<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos violência online - Mundo Negro</title>
	<atom:link href="https://mundonegro.inf.br/tag/violencia-online/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mundonegro.inf.br/tag/violencia-online/</link>
	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 May 2025 16:59:55 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/cropped-faviconMN-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivos violência online - Mundo Negro</title>
	<link>https://mundonegro.inf.br/tag/violencia-online/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>&#8216;Se ponha no seu lugar’: Ministras negras enfrentam machismo e racismo no exercício do poder</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/se-ponha-no-seu-lugar-ministras-negras-enfrentam-machismo-e-racismo-no-exercicio-do-poder/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 13:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao racismo]]></category>
		<category><![CDATA[discurso de ódio nas redes]]></category>
		<category><![CDATA[discursos de ódio]]></category>
		<category><![CDATA[estereótipos racistas]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Lélia Gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[Macaé Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[machismo na política]]></category>
		<category><![CDATA[marina silva]]></category>
		<category><![CDATA[ministras negras]]></category>
		<category><![CDATA[misoginia]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras no poder]]></category>
		<category><![CDATA[negro]]></category>
		<category><![CDATA[opressão racial]]></category>
		<category><![CDATA[patriarcado e racismo]]></category>
		<category><![CDATA[política brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[resistência negra]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade negra]]></category>
		<category><![CDATA[violência digital]]></category>
		<category><![CDATA[violência online]]></category>
		<category><![CDATA[violência política de gênero]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?p=91026</guid>

					<description><![CDATA[<p>As ministras Marina Silva (Meio Ambiente) e Maca&#233; Evaristo (Direitos Humanos e Cidadania), duas mulheres negras em posi&#231;&#245;es de destaque no governo Lula, s&#227;o alvos de ataques machistas e racistas sofridos durante exerc&#237;cio de suas fun&#231;&#245;es. Nesta ter&#231;a-feira (27), Marina reagiu a ofensas em audi&#234;ncia no Senado, enquanto Maca&#233; contou em um evento que sofre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/se-ponha-no-seu-lugar-ministras-negras-enfrentam-machismo-e-racismo-no-exercicio-do-poder/">&#8216;Se ponha no seu lugar’: Ministras negras enfrentam machismo e racismo no exercício do poder</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As ministras <strong>Marina Silva</strong> (Meio Ambiente) e<strong> Macaé Evaristo </strong>(Direitos Humanos e Cidadania), duas mulheres negras em posições de destaque no governo <strong>Lula</strong>, são alvos de ataques machistas e racistas sofridos durante exercício de suas funções. Nesta terça-feira (27), Marina reagiu a ofensas em audiência no Senado, enquanto Macaé  contou em um evento que sofre ataques cotidianos nas redes sociais. Os casos, que não são uma novidade na política, mostram o desrespeito das instituições e do público com as mulheres e, sobretudo, com mulheres negras que estão na luta por causas fundamentais para a vida em sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se ponha no seu lugar&#8221;, disse o senador <strong>Marcos Rogério</strong> (PL-RO), à<strong> Marina Silva</strong> enquanto a ministra tentava defender seu ponto de vista durante a discussão na Comissão de Infraestrutura do Senado sobre pavimentação na Amazônia. Alvo de provocações e interrupções, ela também teve o microfone desligado pelo senador, que também era presidente do colegiado. Já <strong>Macaé Evaristo</strong> falou sobre violência online no Power Trip Summit, em Salvador: &#8220;Recebo xingamentos todos os dias, desde ‘é terrível olhar para mim’ até ofensas ao meu corpo, cabelo e sorriso&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recentes acontecimentos, que não são casos isolados, trazem de volta às reflexões de <strong>Lélia Gonzalez</strong> sobre como a mulher negra é vista na sociedade brasileira. No livro Por um <em>Feminismo Afro-Latino-Americano</em>, que reúne diálogos e reflexões da intelectual, ela lembra como a opressão racista confina mulheres negras a estereótipos degradantes, mostrando que o racismo e o sexismo as colocam no &#8220;nível mais alto de opressão&#8221;. À exemplo das violências que sofrem nossas ministras, quando são silenciadas e subestimadas, não por sua trajetória política, mas porque há um incômodo em ver suas imagens negras, politizadas e insubordinadas ocupando lugares de autoridade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A dimensão racial nos impõe uma inferiorização ainda maior&#8221;, diz Lélia no livro, mas aqui sabemos que é necessário resistir, como sempre resistimos em nome de nossa existência. Marina incomodou ao resistir: &#8220;Eles gostariam que eu fosse uma mulher submissa. E eu não sou&#8221;, disse ela em entrevista após o episódio da última terça-feira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto<strong> Macaé Evaristo</strong> destacou a resistência de mulheres negras no poder: &#8220;Nosso país é racista, machista e patriarcal. Precisamos construir uma irmandade para nos proteger&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No livro &#8220;Discursos de ódio contra negros nas redes sociais&#8221;, escrito pela jornalista<strong> Luciana Barreto</strong>, ela mostra que mulheres negras são as maiores vítimas dos discursos de ódio na internet. “Uso no livro uma pesquisa do <strong>professor Luiz Valério Trindade</strong> que mostra que 81% dos discursos de ódio racistas são direcionados às mulheres negras com características semelhantes a minha: profissional com curso superior, cabelo crespo etc”, afirmou em<a href="https://mundonegro.inf.br/em-livro-sobre-discurso-de-odio-na-internet-luciana-barreto-revela-que-mulheres-negras-sao-81-das-vitimas/"> entrevista</a> ao <strong>Mundo Negro</strong>. Ela ainda completa:&#8221; Tem uma intencionalidade muito evidente quando analisamos estes casos: o hater quer minar o emocional, quer atingir e distrair a vítima. De certa maneira, o hater quer “eliminar” a vítima daquele espaço, daquele local que ele julga não pertencer a ela. Brinco quando falo sobre isso: “não vou dar este gostinho ao hater”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós sabemos que resistir pode ser muito difícil, mas isso para nós, mulheres negras é a garantia da nossa sobrevivência. </p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/se-ponha-no-seu-lugar-ministras-negras-enfrentam-machismo-e-racismo-no-exercicio-do-poder/">&#8216;Se ponha no seu lugar’: Ministras negras enfrentam machismo e racismo no exercício do poder</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
