado e bem-viver.</p>



<p>Esta matéria é parte de uma parceria entre TikTok, Mundo Negro e Guia Black Chefs, uma iniciativa que busca amplificar vozes e práticas que transformam a gastronomia brasileira a partir de suas raízes.</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #CozinhaQuilombola&nbsp;</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>PowerList Mundo Negro 2026: chegou a vez das mulheres negras que transformam a gastronomia</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/powerlist-mundo-negro-2026-chegou-a-vez-das-mulheres-negras-que-transformam-a-gastronomia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Powerlist]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A PowerList Mundo Negro 2026 abre as indica&#231;&#245;es para a categoria Destaque em Gastronomia at&#233; 26 de maio, e neste ano, pela primeira vez, quem quiser tamb&#233;m pode se autoindicar. A cerim&#244;nia da 5&#170; edi&#231;&#227;o acontece no dia 31 de julho, na sede da L&#8217;Or&#233;al Brasil, no Rio de Janeiro, com patroc&#237;nio do Grupo L&#8217;Or&#233;al [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A PowerList Mundo Negro 2026 abre as indicações para a categoria Destaque em Gastronomia até 26 de maio, e neste ano, pela primeira vez, quem quiser também pode se autoindicar. A cerimônia da 5ª edição acontece no dia 31 de julho, na sede da L&#8217;Oréal Brasil, no Rio de Janeiro, com patrocínio do Grupo L&#8217;Oréal e da TV Globo.</p>



<p><strong>Quem Pode Concorrer</strong></p>



<p>Podem ser indicadas, ou se autoindicar, chefs, cozinheiras, quituteiras, banqueteiras, confeiteiras, doceiras e padeiras negras, além de empreendedoras e gestoras que lideram restaurantes, confeitarias, padarias, cozinhas de produção, marcas de alimentos e serviços de catering, com atuação real e impacto comprovado no Brasil.</p>



<p><strong>O Que Conta na Avaliação</strong></p>



<p>A comunidade vota e define a homenageada, mas a curadoria valida as indicações com base em critérios claros: saberes tradicionais, inovação culinária, impacto cultural, social ou econômico e iniciativas que formam novas profissionais e ampliam o acesso à boa alimentação. Quem se autoindica descreve o próprio trabalho e as conquistas dos últimos 12 a 18 meses, mostrando por que merece estar na PowerList 2026.</p>



<p>Em 2025, Sônia Oliveira Santos foi a homenageada da categoria pelo voto popular, uma trajetória que mostra a força das mulheres negras na cadeia da alimentação no Brasil.</p>



<p>Indique ou se autoindique em: powerlist.mundonegro.inf.br/votar</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia do Chef de Cozinha: Guia Black Chefs, do Mundo Negro, transforma visibilidade em ferramenta de mercado para chefs negros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dia-do-chef-de-cozinha-guia-black-chefs-do-mundo-negro-transforma-visibilidade-em-ferramenta-de-mercado-para-chefs-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 19:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[chefs negros]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?p=95613</guid>

					<description><![CDATA[<p>Comemorado em 13 de maio, o Dia Nacional do Chef de Cozinha foi institu&#237;do pela Associa&#231;&#227;o Brasileira da Alta Gastronomia (ABAGA) em 1999 para reconhecer os profissionais que transformam ingredientes em t&#233;cnica, mem&#243;ria e lideran&#231;a. No Brasil, onde pessoas pretas e pardas representam 61% da for&#231;a de trabalho em bares e restaurantes, segundo levantamento da [&#8230;]</p>
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<p>Comemorado em 13 de maio, o Dia Nacional do Chef de Cozinha foi instituído pela Associação Brasileira da Alta Gastronomia (ABAGA) em 1999 para reconhecer os profissionais que transformam ingredientes em técnica, memória e liderança. No Brasil, onde pessoas pretas e pardas representam 61% da força de trabalho em bares e restaurantes, segundo levantamento da Abrasel, essa data ganha outra camada de significado: ela escancara o quanto a gastronomia foi construída por mãos negras que historicamente ficaram fora dos holofotes.</p>



