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	<title>Arquivos professor - Mundo Negro</title>
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		<title>Violonista brasileiro João Luiz Rezende é nomeado professor da Escola de Música de Yale, nos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 17:37:55 +0000</pubDate>
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<p>O violonista, compositor e educador brasileiro <strong>João Luiz Rezende</strong> foi anunciado como novo professor da <strong>Escola de Música de Yale</strong>, uma das instituições de ensino musical mais prestigiadas dos Estados Unidos. A nomeação foi divulgada em um comunicado oficial da universidade, que destacou a trajetória internacional do músico e seu trabalho como intérprete, compositor e mestre.</p>



<p>Segundo a Yale, Rezende, duas vezes indicado ao Grammy Latino, foi selecionado após um processo que avaliou &#8220;vários fortes candidatos&#8221; por um comitê formado por professores e gestores. A universidade ressaltou seu &#8220;espírito profundamente colaborativo, brilhantismo técnico e notável experiência de ensino&#8221;, além da versatilidade em diferentes estilos e tradições musicais.</p>



<p>A Yale também destacou seu trabalho social, incluindo iniciativas educacionais em comunidades carentes de São Paulo e esforços para tornar a música clássica mais acessível. &#8220;Por mais de duas décadas, ele tem sido mentor de jovens violonistas talentosos em todo o mundo&#8221;, afirmou a universidade. Rezende assume o cargo no próximo ano letivo, integrando o corpo docente de uma das instituições mais tradicionais dos EUA. </p>



<p>Nascido no Brasil, Rezende começou seus estudos na infância, migrando depois para o violão clássico sob orientação de <strong>Henrique Pinto</strong>. Com mestrado na Mannes School of Music e doutorado na Manhattan School of Music, ambas em Nova York (EUA), o músico consolidou sua carreira como solista e em duo.</p>



<p>Em 1997, ao lado de <strong>Douglas Lora</strong>, fundou o Brasil Guitar Duo, conjunto que ganhou projeção internacional após vencer o Concert Artists Guild International Competition, em 2006. A vitória abriu portas para apresentações em palcos como o Carnegie Hall (EUA) e o Concertgebouw (Holanda).</p>



<p>Além do duo, Rezende colaborou com nomes como Yo-Yo Ma, Paquito D’Rivera e Carlos Prieto. Em 2014, participou de um concerto histórico em Cuba em homenagem aos 75 anos do compositor <strong>Leo Brouwer</strong>.</p>



<p>Como compositor, suas obras têm sido gravadas e executadas por artistas como <strong>Fábio Zanon</strong> e <strong>Clarice Assad</strong>. Em <strong>2019</strong>, estreou <em>Recife</em>, concerto para harpa escrito para Bridget Kibbey, com a Orquestra Filarmônica de Orlando.</p>
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		<title>Pais e alunos se mobilizam contra demissão de professor nigeriano no Distrito Federal</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/pais-e-alunos-se-mobilizam-contra-demissao-de-professor-nigeriano-no-distrito-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 20:07:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Abaixo-assinado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor de ingl&#234;s Saheed Adeyemi conta que escola o demitiu depois que m&#227;e de aluno acusou o professor de ter mordido uma crian&#231;a Residente no Brasil h&#225; 16 anos, Saheed Adeyemi havia sido contratado h&#225; seis meses por uma escola particular na cidade de &#193;guas Claras, no Distrito Federal. Em julho, o professor conta [&#8230;]</p>
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<p><em>O professor de inglês <strong>Saheed Adeyemi</strong> conta que escola o demitiu depois que mãe de aluno acusou o professor de ter mordido uma criança</em></p>



<p>Residente no Brasil há 16 anos, <strong>Saheed Adeyemi</strong> havia sido contratado há seis meses por uma escola particular na cidade de Águas Claras, no Distrito Federal. Em julho, o professor conta que para justificar sua demissão, o colégio alegou que a mãe de um aluno o havia acusado de ter mordido uma criança, depois de verificar câmeras de segurança, Adeyemi afirma que ficou provado que isso não aconteceu. Desde então, pais e alunos de Saheed tem se mobilizado contra sua demissão.</p>



<p>&#8220;Uma mãe me ligou e falou que a escola enviou uma coordenadora para dentro da sala para falar para o Fundamental II e Ensino Médio, meus alunos, que eu tinha sido demitido por justa causa por ter assediado uma aluna. E era mentira, minha demissão foi sem justa causa e sem explicação nenhuma. Eles alegaram que eu mordi uma criança, depois falaram que não foi por mordida, depois falaram que era porque eu castigava criança, sendo que uso o mesmo método que todas as professoras&#8221;, explicou Adeyemi em entrevista ao Mundo Negro.</p>



<p>Em <a href="https://globoplay.globo.com/v/10879736/?s=0s">matéria veiculada</a> no dia 24 de agosto pelo jornal DF2, Relva Moraes, mãe de uma aluna de Saheed, afirmou que a coordenadora da escola foi até a sala para explicar aos alunos o motivo da demissão do professor de inglês. &#8220;A coordenadora foi até a sala da minha filha com a justificativa de que ele teria sido demitido por justa causa por ter assediado uma aluna. E os colegas ficaram chocados com essa resposta dela. Acho que foi uma maneira que eles procuraram de cortar o assunto&#8221;, relatou. </p>



<p>Ao saber do ocorrido,<strong> Saheed Adeyemi</strong> registrou um boletim de ocorrência contra a escola por difamação. Um abaixo-assinado foi enviado por pais e alunos para a direção do colégio pedindo a recontratação de Saheed. </p>



<p>Depois da reportagem no Distrito Federal, o professor foi procurado pelo Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (SINPROEP-DF). O órgão emitiu um documento para endereçado ao <strong>Colégio Biângulo</strong>, onde Adeyemi lecionada,<strong> </strong>cobrando informações sobre a forma como a demissão ocorreu. &#8220;Esta entidade sindical recebeu denúncia de demissão discriminatória do professor <strong>Saheed Adeyemi</strong>, solicitamos informações a respeito da forma da demissão, tendo em vista que não temos informação da homologação da rescisão no sindicato&#8221;.</p>



<p>Em nota emitida para o Mundo Negro, a direção da escola nega as alegações feitas pelo professor, pais e alunos: <em>&#8220;informo que o desligamento do professor seguiu todos os processos de legalidade contratual e que foi embasado em fatos e situações de não adaptação em relação à política de trabalho adotada pelo <strong>Colégio Biângulo</strong>. </em></p>



<p><em>Além disso, ressalto que o professor foi dispensado sem justa causa e recebeu todas as verbas rescisórias pertinentes.</em></p>



<p><em>Relato ainda que as colocações feitas pelo professor não condizem com a realidade dos fatos e com a prática de idoneidade e bons costumes pelos quais a escola preza. Ainda sobre a reportagem, em que a mãe relata demissão por assédio, a escola desconhece esse assunto, nem tão pouco divulgou por qualquer meio esse tipo de conduta do professor.&nbsp;</em></p>



<p><em>Dessa forma, a escola, por meio dos seus advogados, registrou boletim de ocorrência no intuito de investigar a origem desses relatos inverídicos.</em>&#8220;</p>
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