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	<title>Arquivos samba - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Jul 2025 18:40:57 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Zé Ketti: o samba que resistiu ao esquecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Rodrigo Fran&#231;a O Brasil, com sua mem&#243;ria seletiva, tem o estranho h&#225;bito de deixar seus maiores nomes, principalmente de negros e negras, em segundo plano. &#201; como se o tempo, aliado a uma l&#243;gica de mercado e de poder, decretasse quem merece ser lembrado e quem ser&#225; empurrado para o rodap&#233; da hist&#243;ria. Quando [&#8230;]</p>
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<p><strong><em>Texto: Rodrigo França</em></strong></p>



<p>O Brasil, com sua memória seletiva, tem o estranho hábito de deixar seus maiores nomes, principalmente de negros e negras, em segundo plano. É como se o tempo, aliado a uma lógica de mercado e de poder, decretasse quem merece ser lembrado e quem será empurrado para o rodapé da história. Quando se trata de <strong>Zé Ketti</strong>, o apagamento não é apenas uma negligência. É quase um projeto.</p>



<p>Zé Ketti não foi apenas um compositor de sambas. Foi cronista do povo, griô suburbano, voz que ressoava dos morros para os salões, das vielas para o mundo. Suas composições traduziam o Brasil real, aquele que muitos insistem em não ver. Em suas letras, morava o protesto, mas também o lirismo; havia denúncia, mas também celebração. Poucos artistas conseguiram traduzir com tanta delicadeza e precisão o cotidiano de uma gente que, tantas vezes, teve sua existência negada.</p>



<p>“Opinião”, uma de suas músicas mais emblemáticas, não é só uma canção. É um manifesto. Um grito de quem sobrevive apesar das dores. De quem canta para não silenciar. De quem ousa existir. Zé Ketti desafiou a lógica da submissão estética e política. E, por isso, não raro, foi silenciado. Talvez por isso seja tão urgente revisitá-lo, honrá-lo e inscrevê-lo no lugar que é seu por direito: o de um dos maiores nomes da música popular brasileira.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-91883" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-2048x1365.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9910-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Caio Cezar</figcaption></figure>



<p>Neste sentido, a montagem em cartaz no <strong>Teatro Ziembinski</strong>, no Rio de Janeiro, não é apenas um espetáculo. É um gesto de justiça. Uma reparação simbólica e cultural. E não se trata de um movimento nostálgico. Trata-se de afirmar, em cena, que a história da música brasileira não pode ser contada sem Zé Ketti.</p>



<p>A escolha de <strong>Leandro Santana</strong> para interpretá-lo é um dos pontos altos dessa homenagem. Leandro não representa Zé Ketti apenas pela semelhança física ou pela boa afinação. Ele o incorpora com uma elegância cênica rara. Há em sua atuação uma entrega sincera, um respeito que se percebe nos detalhes. Sua presença em cena é de quem entende a dimensão política e espiritual da tarefa. Leandro não interpreta Zé Ketti. Ele o convoca. E, juntos, constroem uma ponte entre passado e presente.</p>



<p>Esse encontro entre gerações – o sambista e o ator – é simbólico. Porque Leandro, ao dar corpo e voz ao mestre, afirma que a cultura popular segue viva. E que, mesmo diante de um país que esquece fácil, há quem se dedique a lembrar. A montagem, assim, ganha força não pelo ineditismo da forma, mas pela potência do gesto. O que se vê ali é uma reverência. E reverenciar é um ato político. É a recusa em permitir que Zé Ketti seja mais um nome citado apenas em rodinhas de samba ou em páginas de dicionários musicais. É dizer, alto e bom som, que ele foi, e ainda é, fundamental.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-91884" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-2048x1365.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG_9896-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Caio Cezar</figcaption></figure>



<p>Que esse espetáculo, portanto, sirva como ponto de partida para novas homenagens. Que inspire outras produções, outros artistas, outras gerações. Que as escolas ensinem sobre Zé Ketti. Que os teatros o acolham. Que os meios de comunicação o lembrem não apenas nas efemérides. E que a sua obra, viva e atual, continue a nos atravessar.</p>



<p>Zé Ketti, com sua poesia crua e generosa, segue cantando. E enquanto houver vozes como a de Leandro Santana, <strong>Marcelo Viégas, Clarissa Waldeck, Fernanda Sabot, Negawal, Gustavo Maya e Otavio Cassian</strong> para ecoá-lo, ele não será esquecido. Porque o samba, como dizia ele mesmo, não se aprende no colégio. Se aprende na vida. E Zé Ketti foi mestre da vida. Do Brasil. Da gente que resiste.</p>



