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	<title>Arquivos Trump - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Feb 2026 18:31:48 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Casal Obama defende protestos contra violência de agentes de imigração: “Cabe a cada um de nós nos manifestar contra a injustiça”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 10:53:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Barack e Michelle Obama se manifestaram neste domingo (25) sobre o assassinato de Alex Pretti, um norte-americano morto por um agente federal de imigra&#231;&#227;o em Minneapolis durante um protesto contra as a&#231;&#245;es do ICE. Em nota conjunta, o casal afirmou que o caso deve servir de alerta nacional e que os valores fundamentais dos Estados [&#8230;]</p>
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<p>Barack e Michelle Obama se manifestaram neste domingo (25) sobre o assassinato de Alex Pretti, um norte-americano morto por um agente federal de imigração em Minneapolis durante um protesto contra as ações do ICE. Em nota conjunta, o casal afirmou que o caso deve servir de alerta nacional e que os valores fundamentais dos Estados Unidos estão sob ataque.</p>



<p>“O assassinato de Alex Pretti é uma tragédia comovente”, escreveram. &#8220;Também deve ser um alerta para todos os americanos, independentemente do partido, de que muitos dos nossos valores fundamentais como nação estão cada vez mais sob ataque.”</p>



<p>&#8220;Os americanos esperam que eles cumpram suas funções de maneira legal e responsável e que trabalhem com, e não contra, as autoridades estaduais e locais para garantir a segurança pública&#8221;, afirmaram o ex-presidente e a ex-primeira-dama ao afirmar também reconhecer o trabalho dos agentes. </p>



<p>Segundo o comunicado, nas últimas semanas, moradores de várias regiões do país têm se mostrado indignados com ações do ICE e de outros agentes federais, que vêm empregando táticas consideradas intimidatórias, abusivas e perigosas. Eles ressaltaram que essas práticas, classificadas por especialistas como vergonhosas e ilegais, resultaram na morte de dois cidadãos americanos.</p>



<p>O casal criticou duramente a postura do governo federal, que, em vez de impor responsabilização aos agentes envolvidos, tem apresentado explicações públicas para os assassinatos de Pretti e Renee Good sem base em investigações consistentes — versões contestadas por imagens em vídeo. </p>



<p>Obama e Michelle também cobraram que o presidente Donald Trump e os funcionários do governo federal revejam suas atuações e passem a trabalhar de forma construtiva com o governador de Minnesota, o prefeito de Minneapolis e as forças policiais estaduais e locais para evitar novos episódios de violência.</p>



<p>A nota termina com um chamado à mobilização cidadã. “Todo americano deve apoiar e se inspirar na onda de protestos pacíficos em Minneapolis e em outras partes do país. Eles são um lembrete oportuno de que, em última análise, cabe a cada um de nós, como cidadãos, nos manifestar contra a injustiça, proteger nossas liberdades fundamentais e responsabilizar nosso governo.”</p>



<p>O enfermeiro norte-americano Alex Pretti, de 37 anos, foi morto no último sábado (24) durante uma abordagem do Departamento de Segurança Interna (DHS). As autoridades alegaram que ele estaria armado e teria sacado a arma, mas essa versão é contestada.</p>



<p>De acordo com análise do The New York Times, os vídeos da ação não mostram qualquer movimento que indique que Pretti tenha sacado uma arma, nem evidências de que os agentes soubessem que ele estava armado. Pretti possuía porte legal.</p>



<p>Este é o segundo caso fatal envolvendo operações de imigração em Minneapolis em menos de um mês. Em 7 de janeiro, Renee Good também foi morta durante uma ação do ICE.</p>
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		<title>&#8220;Não vou renunciar&#8221;: Diretora do Banco Central americano afirma que demissão anunciada por Trump é ilegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 10:05:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s o presidente Donald Trump anunciar a demiss&#227;o de Lisa Cook, diretora do Federal Reserve (Fed, Banco Central americano), ela afirmou nesta segunda-feira (25) que a&#231;&#227;o &#233; ilegal e n&#227;o ir&#225; renunciar. Nomeada em 2022 pelo presidente Joe Biden, Cook se tornou a primeira mulher negra a assumir o posto na institui&#231;&#227;o, sendo refer&#234;ncia internacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após o presidente <a href="https://mundonegro.inf.br/trump-encerra-fiscalizacao-federal-em-policias-investigadas-por-racismo-apos-casos-floyd-e-taylor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Donald Trump</strong> </a>anunciar a demissão de <strong>Lisa Cook</strong>, diretora do Federal Reserve (Fed, Banco Central americano), ela afirmou nesta segunda-feira (25) que ação é ilegal e não irá renunciar.</p>



