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	<title>Arquivos são Paulo - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Coletivo ‘HHWC’ une hip hop e dança para transformar a relação de mulheres negras com o treino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito antes de se tornar gênero musical, muito antes das batalhas de rap e dos campeonatos de breakdance, o movimento do corpo já era, para o povo negro, um ato político. Na África, a dança era linguagem sagrada, forma de reverenciar ancestrais, celebrar colheitas, comunicar guerras e curar. Quando africanos escravizados foram arrancados de seus territórios e jogados em terras desconhecidas, o corpo continuou sendo o único território que ainda lhes pertencia. </p>



<p>Séculos depois, em 1973, no Bronx, bairro negro e periférico de Nova York destruído por políticas de reurbanização que forçaram comunidades afro-americanas e latinas a viver entre escombros, essa mesma energia ganhou nome novo. O DJ Kool Herc organizou a primeira festa de rua onde nasceria o hip hop. Afrika Bambaataa, ex-líder de gangue que havia sido transformado por uma viagem à África e pelos discursos de Malcolm X e dos Panteras Negras, fundou a Universal Zulu Nation com um objetivo claro: substituir a violência entre jovens negros pela dança, pela música, pelo grafite e pelo rap. </p>



<p>Essa cultura atravessou o Atlântico e chegou ao Brasil nos anos 1980, encontrando na periferia de São Paulo um terreno fértil. Na estação São Bento, na Galeria 24 de Maio, jovens negros se reuniam para dançar break e ouvir rap em rádios boombox. Os Racionais MC&#8217;s, Thaíde, os grafiteiros Os Gêmeos, todos filhos dessa mesma raiz, todos herdeiros de uma filosofia que colocava o corpo negro no centro da cena, como sujeito e não como objeto. É dentro dessa linhagem que nasce, em São Paulo, o <strong>HipHop Workout Collective, o <em>HHWC</em>.</strong></p>



<p><strong>O coletivo que juntou treino e ancestralidade</strong></p>



<p>Juliana Oliveira, Caroline Araujo e Juliane Daianny são personal trainers, professoras de educação física, atletas e, acima de tudo, mulheres negras que conhecem na própria pele o que significa não se reconhecer em um espaço de autocuidado. As academias convencionais, com seus espelhos, seus padrões e seus silêncios, raramente foram lugares onde corpos como os delas se sentiram bem-vindos.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="95430" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-95430" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-2048x1365.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
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<p>A resposta que criaram não foi apenas um treino diferente. Foi um espaço diferente. Com trilhas sonoras guiadas pelo hip hop, dinâmicas que estimulam o coletivo tanto quanto o físico e uma proposta que rompe com os padrões tradicionais do fitness, o HHWC transforma cada encontro em uma experiência cultural.</p>



<p><strong><em>&#8220;O HHWC é potência em movimento.&#8221;</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="264" height="406" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png" alt="" class="wp-image-95434" style="aspect-ratio:0.6502828990416073;width:374px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png 264w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-195x300.png 195w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-98x150.png 98w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-150x231.png 150w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></figure>



<p><em> — Juliane Daianny, idealizadora do HHWC</em></p>



<p>Juliane, formada em Marketing e Educação Física, é proprietária do Studio JD, espaço de treinamento exclusivo para mulheres na Zona Norte de São Paulo. Amante da black music desde sempre, ela traz esse amor para o cotidiano do coletivo. Caroline Araujo, personal há sete anos e atleta de powerlifting com especialização em Ortopedia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, cuida da parte administrativa e da experiência dos encontros. Juliana Oliveira, personal trainer e professora de boxe desde 2019, campeã de levantamento terra, é responsável pelas redes sociais e pelas parcerias comerciais do projeto. Três mulheres, três trajetórias diferentes, uma visão comum: de que o treino pode ser, e deve ser, cultura.</p>



<p><strong>Quando não se mover é também uma questão estrutural</strong></p>



<p>Dados recentes revelam que apenas cerca de 33% das mulheres negras no Brasil praticam atividade física regularmente. Esse número, que poderia ser lido como desinteresse, é na verdade o retrato de uma equação estrutural: sem tempo, sem renda, sem representatividade, sem um lugar onde o próprio corpo se sinta em casa, o movimento se torna um luxo que o sistema não oferece.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" data-id="95431" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-95431" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-768x1024.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-225x300.jpg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-113x150.jpg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-315x420.jpg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-150x200.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-300x400.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-696x928.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-1068x1424.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
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<p><em><strong>&#8220;Transformamos treino em cultura e movimento em pertencimento. O Hip Hop Workout Collective nasce também da urgência de criar espaços onde mais mulheres se sintam seguras para se movimentar. Quando olhamos para dados que mostram que mulheres negras ainda se movimentam menos, entendemos que não é sobre falta de interesse, mas sobre acesso, identificação e oportunidade. O HHWC surge como esse espaço de conexão, onde o corpo, a cultura e a comunidade caminham juntos.&#8221;</strong></em></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="264" height="385" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.png" alt="" class="wp-image-95435" style="aspect-ratio:0.6857571944636116;width:470px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.png 264w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-206x300.png 206w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-103x150.png 103w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-150x219.png 150w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></figure>



<p><em>— Caroline Araujo, idealizadora do HHWC</em></p>



<p>E as consequências dessa ausência de movimento vão muito além do peso na balança. Pesquisas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), da Unicamp e da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica apontam que o sedentarismo está diretamente relacionado ao desenvolvimento de tumores, e que mulheres negras pagam um preço desproporcional por essa equação.</p>



<p>Um estudo publicado na revista científica Breast Cancer Research and Treatment, analisando casos entre 2010 e 2015, constatou que mulheres negras são diagnosticadas em estágios mais avançados da doença do que mulheres brancas, e enfrentam uma taxa de mortalidade quase quatro vezes maior. O INCA, por sua vez, aponta que mulheres negras têm 57% mais chance de morrer de câncer de mama do que brancas, com especial incidência do subtipo triplo negativo, o mais agressivo da doença. Pesquisadores da Unicamp identificaram ainda uma tendência perturbadora: enquanto a mortalidade por câncer de mama cai entre mulheres brancas, ela continua subindo entre pretas e pardas, sinal de que as melhorias no diagnóstico e tratamento ainda não chegam a quem mais precisa.</p>



