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	<title>Arquivos Violência domestica - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos Violência domestica - Mundo Negro</title>
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		<title>Diarista procura delegacia para denunciar agressão do marido e é presa em Petrópolis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 15:38:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma diarista de 42 anos, Debora Cristina da Silva Damasceno, foi presa por engano no &#250;ltimo domingo (16) ap&#243;s comparecer a uma delegacia de Petr&#243;polis, na Regi&#227;o Serrana do Rio de Janeiro, para denunciar o marido por agress&#227;o e solicitar medidas protetivas. Ela passou tr&#234;s dias detida e foi liberada apenas na ter&#231;a-feira (18), ap&#243;s [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma diarista de 42 anos, <strong>Debora Cristina da Silva Damasceno</strong>, foi presa por engano no último domingo (16) após comparecer a uma delegacia de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, para denunciar o marido por agressão e solicitar medidas protetivas. Ela passou três dias detida e foi liberada apenas na terça-feira (18), após a Justiça reconhecer o erro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Debora foi confundida com uma mulher procurada por tráfico de drogas e associação criminosa. A mulher procurada, cujo nome é <strong>Debora Cristina Damasceno</strong>, é oito anos mais jovem, não possui o sobrenome &#8220;da Silva&#8221; e é natural de Belo Horizonte (MG), cidade onde o mandado de prisão foi expedido. A diarista, que nunca viajou para Minas Gerais, foi detida mesmo após a família apontar as discrepâncias nos dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O registro de ocorrência indica que Debora chegou à delegacia com marcas de agressão, mas, mesmo assim, recebeu voz de prisão. &#8220;Ninguém espera que vai na delegacia dar uma queixa e sai algemada&#8221;, afirmou a diarista, emocionada. &#8220;Meu chão caiu. Passei um perrengue que não era para mim. Quero minha casa, quero ver minha mãe, minha vó que está com 82 anos desesperada. Foi apavorante&#8221;, desabafou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filho de Debora, <strong>Fabrício Damasceno</strong>, falou sobre sua indignação com o ocorrido. &#8220;Tô sentindo uma tristeza forte, uma saudade da minha mãe, e muito indignado com a Justiça&#8221;, disse ele, na porta do presídio onde a mãe estava detida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na audiência de custódia, o juiz <strong>Alex Quaresma Ravache</strong> identificou o equívoco e determinou a soltura de Debora. Ele destacou que o mandado de prisão havia sido expedido pela comarca de Belo Horizonte e encaminhou documentos que comprovavam a confusão. A Justiça de Minas Gerais emitiu uma certidão confirmando o erro no sobrenome e ordenou a libertação da diarista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, devido à burocracia, Debora só deixou a cadeia por volta das 18h de terça-feira. &#8220;Saber que você é inocente e está passando por algo que não é para você… Quando falaram o lugar, BH, eu não sei nem como faz para chegar lá&#8221;, lamentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurados, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) afirmou que houve um equívoco no mandado de prisão, enquanto a Polícia Civil do Rio de Janeiro disse ter cumprido o mandado que constava no sistema. Sobre a denúncia de agressão feita por Debora, a polícia informou que a investigação está em andamento e que medidas protetivas foram solicitadas para a vítima.</p>
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		<title>Jonathan Majors reflete sobre a infância: “Eu lidei com abuso sexual desde os meus 9 anos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 14:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#9888;&#65039; Alerta de Gatilho: Este conte&#250;do aborda temas como abuso sexual infantil, viol&#234;ncia dom&#233;stica e depress&#227;o. Jonathan Majors quebrou o sil&#234;ncio desde que foi condenado por agress&#227;o de terceiro grau e uma acusa&#231;&#227;o de ass&#233;dio de segundo grau &#224; sua ex-namorada, Grace Jabbari, em abril de 2024. O astro falou pela primeira vez sobre como [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>⚠️ Alerta de Gatilho: Este conteúdo aborda temas como abuso sexual infantil, violência doméstica e depressão.