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	<title>Arquivos prisão - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos prisão - Mundo Negro</title>
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		<title>Helio de La Peña critica condenação de Leo Lins: &#8220;um humorista nunca atira para matar&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/helio-de-la-pena-critica-condenacao-de-leo-lins-um-humorista-nunca-atira-para-matar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 16:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s o Leo Lins ser condenado a 8 anos e 3 meses de pris&#227;o em regime fechado por discurso de &#243;dio e discrimina&#231;&#227;o durante um show, em 2022, o humorista Helio de La Pe&#241;a, saiu em defesa do colega de profiss&#227;o, durante sua entrevista ao Estudio i, na GloboNews, nesta quarta-feira (4). &#8220;Uma discuss&#227;o que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Após o <strong>Leo Lins </strong>ser condenado a 8 anos e 3 meses de prisão em regime fechado por discurso de ódio e discriminação durante um show, em 2022, o humorista <strong>Helio de La Peña</strong>, saiu em defesa do colega de profissão, durante sua entrevista ao Estudio i, na GloboNews, nesta quarta-feira (4).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma discussão que vem acontecendo bastante é o limite do humor, e eu até brinco no meu show falando que o limite do humor é quanto o humorista tem de grana para pagar um bom advogado&#8221;, diz Peña, um dos criadores do programa<strong> “Casseta &amp; Planeta, Urgente!”</strong> (1992 &#8211; 2010), e integrante do coletivo de comediantes<strong> <a href="https://mundonegro.inf.br/helio-de-la-pena-e-outros-artistas-participam-do-risadas-pretas-importam-shows-de-humor-gratuitos-em-sao-paulo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Risadas Pretas Importam”</a></strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu acho que talvez o stand-up seja uma arte muito nova no Brasil e as pessoas acabam não compreendendo que aquele sujeito que tá ali, por mais que ele esteja de cara limpa, ele tá fazendo um personagem, um personagem onde ele vai falar, muitas vezes faz piadas ácidas, às vezes piadas de humor negro, enfim, piadas que alguns grupos se sintam ofendidos, mas a intenção do cara é fazer rir. E no caso ali, você vê que tem uma plateia enorme que ele atinge esse objetivo, ele consegue fazer rir”, argumenta. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“As pessoas que se sentem ofendidas, elas têm todo o direito de se manifestar contra, e no caso, até de processar. O que eu acho que não faz sentido é o Estado servir de babá para adultos para dizer, ‘olha, isso você pode ouvir, isso você não pode’. É aí que eu acho que a coisa não acontece”, explica o humorista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">La Penã também afirma a Justiça é muita rápida para condenar um humorista, mas recordou o caso de uma mulher branca, nutricionista e ex-jogadora de vôlei, que chicoteou um motoboy negro na rua, indiciada pela Polícia Civil pelos crimes de lesão corporal, injúria e perseguição, mas segue em liberdade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como é fácil, rápido e imediato você condenar um humorista que está fazendo um trabalho num palco e como é mais complicado você condenar uma pessoa que de fato praticou uma atitude de fato racista e, como no caso, que eu costumo mostrar da <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ela-me-tratou-como-seu-eu-fosse-escravo-diz-entregador-chicoteado-por-nutricionista-branca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sandra Mathias [Correia de Sá]</a></strong>, que foi aquela mulher que chicoteou um motoboy negro na porta do seu prédio de São Conrado (RJ), e que não teve toda essa gritaria como está tendo em relação a uma piada, a um espetáculo de humor”, diz. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não tô querendo dizer aqui se eu gosto ou se eu não gosto da piada. O que eu acho é que não devem existir apenas as piadas que eu gosto, as piadas que me agradem. Eu acho que tem público para tudo, tem gente de todo jeito, e se você absorve uma determinada mensagem e você pratica um certo ato a partir daquilo, você tem que ser julgado e condenado por aquilo. Agora você tem que praticar alguma coisa. Quando você está fazendo apenas um espetáculo, você tá lá em cima de um palco, você não está fazendo absolutamente nada”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como dizia <strong>Millôr Fernandes</strong>, ‘um humorista nunca atira para matar’. Esse é o meu ponto de vista”, finalizou ao citar um desenhista que ficou famoso por suas colunas de humor gráfico em publicações como Veja, O Pasquim e Jornal do Brasil.</p>
