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	<title>Arquivos presidente dos EUA - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>50 Cent quer impedir que Diddy receba perdão presidencial de Trump: “Não é aceitável”</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/50-cent-quer-impedir-que-diddy-receba-perdao-presidencial-de-trump-nao-e-aceitavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 12:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[50 cent]]></category>
		<category><![CDATA[Diddy]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>50 Cent continua fazendo barulho nas redes sociais com tudo o que envolve o caso Diddy. O rapper e empres&#225;rio deixou claro que pretende conversar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para desencorajar qualquer possibilidade de perd&#227;o presidencial ao magnata Sean &#8220;Diddy&#8221; Combs. Ele quer garantir que Trump n&#227;o considere a hip&#243;tese [&#8230;]</p>
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<p><strong>50 Cent</strong> continua fazendo barulho nas redes sociais com tudo o que envolve o caso <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/cassie-ventura-relata-abusos-e-rituais-coreografados-em-depoimento-perturbador-durante-julgamento-de-diddy/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diddy</a></strong>. O rapper e empresário deixou claro que pretende conversar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>, para desencorajar qualquer possibilidade de perdão presidencial ao magnata Sean “Diddy” Combs.</p>



<p>Ele quer garantir que Trump não considere a hipótese de clemência para o colega da indústria musical, atualmente envolvido em uma série de acusações que incluem assédio, abuso sexual, violência doméstica e tráfico sexual. </p>



<p>“Ele disse que consideraria o perdão para qualquer pessoa injustiçada, não é o caso do Puffy Daddy”, rebateu em um post afiado nas redes sociais. Nos comentários, ainda declarou: “Ele [Diddy] já disse coisas muito ruins sobre o Trump, não é aceitável. Vou entrar em contato com ele [Trump] para que ele saiba o que penso a respeito desse cara”.</p>



<p>Em seguida, o rapper também publicou o print de uma matéria internacional sobre sua intenção de conversar com Trump, e na legenda escreveu: “Donald Trump não leva desrespeito para casa e não se esquece de quem opta por ir contra ele… Em meio aos seus trabalhos para tornar a América grande outra vez, não há espaço para distração”.</p>



<p>Durante um evento na Casa Branca, na última sexta-feira (30), Trump falou sobre a possibilidade de perdoar o rapper. “Primeiro, eu daria uma olhada no que está acontecendo”, afirmou. “Não tenho acompanhado com muita atenção. Ele gostava muito de mim, mas acho que quando me candidatei, esse relacionamento acabou.” E completou: “Bem, ninguém perguntou. Eu sei que as pessoas estão pensando nisso. Eu olharia os fatos”. Em 2015, Diddy elogiou o republicano durante uma entrevista. “Donald Trump é um amigo meu e ele trabalha pesado”.</p>



<p>Em meio a uma série de postagens sarcásticas e provocativas de 50 cent sobre o caso Diddy, a mais recente traz o print de um tabloide britânico afirmando que ele pretende “bombardear as chances de perdão” ao artista. Ele rebateu direto: “Não disse que vou bombardear nada, só falei que faço questão que o Trump saiba das coisas”.</p>



<p>Os advogados do magnata Diddy negam veementemente as acusações, alegando que todos os relacionamentos sexuais do artista foram consensuais. Ainda assim, ele segue detido em uma penitenciária federal em Nova York, depois que diversos pedidos de fiança foram rejeitados, e segue em julgamento. </p>
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		<title>Donald Trump e a representatividade da masculinidade hegemônica</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/donald-trump-e-a-representatividade-da-masculinidade-hegemonica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 21:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[presidente dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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<p>A discussão entre <strong>Trump e Zelensky</strong> é mais um episódio de demonstração da hostilidade do líder norte americano frente a um mundo que ele insiste em desejar que se curve frente a ele. Para quem estuda as masculinidades, Trump personifica o que conceitualmente chamamos de <em>Masculinidade Hegemônica</em>. Essa masculinidade que tem como característica o machismo em sua mais alta potência, cuja base é o poder e a manifestação social é a violência. No âmbito racial, a ocupação dessa masculinidade é branca. Para quem já acompanhou meus textos aqui, no Mundo Negro, já entendeu que os homens negros não podem e jamais poderão ocupar o lugar da hegemonia no campo das masculinidades.</p>



<p>Trump é consciente do poder que tem nas mãos e o superestima. Durante as eleições, ele usou de violência contra Kamala, colocando e acentuando os extremos da pirâmide de gênero e raça: homem branco, o que ocupa o topo da pirâmide e a mulher negra, que está na base da pirâmide. Após as eleições, todas as pautas relacionadas à diversidade são tratadas com hostilidade pelo governante do mais alto cargo do executivo dos EUA. O governo de Trump classifica as pautas acerca das questões étnico-raciais como “teoria racial crítica”, cortando, por exemplo, financiamento federal de escolas que tem em seus currículos temas como <em>relações raciais</em>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O episódio ocorrido na manhã desta sexta-feira no Salão Oval dos EUA mostra como Trump se sente superior por ocupar o cargo de presidente norte-americano. “Você tem que ser grato a mim”, diz Trump. Isso é a personificação de uma masculinidade falida e que se mantém pelo poder. Ainda que fossem dois homens brancos ali, protagonizando aquela cena, um deles estava no maior lugar de poder. E aqui, a ideia é que consigamos fazer a leitura do que significa a masculinidade hegemônica, protagonizada no mundo moderno por Trump, Musk e mais algumas figuras mundiais.</p>



<p><em><strong>Luciano Ramos, </strong>Especialista em Masculinidades e Paternidades Negras e Diretor executivo do Instituto Mapear</em></p>



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