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	<title>Arquivos quilombo - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos quilombo - Mundo Negro</title>
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		<title>‘Quilombo’: a história de Ganga Zumba, Zumbi, Dandara e o poder da fé na luta contra a escravidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 17:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo especial para o Novembro Negro e Dia do Cinema Brasileiro, celebrado em 5 de novembro, recordei do filme &#8216;Quilombo&#8217; (1984), estrelado por grandes estrelas como Antonio Pitanga, Tony Tornado, Grande Otelo, Zez&#233; Motta e Antonio Pompeo, exibido no Festival de Cannes e premiado no XXIV Festival de Cinema de Cartagena. Dirigido por Cac&#225; [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo especial para o <strong>Novembro Negro</strong> e<strong> Dia do Cinema Brasileiro</strong>, celebrado em 5 de novembro, recordei do filme<strong> ‘Quilombo’</strong> (1984), estrelado por grandes estrelas como<strong> <a href="https://mundonegro.inf.br/males-filme-de-antonio-pitanga-sobre-o-levante-contra-a-escravidao-no-brasil-estreia-hoje-nos-cinemas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Antonio Pitanga</a>, Tony Tornado, Grande Otelo, Zezé Motta e Antonio Pompeo</strong>, exibido no Festival de Cannes e premiado no XXIV Festival de Cinema de Cartagena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dirigido por Cacá Diegues, um dos importantes nomes do movimento Cinema Novo, e baseado nos livros <strong>‘Ganga Zumba’ </strong>e <strong>‘Palmares’,</strong> o filme se passa em meados de 1650, quando um grupo de pessoas escravizadas se rebela em um engenho de Pernambuco e segue em direção ao <strong>Quilombo dos Palmares</strong> em busca da liberdade, junto aos ex-escravizados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles está <strong>Ganga Zumba </strong>(Tony Tornado), príncipe africano e futuro líder do quilombo, que se torna padrinho de <strong>Zumbi </strong>(Antonio Pompeo). Anos depois, Zumbi se tornará símbolo da luta pela liberdade ao confrontar as ideias conciliatórias de seu padrinho e liderar Palmares contra o maior exército já mobilizado na história colonial do Brasil, ao lado da sua companheira <strong>Dandara </strong>(Zezé Motta).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="538" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1024x538.png" alt="" class="wp-image-94632" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1024x538.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-300x158.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-150x79.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-768x403.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-800x420.png 800w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-696x365.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1068x561.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tony Tornado em &#8216;Quilombo&#8217; (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O filme ‘Quilombo’ retrata os nossos heróis negros que lutaram pela liberdade, perseveram a cultura e a disciplina com os rituais religiosos. Se na sociedade atual nos desanimarmos com o racismo e as desigualdades, a gente pode assistir esse filme para nos conectarmos com os nossos ancestrais de forma cinematográfica para compreender como a fé aos orixás foi importante na luta contra a escravidão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário manter uma disciplina, respirar e ouvir seus orixás, que lhe ajudarão a compreender os verdadeiros aliados em uma luta. Não é uma tarefa fácil, mas é o que mantém o nosso povo de pé até hoje. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A trilha sonora também é outro marco do longa de produção brasileira-francesa, composto e gravado na voz do majestoso <strong>Gilberto Gil</strong>. Lançado em 1984, o LP <strong>‘Bande Originale du Film Quilombo’</strong> foi lançado inicialmente na Europa e depois distribuído no Brasil, se tornando um registro simbólico da resistência negra e da ancestralidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme está disponível no YouTube e o álbum está disponível nas plataformas de streaming. Viva Ganga Zumba! Viva Zumbi! Viva Dandara!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="Ilh0cPBpduU"><iframe title="Filme Quilombo (1984)" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/Ilh0cPBpduU?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Dos pitdogs de Goiânia ao Gercina Bar e Ubuntu Gastronomia: a trajetória do chef Luís Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 17:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De adolescente trabalhando em lanchonetes e pitdogs &#8211; estabelecimentos de comida r&#225;pida populares &#8211; em Goi&#226;nia a protagonista da gastronomia regional, o chef Lu&#237;s Paulo Saraiva dos Anjos Cortez tem se destacado com sua cozinha, que une ancestralidade, t&#233;cnica e cultura alimentar. Nascido em S&#227;o Lu&#237;s do Maranh&#227;o e com ra&#237;zes quilombolas, ele mant&#233;m vivas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">De adolescente trabalhando em lanchonetes e pitdogs &#8211; estabelecimentos de comida rápida populares &#8211; em Goiânia a protagonista da gastronomia regional, o <strong>chef Luís Paulo Saraiva dos Anjos Cortez</strong> tem se destacado com sua cozinha, que une ancestralidade, técnica e cultura alimentar. Nascido em São Luís do Maranhão e com raízes quilombolas, ele mantém vivas as tradições da região que moldaram sua trajetória na infância, além de valorizar os sabores e saberes do Cerrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luís é proprietário do <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/o-sommelier-de-cachaca-que-conquistou-a-coquetelaria-nacional-com-o-drink-galo-do-cerrado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gercina Bar</a></strong>, em Goiânia, espaço que celebra a cozinha regional com técnica e ancestralidade, e coordena a <strong>Ubuntu Gastronomia</strong>, iniciativa que leva educação alimentar e valorização cultural a comunidades quilombolas e periferias, como na Comunidade Quilombola Ana Laura, em Piracanjuba.