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		<title>Entre becos e tribunais: o que a liberdade de Poze revela</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/entre-becos-e-tribunais-o-que-a-liberdade-de-poze-revela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 12:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Luciano Ramos A como&#231;&#227;o popular em torno da pris&#227;o e posterior soltura de Poze do Rodo n&#227;o &#233; apenas sobre um artista, sua figura p&#250;blica ou sua inoc&#234;ncia ou culpa. &#201;, sobretudo, sobre o Brasil que se levanta quando a favela &#233; atacada, e sobre o outro Brasil &#8212; aquele das elites, das institui&#231;&#245;es, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Texto: Luciano Ramos</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A comoção popular em torno da prisão e posterior soltura de<strong> <a href="https://mundonegro.inf.br/viviane-noronha-esposa-de-mc-poze-do-rodo-critica-acao-policial-e-relata-humilhacao-com-as-criancas-em-casa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Poze do Rodo</a></strong> não é apenas sobre um artista, sua figura pública ou sua inocência ou culpa. É, sobretudo, sobre o Brasil que se levanta quando a favela é atacada, e sobre o outro Brasil — aquele das elites, das instituições, do olhar viciado — que insiste em não ver, não ouvir e não aprender com aquilo que a periferia tem sido capaz de produzir: cultura, resistência, identidade e potência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão de Poze ativou algo que não pode ser ignorado: a mobilização de uma comunidade que se reconhece nele. Um Brasil negro, jovem, pobre e periférico que se vê diariamente atravessado por abordagens policiais, decisões judiciais e manchetes que criminalizam seus corpos antes mesmo que qualquer julgamento aconteça. Não é novidade para quem vive a realidade da favela que a justiça tarda — e quando chega, muitas vezes pesa de forma desigual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que Poze representa vai além do indivíduo. Sua trajetória é símbolo de uma geração que encontrou nas redes, na música, no funk, na rua, caminhos de afirmação e sobrevivência. A sua liberdade, celebrada com fervor nos becos e vielas, mostra que a favela tem voz, tem força, tem articulação. Mostra que ela se reconhece como sujeito coletivo, capaz de disputar narrativas e de exigir respeito.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram wp-block-embed-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DKctaQFR895/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DKctaQFR895/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<p class="wp-block-paragraph">O que está em jogo, portanto, não é simplesmente a figura do artista, mas a cegueira persistente de um Brasil que há mais de 500 anos construiu muros — e não pontes — entre si. Um país que não se pergunta o suficiente sobre o que a sua desigualdade histórica gerou em termos de cultura, criatividade e resiliência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A favela brasileira é, ao mesmo tempo, ferida e resposta. Lugar de violência e de sonho, de ausência do Estado e de abundância de solidariedade. É ali que nasce o novo Brasil, o Brasil que canta, dança, debate, cria soluções. Mas esse Brasil continua sendo visto apenas pela lente da criminalização, da excepcionalidade, do susto que a mídia sente quando milhares vão às ruas por um funkeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o incômodo de alguns diante da mobilização pela liberdade de Poze seja, no fundo, medo do poder que a favela tem quando se reconhece e se organiza. Porque essa potência revela a falência de uma nação que insiste em não integrar, não investir, não dialogar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É hora de perguntar: o que esse Brasil periférico tem a ensinar ao país que o ignora? O que ele mostra sobre os fracassos das políticas públicas, sobre a seletividade da justiça, sobre a urgência de uma escuta real e de um reconhecimento concreto?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poze do Rodo, com todos os seus acertos e contradições, é também espelho. E o reflexo que ele devolve é o de um país que ainda não se decidiu se quer conviver com a favela ou continuar tentando apagá-la. Mas uma coisa é certa: a favela não será mais espectadora. Ela é autora. Ela é voz. Ela é Brasil.</p>
