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	<title>Arquivos Vulcão - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 Aug 2025 15:43:04 +0000</lastBuildDate>
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		<title>&#8220;Queria poder pedir desculpas a ela&#8221;: impedido de voltar ao Monte Rinjani, guia relata últimos momentos com Juliana Marins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 10:51:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O guia tur&#237;stico que acompanhava Juliana Marins em uma expedi&#231;&#227;o no Monte Rinjani, na Indon&#233;sia, descreveu os &#250;ltimos momentos antes da brasileira desaparecer durante a trilha. A publicit&#225;ria foi encontrada morta em 24 de junho, quatro dias ap&#243;s cair em um penhasco na regi&#227;o do segundo vulc&#227;o mais alto do pa&#237;s. Em entrevistas concedidas a [&#8230;]</p>
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<p>O guia turístico que acompanhava <strong>Juliana Marins </strong>em uma expedição no Monte Rinjani, na Indonésia, descreveu os últimos momentos antes da brasileira desaparecer durante a trilha. A publicitária foi encontrada morta em 24 de junho, quatro dias após cair em um penhasco na região do segundo vulcão mais alto do país.</p>



<p>Em entrevistas concedidas a dois criadores de conteúdo, um indonésio e um brasileiro, o guia <strong>Ali Musthofa</strong>, 20, afirmou que Marins participava de um pacote turístico compartilhado com outros cinco viajantes. Segundo ele, foi oferecido a publicitária a opção de um acompanhamento exclusivo, já que era a primeira vez dela no passeio e custaria US$ 100 a mais (cerca de R$ 560, na cotação atual), mas ela recusou. </p>



<p>O guia se defendeu das alegações de que teria abandonado Juliana no momento em que ela parou para descansar, já que precisava olhar também pelos demais participantes do grupo.</p>



<p>&#8220;A Juliana era a mais lenta, vi que ela estava muito cansada. Mas, no pacote compartilhado, eu tinha seis pessoas. Os demais seguiram adiante. Fiquei preocupado com o grupo da frente porque, quando você chega e sai do cume do Rinjani, é muito perigoso. Eu disse para ela: &#8216;Você pode esperar aqui. Eu só quero checar como eles estão lá na frente. Eu vou te esperar lá&#8217;. Eu esperei 30 minutos, e ela não chegou. Voltei ao último lugar e não encontrei nada, mas vi uma lanterna a 150 metros para baixo. Tive a sensação de que era a Juliana. Eu entrei em pânico&#8221;, relatou a Denny Sumargo.</p>



<p>Ao perceber que Juliana havia desaparecido, Ali afirma ter retornado ao acampamento para buscar um celular e notificar a empresa responsável pelo passeio. Ele conta que ainda nutria esperança de que ela fosse encontrada com vida. “Queria poder pedir desculpas a ela. Pelo menos ter a chance de dizer &#8216;me desculpe'&#8221;, declarou.</p>



<p>O guia também relatou o encontro com familiares da brasileira na embaixada do Brasil na Indonésia. “Informei sobre a queda da Juliana, dei a cronologia dos fatos e pedi desculpas a eles também. Eles ficaram com raiva. Eu disse que aceito qualquer consequência. Falei com sinceridade, que fiz tudo o que pude para salvar a Juliana, mas infelizmente Deus quis diferente.”</p>



<p>Na entrevista a Brunno Tavarez, Ali relatou que ouviu do pai de Juliana a frase “Você matou minha filha” e preferiu permanecer em silêncio. Atualmente, ele está afastado do trabalho e proibido de acessar o Monte Rinjani, mesmo como visitante.</p>



<p>“Agora eu não sei o que vou fazer. Eu só fico aqui em casa, no quarto, vendo vídeos. Porque eu não sei… Não sei o que fazer. Agora eu preciso esperar até que tudo esteja resolvido. E espero poder voltar a fazer trilhas no Rinjani de novo, se tudo se resolver. Sinto falta daquele lugar. Sinto falta do vulcão. Eu só queria ir lá como turista, na verdade, mas não é possível”, disse.</p>
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		<title>Prefeitura de Niterói assume custos de traslado de Juliana Marins, morta em vulcão na Indonésia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 09:12:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Niter&#243;i (RJ) informou, na noite desta quarta-feira (25), que ir&#225; arcar com os custos do traslado do corpo da publicit&#225;ria Juliana Marins, 26, morta ap&#243;s uma queda no vulc&#227;o Rinjani, na Indon&#233;sia, e sofrer com a neglig&#234;ncia nas opera&#231;&#245;es de resgate. Em publica&#231;&#227;o nas redes sociais, o prefeito Rodrigo Neves (PDT) afirmou [&#8230;]</p>
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<p>A Prefeitura de Niterói (RJ) informou, na noite desta quarta-feira (25), que irá arcar com os custos do traslado do corpo da publicitária <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/para-a-familia-de-juliana-marins-ela-ter-morrido-fazendo-o-que-amava-conforta-um-pouco-o-coracao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Juliana Marins</a></strong>, 26, morta após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, e sofrer com a negligência nas operações de resgate.</p>