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-94136" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-1024x768.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-300x225.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-150x113.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-768x576.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-1536x1152.jpeg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-560x420.jpeg 560w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-80x60.jpeg 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-696x522.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-1068x801.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57-265x198.jpeg 265w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.09.57.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Acredito que a gastronomia é uma ponte entre mundos e que comidas de verdade contam histórias reais. Meu trabalho é sobre isso: alimentar com propósito, com técnica e com respeito às raízes”, disse o chef Luís em entrevista ao <strong>Mundo Negro</strong> e <strong>Guia Black Chefs</strong>, que também atua como consultor na gestão de negócios em alimentos e bebidas para bares e restaurantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua cozinha é marcada por ingredientes típicos das regiões que o inspiram, como peixe assado, quiabo, maxixe, bacuri, buriti e pratos feitos com farinha d’água ou cuscuz de milho. “A fusão entre o popular e o sofisticado me define: pratos que respeitam a cultura alimentar das tradições, comunidades e periferias — onde está o povo que produz o próprio alimento ou cozinha para outras pessoas —, mas que também podem brilhar em outros espaços e carregar discussões importantes sobre a origem dos alimentos”, afirma o chef.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.52.56-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-94138" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.52.56-1024x576.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.52.56-300x169.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.52.56-150x84.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.52.56-768x432.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.52.56-747x420.jpeg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.52.56-696x392.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.52.56-1068x601.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.52.56.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Trajetória na cozinha</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória de Luís Paulo na cozinha profissional começou quando ele chegou em Goiânia aos 14 anos e, aos 16, iniciou no Pitdog Pelicanos, no Parque Acalanto. Ainda no ensino médio, conciliava estudo e cursos técnicos de culinária com o trabalho. Ao atingir a maioridade, retornou a São Luís do Maranhão e ingressou no Restaurante Escola do Senac, onde realizou diversos cursos profissionalizantes, abrindo caminho para atuar em grandes e renomados restaurantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua referência na cozinha começou dentro de casa. &#8220;Minha maior inspiração veio da minha mãe, <strong>Dona Josinete</strong>, que sempre sonhou em se formar em gastronomia — sonho que ela realizou em 2024 —, e do meu pai, <strong>Ocy Araújo Cortez</strong>, que sempre esteve envolvido com serviços comunitários. Minha mãe tem origem quilombola e meu pai sempre atuou em ações sociais, ambos são maranhenses&#8221;, disse. &#8220;Eles são minha base e continuam sendo minha maior motivação, tanto nos negócios quanto nos projetos comunitários.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="744" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-744x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-94137" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-744x1024.jpeg 744w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-218x300.jpeg 218w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-109x150.jpeg 109w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-768x1057.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-305x420.jpeg 305w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-150x206.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-300x413.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-696x958.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00-1068x1469.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-07.10.00.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Desde cedo, ele se encantou com a alimentação e as técnicas tradicionais: “Quando criança, costumava ficar ao lado dos fogareiros de barro observando os cozidões, refogados e as casas de farinha. Essa memória é minha paixão e minha base. Acredito que a cozinha brasileira é moldada a partir dessas raízes — a cozinha dos interiores dos &#8216;Brasis&#8217;, especialmente do Norte e Nordeste.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Luís, sua identidade racial está diretamente ligada à sua trajetória na cozinha. &#8220;A ancestralidade da minha mãe e o trabalho comunitário do meu pai moldaram minha visão de mundo. A gastronomia, para mim, é uma ferramenta de transformação cultural, social e financeira. Alimentar é também contar histórias, preservar memórias e honrar lutas.