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	<title>Arquivos Rede Record - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>#RecordRacista: Emissora evangélica associa Beyoncé à &#8220;bruxaria&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/recordracista-emissora-evangelica-associa-beyonce-a-bruxaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rakeche Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 16:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[beyoncé]]></category>
		<category><![CDATA[Black is King]]></category>
		<category><![CDATA[record]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Record]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma mat&#233;ria do programa religioso intitulado &#8216;Fala que eu te escuto&#8217;, emitido pela emissora Record, foi mostrado uma reportagem que fala sobre casos de pr&#225;ticas sobrenaturais destinadas a &#8220;fazer mal para as pessoas&#8221;, na qual mostra cenas do clipe &#8220;black is king&#8221; como exemplo. Na reportagem, mostrada pela emissora nesta quarta-feira (6), &#233; falado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em uma matéria do programa religioso intitulado ‘Fala que eu te escuto’, emitido pela emissora Record, foi mostrado uma reportagem que fala sobre casos de práticas sobrenaturais destinadas a “fazer mal para as pessoas”, na qual mostra cenas do clipe “black is king” como exemplo.</p>



<p>Na reportagem, mostrada pela emissora nesta quarta-feira (6), é falado sobre o caso da ex-baterista de Beyoncé, Kimberly Thompson, que ao sair da banda, falou aos jornalistas que a cantora praticava “magia negra”.</p>



<p>A reportagem mostrava ainda, diversas cenas do mais novo clipe de Beyoncé, com o fundo escurecido e músicas ‘macabras’ de fundo. &nbsp;</p>



<p>A matéria produzida incomodou muitas pessoas diante das redes sociais, que subiram imediatamente uma hashtag no twitter na qual falava que a emissora estava sendo racista ao fazer associação das cenas da cantora com magia negra.</p>