<p>Em publicação nas redes sociais, o <strong>prefeito Rodrigo Neves (PDT)</strong> afirmou ter conversado com a irmã da brasileira, <strong>Mariana Marins,</strong> e garantido o apoio da gestão municipal. “Reafirmei o compromisso da prefeitura de Niterói com o translado da jovem para nossa cidade, onde será velada e sepultada. Que Deus conforte o coração da linda família de Juliana e de todos os seus amigos e amigas”, disse.</p>



<p>Em nota, a administração municipal informou que também será responsável pelos trâmites do sepultamento, que ocorrerá em Niterói, na região metropolitana do Rio.</p>



<p>A decisão ocorre após o<strong> Ministério das Relações Exteriores </strong>informar que, por lei, não pode custear esse tipo de despesa. Segundo o <strong>Itamaraty</strong>, a assistência consular não inclui o pagamento de traslado ou sepultamento de brasileiros no exterior, salvo em situações humanitárias.</p>



<p>Diante da negativa, o ex-jogador de futebol <strong>Alexandre Pato </strong>chegou a se oferecer para financiar o traslado do corpo. A repatriação deve ser organizada nos próximos dias.</p>



<p>O corpo de Juliana foi localizado na terça-feira (24), após quatro dias de buscas, e deve passar por necrópsia nesta quinta-feira (26). Ele foi içado da encosta do vulcão na manhã de quarta-feira (25) e levado ao Hospital Bayangkara.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Relembre o caso</strong></h2>



<p>Juliana estava desaparecida desde sexta (20), quando caiu de uma trilha no Monte Rinjani, em Lombok. Segundo familiares, ela tropeçou e escorregou por cerca de 300 metros. Mesmo consciente e com os braços em movimento, não conseguiu sair do local. Foi avistada por turistas horas depois, que alertaram a família com a ajuda de imagens e coordenadas de geolocalização.</p>



<p>Além da negligência denuncia pelos familiares com a demora para resgatarem Juliana, as operações ainda enfrentaram dificuldades por conta da topografia íngreme, das pedras escorregadias e da intensa neblina, o que retardou o acesso das equipes ao local do acidente.</p>



<p>Desde 2020, ao menos oito pessoas morreram e cerca de 180 se acidentaram no vulcão, um dos principais destinos turísticos da Indonésia. Visitantes e especialistas apontam falhas na infraestrutura de segurança, como ausência de sinalização, socorro lento e falta de equipamentos adequados.</p>
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		<title>Família de Juliana Marins pede cautela com notícias não confirmadas; buscas na Indonésia são suspensas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/familia-de-juliana-marins-pede-cautela-com-noticias-nao-confirmadas-buscas-na-indonesia-sao-suspensas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 12:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente em trilha na Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Juliana Marins]]></category>
		<category><![CDATA[Desaparecida na Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[fantástico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mariana Marins, irm&#227; de Juliana Marins, brasileira desaparecida desde s&#225;bado (21) no vulc&#227;o Rinjani, na Indon&#233;sia, pediu cautela com informa&#231;&#245;es n&#227;o confirmadas sobre o resgate em um v&#237;deo publicado &#224; meia-noite desta segunda-feira (23). Mariana Marins afirmou que a fam&#237;lia solicitou a perfis pr&#243;ximos que apagassem&#160;stories&#160;com dados n&#227;o verificados e refor&#231;ou que qualquer atualiza&#231;&#227;o oficial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Mariana Marins</strong>, irmã de <strong>Juliana Marins</strong>, brasileira desaparecida desde sábado (21) no vulcão Rinjani, na Indonésia, pediu cautela com informações não confirmadas sobre o resgate em um vídeo publicado à meia-noite desta segunda-feira (23). <strong>Mariana Marins </strong>afirmou que a família solicitou a perfis próximos que apagassem <em>stories</em> com dados não verificados e reforçou que qualquer atualização oficial será divulgada primeiro por seus canais. As buscas foram interrompidas devido às condições climáticas do local.</p>



