<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos união africana - Mundo Negro</title>
	<atom:link href="https://mundonegro.inf.br/tag/uniao-africana/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mundonegro.inf.br/tag/uniao-africana/</link>
	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 Aug 2025 16:02:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>União Africana apoia campanha por mapa-múndi que represente o tamanho real da África</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/uniao-africana-apoia-campanha-por-mapa-mundi-que-represente-o-tamanho-real-da-africa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 10:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica]]></category>
		<category><![CDATA[Continente africano]]></category>
		<category><![CDATA[Correct The Map]]></category>
		<category><![CDATA[Equal the Earth]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[união africana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?p=92874</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Uni&#227;o Africana (UA) declarou apoio a uma campanha que pede o fim do uso do mapa-m&#250;ndi de Mercator, do s&#233;culo XVI, ainda adotado por governos e institui&#231;&#245;es internacionais. O movimento defende a substitui&#231;&#227;o pelo mapa Equal Earth, que mostra com mais precis&#227;o as dimens&#245;es da &#193;frica. A proje&#231;&#227;o criada por Gerardus Mercator foi pensada [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/uniao-africana-apoia-campanha-por-mapa-mundi-que-represente-o-tamanho-real-da-africa/">União Africana apoia campanha por mapa-múndi que represente o tamanho real da África</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A<strong> União Africana</strong> (UA) declarou apoio a uma campanha que pede o fim do uso do mapa-múndi de Mercator, do século XVI, ainda adotado por governos e instituições internacionais. O movimento defende a substituição pelo mapa<strong> Equal Earth</strong>, que mostra com mais precisão as dimensões da África.</p>



<p>A projeção criada por <strong>Gerardus Mercator </strong>foi pensada para a navegação, mas distorce o tamanho dos continentes. Regiões próximas aos polos, como a Groenlândia e a América do Norte, aparecem maiores, enquanto África e América do Sul são representadas de forma reduzida.</p>



<p>“Pode parecer apenas um mapa, mas, na realidade, não é”, disse a vice-presidente da Comissão da UA, <strong>Selma Malika Haddadi</strong>, à Reuters. Para ela, a projeção de Mercator reforçou a visão equivocada de que a África seria “marginal”. Com 30,37 milhões de km² (11,73 milhões de milhas quadradas), o continente é o segundo maior do mundo em território e abriga mais de um bilhão de pessoas. “Tais estereótipos influenciam a mídia, a educação e as políticas”, completou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/image-9.png" alt="" class="wp-image-92886" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/image-9.png 1000w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/image-9-300x300.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/image-9-150x150.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/image-9-768x768.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/image-9-420x420.png 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/image-9-696x696.png 696w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: The New York Times</figcaption></figure>



<p>A crítica ao Mercator não é nova, mas ganhou novo fôlego com a campanha<strong> &#8220;Correct The Map</strong>&#8221; (Corrija o Mapa, traduzido em português), liderada pelas organizações Africa No Filter e Speak Up Africa. A iniciativa incentiva escolas, empresas e organismos internacionais a adotarem a Equal Earth, lançada em 2018 para refletir de forma mais justa o tamanho dos países.</p>



<p>“O tamanho atual do mapa da África está errado. É a mais longa campanha de desinformação e desinformação do mundo, e ela simplesmente precisa acabar”, afirmou Moky Makura, diretor executivo da Africa No Filter. Já Fara Ndiaye, cofundadora do Speak Up Africa, ressaltou o impacto simbólico da distorção: “Estamos trabalhando ativamente para promover um currículo em que a projeção da Equal Earth seja o padrão principal em todas as salas de aula (africanas)”.</p>



<p>Para Haddadi, o apoio da União Africana à campanha está alinhado à luta por reparações históricas para “reivindicar o lugar legítimo da África no cenário global”, disse, acrescentando que a UA discutirá ações conjuntas com seus 55 Estados-membros.</p>



<p>A projeção de Mercator segue sendo usada em larga escala, especialmente em escolas e empresas de tecnologias. No caso do Google Maps, a versão para desktop passou, em 2018, a exibir o globo em 3D, mas ainda permite que usuários voltem ao modelo antigo de Mercator se desejarem.</p>