&#8221;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jovem quilombola cria sorvete vegano à base de mandioca para preservar cultura alimentar</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/jovem-quilombola-cria-sorvete-vegano-a-base-de-mandioca-para-preservar-cultura-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 21:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um sorvete feito &#224; base de mandioca, sem conservantes ou ingredientes industrializados une tradi&#231;&#227;o quilombola e inova&#231;&#227;o gastron&#244;mica. Criado por Jo&#233;lho Caetano, morador do quilombo de Concei&#231;&#227;o dos Caetanos, no munic&#237;pio de Tururu localizado a 107 km de Fortaleza, no Cear&#225;, o &#8220;Sorvete Farinhada&#8221; leva uma cobertura de farofa doce com coco, rapadura e manteiga [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um sorvete feito à base de mandioca, sem conservantes ou ingredientes industrializados une tradição quilombola e inovação gastronômica. Criado por<strong> Joélho Caetano, </strong>morador do quilombo de Conceição dos Caetanos, no município de Tururu localizado a 107 km de Fortaleza, no Ceará, o <strong>&#8220;Sorvete Farinhada&#8221;</strong> leva uma cobertura de farofa doce com coco, rapadura e manteiga de garrafa, ingredientes típicos da cultura local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao criar a sobremesa, o gastrólogo também buscou valorizar as práticas alimentares características de sua comunidade. A inspiração veio das casas de farinha do quilombo, onde a mandioca é processada artesanalmente para virar farinha, goma para tapioca e outros derivados. Joélho cresceu vendo a mãe, <strong>Medina Caetano</strong>, e a avó, <strong>Maria Caetano de Oliveira</strong>, trabalharem nesses espaços e se inspirou nas duas para se aprofundar na área de gastronomia. A ideia de fazer sorvetes surgiu aos 15 anos, após sua primeira visita a uma sorveteria em Fortaleza. &#8220;Fiquei encantado e quis levar essa experiência para o quilombo&#8221;, conta. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a mãe, ele abriu a <strong>Caetanos Sabores</strong>, uma pequena sorveteria caseira que, aos poucos, ganhou clientes, mas com o tempo, sentiu que precisava fazer algo além dos sabores tradicionais. A oportunidade veio quando Joélho ingressou na Escola de Gastronomia Social, onde desenvolveu o projeto com mentoria do gastrólogo <strong>Bruno Modolo </strong>e apoio da <strong>Bellucci Gelateria</strong>, de Fortaleza. O desafio foi criar um sorvete que usasse a mandioca como base, substituindo aditivos industrializados: &#8220;Usamos as fibras da mandioca no lugar de emulsificantes, deixando o sorvete mais natural&#8221;, explica. Para dar sabor, acrescentou a farofa doce, feita com ingredientes tradicionais. &#8220;É uma combinação que remete à infância, à farinha com rapadura que a gente comia&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>‘Cozinhando Histórias’: espetáculo idealizado pela chef Deni Correa celebra a gastronomia e a cultura quilombola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 17:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[chef Deni Correa]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinhando Histórias]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O espetáculo<strong> “Cozinhando Histórias”,</strong> idealizado pela<strong> chef de cozinha e griot Deni Correa</strong>, será apresentado nos dias 20 e 21 de junho, às 10h e 16h, no Centro Cultural Casa de Vó, em Chapada dos Guimarães (MT). A proposta une culinária, contação de histórias e música em uma experiência cênica e sensorial que celebra os saberes da comunidade preta local, com ênfase nos descendentes do <strong>Quilombo Lagoinha de Baixo</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Filha de <strong>Vó Chica </strong>— parteira e benzedeira falecida aos 108 anos e reconhecida como patrimônio imaterial de Mato Grosso — Deni Correa transforma receitas, memórias e histórias em dramaturgia. A ideia é criar conexões entre o público e as tradições afro-brasileiras por meio da comida, da palavra e da ancestralidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As artistas chapadenses <strong>Paula Biul</strong> e <strong>Jenifer Costa</strong> assinam a dramaturgia e atuam como contadoras de histórias. Amigas desde a infância, as duas iniciaram suas trajetórias artísticas lado a lado e agora se reencontram no palco com esse projeto, reafirmando os laços entre irmandade, memória coletiva e arte preta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de criação durou seis meses e envolveu pesquisa, laboratórios e ensaios, culminando em <strong>quatro apresentações gratuitas</strong> que combinam contação de histórias, cozinha ao vivo e música. Todas as sessões acontecem no Centro Cultural Casa de Vó.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo o espetáculo contará com <strong>tradução simultânea em Libras</strong>, realizada pelas próprias contadoras de histórias. Os <strong>ingressos gratuitos</strong> estarão disponíveis a partir do dia <strong>10 de junho</strong> na plataforma Sympla. Mais informações podem ser acompanhadas pelos perfis no Instagram: <a href="https://instagram.com/denicorrea_" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>@denicorrea_</strong></a> e <a href="https://instagram.com/casadevocentrocultural" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>@casadevocentrocultural</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do espetáculo, o projeto também realiza a oficina <strong>“Cozinhando Sonhos”</strong>, voltada para estudantes, educadores e profissionais da educação. Inspirada na tradição dos griots africanos, a atividade propõe reflexões sobre letramento racial, valorização da oralidade e práticas pedagógicas antirracistas. A oficina será realizada em uma escola da periferia de Chapada dos Guimarães e oferecerá 20 vagas, com prioridade para pessoas pretas, LGBTQIAPN+ e PCDs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Toda a trajetória será registrada no documentário <strong>“Cozinhando Histórias, Panela Preta”</strong>, que acompanha os bastidores do projeto e os relatos coletados ao longo das ações, ampliando a preservação e a visibilidade da cultura alimentar e afetiva da comunidade preta local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto “Cozinhando Histórias” foi contemplado pelo edital <strong>“Identidades”</strong>, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel).</p>
