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	<title>Arquivos Ribeirão Preto - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Após caso de racismo, USP alega &#8220;falta de tempo&#8221; para análise e mantém agressora na mesma sala que aluna negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:41:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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<p>Um caso de racismo na USP (Universidade de São Paulo) ganhou um novo desdobramento nesta semana. Após a denúncia feita por Priscila Motta da Rocha Antônio, estudante de Nutrição do campus de Ribeirão Preto, viralizar em dezembro de 2025, a universidade agora alega &#8220;falta de tempo&#8221; para aplicar medidas protetivas, obrigando a vítima a frequentar o mesmo espaço que sua agressora.</p>



<p>Junto ao Coletivo Negro da USP-RP, a cientista social Jéss Machado expôs a negligência da instituição com o caso. A vítima está afastada das aulas desde o ano passado por não possuir condições psicológicas de frequentar o mesmo ambiente que a aluna que lhe proferiu insultos por ser negra e cotista.</p>



<p>&#8220;Em março a gente tem muita demanda. Quando a gente tiver um tempo, a gente resolve&#8221;, seria a resposta enviada pelo Conselho de Direitos Humanos da USP por e-mail. Para Jéss, a falta de agilidade já declara um posicionamento da instituição: &#8220;Enquanto vocês demoram, vocês estão sendo coniventes com o racismo&#8221;.</p>



<p>&#8220;A gente fez a denúncia em setembro, foi ter uma resposta da USP em outubro, com a mediação de conflitos. Depois não teve mais nada, só depois que a gente fez uma denúncia pública. E eu estou vindo aqui novamente para pressionar publicamente a USP, para que eles entendam de uma vez por todas que a gente está falando de racismo, isso é urgente&#8221;, ressaltou.</p>



<p>&#8220;Não tem aula, não tem demanda de evento, recepção de calouros que seja mais urgente do que a vida de uma pessoa preta. A vida de uma pessoa preta é urgente e é direito dela estar nesse ambiente&#8221;, completou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Relembre o caso</strong> </h3>



<p>Priscila, de 21 anos, passou a ser alvo de perseguições e piadas racistas assim que a agressora descobriu que a aluna ingressou na universidade pelo sistema de cotas. O caso, que inclui agressão física com uma chave e deboches constantes, foi levado às instâncias oficiais da universidade ainda em 2025. Na época, a USP ofereceu apenas uma &#8220;mediação de conflitos&#8221;.</p>



<p>&#8220;Teve um episódio que a gente foi estudar na biblioteca, ela me acertou no braço com uma chave e tinha machucado muito. Eu reclamei, tive que insistir muito para ela pedir desculpa, ela pediu desculpa de uma forma super debochada. Teve um caso que ela falou que eu ia casar com um artista famoso preto, porque ele também era cotista&#8221;, contou a vítima em entrevista à EPTV no ano passado.</p>



<p>Em dezembro do ano passado, Priscila relatou que está fazendo uso de medicação antidepressiva e expressou o desejo de retomar sua vida acadêmica em 2026, mas está sendo forçada a conviver com a agressora.</p>
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		<title>Vídeo da PM com cruz em chamas e gestos semelhantes aos da KKK gera investigação e críticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 16:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[BAEP]]></category>
		<category><![CDATA[Cruz]]></category>
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		<category><![CDATA[Interior de São Paulo]]></category>
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<p>A Polícia Militar de São Paulo abriu investigação sobre um vídeo publicado pelo 9º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) de São José do Rio Preto (interior de SP) em que agentes aparecem fazendo gestos semelhantes aos de grupos supremacistas, como a Ku Klux Klan, diante de uma cruz em chamas. O material, divulgado no Instagram da unidade na terça-feira (15/4), foi removido após críticas.</p>



<p>Nas imagens, ao menos 14 PMs erguem os braços à altura dos ombros — movimento associado a rituais nazistas e da KKK — enquanto uma cruz queima ao fundo, com sinalizadores vermelhos e a sigla &#8220;Baep&#8221; destacada. A trilha sonora e o tom do vídeo remetem a produções de grupos extremistas.</p>



<p>Em nota, a PM afirmou que o vídeo foi gravado durante o encerramento de um treinamento noturno e tinha como objetivo &#8220;representar simbolicamente a superação de limites físicos e psicológicos&#8221;. A corporação negou qualquer intenção de associar o conteúdo a ideologias racistas ou políticas falando sobre &#8220;a possibilidade de interpretações distorcidas&#8221; e afirmou que as circunstâncias estão sendo apuradas. O Ministério Público de São Paulo foi acionado e o caso foi encaminhado a um promotor de Justiça Criminal. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) emitiu comunicado reforçando que a PM &#8220;repudia toda manifestação de intolerância&#8221; e que responsáveis por eventuais desvios serão punidos.</p>



<p>A deputada federal <strong>Erika Hilton</strong> entrou com um ofício para &#8220;exigir explicações da corregedoria da PM, do Governador Tarcísio de Freitas e do Secretario de Segurança Pública Guilherme Derrite&#8221;.</p>



<p><strong>Histórico da KKK</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-89512" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-1024x576.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-300x169.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-150x84.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-768x432.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-747x420.jpeg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-696x392.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-1068x601.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Ku Klux Klan, fundada nos EUA em 1865, promoveu ataques violentos contra negros, judeus e defensores de direitos civis. A cruz em chamas, presente no vídeo do Baep, é um de seus símbolos históricos.</p>
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