<p>* Este texto não é uma crítica teatral, mas sim uma indicação cultural que celebra a importância de Zé Ketti.</p>



<p>&#8212;</p>



<p><strong>Musical &#8220;Zé Ketti, Eu Quero Matar a Saudade!&#8221;</strong></p>



<p>Horário: Terças e quartas &#8211; sempre às 20h &#8211; Todas as quartas com intérprete de libras</p>



<p>Local: Teatro Ziembinski</p>



<p>Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)</p>



<p>Classificação Indicativa: 14 anos</p>



<p>Curta temporada</p>



<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>



<p>Elenco: Leandro Santanna, Marcelo Viégas, Clarissa Waldeck, Fernanda Sabot, Negawal, Gustavo Maya e Otavio Cassiano</p>



<p>Autor: Cadu Caetano</p>



<p>Diretor: Márcio Vieira</p>



<p>Diretora Musical: Beá Ayòóla</p>



<p>Arranjador Musical: Pedro Paulo Jr</p>



<p>Preparação e Arranjo Vocal: Pedro Lima</p>



<p>Coreógrafa, Diretora de Movimento, e Oficineira: Valéria Monã</p>



<p>Figurinista: Wanderley Gomes</p>



<p>Cenógrafa: Cris de Lamare</p>



<p>Iluminador: Pedro Carneiro</p>



<p>Visagistas: Diego Nardes e Nata Di Paula</p>



<p>Assistente de Visagismo: Elaine Martins</p>



<p>Palestrante e Assessoria vida e obra de Zé Ketti: Geisa Ketti</p>



<p>Músicos: Claudia Flauta – Flauta Transversa / Pablo Carvalho – Percussão / Vinicius do Vale – Violão 7 cordas.</p>



<p>Aderecista e assistente de Cenografia: Sillas Pinto</p>



<p>Estagiária de Direção de Movimento e Coreografia: Manuela Brito</p>



<p>Assistente de Direção e Produção: João Felix</p>



<p>Profissional especializado em sensibilização e acessibilidade: Vanessa Andrezza</p>



<p>Designer Gráfico: Emanuel Antunes</p>



<p>Videomaker e Fotógrafo: Caio Cezar</p>



<p>Intérprete de libras: Claudia Chelque</p>



<p>Assessoria de Imprensa: Alessandra Costa</p>



<p>Técnica de Luz: Tâmara Campos</p>



<p>Técnico de Som: Leandro Mattos</p>



<p>Idealizador e Produção Executiva: Leandro Santanna</p>



<p>Coordenação Geral e Financeira: Marcelo Viégas</p>
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		<title>Morre Bira Presidente, fundador do Fundo de Quintal e do Cacique de Ramos, aos 88 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2025 07:43:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O sambista Ubirajara F&#233;lix do Nascimento, conhecido como Bira Presidente, morreu na noite deste s&#225;bado (14), aos 88 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava internado no Hospital Unimed Ferj, na Barra da Tijuca, e enfrentava complica&#231;&#245;es decorrentes de um c&#226;ncer de pr&#243;stata e da doen&#231;a de Alzheimer. A informa&#231;&#227;o foi divulgada por meio de [&#8230;]</p>
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<p>O sambista Ubirajara Félix do Nascimento, conhecido como <strong>Bira Presidente</strong>, morreu na noite deste sábado (14), aos 88 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava internado no Hospital Unimed Ferj, na Barra da Tijuca, e enfrentava complicações decorrentes de um câncer de próstata e da doença de Alzheimer.</p>



<p>A informação foi divulgada por meio de uma nota oficial publicada nas redes sociais do artista.</p>



<p>Figura central na história do samba carioca, Bira foi um dos fundadores do bloco <strong>Cacique de Ramos</strong> e integrou a formação original do grupo <strong>Fundo de Quintal</strong>, que ajudou a renovar a sonoridade das rodas de samba a partir da década de 1980.</p>



<p>Em nota, a assessoria do Cacique de Ramos destacou a importância de Bira para a cultura popular brasileira. “Sua atuação no Cacique de Ramos moldou o bloco e o samba, o Doce Refúgio se tornou um espaço de referência cultural. No Fundo de Quintal, foi o ponto de partida de uma linguagem que redefiniu a roda de samba e inspirou gerações”, diz o comunicado.</p>