<p>Nomeada em 2022 pelo presidente <strong>Joe Biden</strong>, Cook se tornou a primeira mulher negra a assumir o posto na instituição, sendo referência internacional em economia e políticas públicas. Em nota divulgada por seu advogado, Abbe David Lowell, ela reafirmou que continuará exercendo suas funções: “Não vou renunciar. Continuarei a cumprir meus deveres para ajudar a economia americana, como venho fazendo desde 2022.”</p>



<p>Trump comunicou a decisão pelas redes sociais, alegando “justa causa” e citando acusações ligadas a hipotecas. A medida, no entanto, é considerada inédita e juridicamente frágil, já que pode ameaçar a independência do banco central americano.</p>



<p>“O presidente Trump alegou ter me demitido &#8216;por justa causa&#8217; quando não há justa causa prevista em lei, e ele não tem autoridade para fazê-lo”, afirmou Cook ao destacar a ilegalidade do republicano.</p>



<p>Lowell reforçou que todas as medidas legais serão tomadas para barrar o afastamento, que classificou como uma tentativa inconstitucional de interferir na autoridade monetária dos Estados Unidos.</p>



<p>Ao usar a brecha da lei de criação do Fed que prevê a possibilidade de demissão “por justa causa”, Trump abre um embate sem precedentes com a instituição, colocando em xeque tanto a estabilidade do banco central quanto a representatividade histórica de Cook no comando da política econômica dos EUA.</p>
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		<title>Erika Hilton vai denunciar Trump na ONU após receber visto dos EUA com gênero masculino</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/erika-hilton-vai-denunciar-trump-na-onu-apos-receber-visto-dos-eua-com-genero-masculino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 13:54:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) denunciou nesta quarta-feira (15) que o visto concedido pelos Estados Unidos a ela a identifica com o g&#234;nero masculino, contrariando seus documentos civis brasileiros, que a reconhecem como mulher. A parlamentar afirmou que acionar&#225; o pa&#237;s na ONU (Organiza&#231;&#245;es das Na&#231;&#245;es Unidas) e na Comiss&#227;o Interamericana de Direitos Humanos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) denunciou nesta quarta-feira (15) que o visto concedido pelos Estados Unidos a ela a identifica com o gênero masculino, contrariando seus documentos civis brasileiros, que a reconhecem como mulher. A parlamentar afirmou que acionará o país na ONU (Organizações das Nações Unidas) e na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por considerar o caso um ato de transfobia e um desrespeito à sua identidade.</p>



<p> O visto anterior, emitido pelos EUA em 2023, registrava corretamente seu gênero como feminino. Hilton declarou que apresentou certidão de nascimento e passaporte diplomático com a identificação adequada durante o processo.  &#8220;Não se trata apenas de um caso de transfobia. É um documento sendo rasgado sem pudor. Vou acionar judicialmente o presidente [Donald] Trump na ONU e na CIDH. Queremos que o Itamaraty chame o embaixador [dos EUA] para explicações&#8221;, disse a deputada em entrevista à Folha de S. Paulo.</p>