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		<title>Viviane Noronha, esposa de MC Poze do Rodo, critica ação policial e relata humilhação com as crianças em casa</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/viviane-noronha-esposa-de-mc-poze-do-rodo-critica-acao-policial-e-relata-humilhacao-com-as-criancas-em-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 16:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Funk]]></category>
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		<category><![CDATA[tráfico de drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Viviane Noronha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Horas ap&#243;s a pris&#227;o do cantor de funk MC Poze do Rodo na madrugada desta quinta-feira (29) em sua resid&#234;ncia, Viviane Noronha, esposa e m&#227;e de tr&#234;s dos cinco filhos do artista, usou as redes sociais para criticar a atua&#231;&#227;o da pol&#237;cia. Ela, que presenciou a abordagem, classificou a opera&#231;&#227;o como &#8220;humilhante, desumana e cruel&#8221;. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Horas após a prisão do cantor de funk<strong> </strong><a href="https://mundonegro.inf.br/descalco-e-algemado-o-espetaculo-da-desumanizacao-do-homem-negro-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MC Poze do Rodo</strong> </a>na madrugada desta quinta-feira (29) em sua residência, <strong>Viviane Noronha</strong>, esposa e mãe de três dos cinco filhos do artista, usou as redes sociais para criticar a atuação da polícia. Ela, que presenciou a abordagem, classificou a operação como “humilhante, desumana e cruel”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em publicação na conta reserva do Instagram, Noronha relatou que foi acordada pela ação dos agentes enquanto dormia com a filha mais nova. &#8220;Não existiu humildade, não existiu compaixão a nós, NOSSOS FILHOS!&#8221;, escreveu. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vocês são isso, tiram a esperança do preto favelado. Nem o mínimo vocês tiveram, que foi EDUCAÇÃO! Eu estava dormindo A VONTADE, dentro do meu quarto, na minha casa, com a minha filha Júlia do lado e nem a ROUPA EU PUDE TROCAR”, relatou. &#8220;Minha filha na cama e vocês não queriam deixar nem eu pega-lá no colo&#8221;, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A jovem de 20 anos também acusou os policiais de oprimirem o funkeiro, cujo nome de batismo é Marlon Brandon Coelho Couto. “É disso que vocês gostam! OPRIMIR. O mínimo vocês não podiam fazer, né? [Deixar] Marion colocar UM CHINELO E UMA BLUSA, mas ENVERGONHAR E HUMILHAR conta mais, né? MARLON É RESISTÊNCIA E VOCÊS SÃO LIXOS”, afirmou. Ao final do desabafo, Noronha publicou fotos ao lado do artista e declarou: “MC não é bandido”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã desta quinta-feira (29), os internautas acompanharam as notícias sobre a prisão do Mc Poze do Rodo na sua residência, localizada em um condomínio de alto padrão no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro, efetuada por agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), no contexto de uma investigação por apologia ao crime e possível ligação com o tráfico de drogas.</p>
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		<title>Diarista procura delegacia para denunciar agressão do marido e é presa em Petrópolis</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/diarista-procura-delegacia-para-denunciar-agressao-do-marido-e-e-presa-em-petropolis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 15:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência domestica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma diarista de 42 anos, Debora Cristina da Silva Damasceno, foi presa por engano no &#250;ltimo domingo (16) ap&#243;s comparecer a uma delegacia de Petr&#243;polis, na Regi&#227;o Serrana do Rio de Janeiro, para denunciar o marido por agress&#227;o e solicitar medidas protetivas. Ela passou tr&#234;s dias detida e foi liberada apenas na ter&#231;a-feira (18), ap&#243;s [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma diarista de 42 anos, <strong>Debora Cristina da Silva Damasceno</strong>, foi presa por engano no último domingo (16) após comparecer a uma delegacia de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, para denunciar o marido por agressão e solicitar medidas protetivas. Ela passou três dias detida e foi liberada apenas na terça-feira (18), após a Justiça reconhecer o erro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Debora foi confundida com uma mulher procurada por tráfico de drogas e associação criminosa. A mulher procurada, cujo nome é <strong>Debora Cristina Damasceno</strong>, é oito anos mais jovem, não possui o sobrenome &#8220;da Silva&#8221; e é natural de Belo Horizonte (MG), cidade onde o mandado de prisão foi expedido. A diarista, que nunca viajou para Minas Gerais, foi detida mesmo após a família apontar as discrepâncias nos dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O registro de ocorrência indica que Debora chegou à delegacia com marcas de agressão, mas, mesmo assim, recebeu voz de prisão. &#8220;Ninguém espera que vai na delegacia dar uma queixa e sai algemada&#8221;, afirmou a diarista, emocionada. &#8220;Meu chão caiu. Passei um perrengue que não era para mim. Quero minha casa, quero ver minha mãe, minha vó que está com 82 anos desesperada. Foi apavorante&#8221;, desabafou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filho de Debora, <strong>Fabrício Damasceno</strong>, falou sobre sua indignação com o ocorrido. &#8220;Tô sentindo uma tristeza forte, uma saudade da minha mãe, e muito indignado com a Justiça&#8221;, disse ele, na porta do presídio onde a mãe estava detida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na audiência de custódia, o juiz <strong>Alex Quaresma Ravache</strong> identificou o equívoco e determinou a soltura de Debora. Ele destacou que o mandado de prisão havia sido expedido pela comarca de Belo Horizonte e encaminhou documentos que comprovavam a confusão. A Justiça de Minas Gerais emitiu uma certidão confirmando o erro no sobrenome e ordenou a libertação da diarista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, devido à burocracia, Debora só deixou a cadeia por volta das 18h de terça-feira. &#8220;Saber que você é inocente e está passando por algo que não é para você… Quando falaram o lugar, BH, eu não sei nem como faz para chegar lá&#8221;, lamentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurados, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) afirmou que houve um equívoco no mandado de prisão, enquanto a Polícia Civil do Rio de Janeiro disse ter cumprido o mandado que constava no sistema. Sobre a denúncia de agressão feita por Debora, a polícia informou que a investigação está em andamento e que medidas protetivas foram solicitadas para a vítima.</p>
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		<title>Homem condenado injustamente por três assassinatos sai da prisão após 40 anos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/homem-condenado-injustamente-por-tres-assassinatos-sai-da-prisao-apos-40-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 13:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[homem negro]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com informa&#231;&#245;es da Associated Press Um homem de Kansas City, nos Estados Unidos que ficou preso por mais de 40 anos por tr&#234;s assassinatos foi libertado da pris&#227;o na ter&#231;a-feira depois que um juiz decidiu que ele&#160;foi condenado injustamente em 1979. Kevin Strickland, 62,&#160;sempre afirmou&#160;que estava em casa assistindo &#224; televis&#227;o e n&#227;o teve nada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Com informações da Associated Press</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um homem de Kansas City, nos Estados Unidos que ficou preso por mais de 40 anos por três assassinatos foi libertado da prisão na terça-feira depois que um juiz decidiu que ele foi condenado injustamente em 1979.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kevin Strickland, 62, sempre afirmou que estava em casa assistindo à televisão e não teve nada a ver com os assassinatos, que aconteceram quando ele tinha 18 anos. Ele soube da decisão quando a notícia rolou na tela da televisão enquanto ele assistia a uma novela. Ele disse que os presos começaram a gritar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não estou necessariamente zangado. Isso é muito. Acho que criei emoções que todos vocês ainda não conhecem ”, disse ele aos repórteres ao deixar o Centro Correcional Western Missouri em Cameron. “Alegria, tristeza, medo. Estou tentando descobrir como colocá-los juntos. ”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele disse que gostaria de se envolver nos esforços para &#8220;evitar que isso aconteça com outra pessoa&#8221;, dizendo que o sistema de justiça criminal &#8220;precisa ser demolido e refeito&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz James Welsh escreveu em seu julgamento que “evidências claras e convincentes” foram apresentadas que “mina a confiança do Tribunal no julgamento da condenação”. Ele observou que nenhuma evidência física ligava Strickland à cena do crime e que uma testemunha-chave se retratou antes de sua morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nessas circunstâncias únicas, a confiança da Corte nas convicções de Strickland é tão abalada que não pode ser mantida, e o julgamento da condenação deve ser anulado”, escreveu Welsh ao ordenar a libertação imediata de Strickland.