<p>É nesse contexto que o Guia Black Chefs, iniciativa do Mundo Negro lançada em 2023, completa quase três anos como uma das principais plataformas de visibilidade da gastronomia negra no país. Mais do que um perfil editorial, o Guia funciona como ferramenta de mercado: de um lado, mapeia chefs, cozinheiros, bartenders, confeiteiros e personal chefs negros de todas as regiões do Brasil; de outro, oferece a quem contrata, seja empresa, evento ou consumidor final, um caminho direto para encontrar esses profissionais.</p>



<p>A proposta nasceu de uma constatação simples e incômoda: existem milhares de profissionais negros excelentes no setor, mas eles raramente aparecem nas listas de &#8220;melhores chefs&#8221;, nas capas de revista ou nas indicações que circulam quando alguém precisa contratar. <a href="https://servicos1765995097.hotmart.host/100-experiencias-em-todo-brasil-guia-black-chefs-020eb2e1-d9d6-4e02-9c62-9c390e1a36d2?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnN4Xd1FhSiR5DFjH5N6pbSc5whg9JWga2qgUzibMVoa_uyapQK_eoEES1bk4_aem_DboNLuWMIW08-HiT1KuXAw&amp;utm_medium=social&amp;utm_source=ig&amp;utm_content=link_in_bio" type="link" id="https://servicos1765995097.hotmart.host/100-experiencias-em-todo-brasil-guia-black-chefs-020eb2e1-d9d6-4e02-9c62-9c390e1a36d2?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnN4Xd1FhSiR5DFjH5N6pbSc5whg9JWga2qgUzibMVoa_uyapQK_eoEES1bk4_aem_DboNLuWMIW08-HiT1KuXAw&amp;utm_medium=social&amp;utm_source=ig&amp;utm_content=link_in_bio">O Guia se propôs a corrigir essa rota, t</a>ransformando o que era invisibilidade em catálogo vivo, atualizado e acessível.</p>



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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram wp-block-embed-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DTJIJnPgMjQ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DTJIJnPgMjQ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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<p>Em quase três anos de operação, o projeto acumulou números e marcos consistentes. São 14 mil seguidores no Instagram, estreia recente no TikTok, dezenas de entrevistas publicadas e mais de 400 conteúdos exclusivos focados em chefs negros, negócios da gastronomia preta e coberturas especiais em datas como Dia das Mães, Páscoa, Semana Santa, Natal e COP30. O Guia também lançou seu primeiro produto editorial: um guia com 100 negócios de empreendedores negros do setor, ampliando o alcance da plataforma para além do digital.</p>



<p>&#8220;Nesses quase 3 anos de perfil foram dezenas de entrevistas, mais de 400 conteúdos exclusivos com foco na gastronomia negra, nos chefs, enaltecendo negócios desse ramo durante datas especiais e criamos até nosso primeiro produto, um guia com 100 negócios de empreendedores negros. Estou bem satisfeita, mas sei que ainda há muita gente boa fora do nosso radar&#8221;, afirma Silvia Nascimento, jornalista, fundadora do Mundo Negro e idealizadora do Guia Black Chefs.</p>



