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	<title>Arquivos PRETO - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Número de brasileiros que se autodeclaram pretos atinge número recorde, mas a maioria se diz parda </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 01:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais preto e menos branco. Essa &#233; a forma que os brasileiros veem a si mesmos, de acordo com os n&#250;meros revelados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica (IBGE), obtidos pelo &#250;ltimo censo realizado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&#237;lios, em 2022. Os dados v&#234;m depois de dois anos em [&#8230;]</p>
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<p>Mais preto e menos branco. Essa é a forma que os brasileiros veem a si mesmos, de acordo com os números revelados nesta sexta-feira (16) pelo <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</strong>, obtidos pelo último censo realizado pela <strong>Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, em 2022</strong>. Os dados vêm depois de dois anos em que não foi possível a realização de pesquisas, por conta da pandemia. </p>



<p><strong>O número de brasileiros que se autodeclaram pretos aumentou no Brasil nos últimos 10 anos. </strong>Se em 2012 eram 7,4 % da população, em 2022 eles foram 10,6% dos entrevistados, sendo o grupo racial que mais cresceu. Nunca na história do país tantas pessoas se declararam pretas.</p>



<p>Entre os que se declaram pardos não houve variações significativas. Foram 45,3% em 2022 (45,6% em 2012). <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/devolvam-o-pardo-ao-movimento-negro-diz-carla-akotirene/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">É o maior grupo racial brasileiro. </a></strong></p>



<p><strong>Já a população branca diminuiu.</strong> De 46,3% em 2012,  este grupo agora é 42,8%. Houve uma queda da população branca em todas as regiões do Brasil, sendo mais significativa no Sul, onde em 2012 representava 78,8% da população, para 72,8% em 2022.</p>



<p>Indígenas e quilombolas têm um censo específico. Os dados também foram colhidos em 2023 e devem ser divulgados em breve.</p>



<p><strong>MUDANÇA NO COMPORTAMENTO REFLETE NO CENSO</strong></p>



<p>Os números do censo fazem sentido quando olhamos a História do Brasil, o último a abolir a escravatura. Foram quase 400 anos de escravidão e o reflexo disso, se traduz na cor do seu povo.&nbsp;</p>



<p>Com a chegada da Internet no começo do anos 2000, o se ver e se reconhecer se tornou possível e a força da representatividade foi um fator impulsionador no número de pessoas negras aumentando nas pesquisas do censo. <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/o-triste-silencio-dos-candidatos-negros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Para o colunista do Mundo Negro, o professor Ivair Augusto Alves dos Santos</a>,</strong> Mestre em Ciências Políticas pela Unicamp e Doutor em Sociologia pela UnB, a potência da mídia, cultura e movimento negro, especialmente em espaços de poderm, foi fundamental na influência da autodeclaração. </p>



<p>&#8220;A força do movimento negro, a mídia, novelas com mais representações negras, espaços de poder com mais negros, ações afirmativas, crescimento do números de parlamentares negras e as plataformas com conteúdo sobre negros é importante. Poderia continuar uma lista grande, mas a existência de uma figura como Vinicius Jr, não é por acaso, é fruto do trabalho de muitos ativistas&#8221;, detalha o ex-diretor do Departamento de Direitos Humanos da Secretaria de Direitos da Presidência da República.</p>



<p>Como a pessoa constrói essa identidade racial também é outro aspecto que deve ser considerado. &#8220;A tendência geral do censo do IBGE é que as pessoas têm um processo longo de construção da sua autodeclaração. São pessoas que vivem em espaços que não prevalecem os mecanismo identitários não negros. Estão em comunidades onde é mais comum a presença negra e em função deste circuito de vulnerabilidade criado pelo racismo no Brasil, são pessoas deste circuito que vão criando mecanismos de solidariedade, que vão tendo relações familiares dentro deste núcleo e com o passar do tempo vão construindo uma identidade&#8221;, comenta o <strong>professor e vice-diretor da Unesp,</strong> <strong>Juarez Xavier. </strong></p>



<p><strong>AUTODECLARAÇÃO E HETEROIDENTIFICAÇÃO&nbsp;</strong></p>



<p>A ditatura removeu dados sobre questões raciais do censo e quando este tema retorna a coleta de dados do IBGE, a atuação do movimento negro é fundamental para o surgimento da autodeclaração.&nbsp;</p>