<p>O que os fãs apontam são as escolha das partes de&nbsp;Beyoncé&nbsp;para ilustrar a reportagem, com cenas que remetem à religiões de matriz africana, que comumente são alvos de preconceito e classificadas como bruxaria e magia negra, um termo também problemático por si só, por usar o termo &#8220;negra&#8221; como associação de algo negativo.</p>
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		<title>André e Drika Marinho disputam Power Couple Brasil e podem levar até R$ 1 milhão</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/andre-e-drika-marinho-disputam-power-couple-brasil-e-podem-levar-ate-r-1-milhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 20:44:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[andré marinho]]></category>
		<category><![CDATA[casal preto]]></category>
		<category><![CDATA[drika marinho]]></category>
		<category><![CDATA[negros na TV]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[power couple]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Record]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sua quarta edi&#231;&#227;o, o Power Couple Brasil, da Rede Record,&#160;13 casais disputam um pr&#234;mio que pode superar o valor de R$ 1 milh&#227;o. &#201; necess&#225;rio que marido e esposa confiem um no outro, pois devem realizar apostas de at&#233; R$ 40 mil e caso tudo seja cumprido de forma correta, ficam com esse dinheiro, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua quarta edição, o <strong>Power Couple Brasil</strong>, da <strong>Rede Record</strong>, 13 casais disputam um prêmio que pode superar o valor de R$ 1 milhão. É necessário que marido e esposa confiem um no outro, pois devem realizar apostas de até R$ 40 mil e caso tudo seja cumprido de forma correta, ficam com esse dinheiro, que será acumulado até a final da temporada e o valor total será o prêmio do casal vencedor. Entre eles, está o <strong>André Marinho</strong> e <strong>Adriana Marinho</strong>.</p>
<p>André é cantor, compositor e apresentador, ficou bastante conhecido após fazer parte do grupo <strong>Br&#8217;oz</strong>. Ao longo dos seus quase 41 anos coleciona diversas participações na TV e atualmente segue com o programa<em> Acesso Livre</em>, que apresenta desde 2012 e é exibido online. Casado com Adriana, também conhecida como Drika, possuem dois filhos, <strong>Lucas</strong> e <strong>Luna</strong>.</p>
<p>Drika é atriz, bailarina e fotografa. Carioca, ela cresceu no mundo artístico e trabalhou com vários artistas viajando, fazendo o que mais gosta, segundo ela, dançar! Após o nascimento do seu primeiro filho, o gosto pela fotografia infantil aumentou e ela decidiu tratar isso como trabalho. Em seu site, ela conta que já atua na área há seis anos.</p>
<p>&#8220;<em>A criança tem um olhar puro, natural, espontâneo e é isso que define meu trabalho: a espontaneidade! Minha especialidade são os ensaios temáticos e lúdicos com os bebês. A fotografia é uma lembrança que ficará para vida toda, o bebê irá crescer e essa recordação ficará para sempre</em>&#8220;.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11805" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2019/05/power-1.jpg" alt="" width="374" height="560" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/05/power-1.jpg 854w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/05/power-1-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/05/power-1-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/05/power-1-768x1151.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/05/power-1-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/05/power-1-696x1043.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/05/power-1-280x420.jpg 280w" sizes="(max-width: 374px) 100vw, 374px" /></p>
<p>Na disputa, quem acumular o pior saldo financeiro do período, vai para a DR da semana e corre o risco de sair da competição e também quem perder a prova dos casais. Segundo o diretor do programa, Rodrigo Carelli, as tarefas são surpreendentes. “<em>Elas serão maiores. E os desafios envolvendo os casais serão sempre gravados fora do campo de provas, em locações externas</em>”.</p>
<p>Acompanhe a rotina do casal na disputa através das redes sociais: https://www.facebook.com/drikadior e https://www.facebook.com/andremarinhooficial2.</p>
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		<item>
		<title>Nega: da zona oeste do Rio para a final do The Four Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/nega-da-zona-oeste-do-rio-para-a-final-do-the-four-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 14:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[nega de Four Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Record]]></category>
		<category><![CDATA[the four brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rodrigo Souza, jornalista Foto: Edu Garcia A final do programa The Four Brasil vai ao ar nessa quarta-feira, 27, &#224;s 22h30, na Record TV. A competi&#231;&#227;o musical &#233; de origem israelense e chegou ao Brasil h&#225; dois meses.&#160; Como o pr&#243;prio nome indica, a cada epis&#243;dio quatro finalistas precisam batalhar com os desafiantes para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Rodrigo Souza, jornalista</strong></em><br />
<em><strong>Foto: Edu Garcia</strong></em></p>
<p>A final do programa <strong>The Four Brasil</strong> vai ao ar nessa <a href="http://airmail.calendar/2019-03-27%2012:00:00%20BRT">quarta-feira</a>, 27, <a href="http://airmail.calendar/2019-03-25%2022:30:00%20BRT">às 22h30</a>, na <strong>Record TV.</strong> A competição musical é de origem israelense e chegou ao Brasil há dois meses.  Como o próprio nome indica, a cada episódio quatro finalistas precisam batalhar com os desafiantes para permanecerem em suas cadeiras.</p>
<p>O <strong>The Four</strong> não é o primeiro e provavelmente não será o último “talent show” mundial importado por uma emissora brasileira. Nesses formatos, é muito fácil perceber a grande quantidade de competidores brasileiros “americanizados”, que tentam atingir o mais próximo da imagem de um artista internacional interpretando canções em língua estrangeira.</p>
<p>Entre os inúmeros competidores que passaram pelo <strong>The Four Brasil,</strong> precisamos destacar a representatividade de <strong>NEGA</strong>, cantora carioca, de 24 anos, que desde a sua primeira participação vem majestosamente defendendo a Música Popular Brasileira e nadando contra a maré.</p>
<p>Influenciada pelo samba e fã declarada de Elis Regina, logo na sua primeira apresentação no programa, NEGA encantou os jurados ao cantar “O Mundo é Um Moinho” de Cartola, mas foi com “Dona de Mim” da Iza, que a carioca conquistou a sua cadeira no programa. A apresentação foi publicada pela própria Iza no Twitter</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Nossa!! Arrasou demais! ❤️ <a href="https://twitter.com/hashtag/TheFourBrasil?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#TheFourBrasil</a> <a href="https://t.co/Yxqz7NFzIX">pic.twitter.com/Yxqz7NFzIX</a></p>
<p>&mdash; IZA (@IzaReal) <a href="https://twitter.com/IzaReal/status/1098420401468854273?ref_src=twsrc%5Etfw">February 21, 2019</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Desde então, NEGA só cresceu no programa. Ela cantou “Alô Alô Marciano”, composição de Rita Lee, que ficou conhecida na voz da saudosa Elis, mas foi ao som de “Canto das Três Raças” de Clara Nunes, que NEGA levou para o palco a “dor” do povo  negro ao longo da história, sendo considerada pelos jurados a sua  melhor performance na competição. O cantor Thiaguinho elogiou a cantora por meio de um comentário no Instagram.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/Bu_fONPBCmC/</p>
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		<item>
		<title>Justiça condena Record e emissora terá de transmitir quatro programas sobre religiões de matriz africana</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/justica-condena-record-e-emissora-tera-de-transmitir-quatro-programas-sobre-religioes-de-matriz-africana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 00:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Record]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s condena&#231;&#227;o por veicular agress&#245;es a religi&#245;es de origem africana, a TV Record e a Record News firmaram acordo encerrando uma briga judicial que se prolongava h&#225; 15 anos. O trato foi assinado no Tribunal Regional Federal da 3&#170; Regi&#227;o (TRF3) e a Record News ter&#225; de dar direito de resposta em quatro programas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após condenação por veicular agressões a religiões de origem africana, a <strong>TV Record </strong>e a<strong> Record News </strong>firmaram acordo encerrando uma briga judicial que se prolongava há 15 anos. O trato foi assinado no <strong>Tribunal Regional Federal da 3ª Região</strong> (TRF3) e a Record News terá de dar direito de resposta em quatro programas de televisão com duração de 20 minutos cada. <br><br>Três programas serão educativos sobre as religiões afro-brasileiras e um terá conteúdo documental sobre a própria <strong>Ação Civil Pública</strong> que levou à condenação. As transmissões deverão priorizar conteúdos informativos e culturais que abordem aspectos como origem, tradições, organização, rituais e outros elementos.</p>