<p>Bira deixa duas filhas, Karla Marcelly e Christian Kelly, dois netos, Yan e Brian, e uma bisneta, Lua. As informações sobre o velório e o sepultamento ainda serão divulgadas pela família.</p>
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		<title>Neusa Borges, ícone da TV brasileira, é homenageada em documentário &#8216;Tributo&#8217; da Globo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 14:12:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (16), a segunda temporada do document&#225;rio &#8220;Tributo&#8221; &#8212; projeto original Globoplay e TV Globo &#8212; homenageia a atriz e cantora Neusa Borges com uma roda de samba gravada nos Est&#250;dios Globo, no Rio. A produ&#231;&#227;o celebra os 60 anos de carreira da artista e traz depoimentos de colegas como Xande de Pilares, Lu&#237;s [&#8230;]</p>
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<p>Nesta sexta-feira (16), a segunda temporada do documentário <em>&#8220;Tributo&#8221;</em> — projeto original Globoplay e TV Globo — homenageia a atriz e cantora <strong>Neusa Borges</strong> com uma roda de samba gravada nos Estúdios Globo, no Rio. A produção celebra os 60 anos de carreira da artista e traz depoimentos de colegas como <strong>Xande de Pilares</strong>, <strong>Luís Miranda</strong> e <strong>Dhu Moraes</strong>. O especial vai ao ar após o <em>&#8220;Globo Repórter&#8221;</em>.</p>



<p>&#8220;Quando cheguei na última gravação, não esperava tanto amor. Foi uma surpresa ver fotos dos meus personagens e todo mundo cantando. Levei um susto!&#8221;, afirmou Neusa, de 82 anos, que começou a carreira como cantora e se firmou como atriz após se inspirar em <strong>Léa Garcia</strong> em <em>&#8220;Orfeu Negro&#8221;</em> (1959). O poeta <strong>Vinicius de Moraes</strong>, aliás, foi um dos primeiros a prever seu futuro: disse que ela se tornaria &#8220;uma das maiores atrizes do país&#8221;.</p>



<p>Nascida em Florianópolis e criada no interior de São Paulo,<strong> Neusa Borges</strong> — que hoje vive em Salvador — construiu uma trajetória plural. Na TV Globo, estreou em <em>&#8220;A Escrava Isaura&#8221;</em> (1976) e se destacou em novelas como <em>&#8220;Dancin’ Days&#8221;</em> (1978), <em>&#8220;A Indomada&#8221;</em> (1997) e <em>&#8220;O Clone&#8221;</em> (2001).  &#8220;Ela emociona pela simplicidade, transforma palavras em vida&#8221;, afirma o ator <strong>Luís Miranda</strong>, que a entrevista no especial.</p>



<p>Além da TV, Neusa brilhou no teatro — como no musical <em>&#8220;Hair&#8221;</em> (1969) — e no cinema, onde recentemente ganhou o Kikito de Melhor Atriz Coadjuvante em Gramado por <em>&#8220;Mussum: O Filmis&#8221;</em> (2023).  Premiada pela APCA e aclamada por romper estereótipos, Neusa segue ativa: integra o elenco da série <em>&#8220;Encantado’s&#8221;</em> (2022-2025) e deixa claro seu amor pela profissão: &#8220;Quando fala ‘ação!’, ninguém segura Nega Borges&#8221;.</p>



<p></p>
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		<title>Quando o samba é só festa: o apagamento da ancestralidade negra no pagode e no samba</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/quando-o-samba-e-so-festa-o-apagamento-da-ancestralidade-negra-no-pagode-e-no-samba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2025 08:55:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Luciano Ramos O samba nasceu do corpo negro. Nasceu das dores e da reinven&#231;&#227;o dos afetos de um povo que foi escravizado, perseguido e silenciado. Cada batida do tambor, cada cad&#234;ncia do surdo, cada lamento que virou melodia &#233; heran&#231;a de resist&#234;ncia. O samba &#233; reza. Mas h&#225; quem insista em transformar essa heran&#231;a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em><a href="https://mundonegro.inf.br/negros-nas-universidades-brancos-nos-cargos-quem-bloqueia-a-mobilidade-social/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Texto: Luciano Ramos</a></em></strong></p>



<p>O samba nasceu do corpo negro. Nasceu das dores e da reinvenção dos afetos de um povo que foi escravizado, perseguido e silenciado. Cada batida do tambor, cada cadência do surdo, cada lamento que virou melodia é herança de resistência. O samba é reza. Mas há quem insista em transformar essa herança em apenas entretenimento — esvaziada, embranquecida, despolitizada.</p>



<p>Nos últimos anos, observamos o crescimento de rodas de samba e grupos de pagode frequentados majoritariamente por pessoas brancas, em especial nas grandes cidades brasileiras. A princípio, pode parecer positivo ver o samba e o pagode atravessando fronteiras raciais e ganhando espaço. Mas há uma fronteira que não deveria ser cruzada com desrespeito: o esquecimento da origem.</p>



