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	<title>Arquivos terror - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos terror - Mundo Negro</title>
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		<title>Ryan Coogler descarta sequência de &#8216;Pecadores&#8217;: &#8220;Queria que parecesse uma refeição completa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 12:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[cinema negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de muitos f&#227;s gostarem da ideia de sequ&#234;ncias, esse n&#227;o ser&#225; o caso de &#8216;Pecadores&#8217;. Estrelado por Michael B. Jordan, o filme n&#227;o vai ganhar uma continua&#231;&#227;o. O diretor Ryan Coogler j&#225; havia afirmado, em entrevista concedida antes mesmo da estreia nos cinemas, que n&#227;o tem planos para um segundo filme. Em entrevista &#224; [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Apesar de muitos fãs gostarem da ideia de sequências, esse não será o caso de <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ha-vampiros-mas-e-muito-mais-que-isso-diz-ryan-coogler-apos-revelar-o-sobrenatural-no-filme-pecadores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8216;Pecadores&#8217;</a></strong>. Estrelado por <strong>Michael B. Jordan</strong>, o filme não vai ganhar uma continuação. O diretor <strong>Ryan Coogler</strong> já havia afirmado, em entrevista concedida antes mesmo da estreia nos cinemas, que não tem planos para um segundo filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à <strong>Ebony</strong>, o diretor explicou que pensou em &#8216;Pecadores&#8217; como uma obra fechada. “Já faz algum tempo que estou envolvido em fazer franquias de filmes, então queria me afastar disso”, contou. “Eu estava ansioso para trabalhar em um filme que fosse original e pessoal para mim e tivesse vontade de entregar algo original e único ao público.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o cineasta de <strong>&#8216;Creed&#8217; </strong>e <strong>&#8216;Pantera Negra&#8217;</strong>, a ideia era criar algo que se “parecesse uma refeição completa: aperitivos, entradas, pratos principais e sobremesas, eu queria tudo ali. Eu queria que fosse algo holístico e completo. Foi assim que me perguntaram sobre tudo. Essa sempre foi a minha intenção.”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado em 17 de abril nos cinemas brasileiros, &#8216;Pecadores&#8217; superou expectativas e arrecadou US$ 48 milhões só nos EUA no fim de semana de estreia — e US$ 63 milhões no total global. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro, o Mundo Negro participou de um evento exclusivo para jornalistas de diferentes países com a presença de Coogler. “O filme, para mim pessoalmente, foi uma recuperação de um período de tempo e um lugar sobre os quais minha família não fala muito. Porque são muitos sentimentos associados à nossa história aqui. E mostrando essas pessoas na íntegra, no auge de seus poderes, como a glória, mas também, que enganam a humanidade. E uma grande questão era tipo, eram nossos avós, eles eram como nós”, disse na época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do Michael B. Jordan, também integram o elenco outros nomes de peso como <strong>Wunmi Mosaku, Delroy Lindo, Omar Benson Miller </strong>e <strong>Hailee Steinfeld.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, &#8216;Pecadores&#8217; está disponível para locação no Prime Video, Apple TV e YouTube.</p>
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		<title>“Quantos pretos têm no seu filme de terror favorito?”: o protagonismo negro e efeito Jordan Peele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2021 23:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[candy man]]></category>