<p>O impacto do projeto também se mede pelos desdobramentos que ele gerou. Parcerias com plataformas como iFood e TikTok colocaram chefs do Guia em campanhas de alcance nacional e global. A série #IngredientePrincipal, produzida em parceria com TikTok e Guia Black Chefs, levou mais de 20 profissionais para o ar com vídeos sobre ancestralidade afro-brasileira, alimentação saudável, sustentabilidade e zero desperdício. Histórias antes restritas a comunidades específicas passaram a circular para audiências de milhões, e nomes como Joélho Caetano, Mestra Kelma Zenaide, Bianca Oliveira, Iyá Sônia Oliveira e Bruno Manoel ganharam novos públicos e oportunidades.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7639067145946631431" data-video-id="7639067145946631431" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>As canetas emagrecedoras atuam como o hormônio GLP-1, reduzindo a fome e aumentando a saciedade. Mas nem todo mundo tem acesso a esse tratamento. Rafa Bastos (@Rafa Bastos Nutri ) mostra que escolhas simples do dia a dia conseguem estimular efeitos parecidos. Aumente o consumo de vegetais e fibras para ter mais volume e saciedade na refeição. Priorize proteínas acessíveis como ovos, frango, peixe, fígado e moela, que preservam a massa muscular e controlam a fome. Mantenha o combo clássico: arroz, feijão, proteína e vegetal. Evite ficar muitas horas sem comer, pois a fome acumulada aumenta o risco de exagero na próxima refeição. Mexa-se de alguma forma possível na sua rotina. E beba água: às vezes o corpo confunde sede com fome. No fim das contas, são as escolhas diárias que sustentam o emagrecimento, com ou sem caneta. <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> <a title="themainingredient" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/themainingredient?refer=embed">#TheMainIngredient</a> <a title="nutrição" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/nutri%C3%A7%C3%A3o?refer=embed">#Nutrição</a></p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7639067372502534920?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
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<p>Para além das parcerias com marcas, o Guia também viralizou ao apresentar histórias que comoveram o público: chefs de quilombo, cozinheiras de terreiro, confeiteiros periféricos, profissionais formados em fundo de quintal que hoje assinam cardápios premiados. Ao colocar esses nomes em circulação, o projeto faz o que pouca mídia tradicional faz com consistência: trata o profissional negro da gastronomia como protagonista, não como exceção.</p>



<p>Neste 13 de maio, mais do que celebrar uma data, o Guia Black Chefs renova um compromisso. O de seguir mapeando, entrevistando, recomendando e conectando. Porque visibilidade, no fim, é também ferramenta de geração de renda, e nenhuma celebração do Dia do Chef estará completa enquanto os profissionais negros, que são a maioria do setor, continuarem sendo a minoria nas estantes de livros, nos rankings e nas indicações.</p>



<p>Para conhecer os profissionais e negócios mapeados pelo Guia Black Chefs, siga @guiablackchefs no Instagram e TikTok.</p>
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		<title>História, Ancestralidade e Alta Gastronomia: a cozinha do chef Rafael Morente em Paraty (RJ)</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/historia-ancestralidade-e-alta-gastronomia-a-cozinha-do-chef-rafael-morente-em-paraty-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Breno Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:56:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?p=95592</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por: Breno Cruz (Preto Gourmet) Uma parada na carreira de cozinheiro para viver novos ares fora da capital paulista junto com sua companheira Carol o levou &#224; cidade litor&#226;nea de Paraty, no Rio de Janeiro. Ao chegar, compreendeu que a cidade vivia um boom gastron&#244;mico; e, como parte do enredo, Rafael teve que repensar aquela [&#8230;]</p>
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<p>Por: Breno Cruz (Preto Gourmet)</p>



<p>Uma parada na carreira de cozinheiro para viver novos ares fora da capital paulista junto com sua companheira Carol o levou à cidade litorânea de Paraty, no Rio de Janeiro. Ao chegar, compreendeu que a cidade vivia um <em>boom</em> gastronômico; e, como parte do enredo, Rafael teve que repensar aquela pausa em sua vida pessoal e profissional com a notícia da chegada do seu primeiro filho (Jonas). Com a bagagem profissional que tinha ao passar por grandes casas em São Paulo (SP), estava super preparado para assumir operações sofisticadas na cidade.</p>



<p>Em um país onde o colorismo é uma realidade, o chef paulista se compreendeu como homem pardo na cozinha profissional, ao ouvir de um chef que sua namorada à época era negra; e, ao se olhar, percebeu seu tom de pele mais escuro que o da namorada. Foi neste momento que Rafael Morente compreendeu que ele também era racialmente marcado.</p>