<p> Ela ainda criticou o presidente americano, chamando-o de &#8220;homem doente que se sente dono da verdade&#8221;.  A Embaixada dos EUA no Brasil ainda não se manifestou sobre o ocorrido.  Hilton cancelou uma viagem aos Estados Unidos, onde participaria no sábado (12) de um painel na Brazil Conference, evento organizado pela comunidade brasileira das universidades Harvard e MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). A deputada alegou medo de sofrer constrangimentos no aeroporto devido à divergência entre o gênero no visto e em seus documentos.  &#8220;Senti medo, para ser sincera. Não aceitei me submeter a essa violência. Perdi uma atividade importante, mas não mereço esse desrespeito&#8221;, afirmou.  O PSOL anunciou que levará o caso a instâncias internacionais, pressionando também o governo brasileiro a se posicionar. A deputada é a primeira mulher trans eleita para o Congresso Nacional e tem sido vocal sobre pautas de gênero e direitos humanos.  </p>
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		<item>
		<title>Governo Trump remove 381 livros de biblioteca militar que incluem assuntos como racismo e Holocausto em censura a temas &#8216;ideológicos&#8217;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/governo-trump-remove-381-livros-de-biblioteca-militar-que-incluem-assuntos-como-racismo-e-holocausto-em-censura-a-temas-ideologicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:34:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente americano Donald Trump retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval dos Estados Unidos como parte de sua censura contra conte&#250;dos relacionados a diversidade, equidade e inclus&#227;o (DEI, na sigla em ingl&#234;s). Entre as obras removidas est&#227;o t&#237;tulos sobre feminismo, racismo, identidade de g&#234;nero e at&#233; o Holocausto. A ordem partiu [&#8230;]</p>
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<p>O governo do presidente americano <strong>Donald Trump</strong> retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval dos Estados Unidos como parte de sua censura contra conteúdos relacionados a diversidade, equidade e inclusão (DEI, na sigla em inglês). Entre as obras removidas estão títulos sobre feminismo, racismo, identidade de gênero e até o Holocausto.</p>



<p>A ordem partiu do gabinete do secretário de Defesa, <strong>Pete Hegseth</strong>, um dos principais nomes por trás da política de &#8220;limpeza ideológica&#8221; nas Forças Armadas americanas. A lista, divulgada pela Marinha na sexta-feira (9), inclui livros como: <em>&#8220;Lembrando o Holocausto&#8221;</em>, sobre a preservação da memória do genocídio de judeus na Segunda Guerra Mundial; <em>&#8220;Meio americano&#8221;</em>, que aborda a participação de afro-americanos no conflito; <em>&#8220;Uma mulher respeitável&#8221;</em>, sobre o papel público das mulheres negras no século XIX e<em>&#8220;Perseguindo Trayvon Martin&#8221;</em>, que discute o assassinato do jovem negro em 2012 e o racismo estrutural nos EUA.</p>



<p>Também foi removida a autobiografia&nbsp;<em>&#8220;Eu sei por que o pássaro canta na gaiola&#8221;</em>, da escritora e ativista <strong>Maya Angelou</strong>, ícone da literatura afro-americana e da luta pelos direitos civis. A triagem foi feita por meio de buscas por termos como &#8220;diversidade&#8221; e &#8220;equidade&#8221; no catálogo da biblioteca Nimitz. Inicialmente, cerca de 900 obras foram identificadas, das quais 381 foram retiradas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-89346" style="width:852px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1024x576.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-300x169.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-150x84.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-768x432.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-747x420.jpeg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-696x392.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1068x601.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto de: Patrick Semansky/AP</figcaption></figure>
</div>


<p>Embora o decreto assinado por Trump em janeiro vetasse conteúdos sobre DEI apenas em escolas públicas do ensino básico, o Pentágono decidiu estender a diretriz às academias militares. A remoção ocorreu dias antes da visita de Hegseth à instituição, mas o governo nega ligação direta entre os fatos.</p>



<p>Um oficial anônimo revelou à Associated Press que a academia foi orientada &#8220;no fim da semana passada&#8221; a conduzir a revisão. &#8220;Não está claro se a ordem partiu diretamente de Hegseth ou de sua equipe&#8221;, disse a fonte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Críticas: censura e apagamento histórico</strong></h3>



<p>A medida gerou reações de parlamentares e defensores da liberdade acadêmica, que acusam o governo de censura e perseguição ideológica. Servidores do Departamento de Defesa relataram à AP desconforto com o rigor da campanha, argumentando que a exclusão de obras históricas pode prejudicar a formação dos cadetes e apagar contribuições de minorias.</p>



<p>Entre os livros vetados estão temas historicamente alvos de governos autoritários, como sexualidade, direitos das mulheres e violência racial. Há ainda obras sobre a Ku Klux Klan, a condição feminina em países islâmicos e representações de raça e gênero na arte.</p>