<p>&#8220;A autodeclaração se constituiu, sendo parte de um grande processo de debate, de discussão que consumiu parte do final dos anos 70, 80 e a partir dos anos 90, porque a ditadura civil militar tirou os dados relativos à questão racial do censo&#8221;, explica o professor Juarez. Ele detalha que quando raça e cor voltam a ser discutidos, mais de 100 denominações surgiram para identificar a cor das pessoas não brancas.</p>



<p>&#8220;Foi necessário então se criar um mecanismo, muito bom, pautado na autodeclaração e optou-se em trabalhar com os conceitos étnico-raciais.Por exemplo: preto, pardo, branco e amarelo são questões étnicas, e indígenas questões raciais. Isso foi definido depois de várias testagens feitas pela equipe do IBGE&#8221;, detalha o acadêmico que destaca a insistência do Movimento Negro para implementação deste método.</p>



<p>Sobre a heteroidentificação, há uma mudança no que se entendia anteriormente como pardo, que basicamente era toda pessoa que não se identificava nem branca e nem preta, como amarelos, cafuzos e mamelucos. &#8220;Começou-se a partir de 2012 a evitar este tipo de conceito, passou-se a considerar, para efeitos de políticas públicas de heteroidentificação, que pardo são as pessoas que têm ascendência negra&#8221;. A fenotipia das pessoas negras (cabelo, traços e tom de pele) é um dos critérios usados ao se cruzar dados para decidir se uma pessoa é considerada de ascendência negra e portanto, candidata a usufruir de ações afirmativas.&nbsp;</p>