<p>Essa compreensão dos marcadores sociais também o motiva a contar sua história enquanto profissional de cozinha no Pindorama &#8211; o restaurante que ele criou e que é um dos sócios. Pindorama é também uma aula de história por resgatar o primeiro nome do Brasil antes da invasão portuguesa &#8211; uma vez que esse era o nome dado pelos povos originários. Pindorama significa Terra das Palmeiras.</p>



<p>Nessa aula de história do nosso território, o chef Rafael Morente une (i) cozinha e técnicas Caiçara com (ii) insumos nativos que ele e sua equipe colhem na Mata Atlântica, (iii) cozinha afrodiaspórica e (iv) técnicas de diferentes cozinhas. É, sem sombras de dúvidas, alta gastronomia em um ambiente sofisticado e com cozinha autoral. Mas para chegar até aqui existe uma trajetória.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" data-id="95594" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42-1024x684.jpeg" alt="" class="wp-image-95594" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42-1024x684.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42-300x200.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42-150x100.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42-768x513.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42-1536x1025.jpeg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42-629x420.jpeg 629w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42-696x465.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42-1068x713.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-11.43.42.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
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<p>Aos 16 anos, o adolescente iniciou sua trajetória na cozinha profissional em um restaurante espanhol em São Paulo (SP). Em seguida, passou por um restaurante chinês nos finais de semana ainda no Ensino Médio. Aos 18 anos foi formalmente contratado por um bar de Tapas e atuou como confeiteiro. Depois, passou por um restaurante italiano onde ficou por alguns anos até chegar em Paraty com planos de atuar com panificação &#8211; especificamente com pães de fermentação natural. Naquele momento, Rafael já não queria mais trabalhar em cozinhas de restaurantes. Com a gravidez de sua companheira, o chef teve que voltar às cozinhas profissionais e deixar de lado seus planos de atuar como <em>boulanger</em> (padeiro).</p>



<p>E com essa bagagem de prática culinária em diferentes cozinhas, o chef Rafael Morente decidiu colocar em prática o projeto da sua vida &#8211; o Pindorama, que é um restaurante autoral de comida brasileira, evidenciando os insumos, técnicas, cultura e história do Brasil. Em seu trabalho de elaboração de pratos e experiências, o chef usa PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), FANCs (Fungos Alimentícios Não Convencionais), méis de abelhas nativas com produção local em um meliponário e PENACOS (Peixes Alimentícios Não Convencionais).</p>



<p>Minha experiência no Pindorama foi com o menu de quatro etapas &#8211; o menu Ancestral que também é nomeado de Nego Bispo. A entrada foi um mexilhão defumado com vinagrete de palmito; seguida de dois pratos principais &#8211; o Peixe azul-marinho com farofa de urtiga e harumaki de paçoca de banana; e, o Vatapá de arroz, castanhas do caju, quiabo grelhado e camarões flambados na cachaça. A sobremesa foi o arrebatador “Sonho Abolicionista” &#8211; uma criação pensada a partir da junção de um sonho de padaria recheado com pudim abolicionista (uma receita de 1888). Se posso deixar uma reflexão, aqui está: todo ser humano vivo neste planeta deveria ter a oportunidade de experimentar e virar os olhinhos com o Sonho Abolicionista.</p>



<p>O chef Rafael Morente é, sem sombras de dúvidas, um talento que deve ser conhecido por quem aprecia nossa cultura e nossa culinária. É inovador, potente, audacioso nas suas criações e legitimamente brasileiro. E é com essa audácia que termino meu texto de retorno ao Mundo Negro trazendo histórias de boas comidas e de profissionais da Gastronomia neste Brasil.</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>Texto: Preto Gourmet</p>



<p>Chef: @rafaelmorente</p>



<p>Restaurante: @pindoramaparaty</p>
</div></div>



<p><strong>Preto Gourmet</strong></p>



<p>Breno Cruz é o criador do Prêmio Gastronomia Preta, do Pretonomia e do Festival Gastronomia Preta. Pós-doutor, professor de Gestão na Gastronomia, Empreendedor Social e autor de 15 livros nas áreas de Administração e Gastronomia</p>
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