<p>O Pentágono, no entanto, mantém a posição. Em nota, o Departamento de Defesa afirmou que as academias militares estão &#8220;comprometidas em executar e implementar os decretos do presidente&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Donald Trump e a representatividade da masculinidade hegemônica</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/donald-trump-e-a-representatividade-da-masculinidade-hegemonica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 21:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[presidente dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A discuss&#227;o entre Trump e Zelensky &#233; mais um epis&#243;dio de demonstra&#231;&#227;o da hostilidade do l&#237;der norte americano frente a um mundo que ele insiste em desejar que se curve frente a ele. Para quem estuda as masculinidades, Trump personifica o que conceitualmente chamamos de Masculinidade Hegem&#244;nica. Essa masculinidade que tem como caracter&#237;stica o machismo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A discussão entre <strong>Trump e Zelensky</strong> é mais um episódio de demonstração da hostilidade do líder norte americano frente a um mundo que ele insiste em desejar que se curve frente a ele. Para quem estuda as masculinidades, Trump personifica o que conceitualmente chamamos de <em>Masculinidade Hegemônica</em>. Essa masculinidade que tem como característica o machismo em sua mais alta potência, cuja base é o poder e a manifestação social é a violência. No âmbito racial, a ocupação dessa masculinidade é branca. Para quem já acompanhou meus textos aqui, no Mundo Negro, já entendeu que os homens negros não podem e jamais poderão ocupar o lugar da hegemonia no campo das masculinidades.</p>



<p>Trump é consciente do poder que tem nas mãos e o superestima. Durante as eleições, ele usou de violência contra Kamala, colocando e acentuando os extremos da pirâmide de gênero e raça: homem branco, o que ocupa o topo da pirâmide e a mulher negra, que está na base da pirâmide. Após as eleições, todas as pautas relacionadas à diversidade são tratadas com hostilidade pelo governante do mais alto cargo do executivo dos EUA. O governo de Trump classifica as pautas acerca das questões étnico-raciais como “teoria racial crítica”, cortando, por exemplo, financiamento federal de escolas que tem em seus currículos temas como <em>relações raciais</em>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O episódio ocorrido na manhã desta sexta-feira no Salão Oval dos EUA mostra como Trump se sente superior por ocupar o cargo de presidente norte-americano. “Você tem que ser grato a mim”, diz Trump. Isso é a personificação de uma masculinidade falida e que se mantém pelo poder. Ainda que fossem dois homens brancos ali, protagonizando aquela cena, um deles estava no maior lugar de poder. E aqui, a ideia é que consigamos fazer a leitura do que significa a masculinidade hegemônica, protagonizada no mundo moderno por Trump, Musk e mais algumas figuras mundiais.</p>



<p><em><strong>Luciano Ramos, </strong>Especialista em Masculinidades e Paternidades Negras e Diretor executivo do Instituto Mapear</em></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Shonda Rhimes renuncia ao Conselho de uma das principais instituições culturais dos EUA após Trump assumir presidência</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/shonda-rhimes-renuncia-ao-conselho-de-uma-das-principais-instituicoes-culturais-dos-eua-apos-trump-assumir-presidencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 15:25:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ren&#250;ncia da produtora e showrunner Shonda Rhimes do Conselho do Kennedy Center, anunciada na quarta-feira (12), marca mais um cap&#237;tulo na recente turbul&#234;ncia que atingiu a institui&#231;&#227;o cultural americana. Rhimes, criadora de sucessos como Grey&#8217;s Anatomy e CEO da Shondaland, tamb&#233;m ocupava o cargo de tesoureira do conselho da institui&#231;&#227;o, que &#233; um dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A renúncia da produtora e showrunner <strong>Shonda Rhimes</strong> do Conselho do Kennedy Center, anunciada na quarta-feira (12), marca mais um capítulo na recente turbulência que atingiu a instituição cultural americana. Rhimes, criadora de sucessos como <em>Grey’s Anatomy</em> e CEO da Shondaland, também ocupava o cargo de tesoureira do conselho da instituição, que é um dos mais importantes centros culturais dos Estados Unidos. Sua saída ocorre após a eleição do ex-presidente <strong>Donald Trump</strong> como presidente do Kennedy Center, em uma votação realizada pelo próprio conselho.</p>