<p>O professor ainda explica que as declarações do censo do IBGE tem um grande fator espontaneidade porque quem responde, não usufrui de nenhum benefício imediato, porém, não é possível saber, se quem se declarou pardo, realmente é uma pessoa de ascendência africana, sem se fazer uma &#8220;mineração desses dados&#8221;. Já na heteroidentificação, por haver um caráter de interesse, há uma tendência maior da autodeclaração ser duvidosa, e aí os fatores da heteroidentificação são o que determina quem realmente merece entrar, por exemplo, em uma universidade pelo sistema de cotas.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Prêmio Ubuntu vai premiar grandes personalidades pretas no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/premio-ubuntu-vai-premiar-grandes-personalidades-pretas-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tassia di Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2020 14:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[afrô]]></category>
		<category><![CDATA[conceição evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[isabel filardis]]></category>
		<category><![CDATA[lázaro ramos]]></category>
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		<category><![CDATA[prêmio ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[PRETO]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conceição Evaristo, Isabel Filardis, Lázaro Ramos e Rodrigo França são apenas três dos 50 pretos e pretas indicados ao Prêmio Ubuntu 2020. A cerimônia, que acontecerá na quarta-feira, no Teatro Carlos Gomes, no Centro da capital carioca, a partir das 20h. Rodrigo lidera as indicações com seis categorias, incluindo Melhor Dramaturgo e Melhor Peça, com Oboró Masculinidades Negras. O Prêmio Ubuntu, que reconhecerá profissionais nas categorias Dança, Teatro, Música, Religiosidade, Literatura, Educação, Manifestação Cultural, Personalidade Negra, Menção Honrosa e Protagonismo Juvenil.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/B7ghNErJnjl</p>
<p>Entre os indicados a Jornalista Revelação, temos dois profissionais que tem colaboração no Site Mundo Negro: Tássia di Carvalho, que produz conteúdo e gerencia as nossas redes sociais e  Leonne Gabriel, que já colaborou com reportagens para o site. Segundo Paula Dias, idealizadora do prêmio, a proposta é &#8220;A ocupação cultural, o fazer artístico, a troca entre os artistas para buscar ações que contemplem o fortalecimento, a reflexão e visibilidade da cultura afro brasileira.&#8221;</p>
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<p>As indicações de nomes são feitas por grupos culturais e entidades ligadas ao movimento artístico e negro, por meio da equipe de articulação do projeto. Os indicados têm o nome e o histórico avaliados pela comissão julgadora do Prêmio, formada por representantes da sociedade civil, classe artística, poder público, articuladores do Prêmio e a idealizadora do projeto, Paula Dias , diretora da Ong Afrotribo com parceria com Daniele Gonçalves do coletivo Dandaras pra sempre. Onde buscam a valorização e destaques desses agentes culturais no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/B7YpPPgHU97/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Confira a Lista de indicados: </em></p>
<p><strong>1. Categoria Melhor Peça: Oboró Masculinidades Negras</strong></p>
<p>2. Categoria Melhor Peça Infantil: O pequeno Príncipe Preto</p>
<p><strong>3. Categoria Melhor Peça Teatral: Luiz Gama Uma Voz Pela Liberdade</strong></p>
<p>4. Categoria Melhor Peça: Palmares de Zumbi</p>
<p><strong>5. Categoria Melhor Ator: Deo Garcez </strong><br />
<strong>Obra: Luiz Gama Uma Voz Pela Liberdade</strong></p>
<p>6. Categoria Melhor Ator: Cridemar Aquino<br />
Oboró Masculinidade negra</p>
<p><strong>7. Categoria Melhor Ator Juvenil: Cauê Campos </strong><br />
<strong>Obra: O feijão do Sétimo Guardião</strong></p>
<p>8. Categoria Melhor Ator: Robson Santos<br />
Obra: O Sétimo Guardião<br />
Personagem: Alfredo</p>
<p><strong>9. Categoria Melhor Ator: </strong><br />
<strong>Júnior Dantas </strong><br />
<strong>Obra: O pequeno Príncipe Preto</strong></p>
<p>10. Categoria Melhor Ator: Reinaldo Júnior<br />
Obra: Oboró Masculinidades Negras</p>
<p><strong>11. Categoria Melhor Ator: </strong><strong>Tito Sant&#8217;anna </strong><br />
<strong>Obra: Outro Lado do Palhaço</strong></p>
<p>12: Categoria Melhor Ator de Protagonismo Juvenil:<br />
JP Rufino</p>
<p><strong>13. Categoria Melhor Atriz: Dja Marthins </strong><br />
<strong>Personagens: Dona Céu em a Dona do Pedaço</strong></p>
<p>14. Categoria Melhor Atriz: Isabel Fillards<br />
Personagens Dr. Vera. Obra: Topíssima</p>
<p><strong>15. Categoria Melhor Atriz: Olivia Araújo </strong><br />
<strong>Personagem Cesária de Malhação</strong></p>
<p>16. Categoria Melhor Dançarino de Samba:<br />
Dhu Costa</p>
<p><strong>17. Categoria Melhor Cantora de Música Afro:</strong><br />
<strong>Lizza Dias</strong></p>
<p>18. Categoria Melhor Roteirista: Negra Rose<br />
Obra: Que Brasil é Esse</p>
<p><strong>19. Categoria Melhor Cineasta: Wavá de Carvalho </strong><br />
<strong>Obra: Documentário Cais do Valongo</strong></p>
<p>20. Categoria Melhor Figurino: Wanderlei Gomes<br />
Obra: Oboró Masculinidades Negras</p>
<p><strong>21. Categoria Jornalista Revelação: Tássia di Carvalho</strong></p>
<p>22. Categoria Jornalista Revelação: Leonne Gabriel</p>
<p><strong>23. Categoria Melhor Stylista: Luiz Holif</strong></p>