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		<title>STF reverte absolvição de acusado de esconder armas do caso de assassinato de Mãe Bernadete</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 13:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou a legalidade das provas obtidas na investiga&#231;&#227;o do assassinato da l&#237;der quilombola Maria Bernadete Pac&#237;fico Moreira, conhecida como M&#227;e Bernadete, e restabeleceu a condena&#231;&#227;o de Carlos Concei&#231;&#227;o Santiago por posse irregular de arma de fogo. A decis&#227;o, proferida pela ministra C&#225;rmen L&#250;cia, acolheu recurso do Minist&#233;rio P&#250;blico da Bahia [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou a legalidade das provas obtidas na investigação do assassinato da líder quilombola <strong>Maria Bernadete Pacífico Moreira</strong>, conhecida como <strong>Mãe Bernadete</strong>, e restabeleceu a condenação de <strong>Carlos Conceição Santiago </strong>por posse irregular de arma de fogo. A decisão, proferida pela ministra <strong>Cármen Lúcia</strong>, acolheu recurso do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e anulou o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que havia absolvido Santiago por considerar ilegais as provas colhidas sem mandado judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso, que ganhou repercussão nacional pela brutalidade do crime e seu impacto na luta pelos direitos quilombolas, remonta à investigação do homicídio de <strong>Mãe Bernadete</strong>. Durante as diligências, a polícia prendeu <strong>Arielson da Conceição dos Santos</strong>, suspeito de envolvimento no crime. Em depoimento, Arielson indicou que as armas usadas no assassinato estavam escondidas na oficina de <strong>Carlos Conceição Santiago</strong>. A busca no local resultou na apreensão do armamento, que, segundo laudo pericial, foi efetivamente utilizado no crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa de Santiago argumentou que a entrada no imóvel sem mandado judicial violava a inviolabilidade de domicílio, prevista na Constituição. O STJ acatou o argumento e anulou as provas, absolvendo o réu. O MP-BA, no entanto, recorreu ao STF, sustentando que a ação policial estava amparada pelo Tema 280 da Repercussão Geral, que permite buscas sem mandado em casos de crime permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua decisão, a ministra <strong>Cármen Lúcia</strong> destacou que os agentes agiram com base em informações diretas sobre a ocultação das armas e que a diligência foi essencial para elucidar o homicídio. Ela ressaltou ainda que Santiago confessou a posse do armamento e que a perícia confirmou o uso das armas no crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A busca foi devidamente fundamentada, diante da possibilidade de continuidade delitiva e da ocultação de provas&#8221;, afirmou a ministra. Com a decisão, o STF não apenas revalidou a condenação de Santiago como reforçou o entendimento de que a entrada policial sem mandado é legítima quando há indícios concretos de crime em andamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/lider-quilombola-mae-bernadete-e-brutalmente-assassinada-a-tiros-em-terreiro-baiano/">Relembre o caso</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite de 17 de agosto de 2023, Maria Bernadete Pacífico, líder da Comunidade Remanescente de Quilombo Pitanga de Palmares, em Simões Filho, foi assassinada com 25 tiros em seu terreiro. A ação foi realizada por bandidos armados que invadiram o local, amarraram pessoas e executaram Mãe Bernadete.&nbsp;Em depoimento à polícia, uma residente do quilombo disse que&nbsp; ao chegar ao terreiro, ouviu os disparos e se abrigou em um veículo nas proximidades. A quantidade exata de pessoas que estavam na propriedade durante o ataque ainda não foi divulgada. Mãe Bernadete era também mãe de Flavio Gabriel Pacífico dos Santos, conhecido como &#8216;Binho do Quilombo&#8217;, vítima fatal de um assassinato em 2017, ocorrido dentro de seu carro, nas proximidades da Escola Centro Comunitário Nova Esperança, situada em Pitanga dos Palmares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro do mesmo ano, três homens suspeitos de envolvimento no assassinato da líder quilombola, foram presos. Os homens tiveram diferentes participações na morte de mãe Bernadete. Um dos suspeitos seria o executor do crime, o outro é apontado como responsável por guardar as armas usadas na execução da ialorixá, além de ter sido preso por porte ilegal de arma de fogo e o terceiro suspeito teria feito a receptação dos celulares da vítima e de seus familiares durante a ação criminosa. Dias antes, duas pistolas, com munições e três carregadores, dois deles estendidos, que teriam sido utilizadas no crime foram localizadas em uma oficina mecânica na comunidade de Pitanga dos Palmares, na zona rural de Simões Filho, mesma localizado onde fica o quilombo em que morava a ialorixá. O mecânico foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho de 2024, mais um suspeito de envolvimento na morte da líder quilombola foi detido na Bahia. Ydney Carlos dos Santos, conhecido como &#8220;Café&#8221;, foi preso no dia 24 de julho no bairro de Stella Maris, em Salvador. Ele é o quarto suspeito a ser preso por participação no crime, sendo acusado de colaborar na execução da líder comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações indicaram que Ydney Carlos dos Santos atuava como assistente direto de Marílio dos Santos, acusado de ser o mandante do crime. Ydney teria participado do planejamento do assassinato de Mãe Bernadete. Além disso, Josevan Dionisio dos Santos é apontado como um dos executores imediato do crime.</p>