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O promotor do condado de Jackson, Jean Peters Baker, que pressionou por sua liberdade, agiu rapidamente para rejeitar as acusações criminais contra ele para que pudesse ser libertado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dizer que estamos extremamente satisfeitos e gratos é um eufemismo”, disse ela em um comunicado.&nbsp;“Isso traz justiça &#8211; finalmente &#8211; a um homem que sofreu tragicamente tanto como resultado dessa condenação injusta”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o procurador-geral do Missouri, Eric Schmitt, um republicano que concorre ao Senado dos Estados Unidos, disse que Strickland é culpado e lutou para mantê-lo preso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesse caso, defendemos o estado de direito e a decisão que um júri formado pelos pares de Strickland tomou depois de ouvir todos os fatos do caso”, disse o porta-voz de Schmitt, Chris Nuelle, em um breve comunicado. “O Tribunal se pronunciou, nenhuma outra ação será tomada neste assunto.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governador Mike Parson, que recusou os pedidos de clemência de Strickland, tuitou simplesmente que: “O Tribunal tomou sua decisão, nós respeitamos a decisão e o Departamento de Correções dará seguimento à libertação do Sr. Strickland imediatamente”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Strickland foi condenado pelas mortes de Larry Ingram, 21;&nbsp;John Walker, 20;&nbsp;e Sherrie Black, 22, em uma casa em Kansas City.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A audiência de prova se concentrou principalmente no testemunho de Cynthia Douglas, a única pessoa a sobreviver aos tiroteios de 25 de abril de 1978.&nbsp;Ela inicialmente identificou Strickland como um dos quatro homens que atiraram nas vítimas e testemunhou isso durante seus dois julgamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela escreveu que teve dúvidas logo após a condenação, mas inicialmente estava &#8220;hesitante em agir porque temia enfrentar acusações de perjúrio se retratasse publicamente declarações feitas anteriormente sob juramento&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais tarde , ela disse que foi pressionada pela polícia a escolher Strickland e tentou durante anos alertar especialistas políticos e jurídicos para ajudá-la a provar que ela havia identificado o homem errado, de acordo com depoimentos de sua família, amigos e um colega de trabalho. Douglas morreu em 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz também observou que dois outros homens condenados pelos assassinatos posteriormente insistiram que Strickland não estava envolvido.&nbsp;Eles citaram dois outros suspeitos que nunca foram acusados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante seu depoimento, Strickland negou sugestões de que ofereceu US $ 300 a Douglas para “manter a boca fechada” e disse que nunca havia visitado a casa onde os assassinatos ocorreram antes de acontecerem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Strickland é negro, e seu primeiro julgamento terminou com um júri empatado quando a única jurada negra pediu a absolvição. Após seu segundo julgamento em 1979, ele foi condenado por um júri totalmente branco por uma acusação de assassinato capital e duas acusações de assassinato em segundo grau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio, Peters Baker anunciou que uma revisão do caso a levou a acreditar que Strickland era inocente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em junho, a Suprema Corte do Missouri se recusou a ouvir a petição de Strickland.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto, Peters Baker usou uma nova lei estadual para buscar a audiência probatória no condado de Jackson, onde Strickland foi condenado. A lei permite que os promotores locais contestem as condenações se acreditarem que o réu não cometeu o crime. Foi a primeira vez &#8211; e até agora a única vez &#8211; que um promotor usou a lei para combater uma condenação anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mesmo quando o promotor está do seu lado, demorou meses e meses para o Sr. Strickland voltar para casa e ele ainda teve que voltar para um sistema que não fornecerá qualquer compensação pelos 43 anos que ele perdeu”, disse Tricia Rojo Bushnell, diretora executiva do Midwest Innocence Project, que ficou ao lado de Strickland quando ele foi solto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Lil Nas X: Lucro de &#8220;Industry Baby&#8221; vai custear fiança de negros encarcerados por infrações leves nos EUA</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/lil-nas-x-lucro-de-industry-baby-vai-custear-fianca-de-negros-encarcerados-por-infracoes-leves-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raio Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 12:23:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Fiança]]></category>