<p>E é aqui que o movimento entra como resposta. Estudos da Universidade Charles, na República Tcheca, analisando mais de 130 mil mulheres, concluíram que a atividade física regular pode reduzir em até 40% o risco de desenvolver câncer de mama. A American Cancer Society aponta que manter um nível regular de exercícios diminui entre 10% e 20% a chance de desenvolver um tumor. O sedentarismo, por outro lado, pode chegar a dobrar o risco de desenvolvimento da doença. O INCA confirma: a atividade física regula hormônios como estrogênio e progesterona, reduz inflamações crônicas e fortalece o sistema imunológico — mecanismos diretamente ligados à prevenção.</p>



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<p><strong>Hip hop como filosofia, treino como filosofia</strong></p>



<p>Há uma coerência profunda no HHWC que vai além da playlist. O hip hop, em sua essência, sempre foi sobre transformação social através da arte, sobre pegar o que o sistema jogou fora e fazer disso cultura, identidade, orgulho. É o que Afrika Bambaataa chamava de quinto elemento do hip hop: o conhecimento de si, da realidade histórica e cultural dos grupos oprimidos.</p>



<p>O HHWC opera nessa mesma frequência. Cada sessão de treino é também um ritual de pertencimento — a música que pulsa, os corpos que se movem juntos, a instrutora que se parece com você, o espaço que foi construído pensando em você. Isso não é detalhe. Para uma mulher negra que cresceu achando que academia não era lugar para ela, isso é transformação.</p>



<p><em><strong>&#8220;O HHWC leva o hip hop para o treino como cultura viva, traduzindo esse movimento em comunidade, liberdade e transformação social.&#8221;<br></strong></em></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="263" height="387" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2.png" alt="" class="wp-image-95436" style="aspect-ratio:0.6796010659775499;width:446px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2.png 263w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2-204x300.png 204w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2-102x150.png 102w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2-150x221.png 150w" sizes="(max-width: 263px) 100vw, 263px" /></figure>



<p><em> — Juliana Oliveira, idealizadora do HHWC</em></p>



<p>Em 2025, o Hip Hop Workout Collective deu um passo que marca uma nova fase da sua história: a expansão para o Rio de Janeiro. O que nasceu como um encontro entre amigas em São Paulo agora conecta territórios, amplia redes e consolida o projeto como um movimento, com tudo o que essa palavra carrega de político, de histórico e de esperança.</p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DWCxIz7jmuN/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DWCxIz7jmuN/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<p>Ao lado das fundadoras, uma equipe de staff, voluntários, audiovisual, o DJ Pink Jay e a produtora Jufa Balshoy, todos pertencentes à mesma comunidade, todos com histórias de vida que se encontram nesse projeto. Como dizem as idealizadoras: <em>isso vai muito além de ser mais um coletivo de treino.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>PRÓXIMAS EDIÇÕES</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo</strong> — 12 de abril de 2025</li>



<li><strong>Rio de Janeiro</strong> — 2 de maio de 2025</li>
</ul>



<p><strong>Informações e ingressos:</strong> <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.google.com/search?q=https://linktr.ee/hhwc.br">linktr.ee/hhwc.br</a></p>



<p></p>
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		<title>Polícia apura denúncia de que crianças desaparecidas no Maranhão teriam sido vistas em São Paulo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/policia-apura-denuncia-de-que-criancas-desaparecidas-no-maranhao-teriam-sido-vistas-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 08:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Desaparecimento]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Pol&#237;cia Civil investiga uma den&#250;ncia de que as duas crian&#231;as desaparecidas em Bacabal, no Maranh&#227;o, teriam sido vistas na noite de s&#225;bado (24), em um hotel no bairro da Rep&#250;blica, regi&#227;o central de S&#227;o Paulo. A informa&#231;&#227;o ainda est&#225; em apura&#231;&#227;o e n&#227;o h&#225; confirma&#231;&#227;o oficial de que se trate dos irm&#227;os &#193;gatha Isabelly, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Polícia Civil investiga uma denúncia de que as duas crianças desaparecidas em Bacabal, no Maranhão, teriam sido vistas na noite de sábado (24), em um hotel no bairro da República, região central de São Paulo. A informação ainda está em apuração e não há confirmação oficial de que se trate dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4.</p>



<p>Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a Polícia Civil do Maranhão foi comunicada sobre a possível ocorrência para adoção de providências de forma integrada entre os dois estados. Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) afirmou que todas as denúncias são rigorosamente checadas, seja em cooperação com forças policiais de outros estados, seja com o deslocamento de equipes locais, quando necessário.</p>



<p>Ainda de acordo com a SSP-MA, para não comprometer as investigações, não é possível divulgar mais detalhes neste momento.</p>



<p>Nesta segunda-feira (26), completam-se 23 dias desde o desaparecimento de Ágatha e Allan. As buscas seguem em andamento com atuação conjunta das forças de segurança e sem restrição a um único ambiente, abrangendo áreas de mata, rios e lagos, paralelamente às investigações conduzidas pela Polícia Civil. A comissão especial formada para apurar o caso continua ouvindo testemunhas e realizando outros procedimentos considerados essenciais.</p>



<p>Após varreduras extensas sem pistas significativas, as autoridades informaram que as buscas foram reduzidas, enquanto a investigação policial foi intensificada. Segundo a SSP-MA, as equipes seguem em prontidão para retomar ações em locais específicos caso surjam novos indícios.</p>



<p>“O trabalho continua. A Polícia Militar e a Polícia Civil, por meio do inquérito, vão dar vazão às suas atividades. Enquanto isso, buscas localizadas serão feitas ou refeitas de acordo com a necessidade”, afirmou Maurício Martins.</p>



<p>Mesmo com a mudança de estratégia, as buscas no rio Mearim seguem em andamento, e equipes especializadas permanecem mobilizadas para atuar em áreas de mata e lagoas.</p>