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		<item>
		<title>Corte Interamericana condena Brasil a pagar R$ 23 milhões por violações a quilombolas de Alcântara, no Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 14:15:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) condenou o Estado brasileiro a pagar uma indeniza&#231;&#227;o de US$ 4 milh&#245;es (cerca de R$ 23 milh&#245;es) por viola&#231;&#245;es aos direitos humanos de 171 comunidades quilombolas de Alc&#226;ntara, no Maranh&#227;o, impactadas pela constru&#231;&#227;o e opera&#231;&#227;o do Centro de Lan&#231;amento de Alc&#226;ntara (CLA), base espacial administrada pela For&#231;a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) condenou o Estado brasileiro a pagar uma indenização de US$ 4 milhões (cerca de R$ 23 milhões) por violações aos direitos humanos de 171 comunidades quilombolas de Alcântara, no Maranhão, impactadas pela construção e operação do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), base espacial administrada pela Força Aérea Brasileira. A sentença, notificada no dia 13 de março, também determina a titulação de 78.105 hectares de terras tradicionalmente ocupadas pelos quilombolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da Corte IDH, órgão vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA), reconhece que o Estado brasileiro violou os direitos à propriedade coletiva, à livre circulação, à consulta prévia, à alimentação adequada, à moradia e à educação, entre outros, das comunidades quilombolas de Alcântara. O município, que tem cerca de 18 mil habitantes, abriga a maior população quilombola do país, com quase 85% dos moradores vivendo nessas comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A instalação do CLA, em 1983, resultou no deslocamento compulsório de centenas de famílias quilombolas, que foram reassentadas em agrovilas. A base espacial, criada para lançamentos de satélites e experimentos aeroespaciais, ocupou uma área de 52 mil hectares inicialmente, ampliada posteriormente para 62 mil hectares. As comunidades, no entanto, nunca foram consultadas de forma adequada sobre o projeto, conforme exigem tratados internacionais de direitos humanos. A Corte IDH destacou que o reassentamento das famílias nas agrovilas prejudicou o acesso a recursos naturais essenciais para sua subsistência, além de limitar práticas culturais e religiosas. As comunidades também enfrentaram dificuldades para modificar ou construir novas moradias, o que resultou na separação de famílias e na impossibilidade de acolher novos membros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reparações ordenadas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da titulação das terras e da indenização, a Corte ordenou que o Estado brasileiro adote medidas para garantir o pleno uso e gozo do território pelas comunidades, incluindo a realização de consultas prévias, livres e informadas sobre qualquer medida que possa afetá-las. O tribunal também determinou a instalação de uma mesa de diálogo permanente entre o governo e as comunidades, além de um ato público de reconhecimento de responsabilidade internacional pelo Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão ainda exige que o Brasil se abstenha de permitir que terceiros ou agentes estatais interfiram no território quilombola, exceto no que diz respeito ao funcionamento do CLA. A Corte também destacou a necessidade de medidas para garantir o acesso à educação, à alimentação adequada e à moradia digna nas agrovilas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reconhecimento parcial de responsabilidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado brasileiro reconheceu parcialmente sua responsabilidade pela violação do direito à propriedade coletiva e pela falta de demarcação e titulação das terras quilombolas. No entanto, a Corte IDH considerou que o Brasil falhou em adotar medidas suficientes para reverter as desigualdades históricas enfrentadas pelas comunidades, caracterizando os fatos como atos de discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alcântara foi uma das primeiras regiões do Brasil a receber africanos escravizados. Às vésperas da independência, em 1822, o Maranhão tinha o maior percentual de pessoas escravizadas do Império, com cerca de 55% da população. As comunidades quilombolas da região são formadas por descendentes de africanos que escaparam da escravidão ou já eram livres, mantendo uma relação profunda com o território e práticas culturais específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximos passos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença da Corte IDH é definitiva e não cabe recurso. O Estado brasileiro terá um prazo para informar sobre o cumprimento das medidas ordenadas. A decisão representa um marco na luta das comunidades quilombolas de Alcântara por justiça e reparação, após décadas de impactos causados pela instalação da base espacial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Histórico de conflitos na região</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há dois anos, <a href="https://mundonegro.inf.br/quilombo-vista-alegre-em-alcantara-no-maranhao-sofre-tentativa-de-despejo-violento-por-parte-das-forcas-armadas/">quilombolas