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/protagonizado-por-jonathan-majors-magazine-dreams-ganha-primeiro-trailer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jonathan Majors</a></strong> quebrou o silêncio desde que foi condenado por agressão de terceiro grau e uma acusação de assédio de segundo grau à sua ex-namorada, <strong>Grace Jabbari</strong>, em abril de 2024. O astro falou pela primeira vez sobre como tem sido a sua jornada de autoconhecimento após ser sentenciado a um programa de violência doméstica de 52 semanas, além de procurar dar continuidade em terapia para lidar com os traumas que sofreu na infância por abuso sexual e o abandono do pai. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu lidei com abuso sexual de homens e mulheres desde os meus 9 anos. De pessoas que deveriam cuidar de você, na ausência de um pai. Eu estava ferrado”, revelou na entrevista ao The Hollywood Reporter. O ator disse que contou à mãe, que se sentiu culpada. “Eu fico tipo, &#8216;Não é nem um problema, mãe. Eu só quero que você saiba. E agora todos nós podemos ficar ocupados e continuar a nos conectar, crescer e aprender com isso, porque é algo que estava em nossa família&#8217;”. Para Majors, enfrentar tudo o que passou levou a entender melhor seu comportamento nos relacionamentos. “Não há desculpas, mas ao obter ajuda, você começa a entender coisas sobre si mesmo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criadora pela mãe, uma pastora, Majors lembra que o seu pai foi embora quando ele tinha 8 anos e só o viu novamente quando ele compareceu para vê-lo se uma apresentação universitária, junto com a sua irmã. “Meu pai é um homem muito bonito, muito gentil, mas tinha algumas qualidades que não eram complementares à vida familiar. Ele era o melhor pai até que não era mais. E quando não era mais, ele se foi”, desabafa. O pai da estrela é um pianista clássico que, na época, estava na Força Aérea. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No ensino médio, chegou a ser expulso por brigar com outros alunos que cometiam bullying contra ele ou seus irmãos. “Parecíamos pobres”, disse. “Éramos bem nômades, indo de escola em escola, de um lugar para outro. Eu tinha um nariz grande. Os caras pegavam no meu pé. E eu fui por muito tempo o estranho”, relatou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Majors, apesar de ter praticar diferentes esportes como basquete, boxe e futebol, alguns professores notaram seu talento para o teatro e o ajudaram a trilhar este caminho. “Eu nunca tive um momento em que pensei: &#8216;Quero ser uma estrela de cinema&#8217;. Mas tive o momento em que pensei: &#8216;Vou atuar pelo resto da minha vida e serei o melhor que puder nisso. Vou me dedicar totalmente a isso&#8217;, e eu me dediquei”. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relembre o caso de Majors e a ex-namorada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No auge da carreira após estrelar <strong>&#8216;Lovecraft Country&#8217;</strong>, <strong>&#8216;Creed III&#8217; </strong>e<strong> &#8216;Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania&#8217;</strong>, em março de 2023, após passarem uma noite juntos, Majors e sua então namorada estavam no banco de trás de um carro com motorista quando uma mensagem no celular dele desencadeou uma discussão. Segundo o depoimento de Jabbari no julgamento, ao ver um texto que dizia &#8220;Oh, como eu queria estar beijando você&#8221;, ela tentou pegar o telefone do ator, que reagiu torcendo seu braço direito. Em seguida, ela afirmou ter sentido um forte golpe na cabeça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o trajeto, o ator pediu que o motorista parasse. Imagens exibidas no tribunal mostram o ele saindo do carro, seguido por Jabbari. Ele então a empurra de volta para o veículo antes de sair correndo. Jabbari pula novamente do carro e o segue. O único testemunho direto foi o do motorista. Ele afirmou que Majors queria se afastar de Jabbari e tentava se desvencilhar dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquela noite, Majors foi para um hotel, enquanto Jabbari seguiu para uma boate antes de retornar ao apartamento do casal. Na manhã seguinte, o ator a encontrou desacordada no chão do closet e acionou o serviço de emergência. Durante a chamada, reproduzida no tribunal, Majors afirmou: &#8220;Não sei. Ela está inconsciente. Ela é minha ex-parceira. Nós terminamos.