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		<category><![CDATA[terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Thais Moreira Nos anos atuais, &#233; poss&#237;vel perceber que muitos diretores est&#227;o se aproveitando do &#8220;efeito Jordan Peele&#8221; para incluir hist&#243;rias negras em filmes e s&#233;ries de terror. Por&#233;m, diferente de Peele, alguns desses diretores tem fracassado na miss&#227;o de representar o povo preto nas produ&#231;&#245;es de forma sens&#237;vel e, ao inv&#233;s disso, tem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Thais Moreira</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos anos atuais, é possível perceber que muitos diretores estão se aproveitando do “efeito Jordan Peele” para incluir histórias negras em filmes e séries de terror. Porém, diferente de Peele, alguns desses diretores tem fracassado na missão de representar o povo preto nas produções de forma sensível e, ao invés disso, tem produzido conteúdos que se aproveitam da dor do racismo de forma vazia com a justificativa de ser “terror”, como é o exemplo da série THEM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pra começar, o que é o “efeito Jordan Peele”? Jordan é um diretor negro norte-americano, responsável por sucessos como os filmes Corra (2017) e Nós (2019). Esses dois filmes, em específico, possuem elencos negros, principalmente protagonistas, e tratam de temas sensíveis da sociedade. Corra, com o tema do racismo, fez sucesso ao mostrar de forma metafórica como famílias brancas recebem pessoas negras, seja como parentes agregados ou como empregados. Jordan conseguiu mostrar no filme o racismo de forma não exploratória, sem se aproveitar da nossa dor para chocar, ao invés disso, mostrou por meio de detalhes inteligentes como o racismo pode ser velado e, ainda assim, destruidor para nós. Visto que houve sucesso em seu filme, outros diretores decidiram seguir seus passos e produzir filmes e séries parecidos. Porém, existem pontos que Jordan considerou que outros deixaram de levar em conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">THEM é um perfeito exemplo para essa situação. A série americana criada por Little Marvin e dirigida por Jonathan Mostow, é antalógica, e a primeira temporada conta a história de uma família negra que se mudou para um bairro branco, e é atormentada por forças naturais e sobrenaturais. É claro que a série aborda racismo, tendo cenas específicas onde os personagens são agredidos verbalmente por vizinhos. Aborda, também de forma metafórica, as forças sobrenaturais que tentam destruir a família. Então, o que THEM fez errado e Corra fez certo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Começando pelo óbvio, o diretor de <strong>THEM</strong> é branco. Claro, a criação e produção da série é feita por pessoas negras, e existe sim uma diretora negra dentre o time, mas a maioria é formada por homens brancos. E isso é um fator importante a considerar já que quase todas as vezes que diretores brancos tentam retratar racismo, acaba sendo caricato, insensível e/ou uma história de branco salvador. Porém, o erro vai bem além disso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>THEM</strong>, assim como em outras séries e filmes, o elemento do medo não é bem um fantasma ou uma força sobrenatural, é o racismo. É como se o racismo fosse o inimigo e é dele que deve-se ter medo. E é verdade, todo preto sabe que a nossa própria vida é um filme de terror por causa de racismo, é inegável. Porém, existe uma forma certa de transformar o racismo no elemento central num filme que deveria causar medo. E não é fazendo com que todos os pretos que assistam se sintam incomodados por momentos de gatilho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É de conhecimento geral de que na história do terror, personagens negros servem pra duas coisas: ser alívio cômico e morrer nos primeiros 20 minutos de filme. Isso quando eles aparecem nos filmes, em muitos, eles nem mesmo estão presentes. Tem um motivo pra isso, claro. Em filmes como A Hora do Pesadelo, O Massacre da Serra Elétrica e Jogos Mortais, por exemplo, nem tem personagens negros. E quando tem, eles morrem primeiro, ou não chegam ao fim do filme de alguma forma. Em um levantamento feito pela Complex, personagens negros em filmes de terror tem mais probabilidade de sobreviver em três casos: juntando-se à protagonista branca, caso o vilão seja negro ou caso o elenco todo seja negro. Do contrário, eles morrem no começo ou no meio do filme, nunca chegando à posição de sobrevivente final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, aqui vão alguns exemplos (e recomendações) de filmes de terror com protagonismo negro pra você assistir:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CANDYMAN</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um bom exemplo é o filme CandyMan, estrelando o ator Tonny Todd. Tonny é um dos atores negros mais proeminentes