do Quilombo de Vista Alegre, localizado em Alcântara, no Maranhão, foram alvos de uma tentativa de despejo por agentes da aeronáutica e do batalhão de choque</a>. Famílias que vivem há cerca de 40 anos no local denunciaram a ação violenta dos agentes do governo que tentam tomar as terras há anos. De acordo com os quilombolas, foram utilizadas bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha contra idosos, mulheres e crianças que também ficaram feridas durante o confronto. Eles também denunciam que nenhum órgão de Direitos Humanos foi ao local para prestar solidariedade ou intermediar a situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a Associação do Território Étnico Quilombola de Alcântara, onde está localizada a comunidade de Vista Alegre, junto com outros movimentos ligados ao quilombo, afirma que pode “adotar medidas”para “responsabilizar órgãos e agentes omissos”: “não descartamos ainda a possiblidade de adotar as medidas judiciais para responsabilizar os órgãos e agentes públicos omissos, uma vez que a ação resultou em violações a direitos e garantias fundamentais de toda a comunidade, extrapolando os limites do empreendimento”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a nota emitida, a ação de reintegração de posse é direcionada contra um pequeno restaurante privado que pertence a um morador do quilombo e é demandada pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). A nota diz ainda que “a comunidade está no centro de uma disputa histórica com os militares da Força Aérea Brasileira lotados no CLA, que ilegalmente sustentam serem proprietários da área”.</p>
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		<title>Quilombo Vista Alegre, em Alcântara, no Maranhão, sofre tentativa de despejo violento por parte das forças armadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 15:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na &#250;ltima quarta-feira (29), quilombolas do Quilombo de Vista Alegre, localizado em Alc&#226;ntara, no Maranh&#227;o, foram alvos de uma tentativa de despejo por agentes da aeron&#225;utica e do batalh&#227;o de choque. Fam&#237;lias que vivem h&#225; cerca de 40 anos no local denunciaram a a&#231;&#227;o violenta dos agentes do governo que tentam tomar as terras h&#225; [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na última quarta-feira (29), quilombolas do Quilombo de Vista Alegre, localizado em Alcântara, no Maranhão, foram alvos de uma tentativa de despejo por agentes da aeronáutica e do batalhão de choque. Famílias que vivem há cerca de 40 anos no local denunciaram a ação violenta dos agentes do governo que tentam tomar as terras há anos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os quilombolas, foram utilizadas bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha contra idosos, mulheres e crianças que também ficaram feridas durante o confronto. Eles também denunciam que nenhum órgão de Direitos Humanos foi ao local para prestar solidariedade ou intermediar a situação.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">Orlando Rodrigues Costa, morador do Quilombo, contou que durante o confronto com os agentes foi atingido em dois lugares e que sua neta foi atingida na testa por uma bala de borracha.  “Na hora eles nos confrontaram com bala de borracha, com bomba de gás”, contou ele. “A gente ficou muito prejudicado. Eu fui baleado em dois lugares, a minha neta na testa, meu genro na perna, meu irmão no braço”, denunciou ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do partido Unidade Popular, Léo Péricles, também denunciou o caso em suas redes sociais, compartilhando uma série de fotos e vídeos da ação violenta ocorrida na última quarta e de depoimentos de moradores do quilombo de Vista Alegre. </p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CqdOh89stOn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CqdOh89stOn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CqdOh89stOn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Leonardo Pericles Vieira (@leonardopericles.oficial)</a></p></div></blockquote> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a Associação do Território Étnico Quilombola de Alcântara, onde está localizada a comunidade de Vista Alegre, junto com outros movimentos ligados ao quilombo, afirma que pode “adotar medidas”para “responsabilizar órgãos e agentes omissos”: “não descartamos ainda a possiblidade de adotar as medidas judiciais para responsabilizar os órgãos e agentes públicos omissos, uma vez que a ação resultou em violações a direitos e garantias fundamentais de toda a comunidade, extrapolando os limites do empreendimento”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a nota emitida, a ação de reintegração de posse é direcionada contra um pequeno restaurante privado que pertence a um morador do quilombo e é demandada pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). A nota diz ainda que “a comunidade está no centro de uma disputa histórica com os militares da Força Aérea Brasileira lotados no CLA, que ilegalmente sustentam serem proprietários da área”. </p>
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		<item>
