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	<title>Arquivos Zumbir - Mundo Negro</title>
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		<title>Afrofuturismo sonoro: “ZUMBIR” propõe reflexão sobre identidade e resistência na comunidade negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2024 09:00:02 +0000</pubDate>
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<p>Combinando ancestralidade e inovação, o podcast <strong>“ZUMBIR”</strong>, produção original do <em>Spotify</em> em parceria com a produtora GANDAIA, estreou nesta semana e já convida o público a refletir sobre a experiência negra no Brasil e no mundo. Idealizado por <strong>Samara Costa</strong> e <strong>Julio Angelo</strong>, o projeto mistura histórias ficcionais e episódios conversacionais, que serão lançados duas vezes por semana, às segundas e quintas-feiras.</p>



<p>Com 10 episódios programados, “ZUMBIR” alterna entre narrativas ficcionais e debates que expandem os temas abordados, com foco na memória, resistência e nos desafios da comunidade negra. “Kenia Freitas diz que pessoas negras vivem em uma ficção absurda do cotidiano. Cruzar ficção e realidade surgiu como uma possibilidade de instigar o ouvinte a questionar a realidade que vive, porque uma espelha a outra”, explica Samara, que também assina a direção criativa do projeto.</p>



<p>Cada narrativa ficcional apresenta uma trama única, ambientada em diferentes tempos e espaços. O episódio de estreia, <strong>“Delivery 388”</strong>, aborda a uberização, paternidade negra e apropriação cultural, tudo sob a ótica do terror. Interpretado por <strong>Rei Black</strong>, o protagonista Dennis é um entregador de aplicativo que enfrenta situações sombrias em um bairro de elite. Para Samara, a história reflete sobre “o apagamento da memória e identidade do povo negro de uma forma não literal, combinando crítica social, espiritualidade e resistência”.</p>



<p>Os episódios conversacionais, chamados <strong>“LADO_B”</strong>, complementam as histórias ficcionais ao aprofundar discussões sobre temas como trabalho, identidade e ancestralidade. “A ficção funciona como um espelho e uma lente de aumento da realidade, mas também como um espaço seguro para explorar questões complexas”, comenta a diretora.</p>



<p>“ZUMBIR” aposta na musicalidade como fio condutor, com trilhas originais que exploram ritmos como funk, hip-hop, samba, house e sons afro-latino-caribenhos. Para Samara, a ausência de imagens é um desafio e um diferencial: “Tudo foi pensado nos mínimos detalhes, desde o som do salto de uma personagem até o canto de pássaros que compõem a paisagem sonora. O objetivo era criar uma relação íntima com o ouvinte, como se ele estivesse atrás da porta escutando tudo.”</p>



<p>Com a filosofia afrofuturista guiando a produção, “ZUMBIR” busca inspirar novas narrativas e possibilidades. “Desejo que os ouvintes repensem as histórias que nos contaram sobre nossos corpos negros e se sintam estimulados a criar novas narrativas sobre suas vidas. Afrofuturismo não é só um conceito artístico, é uma filosofia”, conclui Samara.</p>
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