<p>Quando pessoas brancas consomem o samba como se fosse apenas “música boa para dançar e beber”, sem reconhecer a ancestralidade negra que pulsa em cada acorde, praticam um tipo de apropriação cultural que não é ingênua — é política. É o mesmo mecanismo colonial que esvaziou o axé de seu sentido espiritual, que transformou o jongo em atração turística, que tenta pasteurizar o funk para torná-lo palatável às elites.</p>



<p>Pior: muitas vezes, nesses espaços, pessoas negras não se sentem acolhidas. São vistas como intrusas naquilo que ajudaram a construir. O racismo, aqui, opera com sutileza cruel — não é o da exclusão direta, mas o da expropriação simbólica.</p>



<p>Isso não é sobre impedir pessoas brancas de cantarem ou celebrarem o samba. É sobre o compromisso com a memória, o respeito à origem, a valorização de quem historicamente construiu esse território musical como lugar de afirmação cultural, religiosa, política e afetiva. O samba é resistência. O pagode é afeto preto. E não existe afeto verdadeiro quando há apagamento.</p>



<p>Cantar samba exige escuta. Dançar pagode exige reverência. Participar desses espaços demanda consciência de que eles foram — e ainda são — territórios de luta negra.</p>



<p>Se queremos um Brasil onde a cultura una, ela precisa, antes, reconhecer as raízes de onde veio. E o samba, meus amigos, não nasceu em Ipanema.</p>
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		<title>IZA retorna como rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense e celebra em feijoada na quadra</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/iza-retorna-como-rainha-de-bateria-da-imperatriz-leopoldinense-e-celebra-em-feijoada-na-quadra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 14:10:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cantora IZA est&#225; de volta ao posto de rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense. O an&#250;ncio foi feito pela escola de samba na &#250;ltima sexta-feira (18), e a artista celebrou o retorno durante a feijoada de S&#227;o Jorge na quadra da agremia&#231;&#227;o, em Ramos, zona norte do Rio de Janeiro, na quarta-feira (23). Em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A cantora <strong>IZA</strong> está de volta ao posto de rainha de bateria da <strong>Imperatriz Leopoldinense</strong>. O anúncio foi feito pela escola de samba na última sexta-feira (18), e a artista celebrou o retorno durante a feijoada de São Jorge na quadra da agremiação, em Ramos, zona norte do Rio de Janeiro, na quarta-feira (23).</p>



<p>Em publicação nas redes sociais, a verde e branco saudou a volta de IZA: &#8220;A história continua! Que alegria ter você novamente no posto de Rainha de Bateria da<strong> Imperatriz Leopoldinense</strong>. Que seja um lindo reinado @iza 💚 Aqui é a sua casa!&#8221;. A cantora, que já ocupou o cargo entre 2020 e 2022, marcou presença no evento com um look prateado e o cabelo solto no estilo black power, esbanjando simpatia ao posar com integrantes da escola.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DImtcD6un6C/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DImtcD6un6C/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DImtcD6un6C/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por IZA (@iza)</a></p></div></blockquote>
<script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script>



<p>Em suas redes, <strong>IZA</strong> compartilhou a emoção do retorno: &#8220;Samba. Carnaval. Zona Norte. Zona da Leopoldina. Imperatriz. Essas palavras sempre fizeram parte da minha história e da minha essência. Nunca deixei de carregar comigo esse sentimento de pertencimento. Por mais que a vida acabe me levando para outros caminhos, nenhum lugar se compara ao nosso lar. E, depois de um tempo distante fisicamente, chegou a hora de voltar&#8221;. O retorno à escola marca um novo momento na vida da artista, que se tornou mãe há seis meses. </p>



<p>Além da feijoada, <strong>IZA </strong>participou da entrega de ovos de Páscoa da agremiação no sábado (19), um dia após o anúncio oficial. A cantora, conhecida por hits como <em>&#8220;Pesadão&#8221;</em> e <em>&#8220;Fé&#8221;</em>, deverá desfilar no Carnaval 2025. Na quarta-feira (23), ela ainda prestigiou o show de <strong>Belo</strong> na quadra da escola. <em>&#8220;Aqui ela está em casa&#8221;</em>, destacou a legenda de uma publicação da Imperatriz sobre o evento.</p>
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		<title>Leci Brandão celebra 80 anos e cinco décadas de samba em programa especial da TV Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 16:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trajet&#243;ria art&#237;stica e pessoal de Leci Brand&#227;o ser&#225; celebrada em grande estilo no pr&#243;ximo domingo (22), &#224;s 13h, no programa Samba na Gamboa, da TV Brasil. Comandada por Teresa Cristina, a edi&#231;&#227;o in&#233;dita homenageia os 80 anos de vida e as cinco d&#233;cadas de carreira de uma das vozes mais emblem&#225;ticas do samba brasileiro. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A trajetória artística e pessoal de <strong>Leci Brandão</strong> será celebrada em grande estilo no próximo domingo (22), às 13h, no programa <em>Samba na Gamboa</em>, da TV Brasil. Comandada por <strong>Teresa Cristina</strong>, a edição inédita homenageia os 80 anos de vida e as cinco décadas de carreira de uma das vozes mais emblemáticas do samba brasileiro.</p>