<p>Nos primeiros 20 dias de operação, a força-tarefa percorreu mais de 200 quilômetros por terra e por água, incluindo regiões de mata fechada e de difícil acesso. Mais de mil pessoas, entre agentes das forças de segurança estadual e federal e voluntários, participaram das ações. O inquérito é conduzido por uma comissão especial composta por dois delegados de São Luís e uma delegada de Bacabal e já ultrapassa 200 páginas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Depoimento do primo contribui com as investigações</strong></h3>



<p>O primo de 8 anos também ficou desaparecido por cerca de três dias na mata e foi encontrado em 7 de janeiro por carroceiros que passavam pela região. Após 14 dias internado, ele recebeu alta no dia 20, e a Justiça do Maranhão autorizou sua participação nas buscas.</p>



<p>Um dos pontos indicados por ele foi a chamada “casa caída”, onde cães farejadores confirmaram a passagem das crianças. O local fica a cerca de 3,5 km em linha reta da comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, mas, considerando obstáculos naturais como trilhas, lagoas e áreas de mata, o percurso pode chegar a aproximadamente 12 km.</p>



<p>As informações fornecidas ajudaram a reconstruir parte do trajeto feito pelas crianças e a esclarecer o momento em que o grupo teria se separado. O menino relatou que a intenção inicial era ir até um pé de maracujá próximo à casa do pai, mas, para evitar serem vistos por um tio, decidiu seguir por outro trecho da mata.</p>



<p>A partir desse ponto, o grupo teria se perdido. Ele afirmou ainda que não havia nenhum adulto acompanhando o trajeto e que as crianças não encontraram frutas para se alimentar.</p>



<p>Neste sábado (24), o menino retornou ao quilombo São Sebastião dos Pretos, onde vive com a família. Eles, que antes moravam em uma casa simples de barro e madeira, receberam uma nova moradia no povoado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Força-tarefa e uso do Amber Alert</strong></h3>



<p>A força-tarefa que procura pelos irmãos passou a adotar uma estratégia mais direcionada, com foco na investigação policial e no uso de ferramentas que ampliem o alcance das buscas. Entre os recursos utilizados está o protocolo Amber Alert, coordenado pela Polícia Civil do Maranhão.</p>



<p>O sistema emite alertas emergenciais em casos de desaparecimento ou sequestro de crianças, utilizando plataformas como Facebook e Instagram para divulgar informações e imagens das vítimas em um raio de até 200 quilômetros do local do desaparecimento.</p>



<p>Segundo o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, o uso do Amber Alert é considerado fundamental para ampliar a mobilização social. O alerta é ativado por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e permanece visível no feed de usuários da região, com dados como nome, características físicas e contatos para envio de informações. De acordo com o MJSP, o protocolo é acionado de forma excepcional, quando há indícios de risco de morte ou de lesão grave.</p>



<p>Na última semana, houve mudança na estratégia de busca após o depoimento do primo de 8 anos, diante da ausência de vestígios nas áreas inicialmente vasculhadas.</p>
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		<title>Guia inédito mapeia 100 experiências de gastronomia negra em todo o Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/guia-inedito-mapeia-100-experiencias-de-gastronomia-negra-em-todo-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 20:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Black Money]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lan&#231;amento aproveita ano com 10 feriados nacionais; publica&#231;&#227;o resolve lacuna hist&#243;rica de visibilidade Onde comer bem e apoiar o empreendedorismo negro durante as viagens? Essa pergunta, comum entre quem busca consumo consciente, tinha at&#233; agora uma resposta fragmentada. O Guia Black Chef&#8217;s 2026, lan&#231;ado neste domingo (5) pelo Mundo Negro em parceria com o Guia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Lançamento aproveita ano com 10 feriados nacionais; publicação resolve lacuna histórica de visibilidade</em><br></p>



<p>Onde comer bem e apoiar o empreendedorismo negro durante as viagens? Essa pergunta, comum entre quem busca consumo consciente, tinha até agora uma resposta fragmentada. O Guia Black Chef&#8217;s 2026, lançado neste domingo (5) pelo Mundo Negro em parceria com o Guia Black Chef&#8217;s, resolve esse problema com uma curadoria inédita: 100 experiências gastronômicas de empreendedorismo negro em todo o Brasil, organizadas em formato prático e acessível.</p>



<p>&#8220;Pela primeira vez, existe um mapeamento nacional dedicado exclusivamente a isso&#8221;, afirma Silvia Nascimento, coordenadora editorial do guia. &#8220;Não existe um veículo no Brasil com mais credibilidade que o Mundo Negro para lançar um produto como esse, inédito, construído com um trabalho que é resultado de uma marca comprometida em promover a comunidade negra por meio de conteúdo há mais de 20 anos.&#8221;</p>



<p>O lançamento não é por acaso. 2026 começa com 10 feriados nacionais &#8211; incluindo Carnaval, Páscoa e diversos feriados prolongados &#8211; tornando-se um ano ideal para viagens pelo Brasil. O guia chega justamente no momento em que brasileiros começam a planejar seus roteiros.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="793" data-id="95135" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-1024x793.jpeg" alt="" class="wp-image-95135" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-1024x793.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-300x232.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-150x116.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-768x594.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-543x420.jpeg 543w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-696x539.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-1068x827.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv.jpeg 1398w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O problema da invisibilidade</strong></h3>



<p>Estabelecimentos de proprietários negros frequentemente não aparecem em guias gastronômicos tradicionais ou plataformas de turismo. Mesmo com qualidade técnica e proposta diferenciada, faltava visibilidade organizada. &#8220;Cada estabelecimento aqui presente representa uma história de excelência, técnica e paixão que o mercado tradicional não enxerga&#8221;, destaca a publicação.</p>



<p>O Guia Black Chef&#8217;s existe desde 2023 e já apresentou mais de 200 estabelecimentos, consolidando-se como referência no setor. Esta edição reúne o melhor dessa curadoria: das praias do nordeste aos bistrôs do sul, passando por casas de sushi, pizzarias, sorveterias, cafeterias, hamburguerias e refúgios à beira-mar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cinco categorias para facilitar escolhas</strong></h3>