do cinema do terror especialmente por esse papel, além de sua participação em alguns dos filmes da franquia Premonição. Em CandyMan, um escravo negro é torturado e morto por um grupo de racistas brancos. Eles colocam mel em seu corpo e deixam as abelhas fazerem o trabalho. Como vingança, o escravo volta a vida como uma entidade sobrenatural denominada CandyMan que te mata se você chamar ele cinco vezes na frente do espelho (sim, existe uma referência à BloodyMary). O diferencial do filme é que, mesmo abordando temas como racismo, violência na periferia e a própria escravidão, CandyMan não se limita a isso. É um terror clássico, como Sexta-Feira 13 ou Halloween, com aquele conceito simples: vilão sofre trauma, portanto, vilão decide matar todo mundo. Para a época que foi lançado, é bem menos insensível do que muitos outros filmes mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>BONES</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos meus favoritos, Bones é dirigido por Ernest Dickerson (Do The Right Thing e Malcom X) e estrelado por ninguém mais ninguém menos que Snoop Dogg. O filme conta a história de um grupo de jovens tentando apaziguar o espírito de um <em>gangstar</em> traído e assassinado pelos que mais confiava. A história se passa na periferia americana, a trila sonora é sensacional (feita por Snoop Dogg) e o filme tinha tudo pra ser um clássico do terror da época, trás todos os elementos e efeitos muito melhores do que outros filmes mais famosos lançados no mesmo ano. Eu nem preciso dizer porque um filme dirigido e estrelado por negros não foi sucesso de bilheteria, mesmo que bem feito, não é mesmo?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um pouco mais controverso. MA é dirigido por&nbsp;&nbsp; e estrelado por Octavia Spencer (Estrelas Além do Tempo) é um filme de terror psicológico que acompanha uma assistente de veterinária buscando vingança por seu abuso sofrido no passado. O filme, ironicamente, não é controverso por não apontar racismo como causa direta do abuso da protagonista (por mais que seus abusadores sejam todos brancos. Alguns chamam de coincidência, eu chamo de outra coisa), mas os críticos apontam que o filme é “fraco” para o gênero. Eu discordo. MA é um bom filme caso você queria ver um suspense não muito pesado, mas ainda assim capaz de te entreter e te fazer pensar. Além do mais, a protagonista é negra e ela não morre nos primeiros 10 minutos do filme, como acontece com quase todo preto em filmes de terror.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A NOITE DOS MORTOS VIVOS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A noite dos Mortos Vivos foi lançado em 1968, é dirigido por George A. Romero e merece um pouco mais de atenção ao roteiro. Como o nome já sugere, é um filme de zumbis, onde os protagonistas procuram sobreviver depois que os mortos voltam à vida. Porém, também é um filme importante quando falamos de raça. O próprio Jordan Peele já mencionou que esse filme foi uma de suas maiores inspirações dentro do gênero do terror. O diretor do filme diz que o objetivo não era tratar de racismo na trama, mas é involuntário. No filme, o protagonista Ben, interpretado por Duane Jones, fica preso em uma casa com várias pessoas brancas enquanto os zumbis tomam conta do mundo. É obvio que um homem negro dentro de uma casa cheia de pessoas brancas, preso, vai levantar discussões de racismo, ainda mais nos anos 60. Críticos interpretam a trama como uma sátira às políticas da guerra fria. A questão do racismo fica ainda mais evidente no fim do filme, mas não vou dar spoiler do que acontece. Esse vale a pena assistir com um olhar crítico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MENÇÃO HONROSA: HORROR NOIRE, de Robin R. Means Coleman</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse livro é essencial para podermos entender como funciona o cinema do terror para negros. Também existe um documentário baseado no livro, que conta com entrevistas de Jordan Peele e Tonny Todd. É uma mina de conhecimento sobre o assunto e traz luz a esse tema, ainda pouco falado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda falta um longo caminho para que sejamos bem representados dentro de qualquer ambiente. Porém, a existência de diretores como Jordan Peele, que promovem um novo formato de terror, com outro protagonismo negro, é um alívio e uma esperança para tempos melhores. Só nos resta esperar que outros diretores sigam seus passos de forma mais inteligente.</p>