		<title>Mais de 300 objetos históricos são encontrados na obra do metrô de SP, região do antigo Quilombo Saracura</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mais-de-300-objetos-historicos-sao-encontrados-na-obra-do-metro-de-sp-regiao-do-antigo-quilombo-saracura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 00:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[quilombo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 300 artefatos hist&#243;ricos, como lou&#231;as, cer&#226;micas, vidros e solas de sapato, foram encontrados no s&#237;tio arqueol&#243;gico identificado durante a obra da futura Esta&#231;&#227;o 14 Bis, da Linha 6-Laranja, do metr&#244; de S&#227;o Paulo. O in&#233;dito relat&#243;rio aponta que parte dos itens s&#227;o possivelmente do in&#237;cio do s&#233;culo 20, quando o Quilombo Saracura existia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://mundonegro.inf.br/museu-pan-africano-vai-repatriar-objetos-levados-da-africa-para-outros-continentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mais de 300 artefatos históricos</a>, como louças, cerâmicas, vidros e solas de sapato, foram encontrados no sítio arqueológico identificado durante a obra da futura Estação 14 Bis, da Linha 6-Laranja, do metrô de São Paulo. O inédito relatório aponta que parte dos itens são possivelmente do início do século 20, quando o <strong>Quilombo Saracura</strong> existia na região central da cidade de São Paulo, às margens do córrego de mesmo nome, nos primórdios do bairro do Bixiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório aponta que &#8220;a profundidade dos vestígios parece aproximá-los dos períodos em que o Córrego Saracura ainda corria a céu aberto e aquilombados viviam à sua margem. Caso isto seja comprovado na escavação arqueológica planejada, esses materiais certamente serão remanescentes do Quilombo Saracura, cuja localização é historicamente comprovada&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os conjuntos materiais coletados representam um acervo diversificado em termos de materialidade e funcionalidade, mas que estão intimamente relacionados ao cotidiano das pessoas, agregando utensílios domésticos, medicamentos, restos de produção artesanal, equipamentos de trabalho e restos alimentares&#8221;, completa o documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração parcial foi enviada ao <strong>Instituto do Patrimônio</strong> <strong>Histórico e Artístico Nacional (Iphan)</strong>, pela <strong>A Lasca Arqueologia</strong>, responsável pelo acompanhamento da obra. A lista, ainda não divulgada publicamente, cita 316 itens encontrados, além de outros objetos, durante atividades de monitoramento e em poços-testes pontuais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma prospecção arqueológica mais ampla é estimada para começar em setembro ou outubro, após obras de estruturas subterrâneas da estação que darão segurança para trabalhos de até três metros de profundidade. O início das escavações foi autorizado pelo Iphan, nas imediações e precisou interromper parte da obra no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os artefatos estão divididos em duas classificações: a de maior interesse arqueológico, descobertos em abril deste ano, porque estão em maior quantidade, com mais de 300 fragmentos, concentração e profundidade (de dois a quatro metros), &#8220;como se fossem bolsões ou locais de descarte de longa duração&#8221;, de acordo com o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A outra classificação está relacionada aos objetos coletados mais superficial e isoladamente, nas camadas de aterramento da área. Nesse caso, há a dificuldade da identificação de origem, pois podem ser provindos de ocupações urbanas mais recentes ou trazidos juntamente com o aterro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Interpreta-se que estes objetos tenham sido descartados em lixeiras próximas às antigas residências do quilombo, em um período em que a sua formação original já tivesse vivenciado modificações, com a ocupação se espalhando além do fundo de vale para as vertentes do córrego Saracura; assim, crescia a população do bairro, em muito formada pelos descendentes dos aquilombados&#8221;, diz o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coletivos do movimento negro, moradores do bairro, sambistas da tradicional <strong>escola de samba Vai-Vai</strong>, pesquisadores e outros ativistas, criaram uma mobilização pela preservação do sítio quando ele foi descoberto e reivindicam a mudança do nome da estação para &#8220;Saracura Vai-Vai&#8221; a fim de marcar a história negra do Bixiga e do Vai-Vai, que teve a quadra cinquentenária demolida para implantação da linha de metrô. “Não somos contra o metrô, somos contra o apagamento histórico”, diziam os cartazes espalhados pela cidade, em ato realizado neste período. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fonte: Estadão Conteúdo</em></strong></p>
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		<title>Comunidades Quilombolas recebem mais de R$800 mil em emendas parlamentares de Erica Malunguinho</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/comunidades-quilombolas-recebem-mais-de-r800-mil-em-emendas-parlamentares-de-erica-malunguinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raio Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 22:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Erica Malunguinho]]></category>
		<category><![CDATA[quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Regi&#227;o do Vale do Ribeira, umas das mais pobres do Estado de S&#227;o Paulo, concentra benef&#237;cios indicados em prol dessa popula&#231;&#227;o&#160;&#160; Em contraposi&#231;&#227;o aos subsequentes retrocessos conduzidos pela administra&#231;&#227;o p&#250;blica brasileira &#8211; em suas diferentes representa&#231;&#245;es -, um dos segmentos que mais receberam apoio financeiro pelo mandato de Erica Malunguinho, primeira mulher trans no poder [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Região do Vale do Ribeira, umas das mais pobres do Estado de São Paulo, concentra benefícios indicados em prol dessa população&nbsp;&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraposição aos subsequentes retrocessos conduzidos pela administração pública brasileira &#8211; em suas diferentes representações -, um dos segmentos