<p>Durante a atração, as duas sambistas compartilham memórias, interpretações marcantes e reflexões sobre a música e o legado de Leci. <strong>Teresa Cristina</strong> ressalta a convivência da homenageada, ainda jovem, com ícones como <strong>Cartola </strong>e <strong>Dona Ivone Lara</strong>. Primeira mulher a integrar a ala de compositores da Mangueira, Leci também se destacou por gravar suas próprias composições, muitas delas com forte teor social.</p>



<p>“Procurei fazer da arte uma forma de defender as pessoas, independente da pauta que fosse”, afirma Leci durante o programa. A sambista relembra que enfrentou desafios ao abordar temas como negritude, desigualdade social, intolerância religiosa e diversidade sexual em suas letras, especialmente durante o período da ditadura militar. “Mesmo tendo ficado alguns anos fora de gravadoras e da mídia por causa disso, nasci pra cumprir essa missão com verdade”, completa.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="652" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/12/TV-Brasil-Samba-na-Gamboa-Leci-Brandao-04-Credito-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil-2--1024x652.jpg" alt="" class="wp-image-86636" style="width:744px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/12/TV-Brasil-Samba-na-Gamboa-Leci-Brandao-04-Credito-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil-2--1024x652.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/12/TV-Brasil-Samba-na-Gamboa-Leci-Brandao-04-Credito-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil-2--300x191.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/12/TV-Brasil-Samba-na-Gamboa-Leci-Brandao-04-Credito-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil-2--150x96.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/12/TV-Brasil-Samba-na-Gamboa-Leci-Brandao-04-Credito-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil-2--768x489.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/12/TV-Brasil-Samba-na-Gamboa-Leci-Brandao-04-Credito-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil-2--659x420.jpg 659w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/12/TV-Brasil-Samba-na-Gamboa-Leci-Brandao-04-Credito-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil-2--696x443.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/12/TV-Brasil-Samba-na-Gamboa-Leci-Brandao-04-Credito-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil-2--1068x680.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/12/TV-Brasil-Samba-na-Gamboa-Leci-Brandao-04-Credito-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil-2-.jpg 1118w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil</figcaption></figure>
</div>


<p>No repertório da homenagem, Leci interpreta sucessos que marcaram sua carreira, como “Zé do Caroço”, “Isso é Fundo de Quintal” e “Antes que eu volte a ser nada”. Juntas, ela e Teresa Cristina também cantam clássicos do samba, como “Corra e Olhe o Céu”, de Cartola e Dalmo Castello, e “Papai vadiou”, de Rody e Gaspar do Jacarezinho.</p>



<p>A edição celebra não apenas a música, mas também o papel de Leci como defensora das causas sociais e voz de resistência. “Samba é mais que música, é história e luta”, resume <strong>Teresa Cristina</strong> durante o programa.</p>



<p>O <em>Samba na Gamboa</em> faz parte da programação especial da TV Brasil em homenagem à cultura popular e reforça o protagonismo de artistas que, como Leci, transformaram o samba em instrumento de transformação social.</p>
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		<title>Fazem de tudo para silenciar a batucada dos nossos tantãs</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/fazem-de-tudo-para-silenciar-a-batucada-dos-nossos-tantas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 12:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[história negra]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criminaliza&#231;&#227;o de sambistas no Brasil &#233; uma manifesta&#231;&#227;o hist&#243;rica de um controle&#160; penal&#160; racializado&#160; que&#160; marginalizou&#160; pr&#225;ticas&#160; culturais&#160; afro-brasileiras. Surgido das tradi&#231;&#245;es trazidas por africanos escravizados, o ritmo origin&#225;rio do Lundu&#160; (ou&#160; Lundum),&#160; rotulado&#160; genericamente&#160; como&#160; &#8220;batuques&#8221;,&#160; identificados sobretudo nas dan&#231;asdeumbigada,o samba se tornou alvo de repress&#227;o sistem&#225;tica em um contexto p&#243;s-aboli&#231;&#227;o. Com a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A criminalização de sambistas no Brasil é uma manifestação histórica de um controle&nbsp; penal&nbsp; racializado&nbsp; que&nbsp; marginalizou&nbsp; práticas&nbsp; culturais&nbsp; afro-brasileiras. Surgido das tradições trazidas por africanos escravizados, o ritmo originário do Lundu&nbsp; (ou&nbsp; Lundum),&nbsp; rotulado&nbsp; genericamente&nbsp; como&nbsp; “batuques”,&nbsp; identificados sobretudo nas <em>danças</em><em>de</em><em>umbigada,</em>o samba se tornou alvo de repressão sistemática em um contexto pós-abolição. Com a abolição formal da escravização em 1888, essas pessoas, antes privadas de liberdade, foram empurradas para a exclusão social e política, enquanto suas expressões culturais que já eram rotuladas como ameaças à ordem e criminalizadas, passaram a ser ainda mais reprimidas.</p>