<p>&#8220;Da mesma forma que ontem saíram muitas informações supostamente confirmadas por autoridades e que depois se mostraram incorretas, agora há relatos sobre o resgate em andamento que ainda não podemos confirmar&#8221;, disse. &#8220;Enquanto isso, vamos manter todos informados apenas com o que pudermos comprovar.&#8221;</p>



<p>Em comunicado divulgado ainda nesta segunda, a família acusou as equipes de resgate de lentidão e falta de planejamento. Segundo eles, as buscas avançaram apenas 250 metros em um dia e foram interrompidas novamente por condições climáticas, faltando 350 metros para alcançar Juliana: &#8220;MAIS UM DIA SEM RESGATE! Juliana vai passar mais uma noite sem água, comida e agasalhos por negligência!&#8221;, dizia a nota. </p>



<p>Em entrevista para o Fantástico no último domingo, a família de Juliana negou informações oficiais de que a jovem teria recebido suprimentos e afirma que vídeos divulgados como sendo do resgate são &#8220;forjados&#8221;. <strong>Mariana Marins</strong> afirmou ao <em>Fantástico</em> que as autoridades indonésias repassaram informações incorretas e que a embaixada brasileira não verificou os fatos antes de divulgá-las. Vídeos mostram a região coberta por névoa, o que tem dificultado as buscas.</p>



<p>Juliana, de 26 anos, caiu cerca de 300 metros da trilha principal durante uma excursão de três dias no Monte Rinjani. Ela foi avistada por turistas via drone no sábado, mas o resgate enfrenta dificuldades devido ao terreno acidentado e às condições climáticas adversas.</p>



<p>O guia <strong>Ali Musthofa</strong>, que acompanhava o grupo, negou ter abandonado a brasileira e disse que acionou o resgate assim que percebeu o acidente. A família, no entanto, sustenta que ele a deixou sozinha após ela reclamar de cansaço.</p>



<p>A trilha segue aberta a turistas, enquanto Juliana permanece desaparecida. A embaixada do Brasil enviou dois funcionários para acompanhar o caso. O governo indonésio não se pronunciou sobre as acusações de negligência.</p>



<p>As buscas devem ser retomadas nesta terça-feira (24), dependendo das condições do tempo. A família cobra urgência, já que Juliana está há quatro dias sem assistência.</p>
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		<title>Erupção de vulcão no Congo deixa 15 mortos e mais de 30 mil desabrigados</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/monte-nyiragongo-erupcao-de-vulcao-no-congo-deixa-desabrigados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raio Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 11:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A erup&#231;&#227;o do vulc&#227;o Nyiragongo, na Rep&#250;blica Democr&#225;tica do Congo, matou 15 pessoas e deixou e mais de 30 mil desabrigados, segundo informa&#231;&#245;es das autoridades locais, no &#250;ltimo domingo (23). O fen&#244;meno teve in&#237;cio no s&#225;bado. As lavas correram at&#233; bem pr&#243;ximo da cidade de Goma, que fica a 10km do vulc&#227;o. O centro da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A erupção do vulcão Nyiragongo, na República Democrática do Congo, matou 15 pessoas e deixou e mais de 30 mil desabrigados, segundo informações das autoridades locais, no último domingo (23). O fenômeno teve início no sábado. As lavas correram até bem próximo da cidade de Goma, que fica a 10km do vulcão. O centro da cidade, que tem dois milhões de habitantes, não foi atingido. </p>



<p>O número de mortos divulgado oficialmente deve aumentar nas próximas horas, conforme as autoridades alcancem as áreas mais atingidas. Nove das vítimas morreram em um acidente de trânsito enquanto tentavam fugir, quatro foram assassinadas enquanto tentavam escapar de uma prisão, e duas morreram queimadas, segundo nota oficial do porta-voz do governo, Patrick Muyaya.</p>



<p>Mais de 170 crianças podem estar desaparecidas e outras 150 foram separadas de suas famílias, de acordo com o Unicef. Ainda de acordo com o órgão, serão criados centros para receber crianças e adolescentes desacompanhados. </p>



<p>Antes mesmo das autoridades anunciarem o plano de evacuação, os moradores das regiões próximas ao vulcão já começaram a sair de suas casas. Autoridades de Ruanda, país vizinho, informaram que mais de três mil pessoas entraram oficialmente no país.</p>



<p>Em 2002, o mesmo vulcão entrou em erupção. Cerca de 250 pessoas morreram e mais de 100 mil habitantes de Goma ficaram desabrigados. </p>



<p>Com informações da Associated Press.</p>



<p></p>
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