<p>O Banco Mundial informou que já utiliza a Equal Earth ou a Winkel-Tripel em mapas estáticos e que está eliminando gradualmente o Mercator em ambientes digitais. A campanha também enviou uma solicitação ao órgão geoespacial da ONU (UN-GGIM), que deverá ser avaliada por especialistas.</p>



<p>O movimento recebeu apoio além da União Africana. Dorbrene O’Marde, vice-presidente da Comissão de Reparações da Comunidade do Caribe (CARICOM), endossou a Equal Earth como símbolo de resistência e rejeição à &#8220;ideologia de poder e dominação&#8221; do mapa de Mercator.</p>



<p>Fonte: CNN</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/uniao-africana-apoia-campanha-por-mapa-mundi-que-represente-o-tamanho-real-da-africa/">União Africana apoia campanha por mapa-múndi que represente o tamanho real da África</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>União africana reconhece escravidão como genocídio e avança em reivindicações por reparações</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/uniao-africana-reconhece-escravidao-como-genocidio-e-avanca-em-reivindicacoes-por-reparacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 16:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica]]></category>
		<category><![CDATA[africanos]]></category>
		<category><![CDATA[Colonização]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Reparação]]></category>
		<category><![CDATA[união africana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?p=88685</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em um movimento hist&#243;rico, l&#237;deres de pa&#237;ses africanos reunidos na Uni&#227;o Africana (UA) classificaram a escravid&#227;o, a deporta&#231;&#227;o for&#231;ada e a coloniza&#231;&#227;o como crimes contra a humanidade e atos de genoc&#237;dio contra os povos da &#193;frica. A decis&#227;o, tomada durante uma c&#250;pula em fevereiro em Adis Abeba, capital da Eti&#243;pia, representa um avan&#231;o significativo nas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/uniao-africana-reconhece-escravidao-como-genocidio-e-avanca-em-reivindicacoes-por-reparacoes/">União africana reconhece escravidão como genocídio e avança em reivindicações por reparações</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um movimento histórico, líderes de países africanos reunidos na União Africana (UA) classificaram a escravidão, a deportação forçada e a colonização como crimes contra a humanidade e atos de genocídio contra os povos da África. A decisão, tomada durante uma cúpula em fevereiro em Adis Abeba, capital da Etiópia, representa um avanço significativo nas reivindicações por reparações históricas e justiça para as vítimas desses crimes.</p>



<p>A resolução, articulada após complexas negociações, foi impulsionada pelo Togo e aprovada pelos 55 países membros da UA. O ministro das Relações Exteriores do Togo, <strong>Robert Dussey</strong>, descreveu a medida como &#8220;um passo crucial, uma vitória para a África em sua busca por autodeterminação e controle sobre seu próprio destino&#8221;. A classificação visa não apenas reconhecer o sofrimento infligido, mas também estabelecer um arcabouço legal para futuras reivindicações por reparações.</p>



<p>O Tribunal Penal Internacional (TPI) define crimes contra a humanidade como atos como assassinato, escravidão, deportação e tortura, cometidos como parte de um ataque sistemático contra uma população civil. No entanto, não há mecanismos legais internacionais que permitam reparações retroativas pelos crimes cometidos durante a escravidão e a colonização. Ainda assim, a resolução da UA pode encorajar iniciativas perante instituições como a Corte Internacional de Justiça (CIJ).</p>



<p>Entre os séculos 15 e 19, estima-se que 12,5 milhões de africanos foram sequestrados e transportados à força por navios europeus para serem vendidos como escravos nas Américas. Algumas fontes sugerem que o número real pode chegar a 20 ou 30 milhões. Aqueles que sobreviveram às viagens brutais foram submetidos a condições desumanas de trabalho, especialmente no Brasil e no Caribe, gerando lucros exorbitantes para seus proprietários.</p>



<p>O Reino Unido, por exemplo, foi um dos principais agentes do tráfico negreiro, transportando cerca de 3,4 milhões de africanos. Já Portugal, que recentemente admitiu sua responsabilidade na escravização de africanos e indígenas, traficou quase 6 milhões de pessoas. No entanto, ambos os países têm resistido a discussões sobre reparações financeiras, com o primeiro-ministro britânico, <strong>Keir Starmer</strong>, afirmando preferir &#8220;olhar para frente&#8221; em vez de revisitar o passado.</p>