<p>O guia organiza as experiências para atender diferentes momentos: Pé na areia e verão (sabores litorâneos), Comida ancestral (tradições preservadas), Alta gastronomia (técnica apurada), Happy Hour &amp; Burgers (descontração) e Sabores do Mundo &amp; Cafés (sushi, pizzas, sorvetes, cafés autorais).</p>



<p>&#8220;Do sushi artesanal aos pratos de raiz, das sorveterias aos cafés, a diversidade é a essência&#8221;, afirma o guia. Entre os destaques estão o Ú Bistrô em Tibau do Sul (RN), refúgio contemporâneo na Praia da Pipa com vista para o mar; o Velas do Cumbuco no Ceará, onde kitesurf encontra gastronomia; e o Zé Barbudo Lounge em Trancoso (BA), que une o charme da Bahia com drinks e cozinha sofisticada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Formato pensado para quem viaja</strong></h3>



<p>Em 16 páginas com design editorial, o guia facilita decisões rápidas. Um PDF bônus traz Instagram clicável de cada estabelecimento &#8211; basta tocar para acessar cardápio, horários e fazer reservas. &#8220;Nesta edição, convidamos você a descobrir destinos onde a ancestralidade dialoga com a inovação e cada prato conta uma narrativa única&#8221;, apresenta a publicação.</p>



<p>&#8220;O Guia Black Chef&#8217;s é mais novinho, mas já se tornou um projeto referência jornalística em conteúdos afrocentrados de gastronomia&#8221;, completa Silvia Nascimento.</p>



<p>O Guia Black Chef&#8217;s 2026 está disponível por R$ 67. <strong>Assinantes pagantes</strong> da Newsletter Hub Mundo Negro recebem um link exclusivo por e-mail com desconto especial, pagando apenas R$ 47.</p>



<p><strong><a href="https://go.hotmart.com/D103446985N">ACESSE O GUIA AQUI</a></strong></p>



<p><strong>Sobre o Guia Black Chef&#8217;s</strong><strong><br></strong>Criado em 2023, o Guia Black Chef&#8217;s é a principal referência no mapeamento da gastronomia negra brasileira, tendo apresentado mais de 200 estabelecimentos em todo o território nacional.</p>



<p><strong>Sobre o Mundo Negro</strong><strong><br></strong>Há mais de 20 anos, o Mundo Negro é referência em conteúdo sobre cultura, empreendedorismo e representatividade negra no Brasil.</p>
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		<title>Renato Noguera discute letramento afetivo e masculinidades em palestra no Sesc Vila Mariana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 18:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sesc Vila Mariana recebe, no dia 29 de novembro, a palestra &#8220;Letramento Afetivo e Masculinidade&#8221;, conduzida pelo fil&#243;sofo Renato Noguera, um dos principais nomes da filosofia afro-diasp&#243;rica contempor&#226;nea no Brasil. A atividade prop&#245;e uma reflex&#227;o sobre afetividade como pr&#225;tica cotidiana, &#233;tica do cuidado e constru&#231;&#227;o coletiva, em contraste com modelos de masculinidade que valorizam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sesc Vila Mariana recebe, no dia 29 de novembro, a palestra <strong>“Letramento Afetivo e Masculinidade”</strong>, conduzida pelo filósofo <strong>Renato Noguera</strong>, um dos principais nomes da filosofia afro-diaspórica contemporânea no Brasil. A atividade propõe uma reflexão sobre afetividade como prática cotidiana, ética do cuidado e construção coletiva, em contraste com modelos de masculinidade que valorizam distanciamento emocional, negação da vulnerabilidade e rigidez afetiva.</p>



<p>Com vivência familiar como <strong>griot (griô)</strong>, Noguera incorpora à sua atuação intelectual elementos da tradição oral africana. Essa perspectiva aproxima filosofia, ancestralidade e educação, oferecendo ferramentas para pensar afetos a partir de experiências comuns às diásporas africanas. Seu trabalho dialoga com autoras como <strong>bell hooks</strong>, para quem o amor pode assumir função curativa e política, tornando-se força de resistência e instrumento de reconstrução social.</p>



<p>Em debates públicos, Noguera sustenta que o amor não deve ser reduzido ao campo romântico. Para ele, trata-se de <strong>um afeto, um ato e um exercício cotidiano</strong>, capaz de sustentar relações, formar comunidades e reorganizar práticas sociais. Suas reflexões também convidam a observar outras expressões de amor, como o platônico, o comunitário, o afro-diaspórico e o poliamoroso — evitando visões universalizantes que desconsideram contextos culturais e históricos.</p>



<p>Autor de livros que cruzam filosofia, mitologia, literatura, ciência e psicanálise, Noguera reúne em sua obra uma compreensão plural dos afetos. Entre seus títulos estão <strong>Porque amamos: o que os mitos e a filosofia têm a dizer sobre o amor</strong>, <em>Mulheres e deusas: como as divindades e os mitos femininos formaram a mulher atual</em> (2018) e o recente <strong>ABC do amor: o que a poesia e a filosofia têm a dizer sobre os afetos</strong>.</p>



<p>Renato Noguera nasceu no Rio de Janeiro, em 1972. Graduado em Filosofia pela UFRJ, é mestre pela UFSCar e doutor pela UFRJ. Atualmente integra o Departamento de Educação e Sociedade da <strong>Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)</strong>, atuando nos Programas de Pós-Graduação em Filosofia e em Educação (Contemporâneos e Demandas Populares). É pesquisador do <strong>Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Leafro)</strong> e coordena o grupo de pesquisa <strong>Afroperspectivas, Saberes e Infâncias (Afrosin)</strong>, voltado a perspectivas decoloniais e à formação de educadores.</p>



<p>A palestra ocorre no <strong>dia 29 de novembro</strong>, das <strong>16h às 18h</strong>, com <strong>entrada gratuita</strong> e retirada de ingressos uma hora antes, na Central de Atendimento do Sesc Vila Mariana. São <strong>100 vagas disponíveis</strong><a href="https://www.sescsp.org.br/programacao/letramento-afetivo-e-masculinidade/"> (clique aqui)</a>. O evento acontece na Rua Pelotas, 141, Vila Mariana, próximo ao Metrô Ana Rosa. O local conta com estacionamento, paraciclo e estrutura completa para o público.</p>