<p>A regulamentação social e penal do final do século XIX foi desenhada para estigmatizar e controlar práticas culturais que emergiam de comunidades negras. O Código Penal de 1890, por exemplo, tratava as rodas de samba como atividades ilegais,&nbsp; frequentemente&nbsp; associando-as&nbsp; a&nbsp; &#8220;vadiagem&#8221;&nbsp; e&nbsp; desordem&nbsp; pública. Autoridades policiais interrompiam eventos culturais e prendiam seus participantes sob a justificativa de manter a ordem pública e proteger os &#8220;bons costumes&#8221;. A justificativa para a repressão era profundamente influenciada por preconceitos sociais e visões de mundo que consideravam essas manifestações como inferiores ou incompatíveis com a ideia de progresso.</p>



<p>O samba não foi o único alvo desse processo. Ele compartilhou esse estigma com outras práticas afro-brasileiras, como o candomblé e a capoeira. Todas foram perseguidas e reprimidas porque eram classificadas como “africanismos” e formas de resistência cultural e social por uma população que continuava enfrentando marginalização e privação de dignidade. A repressão às manifestações culturais negras era um reflexo do medo de que essas práticas alimentassem movimentos de coesão e resistência entre comunidades afro-brasileiras.</p>



<p>No início do século XX, apesar da repressão, o samba encontrou espaço para se desenvolver nos centros urbanos, especialmente no Rio de Janeiro. Ele se transformou em uma das formas mais emblemáticas de resistência cultural. O</p>



<p>gênero&nbsp; musical&nbsp; cresceu&nbsp; nas&nbsp; periferias,&nbsp; nos cortiços e nas festas populares,</p>



<p>conquistando progressivamente maior visibilidade. No entanto, a aceitação do samba não ocorreu sem tensões.</p>



<p>Durante a Era Vargas, na década de 1930, na missão de construir um projeto de Brasil “moderno e civilizado”, o governo brasileiro começou a institucionalizar o samba como um símbolo da <em>identidade</em><em>nacional</em>. Esse reconhecimento veio com um preço: para ser aceito pela “elite”, o samba passou por um processo de adaptação e embranquecimento, perdendo parte de seus elementos originais que carregavam as marcas das tradições afro-brasileiras.</p>



<p>Neste cenário nasceu o <em>samba-exaltação</em><em><sup>1</sup></em>, expressando o grande potencial do Estado Novo em impor seu projeto ideológico ao conjunto da sociedade, através de letras que vangloriavam a vida regrada e cultuavam o trabalho (em nítida oposição à figura do malandro até então exaltada nos sambas).</p>



<p>Esse processo de assimilação resultou em uma coexistência paradoxal: o samba foi exaltado como patrimônio cultural brasileiro enquanto muitas das suas raízes e seus praticantes originais permaneceram sob criminalização. Embora o samba tenha alcançado o <em>status</em>de ícone cultural da <em>brasilidade</em>, ele nunca se desvinculou completamente das memórias de repressão que marcaram suas origens. Essa trajetória de exclusão, resistência e aceitação condicionada se repete com outras manifestações culturais contemporâneas, como o <em>funk</em>, que enfrentam preconceitos semelhantes por sua ligação com comunidades periféricas e majoritariamente negras.</p>



<p>O histórico de criminalização do samba é um capítulo emblemático de como o Brasil&nbsp; lida&nbsp; com&nbsp; suas&nbsp; identidades&nbsp; culturais&nbsp; marginalizadas.&nbsp; Embora&nbsp; hoje&nbsp; seja celebrado como patrimônio cultural, o samba carrega em suas melodias e versos a memória de uma longa luta por dignidade e respeito. Essa trajetória de exclusão e resistência evidencia como o controle penal atua sobre manifestações que desafiam as normas impostas, mas também como a cultura negra, em sua essência, persiste e se reinventa, resistindo aos esforços de silenciamento.</p>



<p><sup>1</sup> A maior expressão deste período é o samba “Aquarela do Brasil”, composto em 1939 por Ary Barroso.</p>