		<category><![CDATA[Industry Baby]]></category>
		<category><![CDATA[Lil Nas X]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clipe alcan&#231;ou quase 3 milh&#245;es de visualiza&#231;&#245;es em sete horas de lan&#231;amento Lil Nas X n&#227;o est&#225; para brincadeira! Seu &#250;ltimo lan&#231;amento, &#8220;Industry Baby&#8221;, com clipe lan&#231;ado na &#250;ltima madrugada, bateu quase tr&#234;s milh&#245;es de views em menos de sete horas de lan&#231;amento. Mas o comprometimento de Nas X vai al&#233;m: os lucros da nova [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Clipe alcançou quase 3 milhões de visualizações em sete horas de lançamento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Lil Nas X não está para brincadeira! Seu último lançamento, &#8220;Industry Baby&#8221;, com clipe lançado na última madrugada, bateu quase três milhões de views em menos de sete horas de lançamento. Mas o comprometimento de Nas X vai além: os lucros da nova música serão doados para o &#8220;The Bail Project&#8221;, uma organização sem fins lucrativos que luta contra o fim da fiança em dinheiro, considerada um dos fatores que favorecem o encarceramento em massa nos Estados Unidos. Para esta ação, foi criado o Bail X Fund, o fundo específico de doações capitaneado por Nas X.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A música é a forma como luto pela libertação.&nbsp;É meu ato de resistência. Isso não é apenas teórico para mim.&nbsp;É pessoal.&nbsp;Eu sei a dor que o encarceramento traz para uma família.&nbsp;E eu sei o impacto desproporcional que a fiança em dinheiro tem sobre os negros americanos&#8221;, diz Nas X.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é que outros artistas e também qualquer pessoa possa doar. &#8220;Por meio do Bail X Fund, ele espera encorajar outros artistas a se juntarem a ele e ao The Bail Project na luta pelo fim da fiança em dinheiro.&nbsp;Todas as doações vão diretamente para&nbsp;<a href="https://bailproject.org/#fund">o Fundo Nacional Rotativo de Fiança do Projeto Bail</a>&nbsp;para pagar as fianças das pessoas&#8221;, diz o site da campanha. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, o The Bail Project já doou mais de 47 milhões de dólares em assistência gratuita em fiança para mais de 17.000 pessoas de baixa renda nos EUA.&nbsp;Eles também fornecem suporte após a saída da prisão, por meio de lembretes judiciais, transporte gratuito e encaminhamentos voluntários para moradia, tratamento de uso de substâncias e outros serviços com base nas necessidades das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja o clipe: </p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/UTHLKHL_whs" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também: </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-mundo-negro wp-block-embed-mundo-negro"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="0nHssuTw56"><a href="https://mundonegro.inf.br/lil-nas-x-lanca-teaser-do-proximo-single-e-provoca-nike-e-juiz-conservador-dos-eua/">Lil Nas X lança teaser do próximo single e provoca Nike e juiz conservador dos EUA</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Lil Nas X lança teaser do próximo single e provoca Nike e juiz conservador dos EUA&#8221; &#8212; Mundo Negro" src="https://mundonegro.inf.br/lil-nas-x-lanca-teaser-do-proximo-single-e-provoca-nike-e-juiz-conservador-dos-eua/embed/#?secret=0nHssuTw56" data-secret="0nHssuTw56" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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		<item>
		<title>Polícia pede prisão de Negão da BL, Mc Poze e outros 12 por realização de bailes funk na pandemia</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/policia-pede-prisao-de-negao-da-bl-mc-poze-e-outros-12-por-realizacao-de-bailes-funk-na-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 15:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[aglomeração]]></category>
		<category><![CDATA[baile funk]]></category>
		<category><![CDATA[Mc negão da Bl]]></category>