<p></p>
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		<title>Da Bahia ao Sudão: Festival ‘Ocupa MAB’ reúne as cozinhas da diáspora no Museu Afro Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 19:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>S&#227;o Paulo, novembro de 2025 &#8212; O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, institui&#231;&#227;o da Secretaria da Cultura, Economia e Ind&#250;stria Criativas do Governo do Estado de S&#227;o Paulo, realiza no dia 20 de novembro a quarta edi&#231;&#227;o do Ocupa MAB &#8211; Festival de M&#250;sica e Gastronomia, uma das a&#231;&#245;es centrais da programa&#231;&#227;o do M&#234;s da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>São Paulo, novembro de 2025 — O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, realiza no dia <strong>20 de novembro</strong> a quarta edição do <strong>Ocupa MAB – Festival de Música e Gastronomia</strong>, uma das ações centrais da programação do Mês da Consciência Negra.</p>



<p>Com entrada gratuita, o evento ocupa a marquise do museu, no Parque Ibirapuera, propondo um encontro entre arte, gastronomia e ancestralidade. A iniciativa reafirma o museu como território de memória, criação e resistência, reunindo públicos diversos em uma experiência que mobiliza práticas culturais da diáspora africana.</p>



<p>Criado em 2022, o Ocupa MAB se consolidou como espaço de partilha e celebração coletiva. A edição de 2025 amplia esse escopo ao integrar música, culinária e práticas educativas. A proposta é que o público experimente o museu como território vivo, onde memória e criação se articulam.</p>



<p>Em nota, os produtores culturais <strong>Aline Santos</strong> e <strong>Maurício Monteiro</strong> destacam a importância do festival:<br>“<strong>O IV Festival Ocupa MAB é resistência, mas, acima de tudo, celebração.</strong> Ser mais um espaço em que o museu amplia sua forma de expressão artística e une música e gastronomia negra para celebrar nossa herança cultural é reafirmar nosso compromisso com a arte como instrumento de liberdade. Que neste dia 20, Oxóssi nos inspire a seguir na busca por sabedoria e fartura.”</p>



<p>A programação começa às <strong>10h30</strong>, com a <em>Oficina de RAP: Retomando a Memória e Construindo Imaginários</em>, conduzida por <strong>Gabrelú</strong> e <strong>Killa Bi</strong>, do Núcleo de Educação do Museu. A atividade propõe reflexões sobre memória, identidade e imaginário a partir do rap e da poesia falada.</p>



<p>Ao meio-dia, os artistas realizam uma intervenção coletiva aberta ao público, transformando o espaço em um encontro de expressão e criação compartilhada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Feira gastronômica e sabores da diáspora</strong></h2>



<p>A partir das <strong>11h</strong>, a feira gastronômica toma a marquise, reunindo cozinheiros afro-brasileiros e africanos cujas trajetórias atravessam refúgio, ancestralidade, técnica e memória afetiva.</p>



<p>Participam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sebastian Januário</strong> — especialista em culinária angolana e afrodiaspórica; integrante do Altar – Cozinha Ancestral.</li>



<li><strong>Tabuleiro do Alcides</strong> — tradição baiana do acarajé ancestral.</li>



<li><strong>Cozinha Ocupação 9 de Julho</strong> — projeto do MSTC que reúne moradores e artistas desde 2017 para fortalecer soberania alimentar e economia solidária.</li>



<li><strong>Salsabil Matouk</strong> (Cozinha de Salsabil – Sudão) — chef sudanesa que atua com buffets, feiras e receitas árabes tradicionais.</li>



<li><strong>Elga de Assunção</strong> (Bwala Catering – Angola) — empreendedora que preserva técnicas da culinária angolana.</li>



<li><strong>Sylvie Mutiene</strong> (La Culture Congolaise – República Democrática do Congo) — cozinheira que difunde elementos da cultura congolesa por meio da gastronomia.</li>



<li><strong>Jessica Ebaku</strong> (JK Ventura – Camarões) — cozinheira e ativista que compartilha práticas culinárias de Camarões.</li>



<li><strong>Mohammed Taha</strong> (Safa Comeda Sudanasa – Sudão) — refugiado sudanês que encontrou na gastronomia uma forma de reconstrução cultural no Brasil.</li>
</ul>



<p>As participações evidenciam a amplitude das culinárias afro-brasileiras e africanas, marcadas por técnicas, memórias e afetos que atravessam diferentes territórios da diáspora.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Programação musical</strong></h2>



<p>Durante a tarde, a trilha sonora destaca produções afro-brasileiras contemporâneas, com apresentações de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sista Mari + DJ Pepe</strong></li>



<li><strong>DJ Nicolas Bahia</strong></li>



<li><strong>Nega Duda</strong> e seus tambores</li>



<li><strong>DJ Carol Selecta + Sista Chilli</strong></li>



<li><strong>Preta Batuque</strong> — que encerra a programação em uma grande roda de samba.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>SERVIÇO</strong></h2>



<p><strong>IV Ocupa MAB – Festival de Música e Gastronomia</strong><br><em>Museu Afro Brasil Emanoel Araujo – Marquise do Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, Parque Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Portão 10, São Paulo/SP</em><br><em>20 de novembro de 2025 (quinta-feira)</em><br><em>Das 11h às 19h</em><br><em>Entrada gratuita e acessível</em></p>



<p></p>
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		<title>4ª Conferência ESG Racial reúne principais lideranças do país para debater equidade e sustentabilidade</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/4a-conferencia-esg-racial-reune-principais-liderancas-do-pais-para-debater-equidade-e-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 15:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avan&#231;o da agenda de equidade racial nas empresas brasileiras ganha novo marco com a realiza&#231;&#227;o da 4&#170; Confer&#234;ncia Empresarial ESG Racial, organizada pelo Pacto de Promo&#231;&#227;o da Equidade Racial. Em 2025, o evento acontece de forma descentralizada, com duas programa&#231;&#245;es presenciais: no Museu do Amanh&#227;, no Rio de Janeiro (24/11), e no Teatro S&#233;rgio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O avanço da agenda de equidade racial nas empresas brasileiras ganha novo marco com a realização da 4ª Conferência Empresarial ESG Racial, organizada pelo Pacto de Promoção da Equidade Racial. Em 2025, o evento acontece de forma descentralizada, com duas programações presenciais: no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (24/11), e no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo (26/11).</p>