<p>A emissora de televisão terá de arcar com todos os gastos e deve pagar R$ 300 mil de indenização para o <strong>Instituto Nacional de Tradição  e Cultura Afro-Brasileira</strong> (Itecab) e o mesmo valor à Centro de Estudos das <strong>Relações de Trabalho e da Desigualdade</strong> (Ceert), totalizando R$ 600 mil. Os órgãos serão responsáveis pela concepção e produção dos programas. Os vídeos deverão ser aprovados pelos canais do Grupo Record e serão transmitidos três vezes.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Record é condenada a exibir programas de religiões de matriz africana em horário nobre</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ppopulacoes-de-matrizes-africanas-vencem-por-unanimidade-acao-contra-rede-record/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2018 12:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[afrô]]></category>
		<category><![CDATA[candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Record]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
		<category><![CDATA[TRF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto M&#225;rcia Torres Ag&#234;ncia de Not&#237;cias Uniceub * Depois de 14 anos de batalha judicial, a Rede Record de Televis&#227;o perdeu um recurso na Justi&#231;a Federal de S&#227;o Paulo e ser&#225; obrigada a exibir 16 programas na TV em hor&#225;rio nobre feitos por entidade ligada a religi&#245;es de matriz africana. A emissora ainda tem direito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto <strong>Márcia Torres</strong></em><br />
<em>Agência de Notícias Uniceub *</em></p>
<p>Depois de 14 anos de batalha judicial, a Rede Record de Televisão perdeu um recurso na Justiça Federal de São Paulo e será obrigada a exibir 16 programas na TV em horário nobre feitos por entidade ligada a religiões de matriz africana. A emissora ainda tem direito de recorrer em tribunais superiores. Consultada, a Record, por intermédio da assessoria de imprensa, informou que não comentaria o resultado judicial.</p>
<p>A decisão veio por unanimidade na 9º Turma Recursal do Tribunal Regional Federal de São Paulo, na última quinta (5 de abril). O processo movido pelo Ministério Público Federal atendeu a uma ação de 2004 da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo, juntamente com o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e da Desigualdade (CEERT) e pelo Instituto Nacional de Tradição e Cultura Afro Brasileira (Intercab).</p>
<p><figure id="attachment_8275" aria-describedby="caption-attachment-8275" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-8275 size-full" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2018/04/02.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2018/04/02.jpg 640w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2018/04/02-150x113.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2018/04/02-300x225.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2018/04/02-80x60.jpg 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2018/04/02-265x198.jpg 265w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2018/04/02-560x420.jpg 560w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-8275" class="wp-caption-text">Foto: Claudia Alexandre</figcaption></figure></p>
<p><a href="http://www.agenciadenoticias.uniceub.br/wp-content/uploads/2018/04/MemoriaisRecord4abr18.pdf">&lt;&lt; Confira documento do processo</a></p>
<p>Os autores alegaram na ação que as religiões afro-brasileiras “vêm sofrendo constantes agressões” em programas veiculados na Record. A Constituição Federal proíbe a demonização de religiões por adeptos de outras crenças. Os autores citaram ofensas veiculadas no programa “Mistérios”, no quadro “Sessão de descarrego” e ainda no livro “Orixás, Caboclos e Guias, Deuses ou Demônios”, de Edir Macedo.</p>
<p>Na prática, foi mantida a decisão de primeira instância, que já havia determinado a transmissão de programas de uma hora e que devem ser gravados dentro do estúdio da própria emissora. O juiz determinou que serão 16 programas veiculados durante 16 dias seguidos no horário nobre com três chamadas diárias. E com a gravação dos programas nos estúdios na própria emissora em São Paulo.</p>
<p><strong>Poder</strong></p>
<p>Em discurso no tribunal, a desembargadora Diva Malerbi ressaltou que a Record é uma empresa detentora de um serviço público, conforme a Lei de Radiodifusão. “Vocês têm serviço público e não é possível que usem esse poder para ofender outras religiões”, destacou. Confira um trecho de seu posicionamento a respeito da decisão judicial:</p>
<p>Segundo o advogado das entidades que representam as religiões de matrizes africanas, Hedio Silva, o Código Brasileiro de Telecomunicações prevê a figura do abuso da liberdade da Radio Difusão. “Você não pode utilizar a radiodifusão para propagar o ódio, a intolerância, a discriminação. Incitar brasileiros a atacarem outros brasileiros em função da sua crença ou em função da sua descrença”.</p>
<p>O advogado defende que os serviços de comunicação e de radiodifusão têm finalidade pública e devem respeitar a Constituição Federal e o Código Brasileiro de Telecomunicações que preveem função educativa e informativa.</p>
<p>“A ideia é usar os programas para propagar a ideia de que numa democracia como o Brasil, numa sociedade que é um verdadeiro amalgama, uma rica geografia de identidade culturais que tem cerca de confissões ou de dois mil de entidades religiosas, 10% dos brasileiros se declaram ateus”, explicou o advogado.</p>
<p><em>* Matéria publicada originalmente no site da Agência Uniceub</em></p>
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