<p>O samba sobreviveu à repressão porque é, acima de tudo, uma expressão de identidade e resistência das comunidades que o criaram, moldaram e carregaram consigo ao longo do tempo.</p>



<p><em>Samba, a gente não perde o prazer de cantar…</em></p>



<p><strong>Ana</strong><strong>&nbsp; </strong><strong>Luíza</strong><strong>&nbsp; </strong><strong>Ọ̀pátórọ́bi</strong><strong>&nbsp; </strong><strong>Teixeira</strong><strong>&nbsp; </strong><strong>Nazário</strong>.&nbsp; Advogada.&nbsp; Mestre&nbsp; em&nbsp; Direitos Fundamentais&nbsp; e&nbsp; Justiça&nbsp; (UFBA).&nbsp; Especialista&nbsp; em&nbsp; Ciências Penais (PUCRS).</p>



<p>Coordenadora de Projetos Acadêmicos do JusRacial.</p>
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		<title>Império Serrano é celebrado em show gratuito no IMS Paulista com Dona Leda e clássicos do samba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 08:30:02 +0000</pubDate>
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<p>Neste domingo, 1, às 15h, o Instituto Moreira Salles (IMS) Paulista será palco de um espetáculo gratuito em homenagem aos 77 anos do Grêmio Recreativo Escola de Samba Império Serrano, uma das agremiações mais icônicas do carnaval brasileiro. O evento, que integra as comemorações pelo Dia Nacional do Samba, celebrado em 2 de dezembro, é promovido pelo coletivo cultural Glória ao Samba.</p>



<p>O show contará com a participação especial de <strong>Ledahí Nascimento</strong>, a <strong>Dona Leda</strong>, 91, figura histórica do samba carioca e uma das guardiãs da memória do Império Serrano. Filha de Tia Eulália, uma das fundadoras da escola, <strong>Dona Leda </strong>é reconhecida por seu papel na recuperação de sambas inéditos que serão apresentados no espetáculo. O repertório inclui clássicos como <em>“Voltei à Serra Querida”</em> (Mano Décio), <em>“Me Abandonaste”</em> (Mestre Fuleiro e Dona Ivone Lara) e <em>“A Lei do Morro”</em> (Silas de Oliveira e Mestre Fuleiro), entre outras composições que marcaram a trajetória da escola.</p>



<p>Fundado em 1947 por dissidentes da extinta Escola de Samba Prazer da Serrinha, o Império Serrano se consolidou como um dos pilares da cultura popular brasileira. Entre seus fundadores e integrantes históricos estão nomes como Mano Décio da Viola, Silas de Oliveira, Dona Ivone Lara e Aniceto Menezes.</p>



<p>Além do show, o evento no IMS Paulista marcará o relançamento de <em>Império Serrano – Primeiro Decênio (1947/1956)</em> e o lançamento inédito de sua continuação, <em>Império Serrano – Do Timbó à Carmen Miranda (1957-1972)</em>, ambos escritos pelo folclorista Francisco de Vasconcellos. As obras, consideradas referências na bibliografia do samba, traçam um panorama detalhado dos primeiros 25 anos da escola. Publicado originalmente em 1991 com uma tiragem limitada, o primeiro volume é hoje uma raridade. A nova edição, junto ao segundo volume inédito, foi idealizada e custeada pelo Glória ao Samba, que se dedica à preservação da memória do samba tradicional.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>1º de dezembro (domingo), às 15h<br>Térreo | IMS Paulista<br>150 lugares em pé + 30 lugares sentados (público preferencial)<br>Entrada gratuita. Classificação livre.<br>Evento com interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais)</p>



<p>IMS Paulista<br>Avenida Paulista, 2424. São Paulo<br></p>
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		<title>Duas décadas de tambores e ancestralidade: Ilú Obá de Min comemora 20 anos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/duas-decadas-de-tambores-e-ancestralidade-ilu-oba-de-min-comemora-20-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 15:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[Religiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
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		<category><![CDATA[axé]]></category>
		<category><![CDATA[Celebração]]></category>
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<p>No mês de novembro, o <strong>Bloco Afro Ilú Obá de Min</strong> celebra seus 20 anos com dois eventos especiais, nos dias <strong>9 e 14</strong>. O primeiro acontece no dia 9 de novembro, na Casa Natura Musical (São Paulo), com um grande espetáculo dirigido por Beth Beli e Mafalda Pequenino. A celebração destaca a importância das mulheres negras na trajetória do bloco e na cultura brasileira, com performances que resgatam ritmos e tradições afro-diaspóricas, além de uma apresentação especial de Nega Duda, que abrirá a noite com o show &#8220;Samba de Roda Nega Duda&#8221;. A programação inicia às 21h.</p>