<p>Com o tema <strong>“Estratégias para a Promoção da Equidade e Sustentabilidade Corporativa”</strong>, a conferência reúne lideranças centrais do debate social e econômico, entre elas <strong>Míriam Leitão</strong>, <strong>Diego Barreto</strong>, <strong>Tarciana Medeiros</strong>, <strong>Helio Santos</strong>, <strong>Ricardo Henriques</strong>, <strong>Grazi Mendes</strong> e <strong>José Alves</strong>, além de executivos de organizações como Bayer, XP, Vivo, Anbima, Brasilcap, Parker, Firjan, BNDES, L’Oréal, Endemol e Caixa Seguridade.</p>



<p>A programação do Rio traz como eixo “Educação e Meio Ambiente como Estratégias para Sustentabilidade”, com aula magna de <strong>Míriam Leitão</strong> e debates sobre educação ambiental, empreendedorismo, crédito, taxonomia sustentável e comunicação como ferramenta de transformação. Participam <strong>Carlos Minc</strong>, <strong>Tainá de Paula</strong>, <strong>Ana Isabel dos Santos</strong> (Bayer), <strong>Fábio Cruz</strong> (XP), <strong>Helen Pedroso</strong> (L’Oréal), <strong>Juliana Bonifácio</strong> (Ateliê Bonifácio) e <strong>Júlio César Maciel Raimundo</strong> (BNDES).</p>



<p>Em São Paulo, a abertura será conduzida por <strong>Diego Barreto</strong> (iFood), seguido do painel “Sustentabilidade Estratégica: Alianças para uma Nova Economia”, com <strong>Marcelo Billi</strong> (Anbima), <strong>Carolina Costa</strong> (Stone), <strong>Thiago Amparo</strong> (FGV) e <strong>Rafael Prudente</strong> (Oriz), sob mediação de <strong>Silvio Trida</strong> (Caixa Seguridade). Outros debates reúnem <strong>Grazi Mendes</strong>, <strong>Milca Silva</strong> (XP), <strong>Lisiane Lemos</strong>, <strong>Tabata Contri</strong> (Talento Incluir) e <strong>Alexandre Kiyohara</strong> (Wellhub).</p>



<p>O encerramento será conduzido por <strong>Tarciana Medeiros</strong>, presidenta do Banco do Brasil, com a palestra “O Legado das Empresas na Construção de um Brasil Sustentável e Justo”. O evento marca ainda o lançamento do estudo <strong>“Juventudes Negras e Empregabilidade”</strong>, desenvolvido com a Fundação Itaú, e a entrega da <strong>Certificação do Índice ESG de Equidade Racial</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Serviço | 4ª Conferência Empresarial ESG Racial</strong></h3>



<p><strong>RIO DE JANEIRO</strong><br>Museu do Amanhã – Praça Mauá, 1 – Centro<br><strong>24 de novembro de 2025</strong>, das 8h às 18h</p>



<p><strong>SÃO PAULO</strong><br>Teatro Sérgio Cardoso – Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista<br><strong>26 de novembro de 2025</strong>, das 8h às 18h</p>



<p><strong><a href="http://Inscrições gratuitas e vagas limitadas:">Inscrições gratuitas e vagas limitadas</a></strong></p>
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		<title>Você é mais do que a pauta racial: como construir presença digital sem se limitar</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/voce-e-mais-do-que-a-pauta-racial-como-construir-presenca-digital-sem-se-limitar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 14:14:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>J&#225; reparou que, mesmo quando voc&#234; n&#227;o fala sobre ra&#231;a, o algoritmo empurra seu conte&#250;do para a &#8220;gaveta da diversidade&#8221;? Pois &#233;. Voc&#234; foi categorizado antes mesmo de se apresentar. E n&#227;o tem nada de errado em resistir, em manter uma linha editorial baseada em suas cren&#231;as e posicionamentos pol&#237;ticos. Muito pelo contr&#225;rio esse tipo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já reparou que, mesmo quando você não fala sobre raça, o algoritmo empurra seu conteúdo para a &#8220;gaveta da diversidade&#8221;?</p>



<p>Pois é. Você foi categorizado antes mesmo de se apresentar.</p>



<p>E não tem nada de errado em resistir, em manter uma linha editorial baseada em suas crenças e posicionamentos políticos. Muito pelo contrário esse tipo de conteúdo educa, democratiza saberes que não aprendemos na escola e amplifica vozes que precisam ser ouvidas.</p>



<p>Mas aqui vai a pergunta que não quer calar: <strong>para além de ser negro, quem você é?</strong></p>



<p>Quais são suas paixões? Seus hobbies? O que você estuda? Como passa seu tempo livre?</p>



<p><strong>Pessoas negras são múltiplas.</strong> E sempre temos algo a dizer para além da nossa cor, que, de qualquer forma, estará presente pela maneira única como vemos o mundo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O algoritmo não é seu inimigo. A falta de clareza narrativa, sim.</strong></h4>



<p>Tentar entender o algoritmo é batalha perdida. Mas respeitar quem você é, o que te faz feliz e produtivo, e fazer disso parte do que você mostra online? Isso é estratégia.</p>



<p>Em tempos em que estamos cansados dos mesmos conteúdos repetitivos, <strong>você pode ser o agente de mudança</strong>. Começando por você mesmo.</p>



<p>Aqui vão três formas de começar agora:</p>



<p><strong>1. Mostre sua rotina (o que você se sentir à vontade em compartilhar)</strong><strong><br></strong> Não precisa ser produção hollywoodiana. Uma foto do seu café, o livro que está lendo, algo lindo que viu na rua. Isso humaniza e cria conexão.</p>



<p><strong>2. Use IA como aliada, não como substituta</strong><strong><br></strong> Ferramentas como Notion e Gemini ajudam a organizar ideias, fazer brainstorming e salvar insights. Não para criar no seu lugar, mas para amplificar sua voz.</p>