<p>A mudança na liderança da instituição foi acompanhada pela rescisão do contrato de <strong>Deborah F. Rutter</strong>, presidente do Kennedy Center desde 2014. Rutter já havia anunciado planos de deixar o cargo no final de 2025, mas sua saída foi antecipada. <strong>Richard Grenell</strong>, ex-embaixador de Trump na Alemanha, foi nomeado presidente interino.</p>



<p>A saída de Rhimes, nomeada ao conselho pelo ex-presidente <strong>Barack Obama</strong>, não chega a surpreender. A produtora, conhecida por projetos que abraçam a diversidade e a inclusão, como a série <em>Bridgerton</em> da Netflix, apoiou a vice-presidente <strong>Kamala Harris</strong> na eleição presidencial de 2024. A mudança na liderança do Kennedy Center levanta questionamentos sobre o futuro de iniciativas ligadas à diversidade e equidade, temas que Trump tem criticado publicamente.</p>



<p>A onda de renúncias não se limitou a Rhimes. O cantor e compositor <strong>Ben Folds</strong> anunciou sua saída como consultor artístico da Orquestra Sinfônica Nacional, seguido pela soprano <strong>Renée Fleming</strong>, que também deixou o cargo de consultora artística geral. As decisões ocorrem após a declaração de Trump, na sexta-feira passada, de que demitiria vários membros do conselho, incluindo o então presidente <strong>David M. Rubenstein</strong>, e assumiria a presidência da instituição.</p>



<p><strong>Novos membros e mudanças na gestão</strong></p>



<p>Na quarta-feira, o Kennedy Center anunciou a nomeação de 14 novos membros para o Conselho de Administração, incluindo o próprio Trump, além de figuras próximas a ele, como Susie Wiles, Dan Scavino e Usha Vance. A instituição, que supervisiona a Orquestra Sinfônica Nacional, a Ópera Nacional de Washington e eventos como o Kennedy Center Honors, agora terá uma gestão alinhada ao ex-presidente.</p>



<p><strong>Impacto no Kennedy Center Honors</strong></p>



<p>As renúncias também colocam em xeque o futuro do Kennedy Center Honors, um dos principais eventos culturais de Washington, D.C. Durante o mandato de Trump, a cerimônia foi alvo de polêmicas, com homenageados boicotando a tradicional recepção na Casa Branca em 2017. Agora, com o ex-presidente e seus aliados à frente do conselho, a escolha dos homenageados e a gestão do evento passarão por mudanças significativas.</p>



<p>A instituição, que há décadas busca manter uma representação bipartidária, enfrenta um momento de incerteza. A saída de nomes como Rhimes, Folds e Fleming pode indicar um novo rumo para o Kennedy Center, sob uma gestão mais alinhada aos ideais de Trump e sua base de apoio.</p>



<p><em>Com informações de Hollywood Reporter e Deadline</em></p>
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		<title>Trump assina ordem executiva que libera documentos sobre investigação da morte de Martin Luther King Jr.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 15:21:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na &#250;ltima quinta-feira (24), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem determinando a divulga&#231;&#227;o de documentos secretos relacionados aos assassinatos de tr&#234;s figuras emblem&#225;ticas: o presidente John F. Kennedy, seu irm&#227;o Robert F. Kennedy e o l&#237;der do movimento pelos direitos civis Martin Luther King Jr.. &#8220;Muitas pessoas esperam por isso h&#225; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última quinta-feira (24), o presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>, assinou uma ordem determinando a divulgação de documentos secretos relacionados aos assassinatos de três figuras emblemáticas: o presidente <strong>John F. Kennedy</strong>, seu irmão <strong>Robert F. Kennedy </strong>e o líder do movimento pelos direitos civis <strong>Martin Luther King Jr</strong>..</p>



<p>“Muitas pessoas esperam por isso há décadas. Agora, tudo será revelado”, declarou Trump a jornalistas na Casa Branca. A ordem estabelece um prazo de 15 dias para que altos funcionários iniciem a liberação do sistema que permitirá o acesso aos documentos. Apesar disso, há incerteza sobre se o cronograma será cumprido.</p>