<p><strong>Avanço simbólico e político</strong><br>Além de possíveis implicações legais, a resolução tem um forte caráter simbólico. Houenoude acredita que ela redefinirá o ensino da história nas escolas africanas, destacando os crimes cometidos contra o continente. &#8220;Isso ajudará a moldar a identidade e a consciência histórica dos africanos&#8221;, disse. Ele também espera que a medida facilite a restituição de artefatos culturais saqueados durante a colonização, muitos dos quais permanecem em museus europeus.</p>



<p>A iniciativa da UA responde a apelos persistentes da sociedade civil africana e da diáspora, que há décadas buscam o reconhecimento oficial do sofrimento infligido durante a escravidão e a colonização. Embora a resolução seja amplamente simbólica, seus efeitos concretos dependerão das ações diplomáticas e legais que os Estados africanos decidirem adotar.</p>



<p>Enquanto alguns líderes europeus resistem ao debate, a decisão da UA marca um passo importante na busca da África por justiça reparatória. Seu impacto futuro dependerá da capacidade dos Estados africanos de transformar esse avanço simbólico em ações concretas, tanto no cenário internacional quanto no doméstico.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/uniao-africana-reconhece-escravidao-como-genocidio-e-avanca-em-reivindicacoes-por-reparacoes/">União africana reconhece escravidão como genocídio e avança em reivindicações por reparações</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>União Africana planeja implantação do passaporte único para 2021</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/uniao-africana-planeja-implantacao-do-passaporte-unico-para-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sauanne Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 18:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[passaporte]]></category>
		<category><![CDATA[união africana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?p=29948</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 1&#186; de janeiro de 2021, foi anunciada a &#193;rea de Livre Com&#233;rcio Continental da &#193;frica (AfCFTA). Esta &#225;rea visa reunir 1,3 bilh&#227;o de pessoas em um bloco econ&#244;mico de US$3,4 trilh&#245;es, criando um mercado &#250;nico para bens e servi&#231;os, al&#233;m de uma uni&#227;o aduaneira com livre circula&#231;&#227;o de capitais e viajantes a neg&#243;cios. Como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/uniao-africana-planeja-implantacao-do-passaporte-unico-para-2021/">União Africana planeja implantação do passaporte único para 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 1º de janeiro de 2021, foi anunciada a Área de Livre Comércio Continental da África (AfCFTA). Esta área visa reunir 1,3 bilhão de pessoas em um bloco econômico de US$3,4 trilhões, criando um mercado único para bens e serviços, além de uma união aduaneira com livre circulação de capitais e viajantes a negócios.</p>



<p>Como um dos principais objetivos da Agenda 2063, a União Africana (UA) anunciou em 2016 que previa a implantação do passaporte único para todos os africanos até 2018, visando e otimizar o uso dos recursos de África para o benefício de todos os africanos e remover as restrições à capacidade dos africanos de viajar, trabalhar e viver no seu próprio continente.</p>



<p>Apesar de alguns empecilhos terem afetado o prazo estipulado anteriormente, os primeiros passaportes da já foram emitidos para líderes de governo, diplomatas e funcionários da UA e a retomada para atender a todo o continente está prevista para acontecer este ano, como parte da Área de Livre Comércio. Segundo a UA, países como Ilhas Maurícios e Ruanda assumiram a liderança na garantia de viagens mais fáceis dentro da África, flexibilizando as restrições de visto em alguns casos, adotando visto eletrônico.</p>



<p>Já Benin, Gana e Seychelles, retiraram totalmente os requisitos de visto para todas as pessoas africanas, tornando mais próximo o sonho de cidadãos africanos viajarem livremente dentro de seu próprio continente.</p>



<p>Espera-se que a livre circulação de africanos em África proporcione vários benefícios para os países participantes, dentre eles a promoção da identidade pan-africana, facilitação da mobilidade laboral, transferência de conhecimentos e habilidades, além de integração social, estímulo do comércio e do turismo.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/uniao-africana-planeja-implantacao-do-passaporte-unico-para-2021/">União Africana planeja implantação do passaporte único para 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