<p><strong>3. Crie lembretes afirmativos</strong><strong><br></strong> Frases ou mantras que te lembrem quem você é, especialmente quando o cansaço bater. Porque ele vai bater.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>E se você quer ir além?</strong></h4>



<p>Se esse assunto de posicionamento estratégico, autonarrativa e branding com foco na sua identidade te interessa, estarei dando uma <strong>Masterclass ONLINE sobre o tema no dia 25 de novembro</strong>, às 19h.</p>



<p>Antes de ir direto para ferramentas e técnicas, quero trazer reflexões sobre nossa identidade e cases reais de pessoas da nossa comunidade que estão construindo narrativas poderosas&nbsp; e você pode se ver nelas.</p>



<p><strong>É a última masterclass oficial do Mundo Negro em 2025</strong>, com vagas limitadas para garantir uma experiência de qualidade e interação real.</p>



<p>Se você quer fechar o ano com clareza narrativa e entrar em 2026 nas conversas certas, esse é o momento.</p>



<p><strong>🔗 <a href="https://www.sympla.com.br/evento-online/masterclass-online-autonarrativa-e-branding-pessoal-digital/3215781?_gl=1*uo26v5*_gcl_au*ODk1NzQ4MjQ0LjE3NjEzMTk1ODcuNjI1MDY4NDM4LjE3NjMwMDg1MjkuMTc2MzAwODUyOQ..*_ga*NzE3NzA1OTUuMTc2MTMxOTU4OA..*_ga_KXH10SQTZF*czE3NjMxMjI0MjMkbzE0JGcxJHQxNzYzMTIyNDYyJGoyMSRsMCRoMTQ4ODgxNjU3&amp;share_id=copiarlink">INSCREVA-SE AQUI</a></strong></p>



<p><strong>Investimento:</strong> R$360 à vista ou 3x de R$120 sem juros</p>



<p><strong>Desconto exclusivo:</strong> Membros do Best in Black têm 10% off (cupom na plataforma)</p>



<p></p>
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		<title>Festival ‘Ocupa MAB’ leva música e gastronomia ao Ibirapuera no Dia da Consciência Negra</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/festival-ocupa-mab-leva-musica-e-gastronomia-negra-ao-ibirapuera-no-dia-da-consciencia-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 20:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
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		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo realiza, no dia 20 de novembro, a quarta edi&#231;&#227;o do Ocupa MAB &#8211; Festival de M&#250;sica e Gastronomia, uma das principais atividades do M&#234;s da Consci&#234;ncia Negra. O evento ocupa a marquise do museu, no Parque Ibirapuera, com programa&#231;&#227;o gratuita que celebra a for&#231;a cultural afro-brasileira e africana por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo realiza, no dia <strong>20 de novembro</strong>, a quarta edição do <strong>Ocupa MAB – Festival de Música e Gastronomia</strong>, uma das principais atividades do Mês da Consciência Negra. O evento ocupa a marquise do museu, no Parque Ibirapuera, com programação gratuita que celebra a força cultural afro-brasileira e africana por meio da música, da comida e de experiências coletivas que reforçam o museu como território de memória e criação.</p>



<p>Criado em 2022, o Ocupa MAB se consolidou como um espaço de encontro entre artistas, educadores, chefs e coletivos que ressignificam o parque com ritmo, saberes culinários e partilhas. Em 2025, o festival amplia esse diálogo, reforçando o papel do museu como ambiente vivo de convivência, resistência e imaginação negra. A proposta é transformar o dia 20 em uma celebração aberta, diversa e afetiva, alinhada com a missão do museu de promover consciência, liberdade e futuro.</p>



<p>A programação começa às <strong>10h30</strong>, com a oficina “<strong>RAP: Retomando a Memória e Construindo Imaginários</strong>”, conduzida por <strong>Gabrelú e Killa Bi</strong>, integrantes do Núcleo de Educação do museu. A atividade provoca reflexões sobre identidade, ancestralidade e expressão a partir do rap e da poesia falada, convidando o público para uma experiência de criação coletiva. Ao meio-dia, os artistas realizam uma intervenção que transforma o espaço em encontro de voz, ritmo e palavra.</p>



<p>A partir das <strong>11h</strong>, a gastronomia toma a marquise com chefs afro-brasileiros e africanos que apresentam sabores da diáspora. Entre os participantes estão <strong>Chef Sebastian Januário</strong>, <strong>Tabuleiro do Alcides</strong> e <strong>Cozinha Ocupação 9 de Julho (Brasil)</strong>; <strong>Salsabil Matouk (Sudão)</strong>; <strong>Elga de Assunção (Angola)</strong>; <strong>Sylvie Mutiene (República Democrática do Congo)</strong>; <strong>Jessica Ebaku (Camarões)</strong>; e <strong>Mohammed Taha (Sudão)</strong>. A feira reúne comidas que carregam história, afeto e memória — ressaltando o papel da cozinha negra como arquivo vivo e elo entre continentes.</p>



<p>A trilha sonora do festival acompanha o público durante toda a tarde, destacando a pluralidade da música negra contemporânea. Sobem ao palco <strong>Sista Mari + DJ Pepe</strong>, <strong>DJ Nicolas Bahia</strong>, os tambores potentes de <strong>Nega Duda</strong>, a energia de <strong>DJ Carol Selecta + Sista Chilli</strong> e o encerramento com <strong>Preta Batuque</strong>, que transforma o festival em uma grande roda de samba e convivência. Para os produtores culturais <strong>Aline Santos</strong> e <strong>Maurício Monteiro</strong>, o IV Ocupa MAB representa “celebração, resistência e compromisso com a arte como instrumento de liberdade”.</p>



<p>Com entrada gratuita e programação acessível, o festival reafirma o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo como um dos mais importantes espaços de preservação e difusão das culturas negras no país — um lugar onde memória e futuro caminham juntos.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>SERVIÇO — IV OCUPA MAB</strong></h1>