<p>Em resposta, a família de Luther King Jr. afirmou em comunicado oficial publicado nas redes sociais que espera ter acesso aos documentos que possuem informações sobre o assassinato do líder negro antes de sua divulgação pública: “Para nós, o assassinato de nosso pai é uma perda familiar profundamente pessoal que suportamos ao longo dos últimos 56 anos. Esperamos ter a oportunidade de rever os arquivos como uma família antes de sua divulgação pública”, afirmou a família em declaração.</p>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="595" height="801" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Captura-de-tela-2025-01-24-122435.png" alt="" class="wp-image-87166" style="width:379px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Captura-de-tela-2025-01-24-122435.png 595w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Captura-de-tela-2025-01-24-122435-223x300.png 223w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Captura-de-tela-2025-01-24-122435-111x150.png 111w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Captura-de-tela-2025-01-24-122435-312x420.png 312w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Captura-de-tela-2025-01-24-122435-150x202.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Captura-de-tela-2025-01-24-122435-300x404.png 300w" sizes="(max-width: 595px) 100vw, 595px" /></figure>
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<p>Durante um comício realizado no último domingo (19) em Washington, capital dos EUA, um dia antes da cerimônia de posse e do Dia de Marting Luther King Jr., celebrado em 20 de janeiro, <a href="https://mundonegro.inf.br/filho-de-martin-luther-king-critica-trump-e-cobra-acoes-concretas-em-meio-a-promessa-de-transparencia/"><strong>Donald Trump</strong> havia dito que ia assinar a liberação dos documentos</a>.</p>



<p><strong>Martin Luther King Jr.</strong>, o mais proeminente ativista pelos direitos civis nos Estados Unidos, foi assassinado em 1968, em Memphis, Tennessee. Ele dedicou sua vida à luta contra a segregação racial e à igualdade de direitos para os negros no país. Sua morte, atribuída oficialmente a <strong>James Earl Ray</strong>, ainda suscita questionamentos e teorias sobre o possível envolvimento de outras pessoas ou instituições no crime.</p>



<p>A família de King, ao longo dos anos, tem reiterado que acredita em uma conspiração mais ampla por trás do assassinato. “Há muito mais nessa história do que foi contado ao público”, afirmam parentes e especialistas no caso.</p>



<p>Os documentos a serem revelados também incluem informações sobre o assassinato de<strong> John F. Kennedy</strong>, em 1963, e de <strong>Robert F. Kennedy</strong>, em 1968. Embora parte dos arquivos relacionados a esses casos já tenha sido divulgada ao longo das décadas, milhares de páginas permanecem sob sigilo.</p>



<p>A expectativa pela divulgação dos documentos relacionados a <strong>Martin Luther King Jr.</strong> é especialmente alta entre ativistas e historiadores, já que a luta do líder pelo fim da desigualdade racial ressoa até hoje. King foi um símbolo de resistência e transformação social, e o acesso a novas informações pode aprofundar o entendimento de seu legado e das forças que atuaram contra ele.</p>



<p></p>
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		<title>Conta &#8216;@vp&#8217; é assumida por atual vice-presidente dos EUA no Instagram e Kamala Harris ajusta perfil na rede social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 12:58:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ex-vice-presidente dos Estados Unidos Kamala Harris realizou altera&#231;&#245;es em sua conta oficial no Instagram ap&#243;s o t&#233;rmino de seu mandato, marcado pela posse de Donald Trump como 47&#186; presidente do pa&#237;s na &#250;ltima segunda-feira (20). Harris, que ocupou o cargo de vice-presidente por quatro anos, atualizou a biografia de seu perfil, removendo o link [&#8230;]</p>
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<p>A ex-vice-presidente dos Estados Unidos <strong>Kamala Harris </strong>realizou alterações em sua conta oficial no Instagram após o término de seu mandato, marcado pela posse de<strong> Donald Trump </strong>como 47º presidente do país na última segunda-feira (20). Harris, que ocupou o cargo de vice-presidente por quatro anos, atualizou a biografia de seu perfil, removendo o link para a conta oficial do vice-presidente (@ vp), que agora é gerenciada pela nova administração republicana e foi atualizada com a foto de <strong>JD Vance</strong>.</p>