que mais receberam apoio financeiro pelo mandato de <strong>Erica Malunguinho</strong>, primeira mulher trans no poder legislativo de nosso país,&nbsp; foi o das comunidades quilombolas. Suas emendas parlamentares destinaram um montante total de R$852.000, entre 2020 e 2021, para fomento ao desenvolvimento desta população. Desta forma, numa resposta à escalada da extrema direita, sua atuação na Assembleia Legislativa de São Paulo ganha cada vez mais notoriedade enquanto um dos mais significativos trabalhos de proteção a comunidades em situação de vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O racismo institucional mantém as comunidades quilombolas invisíveis aos olhos do Estado, que não se compromete com políticas públicas de demarcação de terra, preservação do patrimônio e memória destes povos. É nosso dever lutar pela garantia de direitos e contra todo tipo de violência direcionada a essas populações”, diz a deputada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Guiada por um setor de articulação política e pesquisa atento às necessidades urgentes desse grupo, ainda majoritariamente subjugado por preconceitos enraizados socialmente, Malunguinho promove ações educacionais, de saúde e até assessoria jurídica para estas comunidades tradicionais, em especial àquelas alocadas no Vale do Ribeira, uma das regiões mais pobres do Estado de São Paulo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o período referente a 2020 no calendário da Alesp, seu gabinete indicou como beneficiários a Escola Maria Princesa Chules (Município de Eldorado), que foi contemplada com aquisição de computadores e material de informática num valor de R$ 100 mil; a prefeitura municipal de Eldorado em custeio para UBS João Victorino Ferreira (R$150 mil), além de investimento, em prol deste mesmo município, de R$150 mil em recursos para a saúde. A Equipe de Articulação e Assessoria às Comunidades Negras do Vale do Ribeira (EEACONE) foi contemplada em suas atividades, incluindo a realização do Encontro Regional de Cultura dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais do Vale do Ribeira, nos dois últimos anos, num valor total R$202mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021 as verbas destinadas à comunidades quilombolas foram destinadas à Defensoria Pública do Estado para a realização de tribunais comunitários com os povos e comunidades tradicionais (R$100 mil) e para o Fundo Municipal de Iporanga, em custeio do posto de saúde / UBS ‘Quilombo Porto Velho’, que recebeu R$150 mil em insumos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras áreas destacadas nos investimentos implementados por Malunguinho são o LGBT+, que recebeu, via instituições e atividades um valor de R$1.528.000,00 nos últimos dois anos; ações voltadas à Matriz Africana, que contaram com R$ 700.000,00 em recursos, além de projetos em defesa e desenvolvimento de ações para mulheres, que receberam, também, R$ 450.000,00 em emendas.</p>
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		<title>Conheça Jaque Barroso e seu “Banho de Quilombo” na música brasileira</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/conheca-jaque-barroso-e-seu-banho-de-quilombo-na-musica-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raio Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2021 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Jaque Barroso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cantora lan&#231;ou o primeiro single de 2021 em homenagem a quilombo sergipano A cantora sergipana Jaque Barroso, dona de uma das vozes mais aut&#234;nticas da m&#250;sica brasileira atual, acaba de lan&#231;ar seu primeiro single de 2021. Batizada de &#8220;Banho de Quilombo&#8221;, a m&#250;sica traz fortes elementos da cultura do quilombo da Mussuca, em Laranjeiras, Sergipe, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Cantora lançou o primeiro single de 2021 em homenagem a quilombo sergipano</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cantora sergipana Jaque Barroso, dona de uma das vozes mais autênticas da música brasileira atual, acaba de lançar seu primeiro single de 2021. Batizada de “Banho de Quilombo”, a música traz fortes elementos da cultura do quilombo da Mussuca, em Laranjeiras, Sergipe, misturado com as batidas eletrônicas do dub e do Drum N&#8217; Bass, entre outras referências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Samba de Coco, Samba de Pareia, São Gonçalo, Cacumbi, Taieiras, Reisado, Chegança, Lambe-Sujo, Caboclinhos”. É enumerando as muitas expressões da música e cultura popular da Mussuca e de Laranjeiras, que Jaque nos introduz ao no mundo multicolorido da cultura negra sergipana, que é a sua origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Minha família é de Laranjeiras, e eu cresci participando dos encontros de cultura e das tradições da Mussuca. Quando eu comecei a compor, esse repertório cultural e esse legado ancestral já estava na minha mente”, relembra.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Banho de Quilombo” tem também um videoclipe a ser lançado no próximo dia 30 de março, todo ambientado no quilombo da Mussuca. “Não vou contar mais detalhes para não perder a graça, mas quero todo mundo de olho no dia 30”, ri.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O single faz parte do disco ‘Descalça Entre Mundos’, com lançamento previsto para junho deste ano. “Esses mundos são o mundo da minha ancestralidade e esse mundo que a gente vive aqui. O mundo da cultura popular e da música eletrônica, estes mundos nos quais eu transito e que fazem parte de mim”, explica a cantora.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ouça “Banho de Quilombo”:</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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