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		<title>Aterrorizante!: &#8220;A Lenda de Candyman&#8221; traz metáfora social sem deixar de arrepiar a platéia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 13:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[A Lenda de Candyman]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;A Lenda de Candyman&#8221; &#233; uma continua&#231;&#227;o direta do cl&#225;ssico original de 1992 (&#8220;O Mist&#233;rio de Candyman&#8221;), estrelado por Tony Todd, que por sua vez &#233; a vers&#227;o cinematogr&#225;fica do conto &#8220;The Forbidden&#8221;, do escritor ingl&#234;s Clive Barker, e s&#243; por isso poderia sustentar tranquilamente a curiosidade dos f&#227;s de terror. Com a confirma&#231;&#227;o da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">“<strong>A Lenda de Candyman</strong>” é uma continuação direta do clássico original de 1992 (&#8220;O Mistério de Candyman&#8221;), estrelado por <strong>Tony Todd</strong>, que por sua vez é a versão cinematográfica do conto &#8220;The Forbidden&#8221;, do escritor inglês <strong>Clive Barker</strong>, e só por isso poderia sustentar tranquilamente a curiosidade dos fãs de terror. Com a confirmação da produção executiva de Jordan Peele, nome queridinho de Hollywood após conceber duas pérolas do terror contemporâneo (“<strong>Corra</strong>” e “<strong>Nós</strong>”), a produção sobre o fantasma de Cabrini Green ganhou mais escopo. Não bastasse o nome de Peele, o filme ganhou a direção da talentosa<strong> Nia Dacosta</strong>, que será responsável pela sequência de “Capitã Marvel”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://comodonerd.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Candyman-1.jpg" alt="Candyman-1" /><figcaption>Imagem: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Candyman é uma lenda intrínseca à criação do Cabrini Green, em Chicago. A história do fantasma com mão de gancho que aparecia quando tinha seu nome chamado cinco vezes em frente a um espelho aterroriza os moradores há décadas. O conjunto habitacional que ambientava o antigo filme foi substituído nos dias atuais por alguns condomínios de luxo e é em um desses prédios que o artista visual Anthony McCoy (<strong>Yahya Abdul‑Mateen II</strong>) e sua namorada, diretora da galeria, Brianna Cartwright (<strong>Teyonah Parris</strong>), buscam  renovar o status de Anthony dentro da cena artística da cidade e ele busca na história macabra do bairro inspiração para criar novos quadros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessa investigação o filme começa a fundir os elementos sobrenaturais existentes no primeiro longa e as metáforas sociais poderosas já exploradas pelo produtor, Jordan Peele em outros trabalhos. Aqui, essas metáforas chegam à enésima potência, mas isso não tira em em nenhum momento o poder de apreciação do filme como obra de entretenimento. As duas primeiras mortes são uma aula de como construir clima soturno e assustar mesmo que não tente esconder o que vai acontecer aos personagens. É o uso do clichê de gênero de forma exemplar e violência gráfica servindo à narrativa.Outra passagem digna de nota é o relato das histórias antigas fazendo uso de bonecos em sombras. Renderia um curta de animação interessante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Yahya Abdul‑Mateen II e Teyonah Parris têm uma  boa química em cena. Ela como curadora de arte tentando equilibrar a carreira e os cuidados com a carreira do namorado estagnado. A ligação da personagem com McCoy se justifica num breve flashback sobre o fim trágico de seu pai e isso é toda exposição necessária que o filme nos dá.&nbsp; Inclusive o namorado e o pai de Brianna serem artistas emergentes frustrados é um fator enriquecido pela sátira que se faz a arrogância do meio, tanto por parte de artistas como de críticos e curadores.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://comodonerd.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Candyman-10.jpg" alt="Candyman-10" /><figcaption>Imagem: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O personagem de Mateen  II  vai naturalmente de um charmoso um tanto cínico para mais completa insanidade à medida que se depara com os eventos aterrorizantes e inexplicáveis de Cabrine Green. Parris mostra a que veio com atuação que eleva o nível de tensão e supera sua ótima  participação em “WandaVision”.  