<p>A transição de contas de mídias sociais é uma prática padrão em trocas de governo nos Estados Unidos. Plataformas como Facebook, Instagram e X (antigo Twitter) transferem as contas oficiais de líderes como presidente, vice-presidente e primeira-dama para os novos ocupantes do cargo, mantendo os seguidores, mas reiniciando o conteúdo postado. A nova administração, composta por Trump e pelo vice-presidente <strong>JD Vance</strong>, assumiu o controle das contas oficiais, incluindo @ potus (Presidente dos Estados Unidos) e @ vp (Vice-Presidente).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="875" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Gh1psHRXwAAKX-T-1024x875.jpeg" alt="" class="wp-image-87097" style="width:675px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Gh1psHRXwAAKX-T-1024x875.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Gh1psHRXwAAKX-T-300x256.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Gh1psHRXwAAKX-T-150x128.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Gh1psHRXwAAKX-T-768x656.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Gh1psHRXwAAKX-T-492x420.jpeg 492w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Gh1psHRXwAAKX-T-696x594.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Gh1psHRXwAAKX-T-1068x912.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/Gh1psHRXwAAKX-T.jpeg 1179w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p>A mudança das contas oficiais nas redes gerou confusão entre os usuários. Muitos se depararam com postagens da nova administração, incluindo imagens de Trump e Vance, mesmo sem terem interagido diretamente com os novos líderes. Isso ocorreu porque os seguidores das contas oficiais dos líderes anteriores são automaticamente transferidos para os sucessores.</p>



<p>No caso de Harris, a bio de sua conta pessoal foi ajustada para refletir sua atual posição como cidadã privada e política, com a descrição &#8220;sempre lutando pelo povo&#8221;. Anteriormente, ela incluía um vínculo direto à página oficial da vice-presidência (@vp). Durante a cerimônia de posse no Capitólio, Kamala Harris marcou presença ao lado do ex-presidente Joe Biden, que também deixou a Casa Branca após a derrota nas eleições de 2024.</p>



<p><strong>Confusão entre usuários de redes sociais</strong></p>



<p>Relatos indicam que alguns usuários, que afirmam nunca ter seguido as contas durante a gestão Biden-Harris, encontraram-se inscritos automaticamente nos perfis da administração Trump. Porta-vozes da Meta, empresa que controla Facebook e Instagram, negaram irregularidades, explicando que a transição é parte de um protocolo estabelecido.</p>



<p><strong>Histórico do processo</strong></p>



<p>A transição de contas oficiais foi formalizada pela primeira vez em 2017, na troca de governo entre <strong>Barack Obama</strong> e <strong>Donald Trump</strong>. Desde então, as publicações das gestões anteriores são arquivadas, ficando acessíveis ao público em contas específicas que preservam os registros históricos.</p>



<p>Especialistas apontam que o modelo adotado visa manter a continuidade e a transparência das comunicações governamentais, ao mesmo tempo que permite aos cidadãos acompanhar o trabalho da administração atual.</p>



<p><strong>Reações nas redes sociais</strong></p>



<p>A troca de comando gerou debates sobre o impacto de políticas da Meta e a relação da empresa com a administração Trump. No entanto, usuários que desejarem deixar de seguir as novas contas podem fazê-lo manualmente nas plataformas. <strong>Kamala Harris</strong> segue ativa em sua conta pessoal no Instagram (@kamalaharris) e no X, enquanto<strong> Joe Biden</strong> mantém suas publicações no perfil @joebiden.</p>
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		<title>Líder dos direitos civis defende boicote a empresas que abandonam políticas de inclusão nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 13:17:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante um evento em homenagem ao Dia de Martin Luther King Jr., celebrado na &#250;ltima segunda-feira, 20, na igreja Metropolitan AME, em Washington, o reverendo Al Sharpton convocou um boicote nacional contra empresas que est&#227;o abandonando iniciativas de diversidade, equidade e inclus&#227;o (DEI). O l&#237;der dos direitos civis afirmou que tais a&#231;&#245;es representam uma tentativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante um evento em homenagem ao Dia de Martin Luther King Jr., celebrado na última segunda-feira, 20, na igreja Metropolitan AME, em Washington, o reverendo <strong>Al Sharpton</strong> convocou um boicote nacional contra empresas que estão abandonando iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DEI). O líder dos direitos civis afirmou que tais ações representam uma tentativa de “colocar os negros de volta no fundo do ônibus”.</p>