<p><strong>Data:</strong> 20 de novembro de 2025 (quinta-feira)<br><strong>Horário:</strong> Das 11h às 19h<br><strong>Local:</strong> Marquise do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo<br>Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega — Parque Ibirapuera<br>Av. Pedro Álvares Cabral, s/n — Portão 10 — São Paulo/SP<br><strong>Entrada:</strong> Gratuita e aberta ao público</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></h3>



<p><strong>10h30</strong> — Oficina de RAP <em>Retomando a Memória e Construindo Imaginários</em>, com Gabrelú e Killa Bi (inscrições no site)<br><strong>12h</strong> — Intervenção artística coletiva (resultado da oficina)<br><strong>11h às 19h</strong> — Feira Gastronômica + programação musical</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Atrações musicais:</strong></h3>



<p><strong>11h</strong> — Sista Mari + DJ Pepe<br><strong>13h30</strong> — DJ Nicolas Bahia<br><strong>15h</strong> — Nega Duda<br><strong>16h</strong> — DJ Carol Selecta + Sista Chilli<br><strong>17h30</strong> — Preta Batuque</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mais informações:</strong></h3>



<p>@museuafrobrasil | <a href="http://www.museuafrobrasil.org.br">www.museuafrobrasil.org.br</a></p>
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		<title>Pai aciona a polícia após filha desenhar orixá em atividade escolar</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/94914-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 19:50:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Religiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
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<p>Moradores dos bairros Caxingui e Instituto de Previdência, na zona oeste de São Paulo, se mobilizam após a entrada de quatro policiais militares armados na EMEI Antônio Bento. A ação ocorreu depois que um pai acionou a PM ao ver que sua filha havia desenhado uma orixá durante uma atividade pedagógica sobre culturas afro-brasileiras. O caso provocou reação imediata da comunidade e abriu debate sobre abuso policial, intolerância religiosa e o cumprimento do currículo antirracista nas escolas municipais.</p>



<p>Segundo testemunhas, os policiais chegaram à unidade na quarta-feira (12/11) e abordaram a equipe escolar de maneira hostil. Um dos agentes portava uma metralhadora enquanto questionava professores e funcionários, afirmando que a atividade configuraria “aula de religião africana”. O pai que chamou a polícia teria rasgado o mural onde o desenho estava exposto, mas não foi tratado como autor de uma agressão, e sim como denunciante. Os policiais permaneceram cerca de uma hora dentro da escola.</p>



<p>A atividade que originou o conflito fazia parte da leitura do livro infantil <strong>“Ciranda em Aruanda”</strong>, de Liu Olivina, integrante do acervo oficial da rede municipal. O material apresenta ilustrações e textos sobre orixás e recebeu selo de recomendação da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Após a leitura, as crianças produziram desenhos sobre a história, entre eles o da menina, que representou Iansã, orixá ligada aos ventos e às tempestades. A proposta é plenamente alinhada ao currículo que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas.</p>



<p>Diante da ação policial, moradores organizaram um abaixo-assinado pedindo que a Corregedoria da PM investigue a atuação dos agentes por possível abuso de autoridade e violação dos direitos das crianças. O documento reúne reivindicações por responsabilização do pai, formação sobre diversidade cultural e combate ao racismo religioso, além da defesa pública do trabalho da escola, considerada referência na região. O abaixo-assinado ultrapassou 800 assinaturas em poucas horas.</p>



<p>A Secretaria de Segurança Pública afirmou que os policiais orientaram pai e direção a registrar boletim de ocorrência caso entendessem necessário e que o uso da metralhadora faz parte do equipamento padrão. Já a Secretaria Municipal de Educação esclareceu que a atividade integra o currículo previsto em lei e que o pai recebeu todas as explicações sobre o caráter pedagógico do trabalho. A Corregedoria da PM ainda não informou se abriu investigação sobre a conduta dos agentes.</p>
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		<title>5ª Expo Internacional Dia da Consciência Negra movimenta o CCSP nos dias 19 e 20; entrada gratuita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 15:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura de São Paulo realiza, nos dias <strong>19 e 20 de novembro</strong>, a <strong>5ª Expo Internacional Dia da Consciência Negra</strong>, no <strong>Centro Cultural São Paulo</strong>, das 9h às 21h. Com entrada gratuita, o evento integra a política pública <strong>“São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural”</strong> e tem como tema desta edição o <strong>Afrofuturismo na cidade de São Paulo</strong>, conectando cultura, tecnologia, identidade e políticas públicas que impactam comunidades negras, indígenas e imigrantes.</p>



<p>Organizada por uma articulação de secretarias municipais, a Expo propõe refletir sobre como o Afrofuturismo pode orientar práticas de equidade racial no presente. O conceito, que combina memória, protagonismo e imaginação de futuro, atravessa toda a programação com experiências de afroempreendedorismo, educação antirracista, cultura, ciência e conexões internacionais.</p>



<p>Segundo a organização, o Afrofuturismo funciona como estética e também como ferramenta política: reconstrói identidades, questiona estruturas e aponta futuros não colonizados. A partir desse entendimento, o evento propõe que São Paulo seja um território capaz de unir saberes ancestrais e inovação tecnológica para avançar em diversidade, inclusão e direitos.</p>



<p>Nesta edição, o público receberá um <strong>passaporte</strong> que funciona como guia para circular pelos “portais afrofuturistas” instalados no Centro Cultural São Paulo. Cada portal apresenta uma narrativa que conecta passado, presente e futuro para discutir políticas públicas, equidade racial, cultura e trajetórias de resistência.</p>



<p>Com curadoria das secretarias municipais, a Expo reúne exposições, painéis, vivências, ações voltadas ao afroempreendedorismo e atividades que evidenciam São Paulo como uma cidade comprometida com a construção de um futuro antirracista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Serviço</strong></h3>



<p><strong>5ª Expo Internacional Dia da Consciência Negra</strong><br><strong>19 e 20 de novembro de 2025</strong><br><strong>Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1.000 (Metrô Vergueiro)</strong><br><strong>9h às 21h</strong><br><strong>Entrada gratuita</strong><br><strong>Programação completa</strong> nas redes: <strong>@direitoshumanos.sp</strong></p>
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