		<category><![CDATA[Mc Poze do rodo]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As delegacias de Repress&#227;o aos Crimes de Inform&#225;tica e de Combate &#224;s Drogas da Pol&#237;cia Civil solicitou a pris&#227;o de Neg&#227;o da BL, Mc Poze e outros 14 respons&#225;veis por realizar festas e bailes funk durante a pandemia. Nas &#250;ltimas semanas dezenas de funkeiros e favelados se tornaram alvo de investiga&#231;&#245;es da delegacia de Repress&#227;o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/policia-pede-prisao-de-negao-da-bl-mc-poze-e-outros-12-por-realizacao-de-bailes-funk-na-pandemia/">Polícia pede prisão de Negão da BL, Mc Poze e outros 12 por realização de bailes funk na pandemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As delegacias de Repressão aos Crimes de Informática e de Combate às Drogas da Polícia Civil solicitou a prisão de Negão da BL, Mc Poze e outros 14 responsáveis por realizar festas e bailes funk durante a pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas semanas dezenas de funkeiros e favelados se tornaram alvo de investigações da delegacia de Repressão aos Crimes de Informática e de Combate às Drogas da Polícia Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último caso que repercutiu na mídia foi a prisão do pagodeiro <em>Belo</em>, o cantor foi detido e acusado de incentivar a aglomeração em shows nas favelas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã desta terça-feira (2) a polícia alegou que eles são acusados de crimes de infração de medida sanitária preventiva, epidemia e associação ao tráfico de drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a polícia os artistas em questão descumpriram os decretos municipais e estaduais que determinam a suspensão de atividades que envolvam aglomeração de pessoas durante a pandemia de covid-19, e também desrespeitaram a Lei do Silêncio e reproduziram músicas que fazem apologia ao crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira trecho do documento oficial:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os organizadores utilizam equipamentos de som de grande potência cujos decibéis ultrapassam em muito o limite legal estabelecido, propagando-se a quilômetros de distância, perturbando o sossego da coletividade, no período entre as 22:00hs e 07:00hs da manhã do dia seguinte, expondo crianças, adolescentes e adultos ao nefasto conteúdo, visto que, em sua grande maioria, são tocadas “músicas” de produção clandestina (proibidões) que fazem apologia ao crime ou a criminosos, sendo também tema recorrente o sexo, a violência, o tráfico e o uso de drogas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a longa lista de eventos e os artistas investigados que tiveram a prisão solicitada:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comunidade do Jacarezinho – Evento: Carnaval do Jaca&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos Almeida da Costa – DJ Markinho do Jaca;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leonardo Helcias Andrade Cardoso – o Leo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Denílson Rodrigues Ferreira – DJ Denilson do Chapadão;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriano de Souza Freitas, vulgo Chico Bento, (líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comunidade da Pedreira – Evento: Pedra Folia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luiz Cedro da Silva Junior – o Júnior;</p>



<p class="wp-block-paragraph">André dos Santos Saraiva – DJ Andrezinho da Divisa;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodrigo Santos Silva – DJ RD San;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rene de Freitas Lopes Araujo, vulgo Coelho da Pedreira, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comunidade do Castelar – Evento: Baile do Castelar Especial de Carnaval</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marlon Brendon Coelho Couto da Silva – MC Poze do Rodo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rangel da Silva Castro;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jose Carlos dos Prazeres Silva, vulgo Cem ou Piranha, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comunidade de Acari – Evento: Acari Folia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mateus Bento de Souza – negão da BL;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerson Rezende Sampaio e Silva;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alexsander Mesmer Fernandes, vulgo Formigão, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Informações: <a href="https://portalrapmais.com/policia-pede-prisao-de-negao-da-bl-mc-poze-e-mais-12-artistas-por-realizacao-de-bailes-funk-na-pandemia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rap Mais</a></p>
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