<p>“Por que temos DEI? Agora temos DEI, já que vocês nos negaram alcance, vocês nos negaram justiça, vocês nos negaram inclusão. DEI foi um tratamento para a observação de intolerância racial institucionalizada na academia e nessas empresas. Agora, se vocês quiserem nos colocar de volta no fundo do ônibus, nós faremos o Dr. King-Rosa Parks com vocês”, declarou Sharpton.</p>



<p>Sharpton, que é fundador da National Action Network, anunciou que a organização realizará uma investigação nos próximos meses sobre empresas que estão reduzindo ou eliminando políticas de DEI: “Em 90 dias, anunciaremos as duas empresas que iremos perseguir e pediremos a todas as pessoas desta nação — negros, brancos, pardos, homossexuais, mulheres héteros, trans — que não comprem onde não são respeitados”, afirmou.</p>



<p>Nos últimos meses, empresas como Walmart, McDonald’s, Ford e Meta anunciaram cortes em suas iniciativas de DEI. Ao mesmo tempo, o presidente<strong> Donald Trump</strong>, que tomou posse como presidente dos Estados Unidos em uma cerimônia realizada no Capitólio na segunda-feira, assinou uma ordem executiva eliminando programas de DEI no governo federal.</p>



<p>Sharpton destacou que a luta pela equidade é parte essencial do legado de <strong>Martin Luther King Jr.</strong> e pediu união para enfrentar retrocessos. “Você precisa ter esquecido quem somos. Nós somos aqueles que você levou tudo e ainda estamos aqui”, declarou.</p>



<p>O reverendo também encorajou o apoio a empresas que mantêm seus compromissos com a inclusão, como a Costco, e prometeu que a campanha será realizada com base nos princípios de justiça e igualdade defendidos por King. “Estamos com o Dr. King”, concluiu.</p>
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		<title>Michelle Obama não comparecerá à posse de Trump; Barack Obama confirma presença</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/michelle-obama-nao-comparecera-a-posse-de-trump-barack-obama-confirma-presenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 19:18:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[michelle obama]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, anunciou que n&#227;o estar&#225; presente na cerim&#244;nia de posse do presidente eleito Donald Trump, marcada para o pr&#243;ximo dia 20 de janeiro. Esta ser&#225; a segunda aus&#234;ncia consecutiva de Michelle em eventos de grande relev&#226;ncia pol&#237;tica, ap&#243;s n&#227;o comparecer ao funeral do ex-presidente Jimmy Carter na semana passada. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ex-primeira-dama dos Estados Unidos, <strong>Michelle Obama</strong>, anunciou que não estará presente na cerimônia de posse do presidente eleito <strong>Donald Trump</strong>, marcada para o próximo dia 20 de janeiro. Esta será a segunda ausência consecutiva de Michelle em eventos de grande relevância política, após não comparecer ao funeral do ex-presidente <strong>Jimmy Carter</strong> na semana passada.</p>



<p>&#8220;A ex-primeira-dama Michelle Obama não estará presente na próxima posse&#8221;, afirmou um comunicado do Gabinete de <strong>Barack e Michelle Obama</strong> compartilhado com a agência de notícias Associated Press. O motivo específico de sua ausência não foi detalhado. Em contrapartida, seu esposo, o ex-presidente <strong>Barack Obama</strong>, confirmou sua presença no evento, juntamente com outros ex-presidentes como<strong> Bill Clinton</strong> e <strong>George W. Bush</strong>,  que irão acompanhados de suas respectivas esposas. </p>



<p>A ex-primeira dama norte americana tem falado abertamente sobre suas preocupações relacionadas a <strong>Donald Trump</strong>. <strong>Michelle Obama </strong>afirma que as palavras de Trump tem colocado sua família em perigo.</p>



<p>A presença dos ex-presidentes e suas famílias em eventos como este tem sido tradicionalmente vista como um gesto de continuidade e unidade política, independentemente das diferenças ideológicas entre eles. No recente funeral de Carter, tanto Trump quanto Obama foram vistos interagindo cordialmente, apesar de suas históricas divergências políticas.</p>



<p>Embora Michelle Obama não compareça à cerimônia, outros líderes políticos e figuras proeminentes, como a vice-presidente<strong> Kamala Harris </strong>e o ex-vice-presidente <strong>Mike Pence</strong>, são esperados para participar do evento.</p>



<p></p>



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