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jabbari foi encaminhada ao Hospital Bellevue com um corte atrás da orelha e um dedo fraturado, além de ter passado por avaliação psicológica. Majors foi preso e acusado de três acusações de agressão de terceiro grau, uma acusação de assédio de segundo grau e uma acusação de assédio agravado, todas contravenções. Apesar da possibilidade de um acordo, ele declarou inocência e alegou que Jabbari foi a agressora. Seus advogados chegaram a registrar uma queixa contra ela, mas o Ministério Público de Manhattan recusou a denúncia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Retorno aos cinemas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o apoio da namorada <strong>Meagan Good </strong>e de outras estrelas de Hollywood como o amigo<strong> Michael B. Jordan</strong> e a atriz<strong> Whoopi Goldberg</strong>, Major agora se prepara para retornar aos cinemas, estrelando <strong>&#8216;Magazine Dreams&#8217;</strong>, um filme independente que estreia no dia 21 de abril nos Estados Unidos. Aclamado pela crítica, ainda não foi revelado uma data para lançamento no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>OBS.: </strong>Se você ou alguém que você conhece está em situação de violência doméstica ou suspeita de abuso sexual infantil, é fundamental buscar ajuda. No Brasil, denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100 (Direitos Humanos) e pelo 180 (Central de Atendimento à Mulher). Além disso, delegacias especializadas, conselhos tutelares e o Ministério Público também podem ser acionados. Em casos de emergência, ligue para o 190 (Polícia Militar). A denúncia é um passo essencial para interromper o ciclo da violência e proteger as vítimas.</p>
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		<title>Projeto atua dentro do sistema prisional para reduzir a reincidência da violência doméstica contra mulheres</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/instituto-mapear-atua-dentro-do-sistema-prisional-para-reduzir-a-reincidencia-da-violencia-domestica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Feb 2025 12:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Mapear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Luciano Ramos e Mayrla Silva Segundo o F&#243;rum Brasileiro de Seguran&#231;a P&#250;blica (2024), uma mulher &#233; v&#237;tima de feminic&#237;dio a cada seis horas no pa&#237;s, evidenciando a gravidade do problema. Al&#233;m disso, mais de 245 mil mulheres registraram medidas protetivas nos &#250;ltimos 12 meses, o que representa um aumento significativo em rela&#231;&#227;o aos anos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Texto: Luciano Ramos e Mayrla Silva</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o <strong>Fórum Brasileiro de Segurança Pública (2024)</strong>, uma mulher é vítima de feminicídio a cada seis horas no país, evidenciando a gravidade do problema. Além disso, mais de 245 mil mulheres registraram medidas protetivas nos últimos 12 meses, o que representa um aumento significativo em relação aos anos anteriores. As raízes dessa violência estão ligadas a questões estruturais como machismo, desigualdade de gênero e precarização das políticas de proteção as mulheres. Para enfrentar esse cenário, diversas iniciativas têm sido implementadas, incluindo projetos voltados à reeducação de agressores, com o objetivo de romper ciclos de violência e promover mudanças comportamentais duradouras. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto <strong>Grupos Reflexivos com Homens Autores de Violência</strong>, conduzido pelo <strong>Instituto Mapear </strong>em parceria com órgãos estaduais, busca reverter esse cenário, promovendo a rehumanização dos participantes. Por meio de metodologias baseadas na reflexão crítica e no diálogo, o programa visa a reinserção social e a redução da reincidência na violência doméstica, transformando a perspectiva desses homens sobre gênero, masculinidade e convivência social. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Mapear, em parceria com a Secretaria da Mulher e a Secretaria de Administração Penitenciária do estado do Rio de Janeiro, está desenvolvendo um projeto inédito que tem como foco a redução da reincidência da violência doméstica através da criação de grupos reflexivos entre homens que estão cumprindo pena no presídio. O objetivo é atuar diretamente com 750 participantes, utilizando uma metodologia baseada na participação deles em oito sessões grupais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho se organiza por meio de uma metodologia desenvolvida, testada e aprovada, especialmente, por <strong>Luciano Ramos, o diretor do Instituto Mapear</strong>, e uma equipe de especialistas. Há, também, em curso um processo avaliativo dos resultados da aprendizagem dos homens acerca das sessões metodológicas. As atividades ocorrerão durante todo o primeiro semestre de 2025. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os temas trabalhados incluem auto responsabilização, tipos de violência, <strong>Lei Maria da Penha</strong>, equidade de gênero, saúde física e mental masculina, estratégias para lidar com emoções, paternidade e cuidado, além de ressocialização. Cada sessão tem duração de uma hora e ocorre três vezes por semana. A equipe do Mapear tem atuado, por meio de 03 sessões semanais no Presídio Patrícia Acioli, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma característica marcante do projeto é que a adesão ao programa é voluntária, e todos os convidados aceitaram participar. Durante o processo, cerca de 75% dos participantes passarão por entrevistas iniciais e finais para avaliar o aprendizado adquirido nas sessões. A troca de experiências entre os participantes contribui para desnaturalização da violência nas relações, promovendo uma compreensão mais profunda sobre equidade de gênero e respeito.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro, Luciano Ramos (diretor do Mapear), Heloísa Aguiar (Secretária da Mulher do RJ) e Giulia Luz (Superintendente de Enfrentamento à Violência contra a Mulher do RJ) apresentaram o projeto às representantes do Fundo de População das Nações Unidas &#8211; UNFPA, no escritório da ONU em Brasília. Como resultado, o UNFPA aderiu à agenda da iniciativa e começou a articular parcerias para ampliar a visibilidade deste projeto inovador em nível nacional. Uma outra característica impactante desta inciativa em consonância com a realidade brasileira, é o público atendido, uma vez que a iniciativa atende diretamente o sistema carcerário brasileiro, ele trabalha com marcadores raciais além das vítimas. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher Negra, realizada pelo DataSenado, 32% das mulheres negras que não possuem renda suficiente para se manter declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar</strong>, o que equivale a uma em cada três. Além disso, 85% dessas mulheres convivem com o agressor, o que pode dificultar ainda mais a busca por proteção e assistência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema carcerário brasileiro é marcado por um alto índice de encarceramento de homens negros, refletindo a desigualdade racial histórica do país. <strong>Dados do Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) indicam que mais de 67% da população prisional é composta por pessoas negras, muitas das quais foram socialmente desumanizadas antes mesmo do ingresso no sistema. </strong>Dentro das prisões, essas condições se agravam, perpetuando a exclusão e dificultando a ressocialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao promover espaços de reflexão e diálogo, esses grupos incentivam os participantes a questionar normas de masculinidade tradicionais e a reconsiderar comportamentos violentos contra meninas e mulheres, buscando reduzir, efetivamente, a violência doméstica contra mulheres no estado do Rio de Janeiro. Além do trabalho com os grupos, o Instituto Mapear, em parceria com as Secretarias da Mulher e de Administração Penitenciária, está organizando o <strong>Primeiro Seminário Nacional sobre Grupos Reflexivos com Homens Autores de Violência, previsto para o final do segundo semestre de 2025</strong>, aguardem!</p>
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		<title>Novo recurso do Google conecta vítimas de violência doméstica a ajuda imediata</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/novo-recurso-do-google-conecta-vitimas-de-violencia-domestica-a-ajuda-imediata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 21:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (10), Dia Nacional de Luta contra a Viol&#234;ncia &#224; Mulher, o Google lan&#231;ou uma nova funcionalidade em sua ferramenta de busca para facilitar o acesso a servi&#231;os de apoio &#224;s v&#237;timas de viol&#234;ncia dom&#233;stica. Agora, ao pesquisar por termos como &#8220;ajuda viol&#234;ncia dom&#233;stica&#8221; ou &#8220;ajuda viol&#234;ncia contra mulher&#8220;, os usu&#225;rios s&#227;o direcionados a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nesta quarta-feira (10), <strong>Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher</strong>, o Google lançou uma nova funcionalidade em sua ferramenta de busca para facilitar o acesso