<p>24. Categoria Melhor Autora: Luana Génot</p>
<p><strong>25. Categoria Representatividade Negra: Sérgio Noronha</strong></p>
<p>26. Categoria Melhor Culinária: Rosa Perdigão, com Acarajé Vegano</p>
<p><strong>27. Categoria Melhor Diretor e Dramaturgo: Rodrigo França </strong><br />
<strong>Obras: Inimigo Oculto e Pequeno Príncipe Preto</strong></p>
<p>28. Categoria Melhor Podcast: Podcast Angu de Grilo</p>
<p><strong>29. Categoria Melhor Beauty Artist: Paulo Cesar</strong></p>
<p>30. Categoria Multilínguagem: Paula Pardón</p>
<p><strong>31. Categoria Melhor Ritmo Popular: Os Ousados</strong></p>
<p>32. Categoria Melhor Projeto: Odarah Cultura e Missão</p>
<p><strong>33. Categoria Melhor Scouter: Moisés Karran</strong></p>
<p>34. Categoria Representatividade Negra: Flávia Oliveira</p>
<p><strong>35. Categoria melhor Ritmo Popular: Rafel Inácio, com Favelado Qualquer</strong></p>
<p>36. Categoria Melhor Preparadora Corporal: Eliete Miranda</p>
<p><strong>37. Categoria Melhor Escritora de Narrativa Preta: Eliane Alves</strong></p>
<p>37. Categoria Representatividade Negra: Dr. Cláudio Rocha</p>
<p><strong>38. Categoria Produtora Cultural: Denny Moura</strong></p>
<p>39. Categoria Melhor Mídia Social Preta: Carioquice Negra</p>
<p><strong>40. Categoria Melhor Espaço Cultural: Ateliê Bonifácio</strong></p>
<p>41. Categoria Melhor Compositor: Altair Veloso</p>
<p><strong>42. Categoria Melhor Dramaturgo Revelação: Adalberto Neto </strong><br />
<strong>Obra: Oboró masculinidades Negras</strong></p>
<p>43. Categoria Dramaturgo Destaque Dani Ornellas</p>
<p><strong>44. Categoria Melhor Roupa &#8211; Afro Ms.Vee</strong></p>
<p>45. Categoria Melhor literatura infantil &#8211; Pretinhas Leitoras</p>
<p><strong>46. Categoria Diretora de Movimento &#8211; Valéria Monã</strong></p>
<p>47. Moda Afro &#8211; Dior Thiam</p>
<p><strong>48. Melhor Representatividade Negra &#8211; Lázaro Ramos </strong></p>
<p>49. Modelo Revelação &#8211; Alê Fercar Categoria</p>
<p><strong>50. Categoria Melhor Autora &#8211; Conceição Evaristo</strong></p>
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		<title>Espetáculo PRETO estreia no CCBB Belo Horizonte dia 12 de abril</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/espetaculo-preto-belo-horizonte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 20:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[mundo negro]]></category>
		<category><![CDATA[PRETO]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s cumprir uma incr&#237;vel temporada de apresenta&#231;&#245;es em S&#227;o Paulo, no SESC Campo Limpo, passando pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, Frankfurt e Dresden (Alemanha) e em Paris, na Fran&#231;a, a pe&#231;a retorna ao Brasil e ser&#225; apresentada no Teatro 1, do CCBB&#160;de Belo Horizonte (Pra&#231;a da Liberdade, 450 &#8211; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após cumprir uma incrível temporada de apresentações em <strong>São Paulo</strong>, no <strong>SESC Campo Limpo</strong>, passando pelo <strong>Centro Cultural Banco do Brasil</strong> (CCBB) do <strong>Rio de Janeiro</strong>, <strong>Frankfurt</strong> e <strong>Dresden</strong> (<strong>Alemanha</strong>) e em <strong>Paris,</strong> na <strong>França</strong>, a peça retorna ao <strong>Brasil</strong> e será apresentada no <strong>Teatro 1</strong>, do <strong>CCBB </strong>de <strong>Belo Horizonte</strong> (Praça da Liberdade, 450 – Funcionários), do dia 12 a 30 de abril, sempre de quinta à segunda, às 20h.</p>
<p><strong>PRETO</strong> tem direção de<strong> Marcio Abreu</strong> e traz no elenco <strong>Cássia Damasceno</strong>, <strong>Felipe Soares</strong>, <strong>Grace Passô</strong>, <strong>Nadja Naira</strong>, <strong>Renata Sorrah</strong>, <strong>Rodrigo Bolzan </strong>e <strong>Rafael Lucas Bacelar</strong>. O espetáculo mergulha na investigação e na reflexão em torno das diferenças.</p>
<p>
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                </div>
                </p>
<p>Segundo o diretor, PRETO é uma peça criada a partir de perspectivas de pensar a coexistência, a afirmação das diferenças. &#8220;<em>É uma obra sobre ela mesma, que se articula com autonomia promovendo possibilidades de leitura, fazendo emergir um leque de assuntos e temas diversos. Diante do que transforma o mundo, eu respondo artisticamente</em>&#8220;, diz.</p>
<p>A montagem da peça se articula a partir da fala pública de uma mulher negra, uma espécie de conferência sobre questões que incluem racismo, a realidade do negro e da negra no Brasil hoje, o afeto e o diálogo, a maneira como as pessoas lidam com as diferenças e como cada um se vê numa sociedade marcada pela desigualdade. A trilha sonora ficou por conta do músico Felipe Storino. A dramaturgia é assinada por Marcio em parceria com Grace Passô e Nadja Naira.</p>
<p>Os ingressos podem ser adquiridos <strong><a href="http://www.companhiabrasileira.art.br/eventos/preto-ccbb-belo-horizonte/">pela internet</a></strong> ou na bilheteria do espaço <strong>R$ 20</strong> (inteira) e <strong>R$ 10 </strong>(meia). A classificação do espetáculo é <strong>14 anos</strong>. Mais informações: (31) 3431-9400.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/espetaculo-preto-belo-horizonte/">Espetáculo PRETO estreia no CCBB Belo Horizonte dia 12 de abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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