Brianna é cética e embora demonstre amor a Anthony, não exita em se afastar ao menor sinal de ameaça de violência física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;“A Lenda de Candyman” tece críticas ferozes sobre&nbsp; a gentrificação, racismo, violência policial, arrogância e ausência de autocrítica da classe artística branca. Essas críticas não são leves ou sutis, mas passam longe de resvalar no simples apontamento de dedo. O roteiro (também escrito com ajuda de Nia Dacosta) é sagaz e jamais subestima a inteligência do público.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esteticamente o filme é lindo. O esmero da fotografia e dos efeitos especiais que só recorrem à computação gráfica em momentos pontuais enriquece a experiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Todas as aparições de Candyman são incômodas, sempre acompanhadas de certeira escolha de efeitos sonoros. É um desafio para filmes de terror manter sua criatura assustadora à medida que a figura fica mais comum na tela, mas a premissa do personagem e a escolha por mostrar algumas de suas ações através de reflexos fazem com que sua presença em tela nunca seja inócua em relação a provocar medo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acertadíssima escolha da produção em trocar a contadora da história (branca no original) por personagens negros.&nbsp; Afinal, Candyman tem origem no assasinato do&nbsp; afro-americano Daniel Robitaille, um homem assassinado por ter engravidado uma mulher branca. Robitaille foi torturado, teve a mão decepada e depois jogado para ser devorado por abelhas após ter o corpo coberto por mel. Resumindo, Candyman nasceu como vítima e a história de violência contra negros em Chicago fez com que surgissem outras figuras que se tornassem Candyman, mostrando assim que a história repetida e contada torna a lenda imortal, assim como a violência que assola a população negra naquele país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Lenda de Candyman” é aterrorizante, inteligente e traz um final que vai fazer a platéia se arrepiar. Se nada de novo surgir até o final do ano, uma indicação ao Oscar não seria surpresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme está em cartaz nos cinemas.</p>
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		<title>&#8216;Nope&#8217;: Jordan Peele divulga nome e primeiro pôster de seu próximo filme</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/nope-jordan-peele-divulga-nome-e-primeiro-poster-de-seu-proximo-filme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 17:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Kaluuya]]></category>
		<category><![CDATA[jordan peele]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[Universal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O atual cineasta queridinho de Hollywood, Jordan Peele, revelou um pouco mais sobre seu pr&#243;ximo projeto como diretor. Peele, diretor dos excelentes &#8220;Get Out&#8221; (&#8216;Corra&#8216;) e &#8220;Us&#8221; (&#8216;N&#243;s&#8217;) revelou o nome do longa a ser lan&#231;ado em 2022, &#8220;Nope&#8221;, e junto a isso mostrou o primeiro p&#244;ster do projeto. &#8216;Nope&#8217; re&#250;ne novamente Peele com o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O atual cineasta queridinho de Hollywood,<strong> Jordan Peele</strong>, revelou um pouco mais sobre seu próximo projeto como diretor. Peele, diretor dos excelentes “<strong>Get Out</strong>” (<strong>‘Corra</strong>&#8216;) e “<strong>Us</strong>&#8221; (‘<strong>Nós</strong>’) revelou o nome do longa a ser lançado em 2022, “<strong>Nope</strong>”, e junto a isso mostrou o primeiro pôster do projeto.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.hollywoodreporter.com/wp-content/uploads/2021/07/UJP_Tsr1Sheet11_9x16_RGB_1-EMBED-2021.jpg" alt="Lazy loaded image"/><figcaption>Imagem: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">‘Nope’ reúne novamente Peele com o vencedor do Oscar Daniel Kaluuya, que estourou para o mundo com o longa-metragem de estreia do cineasta (‘Corra’). O filme também trará no elenco Keke Palmer, <strong>Steven Yeun</strong>, Barbie Ferreira e Brandon Perea.