<p>Já no dia 14 de novembro, o Ilú Obá de Min promove a atividade educativa &#8220;Ilú na Mesa&#8221;, com foco na saúde da população negra. O evento, que faz parte das comemorações dos 20 anos, será realizado na Ação Educativa, às 19h, com entrada gratuita. A proposta é criar um espaço de diálogo sobre as vivências da população negra, fortalecendo o ecossistema cultural e promovendo novas perspectivas para o futuro.</p>



<p>Beth Beli, uma das fundadoras do bloco, reflete sobre os 20 anos do Ilú Obá de Min, destacando o papel do grupo na valorização das narrativas negras e na resistência cultural. Ela ressalta a importância de revisitar as histórias das ancestrais para construir novas trajetórias. O bloco, composto por cerca de 400 mulheres negras, une arte, cultura e educação em sua missão de promover a valorização das tradições afro-brasileiras.</p>



<p>Em preparação para o Carnaval de 2025, o bloco traz o enredo &#8220;Girlei Luiza Miranda &#8211; Tambores Sempre Tambores&#8221;, em homenagem à cantora e percussionista Girlei Miranda, uma das fundadoras do Ilú Obá de Min. O desfile, programado para os dias 28 de fevereiro e 2 de março, celebra a cultura do samba e denuncia o genocídio da população negra, reafirmando a valorização das matrizes africanas e a resistência dos corpos negros, frequentemente invisibilizados pela sociedade.</p>



<p>Há 19 anos, o Ilú Obá de Min abre o carnaval de rua de São Paulo, reunindo um coletivo de bateria e corpo de dança que reforça a relevância das mulheres negras na cultura brasileira.</p>



<p><strong>Serviço:</strong></p>



<p><strong>Show Ilú 20 anos</strong><br>Data: Sábado (09), às <strong>21h</strong><br><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/99348/d/282930">Ingressos:  De R$25 a R$150</a> <br>Local: Casa Natura Musical<br>Endereço: Rua Artur de Azevedo, 2134 &#8211; Pinheiros </p>



<p><strong>Ilú na Mesa &#8211; Grátis</strong></p>



<p>Data: Quinta (14), às <strong>19h</strong><br>Ingressos &#8211; Grátis <br>Local: Ação Educativa<br>Endereço: Rua General Jardim, 660 &#8211; Vila Buarque </p>
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		<title>Niquinho, o Bandolim de Ouro, ganha álbum póstumo após 19 anos de pesquisa</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/niquinho-o-bandolim-de-ouro-ganha-album-postumo-apos-19-anos-de-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Bandolim de Ouro do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Choro]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última sexta-feira (18), o lançamento de <strong><em>Niquinho, Bandolim de Ouro do Brasil</em></strong> marcou a concretização de um projeto que levou 19 anos para se materializar. Idealizado pelo bandolinista e cavaquinista Agnaldo Luz, o álbum celebra a vida e a obra de Amaury Nunes, conhecido como Niquinho, um bandolinista carioca de grande talento, porém pouco reconhecido pelo público em geral.</p>



<p>O disco, que traz 13 faixas, foi disponibilizado gratuitamente em todas as plataformas digitais no dia 18 de outubro, enquanto a apresentação ao vivo ocorre amanhã (20) no Centro Cultural Vila Itororó, em São Paulo, de forma gratuita, às 11h. O projeto é resultado de uma extensa pesquisa conduzida por Agnaldo Luz, que mergulhou na obra de Niquinho ao longo de quase duas décadas.</p>



<p>Durante esse período, Luz contou com o apoio de familiares e amigos próximos do bandolinista, incluindo sua esposa, Dona Cenira, que contribuiu com partituras inéditas que compõem o álbum. Entre as 13 faixas do disco, 12 são composições de Niquinho, e uma é inédita, criada pelo próprio Agnaldo Luz. O repertório inclui tanto regravações de obras clássicas do músico quanto quatro faixas inéditas, preservadas até então e cedidas exclusivamente para o projeto.</p>



<p>Natural do Rio de Janeiro, Niquinho teve uma participação ativa no movimento do choro carioca, destacando-se como instrumentista e compositor. Mesmo sem o devido reconhecimento durante sua vida, o artista fez parte de gravações históricas e colaborou com grandes nomes da música brasileira, como Carlos José, Silvio Caldas, Candeia, Roberto Ribeiro e o Grupo Fundo de Quintal. Além do choro, sua produção artística abrange uma diversidade de gêneros, incluindo samba, bolero, xote, forró e balada, com canções gravadas por nomes de peso como Elis Regina, Clara Nunes, Roberto Carlos e Elza Soares.</p>
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