a serviços de apoio às vítimas de violência doméstica. Agora, ao pesquisar por termos como <strong>&#8220;ajuda violência doméstica</strong>&#8221; ou <strong>&#8220;ajuda violência contra mulher</strong>&#8220;, os usuários são direcionados a canais de atendimento como o Ligue 180 e o Centro de Valorização da Vida (CVV), ambos disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvida em parceria com o Ministério das Mulheres e o CVV, a iniciativa visa conectar rapidamente vítimas de violência ou pessoas em situação de risco a serviços especializados. O Ligue 180 oferece informações sobre direitos, registro de denúncias e encaminhamento para serviços de apoio, enquanto o CVV proporciona suporte emocional sigiloso por telefone, chat online e e-mail.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A violência doméstica é um problema social grave que exige uma resposta coletiva. No Google, continuamos a trabalhar para tornar essas ferramentas acessíveis no Brasil e em outros países onde atuamos&#8221;, destacou Luisa Phebo, líder de Parcerias Estratégicas de Impacto Social do Google na América Latina. &#8220;Nossa missão é garantir que as vítimas encontrem ajuda de forma rápida e eficaz.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reforço no combate à violência contra a mulher também foi sublinhado por Ellen dos Santos Costa, coordenadora-geral do Ligue 180: &#8220;O Google é um parceiro estratégico na ampliação da divulgação do Ligue 180. Essa nova funcionalidade é um grande avanço na prevenção da violência e no combate à desinformação, com informações verificadas no topo das buscas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta, disponível em países como Índia, México, Argentina e Austrália, não apenas amplia o acesso a esses serviços, como também assegura que os dados apresentados sejam confiáveis, provenientes de fontes oficiais e parcerias de qualidade. Além das informações sobre o Ligue 180, a busca no Google inclui dados sobre linhas de apoio à prevenção do suicídio e canais de denúncia de abuso sexual infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Ministério das Mulheres, esse novo recurso é essencial para que mulheres em situação de violência, assim como seus familiares, saibam onde e como procurar ajuda de forma ágil e segura.</p>
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		<title>Mc Rebecca lança clipe para alertar sobre o aumento de casos de violência doméstica durante a quarentena</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mc-rebecca-lanca-clipe-para-alertar-sobre-o-aumento-de-casos-de-violencia-domestica-durante-a-quarentena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 22:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Mc Rebecca]]></category>
		<category><![CDATA[Violência domestica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira dia (17), Mc Rebecca e Manaia lan&#231;aram um videoclipe juntas chamando a aten&#231;&#227;o para a viol&#234;ncia dom&#233;stica e feminic&#237;dio.&#160;Com o isolamento social, os casos de viol&#234;ncia dom&#233;stica t&#234;m crescido de forma alarmante em todo o mundo. No final do m&#234;s de mar&#231;o, o Plant&#227;o Judici&#225;rio da Justi&#231;a do Rio de Janeiro registrou um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/mc-rebecca-lanca-clipe-para-alertar-sobre-o-aumento-de-casos-de-violencia-domestica-durante-a-quarentena/">Mc Rebecca lança clipe para alertar sobre o aumento de casos de violência doméstica durante a quarentena</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira dia (17), <strong>Mc Rebecca</strong> e <strong>Manaia</strong> lançaram um videoclipe juntas chamando a atenção para a violência doméstica e feminicídio. Com o isolamento social, os casos de violência doméstica têm crescido de forma alarmante em todo o mundo. No final do mês de março, o Plantão Judiciário da Justiça do Rio de Janeiro registrou um aumento de 50% no índice de crimes deste tipo no estado por conta do confinamento das pessoas.</p>
<p>Pensando em dar voz às mulheres que passam por isso, as cantoras Rebecca e Manaia gravaram a música “<strong>Medo do Escuro</strong>”, que traz um incentivo para que essas mulheres se calem<span class="">; Confira:</span></p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="YequvG4wBtY"><iframe title="Mc Rebecca e Manaia - Medo do Escuro (Clipe Oficial)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/YequvG4wBtY?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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