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há mais detalhes revelados, mas a expectativa do público e indústria são grandes se considerar que desde sua estreia nos cinemas, o diretor colecionou milhões de dólares em bilheterias ( ‘Corra’ ganhou $ 255,4 milhões e ‘Nós’ arrecadou&nbsp; $ 255,1 milhões na bilheteria mundial)&nbsp; e opiniões positivas da crítica especializada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com ‘Corra’, de 2017,&nbsp; Peele levou um Oscar de roteiro original,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Nope, Peele está se preparando para o lançamento de &#8216;<strong>Candyman</strong>&#8216;, que ele produziu e co-escreveu e que é dirigido pela cineasta <strong>Nia DaCosta</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">‘Nope’ está programado para chegar aos cinemas em 22 de julho de 2022 pela <strong>Universal</strong>.</p>
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		<title>&#8220;Nós&#8221;: Terror desconfortante é mais uma obra-prima trazida por Jordan Peele</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/nos-terror-desconfortante-e-mais-uma-obra-prima-trazida-por-jordan-peele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 21:50:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[jordan peele]]></category>
		<category><![CDATA[Lupita Nyong’o]]></category>
		<category><![CDATA[nós]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[Winston Duke]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jordan Peele chamou aten&#231;&#227;o do mundo quando lan&#231;ou &#8220;Corra&#8221; em 2017, trazendo subtexto das tens&#245;es raciais nos Estados Unidos, com uma cr&#237;tica que n&#227;o poupou nem os Democratas norte-americanos e o racismo internalizado presente em pessoas brancas. Com &#8220;N&#243;s&#8221;, Peele confirma que seu longa anterior n&#227;o foi sorte de principiante. Adelaide e Gabe levam a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jordan Peele</strong> chamou atenção do mundo quando lançou “<strong>Corra</strong>” em 2017, trazendo subtexto das tensões raciais nos Estados Unidos, com uma crítica que não poupou nem os Democratas norte-americanos e o racismo internalizado presente em pessoas brancas. Com “<strong>Nós</strong>”, Peele confirma que seu longa anterior não foi sorte de principiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adelaide e Gabe levam a família para passar um fim de semana na praia e descansar, mas a chegada de versões malignas de si mesmos (os Atrelados) acaba com os planos da família.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.rollingstone.com/wp-content/uploads/2019/03/MCDUSSS_EC008.jpg" alt="Us' Sets Box Office Record for Original Horror Film - Rolling Stone"/><figcaption>Imagem: Reprodução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O filme começa como um terror familiar de invasão de domicílio ou slasher, mas Peele joga as convenções do gênero para o alto e deixa o espectador completamente entregue. Pouco dá para prever do que vai acontecer no decorrer da trama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira quebra de expectativa é a troca de papéis entre os gêneros. <strong>Lupita Nyong´o</strong> (&#8216;<strong>12 Anos de Escravidão</strong>&#8216;) é o elo forte da família, inclusive durante os confrontos físicos mostrados no filme, enquanto o grandalhão<strong> Winston Duke</strong> (‘<strong>Pantera Negra</strong>’) não faz jus ao seu tamanho e é usado mais como alívio cômico (nem sempre funciona).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Difícil entender a não indicação de Lupita ao Oscar de 2020 pelo papel desempenhado neste filme. O primeiro encontro entre Adelaide e sua cópia do mal é perturbador e a atriz queniana/mexicana transmite em ambas as personagens intimidação e medo de forma tão convincente que a gente consegue temer e torcer por ela ao mesmo tempo. Inquieta, triste, nervosa, potente, ela faz de tudo aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem está cansado de&nbsp; “jumpscare” barato, ‘Nós’ é um bálsamo. Nada de sombras em reflexo da TV, monstros aparecendo do nada. O medo é construído de forma honesta, sem barulhos altos vindo repentinamente. Inclusive a trilha sonora composta por Michael Abels é fantástica, mais minimalista e menos óbvia do que o que se costuma ver no gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos fortes do filme é ter todos os seus personagens como pessoas inteligentes. Costume irritante em produções de terror é fazer com que alguém vá fazer uma investigação onde aconteceu um crime violento ou se separe do grupo sem motivo para que se use isso como facilitação narrativa. Aqui, nem mesmo as crianças agem de forma estúpida, fazendo com que a identificação seja mais fácil, o que aumenta a preocupação com o destino desses indivíduos. Se você não se preocupa com um personagem, boa parte da tensão morre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As crianças interpretadas por <strong>Shahadi Wright Joseph</strong> (Umbrae) e <strong>Evan Alex</strong> (Jason) não atrapalham, pelo contrário, sem elas os apuros da família seriam muito mais difíceis de enfrentar, uma vez que suas cópias malignas são tão ameaçadoras quanto as dos pais. O diretor não desperdiça o elenco e oferece função narrativa para cada um.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor deixa peças de um quebra-cabeça durante todo o longa que parecem aleatórias, mas com o decorrer da experiência as coisas vão se encaixando. É um filme cheio de alegorias e metáforas, e dificilmente se pega assistindo uma única vez. Tudo é feito para causar desconforto e felizmente Peele consegue.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://litreactor.com/sites/default/files/images/column/headers/11-us-trailer-jordan-peele.w700.h467.jpg" alt="The Literary Influences Behind Jordan Peele's &quot;Us&quot; | LitReactor"/><figcaption>Imagem: Reprodução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">As duplicatas malignas moram em túneis subterrâneos dos Estados Unidos e decidem não viver mais às sombras e sob submissão dos originais, em uma possível alusão às pessoas que são escravas de um sistema que não permite individualidade. Ao colocar os personagens como protagonistas e antagonistas ao mesmo tempo, o idealizador aponta o dedo e nos diz que o maior inimigo do indivíduo é ele mesmo, e só a conscientização das mazelas faz com que haja rebelião, que é o que acontece com a cópia de Adelaide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós” mistura<strong> horror</strong>, <strong>fantasia</strong> e <strong>ficção científica</strong> em um filme carregado de alegorias com atuação excelente de Lupita Nyong´o. É uma experiência nervosa, desconcertante. Os dez minutos finais são de tirar o fôlego e assistir duas ou três vezes para compreender as metáforas sutis sobre privilégios e rancor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Disponivel no <strong>Amazon Prime Video</strong>.</p>
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		<title>Jordan Peele irá produzir remake do terror &#8216;As Criaturas Atrás das Paredes&#8217;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/jordan-peele-ira-produzir-remake-do-terror-as-criaturas-atras-das-paredes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2020 05:40:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[jordan peele]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O portal de not&#237;cias Collider divulgou nesta sexta-feira (30) que Jordan Peele far&#225; um remake do filme de terror &#8220;As Criaturas Atr&#225;s das Paredes&#8221;, de 1991. A obra original foi dirigida por Wes Craven e completar&#225; 29 anos no pr&#243;ximo domingo, dia 1&#186; de novembro. A narrativa do filme acompanha o menino Fool, que est&#225; [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O portal de notícias Collider divulgou nesta sexta-feira (30) que Jordan Peele fará um remake do filme de terror “<strong>As Criaturas Atrás das Paredes</strong>”, de 1991. A obra original foi dirigida por Wes Craven e completará 29 anos no próximo domingo, dia 1º de novembro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa do filme acompanha o menino Fool, que está prestes a ser despejado e ainda precisa cuidar da mãe doente. Sem encontrar outra saída para melhorar de vida, o garoto acaba aceitando participar de um roubo com o cunhado, Leroy. Ao entrarem na casa, Fool descobre que os donos mantém a filha Alice trancafiada desde a infância e escondem um segredo. Para conseguir sair dali, ele precisa sobreviver às armadilhas e dispositivos de segurança do local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O longa será feito pela Universal, a mesma produtora responsável por “Nós” e “Corra”, dois enormes sucessos do diretor. Peele produzirá o remake ao lado de Win Rosenfeld (“A Lenda de Candyman“) por meio do selo da Monkeypaw Productions e, embora não deva dirigir o filme, ainda não se sabe se ele e Win farão parte da redação do roteiro, como fizeram com “Candyman”. O longa ainda não tem data prevista para estreia.</p>
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		<title>CCSP dedica mostra &#8220;Horror Noire&#8221; a representação negra no cinema de terror</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ccsp-dedica-mostra-horror-noire-a-representacao-negra-no-cinema-de-terror/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 16:08:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ccso]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural S&#227;o Paulo (CCSP) ir&#225; realizar durante todo o m&#234;s de agosto, a mostra Horror Noire, dedicada a representa&#231;&#227;o negra no cinema de terror. Em parceria com a editora DarkSide Books, a mostra ter&#225; o lan&#231;amento do livro &#8220;Horror Noire: Blacks in American Horror Films from the 1890s to Present&#8221;, al&#233;m de uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Centro Cultural São Paulo</strong> (CCSP) irá realizar durante todo o mês de agosto, a mostra <strong>Horror Noire</strong>, dedicada a representação negra no cinema de terror. Em parceria com a editora <strong>DarkSide Books</strong>, a mostra terá o lançamento do livro “<strong>Horror Noire: Blacks in American Horror Films from the 1890s to Present</strong>”, além de uma série de exibições de filmes citados na pesquisa da <strong>Dra. Robin Means</strong>, incluindo o documentário inédito inspirado no livro, produzido pela plataforma de streaming <strong>Shudder</strong>.</p>
<p>No dia 10 haverá uma conversa entre o crítico e curador de cinema Heitor Augusto, a pesquisadora <strong>Kênia Freitas</strong> e a escritora <strong>Cecília Floresta</strong>, que colaborou para edição brasileira do livro. A programação de cinema do CCSP faz parte do <strong>Circuito Spcine</strong>, que tem o intuito de ampliar a oferta de espaços para exibição de filmes, levando a experiência do cinema a todas as regiões da capital paulista.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p><strong>Horror Noire &#8211; 8 a 17/8 &#8211; Sala Lima Barreto (99 lugares) &#8211; entrada gratuita &#8211; a bilheteria será aberta uma hora antes da primeira sessão do dia.<br />
</strong><br />
A pesquisadora e professora Robin R. Means Coleman, da Universidade de Michigan, afirma, ao realizar extensa pesquisa sobre a história de cinema de horror, que o gênero abre espaço como ferramenta criativa para a ocupação dos artistas negros tanto na tela quanto por trás das câmeras.</p>
<p>Exibições:<br />
<strong>8/8 &#8211; quinta<br />
</strong>16h O Mistério de Candyman<br />
18h Assalto à 13ª DP<br />
20h A Noite dos Mortos-Vivos</p>
<p><strong>9/8 &#8211; sexta</strong><br />
16h Tales from the Hood<br />
18h Bones &#8211; O Anjo das Trevas<br />
20h Blacula, o Vampiro Negro</p>
<p><strong>10/8 &#8211; sábado</strong><br />
15h15 Horror Noire: a História do Horror Negro<br />
17h Debate<br />
20h Nós</p>
<p><strong>11/8 &#8211; domingo</strong><br />
15h O Nó do Diabo<br />
18h O Mistério de Candyman<br />
20h Corra!</p>
<p><strong>15/8 &#8211; quinta</strong><br />
16h Horror Noire: a História do Horror Negro<br />
18h Corra!<br />
20h Nós</p>
<p><strong>16/8 &#8211; sexta</strong><br />
15h O Nó do Diabo<br />
18h Bones &#8211; O Anjo das Trevas<br />
20h A Noite dos Mortos-Vivos</p>
<p><strong>17/8 &#8211; sábado</strong><br />
16h Assalto à 13ª DP<br />
18h Blacula, o Vampiro Negro<br />
20h O Despertar dos Mortos</p>
<p>Os ingressos custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Consulte condições especiais na bilheteria do cinema. Confira os horários da bilheteria Spcine e a programação regular do Circuito Spcine no CCSP no site oficial: <strong><a href="http://www.circuitospcine.com.br">http://www.circuitospcine.com.br</a></strong>.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/ccsp-dedica-mostra-horror-noire-a-representacao-negra-no-cinema-de-terror/">CCSP dedica mostra &#8220;Horror Noire&#8221; a representação negra no cinema de terror</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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